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De Rede Mocambos
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Demandas de algumas das muitas comunidades de Belém do Pará -data show -computadores -espaços telecentros

comunidades: -Macapazinho -Itacuã -Guajará-Mirim -Genipaúba -comunidade de Salvaterra -comunidade de Concórdia

Obs: perna e Suh participaram de uma reunião com representantes de comunidades, onde foram entregue para os mesmo relatos das situações locais.

Obs.: Em alguns casos os telecentros não foram instalados nas comunidades propriamente dita, e sim nas sedes, como é o caso de Salva terra e concórdia.

1-macapazinho : comunidade recebeu doação da prefeitura para funcionamento do telecentro, o mesmo espaço espaço que foi cedido para um mulher da comunidade enquanto sua casa esta em construção. E o outro espaço que poderia ser feito a instalação esta servindo de deposito para construnção da minha casa minha vida. Aurélio representante da comunidade de macapazinho cogitou a ideia de fazer a instalação em uma residencia normal da comunidade, mais voltou atrás, pois lembrou que nas casas da comunidade a energia ocila muito, e assim as maquinas não teriam um estabilidade e poderiam correr o risco de queimar. Já no espaço para o telecentro que a prefeitura vai doar com a energia não terremos problemas. Com essas dificuldade o Telecentro de macapazinho não poderá ser instalado nesse momento de outubro, já ficará como plano pra próxima vinda a belém em novembro.

2-Dai surgiu a ideia de fazer a instalação em outra comunidade, surgiu o nome da comunidade de Itacuã-Mirrin porem os computadores da comunidade ainda não chegarão, mas seu espaço para o telecentro já esta pronto, e os computadores que a comunidade tem foram doações da prefeitura.

3-Guajará Mirim Já possui computadores mas seu espaço para o telecentro ainda não esta feito por completo.

4- A comunidade de Bujaru que fica a 4 horas de Belém será a comunidade mais provável para fazer a instalação.

5-Genipaúba a principio foi a comunidade que estava prepara pra instalação que possui o espaço do telecentro construído e computadores em mão, não foi possível fazer pois a presidente da comunidade estava em Belém, sem ter como voltar pra comunidade pra acompanhar esse processo de instalação que aconteceria na sala da presidente da comunidades.

6- por final a única comunidade que deu tudo ok, foi a de São Judas Tadeu, onde o espaço e computadores, e comunidade esta preparada pra esse processo de reaproximação.

PROPOSTAS:

Pensar uma atividade da Rede Mocambos para Novembro para as comunidades a principio as que tem telecentros para serem instaladas. Atividade envolvendo:

  • Cinema preto
  • falas sobre a rede mocambos
  • apropriação tecnológica
  • e ferramentas da rede

e muito mais

- proposta do Aurélio era fazer essas atividades paralelas ao Jogos quilombola que acontecerá em novembro.



Conteúdo

Relatórios

Atividade Azuela E Rede Mocambos - Criando Laços

oficina Fotografia

As atividade desse encontro começaram com a oficina de fotografia, destinada a jovens de terreiros da cidade de Belém do Para. A roda de conversa foi ministrada pelo fotografo e adepto do candoblé Lucivaldo Sena, que explanou sobre os diversos aspectos da fotografia, com intuito de instrumentalizar esses jovens e não jovens, desse importante instrumento das causas sociais que abrange as comunidade de terreiro. A utilização criticas dessas ferramentas foi um assuntos mais tratados durante as divagações da aula. Foi considerada e chamada de tecnologia do possível, uma vez que através dessa arte de escrever com a luz, como disse Lucivaldo sena durante sua explicação. Foi de forma feliz a colocação que a fotografia é utilizada como ferramenta de poder, uma vez que trabalha com imagens e desde seus primórdios foi usada para vender valores do que era fotografado, aparti disso, é importante as comunidades e jovens de terreiros se apropriarem dessa ferramenta, e faz dela instrumento de não somente de denuncia, uma forma de as comunidades escreverem suas próprias historias, e construir seus próprios acervos e fazer com que os mais novos que viram possa encontra documentado a historia de seus ancestrais, valorizando sempre as tradições orais, mais se apropriando do território digital e suas diversas tecnologias sociais. A fotografia das realidades das comunidades muitas vezes muito carentes, como é possível fotografar mesmo de celular, essa pratica estrategicamente um mídia dos possível, se adequá facilmente as situações inesperadas muitas das vezes movidas por intolerância e racismo sofridas pelas comunidades. A oficina por ter acontecido nos primórdios dessas atividade intitulada de Criando laços entre Azuelar e Rede mocambos. Que é essa aproximação do software e as relações ancestrais nos terreiros.

