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		<title>Rede Mocambos - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE</id>
		<title>ROTAFUNARTE</title>
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				<updated>2013-03-25T18:57:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Etapas de execução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Edital FUNARTE de Arte Negra ==&lt;br /&gt;
=== Título do projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Sementes da Memoria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sintese ===&lt;br /&gt;
A Rota dos Baobás - Sementes da Memoria visa fortalecer as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 200 comunidades, em 18 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros, focando no registro, organização, patrimoniamento e divulgação de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos. Busca-se a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações. As comunidades que participam da Rota recebem, como elo simbolico, uma muda de baobá. O projeto preve o registro audiovisual das visitas as comunidades e o mapeamento dos lugares por meio de sistema GPS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo ===&lt;br /&gt;
Fortalecer a Rota dos Baobás registrando, organizado e mapeando com ferramentas digitais os conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos produzidos por grupos e entidades de matriz africana e tradicional no Brasil, buscando a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Justificativa ===&lt;br /&gt;
Dignificados enquanto marco identitário, os Baobás confirmam um mandato repassado por gerações que&lt;br /&gt;
habitam o reino dos antepassados, ciosamente resguardado em nome da tradição. Assim, bem mais do que&lt;br /&gt;
uma árvore, o Baobá é, por excelência, o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da&lt;br /&gt;
África, pelas suas sociedades e culturas, seus modos de ser, suas aspirações, expectativas de vida e&lt;br /&gt;
religiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta via de entendimento, a robustez da árvore e capacidade em sobreviver por séculos, refletem a perpétua&lt;br /&gt;
disposição dos povos africanos em continuar a manter sua presença no tempo e no espaço. Ademais,&lt;br /&gt;
explicitando-se enquanto referência espiritual da vida comunitária, o Baobá assegura que independentemente&lt;br /&gt;
do que vier a acontecer, ele é repositório da experiência ancestral, cujos ensinamentos, são permanentemente&lt;br /&gt;
reapresentados às novas gerações.&lt;br /&gt;
Por outro lado, este apanhado de significados sociais e culturais não transita abstratamente pela mente do&lt;br /&gt;
povo. Isto porque aos Baobás se vincula o modo como o espaço é vivenciado na África tradicional e à sua&lt;br /&gt;
importância enquanto referência constitutiva da territorialidade e de seus dinamismos. Nesta averbação, aos&lt;br /&gt;
Baobás se vinculam processos de esculturação do meio natural, animando os modelados antropogênicos que&lt;br /&gt;
substituíram ao longo do tempo histórico o meio natural encontrado pelos humanos.&lt;br /&gt;
Tal assertiva difere tremendamente das concepções pautadas pela ciência ocidental quanto à transformação&lt;br /&gt;
do meio natural. Postulando o entendimento de que transformar a natureza significa sobrepô-la com objetos&lt;br /&gt;
técnicos e substituí-la por uma paisagem artificial, carpintejada (SANTOS, 1988 e 1978; TUAN, 1980), colocar&lt;br /&gt;
em discussão ações antropogênicas mantendo parceria com elementos oriundos da natureza - no caso, os&lt;br /&gt;
Baobás - poderia, em razão de primados acadêmicos hegemônicos, até mesmo sugerir um despropósito.&lt;br /&gt;
Na realidade, compreender a organização do espaço africano reclama identificar os móveis que respaldaram&lt;br /&gt;
seu surgimento, diferentes dos conceitos que regem a mentalidade ocidental. Nesta via de entendimento, vale&lt;br /&gt;
registrar que o ocidente, pautando como válida apenas sua modalidade de transformação da natureza,&lt;br /&gt;
recusou-se terminantemente a legitimar proposições de organização do espaço e dos elementos que o&lt;br /&gt;
constituem desenvolvidas pelas sociedades extraeuropeias.&lt;br /&gt;
''Referência: Maurício Waldman é Pós-Doutorando do Depto de Geografia do Instituto de Geociências, UNICAMP. Colaborador do CEA-USP,&lt;br /&gt;
desenvolve desde 1993 cursos de capacitação em afro-educação.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas de execução ===&lt;br /&gt;
Estruturar a '''Rota dos Baobás - Sementes da Memória''' &lt;br /&gt;
* Preparação da equipe de Produção&lt;br /&gt;
* Planejamento das etapas da Rota&lt;br /&gt;
* Edição e finalização dos vídeos &lt;br /&gt;
* Festa de Apresentação e Lançamento dos Produtos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rota, alinhada com as ações desenvolvidas pela  Rede Mocambos, envolverá comunidades quilombolas e entidades culturais afrodescendentes nas regiões do brasil onde houve resistência para a preservação da identidade,  saberes e tradições e que foram historicamente apagadas. As regiões de Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco, Maranhão, Pará, Rondônia, Mato Grosso do Sul,Goiás, Tocantins, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio de Janeiro representam o foco principal da Rota. &lt;br /&gt;
Nesse percurso serão realizadas as cerimônias simbólicas para a distribuição e plantio dos Baobás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Publico alvo ===&lt;br /&gt;
Na Rota dos Baobás mais de vinte comunidades já acolheram uma muda de baobá, entre essas Quilombo de Cafundó, Quilombo de Brotas (SP), Quilombo dos Palmares (AL), Odomodé (RS), Quilombo d'Oiti (BA), Coco de Umbigada, