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		<title>Norte/PA/Comunidade Quilombola de Macapazinho - Histórico de revisão</title>
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		<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Guine: Criou página com ' MACAPAZINHO  Santa Isabel do Macapazinho, ou simplesmente Macapazinho, como a comunidade é mais conhecida, situa-se no município de Santa Isabel do Pará, a aproximadamente...'</title>
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				<updated>2013-06-18T16:10:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039; MACAPAZINHO  Santa Isabel do Macapazinho, ou simplesmente Macapazinho, como a comunidade é mais conhecida, situa-se no município de Santa Isabel do Pará, a aproximadamente...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
MACAPAZINHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Santa Isabel do Macapazinho, ou simplesmente Macapazinho, como a comunidade é mais conhecida, situa-se no município de Santa Isabel do Pará, a aproximadamente 15 quilômetros da sede do município. Suas terras ainda não estão tituladas e encontram-se cercadas por fazendas. O processo de regularização fundiária tramita no Instituto de Terras do Pará desde 2000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Macapazinho moram aproximadamente 27 famílias (cerca de 134 pessoas) em casas de barro e madeira, com cobertura de palha e piso de terra batida. A frente das casas é o local onde os moradores convivem e conversam com parentes e amigos à sombra de jambeiros e de acácias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os moradores dispõem de um microssistema de abastecimento de água e pagam uma taxa mensal por consumo. A energia elétrica é fornecida pela CELPA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A creche e a escola de ensino fundamental estão desativadas. Ensino médio só na sede do município. Por conta dessas dificuldades, o nível de escolaridade é bastante baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os quilombolas de Macapazinho trabalham de terça a domingo. Para eles, a segunda-feira, ao contrário do que ocorre na maioria dos lugares, é o dia de folga. É quando eles festejam, fazem feijoada e mutirões de limpeza nas comunidades vizinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos outros dias, dedicam-se à agricultura e à produção de carvão vegetal. Quem trabalha com o carvão tem de andar de quatro a cinco quilômetros para conseguir lenha. Esta tem de ser queimada em fornos nas fazendas vizinhas, pois a comunidade não tem ainda o seu próprio forno. É da venda do carvão e dos produtos agrícolas que os quilombolas de Macapazinho garantem o dinheiro do seu sustento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ampliar a segurança alimentar e as oportunidades de geração de renda, a Associação de Macapazinho já firmou convênios com o Programa Raízes, recebendo recursos para projetos de horta comunitária (em 2002), do aviário e da roça comunitária (em 2003).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2003, contaram também com o apoio do Centro de Defesa e Estudos do Negro do Pará (CEDENPA), que ajudou a comunidade a implantar o &amp;quot;Projeto de Hortaliças&amp;quot;, que possibilitou a compra de enxadas, sementes e adubos, além de oferecer cursos de como cuidar das hortas e comercializar os produtos. Oito famílias estão trabalhando nesse projeto e cada uma tem a sua horta. Plantam alface, coentro, salsa, jambu, cairu, cebolinha, pimenta, agrião e couve. Os produtos são vendidos nas feiras do município e também no importante mercado Ver-O-Peso, em Belém.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guine</name></author>	</entry>

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