Bate papo sobre comunicação com Taata Kinamboji

Comunicação digital como ferramenta de resistência 

O bate papo sobre comunicação teve um carácter de entender como se dar a construnção e dialogo das mídias sociais nos terreiros, que de forma critica podem fomentar essa rede de comunicação nessas comunidades para que haja melhorias nas varias faces de se organizar midiaticamente. Na discussão foram feitas varias divagações sobre as mídias de carácter fechadas e livres e suas consequência de usos nas comunidades,em que se diz respeito a fatores sociais, culturais e ancestrais, o Taata kinanboji citou casos de estorias de contra informação de uma radio comunitária que foi pensada pela comunidade de terreiro com intuito de descolonizar informações difundida pela mídia branca, burguesa, intolerante e racista vem moldando a parti de interesses capitalista. A bela do lago foi feliz na fala sua quando citou a dificuldade de trabalhar em comunidades afastadas, por não ser difundida a forma de se organizar descentralizadamente, no que se diz respeito a frente organizacional desses grupos, fazendo com que eles fiquem a disposição de pessoas externas tomar essa frente ou de lidera-los, durante o papo foi falado da necessidade de pensar uma organização descentralizada e mais preta no sentido de todos terem igual importância nas tomadas de decisões. Isso tudo foi pensado e atribuído a falas e ruídos nas comunicações internas e externas. De modo geral a mídia tendenciosa foi pesadamente criticada, e a parti disso foi notado a importância de se apropriar das diversas ferramentas de comunicação livre, que nos possibilita a liberdade de sermos protagonista de nossa historia, e se atentar que estão nos privando dessa ferramentas.

oficina de apropriação tecnológica

território digital como espaço a ser ocupado pela massa

A oficina de apropriação tecnológica aconteceu no dia 9 de outubro de forma natural, durante a oficina de vídeo, quando o grupo percebeu, que era mais viável se instrumentalizar sobre as questões básicas de software livre e informática. Dessa forma foi necessário readequá a programação uma vez que seria apresentado a oficina de vídeo. A oficina foi pensada em três momentos de atividade que eram introdução a história dos computadores e internet que é o momento para procurarmos causar uma reflexão crítica desses da história e criação desses meios, aproveitando para falar de Rede Mocambos seu ideal de luta e de como nos inspiramos na causa palmarina para discutir esse território digital excludente. Foi mostrado filmes curtos depois de apresentação de slides sobre o tema. Esse filmes falaram sobre a funcionalidade das principais peças na maquina. Dessa forma esse vídeo foi um complemento que de forma visual facilitou o entendimento do que é o computador.

O segundo momento foi pensado para contextualização desse entendimento tecnológico e a pratica propriamente dita. Partindo pela instalação do software, utilização dos principais comandos e instalação dos principais programas. Esse momento foi acontecendo a parti de provocações do grupo.

O terceiro momento foi pensado para falar sobre as ferramentas tecnológicas da Rede Mocambos, onde falamos da historia da wiki e sua forma de utilização. Passamos pelo processo de criação de usuário e todos os passos para criação dos publicação de conteúdos. O mapa foi apresentado e foi descrito sua importância para as comunidades porem o tempo não foi o bastante para mostra sua utilização.

continuação da oficina de fotografia

Composição de Imagem com Isabela do Lago

Isabela do Lago falou sobre (de)composição de imagem, mostrando inicialmente como a verdade pode ser moldada a partir da captura de imagem através de uma câmera. Ela apresentou fotografias da época do Brasil Colonia Escravocrata da década de 30, mostrando imagens montadas a partir de um ponto de vista artístico onde o objetivo era (e em muitas esferas até hoje ainda é) a apresentação de posses dos senhores, a venda do corpo e a manipulação desses mesmos corpos por uma imposição. As fotografias mostravam imagens de grandes casas com escravos cuidando da roça, belas escravas para vender o Brasil-Lugar-Da-Mulata-Objeto, escravos marcados, Negros e Negras vestindo roupas nobres. O interessante ao analisar tais imagens foi perceber que além dessa necessidade de apresentar posses (a terra, a esposa, os escravos), é que essa mesma posse do branco sobre o corpo negro ia\vai além do trabalho braçal - visto que nesta época para se fotografar a imagem precisava ficar estática durante um bom tempo(Aduando-se ao tempo de captura da imagem) - de tal forma que obrigava\obriga também esse corpo escravizado a se manter diante de uma câmera fingindo emoções, aguentando posições e aceitando a mentira que essas lentes contavam. A partir daí, foram mostradas também outras formas de DESconstrução de imagem, onde a fotografia também vem para desconstruir a Imagem-Padrão que vende e e adoece nossas concepções de beleza e comportamento sobre nós mesmos e para a difusão de uma história mais verdadeira e menos comercial.


Relatório da atividade de Bujaru – Belém

A atividade na comunidade Quilombola de São judas Tadeu foi linda. Chegamos Um hora da tarde quando o Aldo representante quilombola foi nos pegar na balsa e levar pra comunidade, a presidente da associação Kátia recebeu muito bem  a equipe, relatando a situação da comunidade e que eles já esparavão a anos essa instalação. Foi notório a euforia da comunidade que logo se aproximou e quiz saber se seu sonho se realizaria naquele momento. O que deveria começar no outro dia pela manha, iniciou-se no mesmo passo da chegada. Começamos a instalação do telecentro e com as oficinas que iam acontecendo naturalmente como conversas, os jovens e crianças, mulheres e homens da comunidade todos interagindo com o processo. Logo cada um estava contando pela primeira vez um computador. depois da instalação e da troca de ideias sobre informática e apropriação tecnológica, começamos a falar da realidade das pessoas que viviam ali, e que muitos se quer ja tinha assistido filme em uma tela grande. começamos a pensar em uma mostra de cinema que aconteceu no espaço do telecentro, logo a sala esta cheia de crianças, jovens, mulheres, todo mundo juntos, vidrados nas aventuras de Kiriku, o filma acabou e observar os olhares pidões querendo mais das crianças foi o bastante pra em poucos cliques, começar o filme Quilombos, que conta a historia do Quilombo dos Palmares. depois do filme as atividades terminarão. Pela manhã começamos ouvindo os mais velhos da comunidade e visitando as áreas de plantações que rodeava toda a comunidade com uma bela forma de sustentabilidade, ouvimos como começarão as plantações e conhecemos um dos igarapé que cortava e dividia as comunidades. Após todo o rolê fomos para o telecentro onde terminamos a instalação e demos continuidade as oficinas dessa vez de instalação e noções básicas de Linux Ubuntu ( comandos e principais programas, entendendo as principais diferenças entre o sistema operacional Windows e o Linux, observamos que ninguém si quer tinha ouvido falar do Linux antes. Após essa atividade fizemos a segunda mostra de cinema com curtas para criançada com temáticas ambientais. Isso durante a instalação demorada de todo o sistema do telecentro e configuração do Roteador wireless.

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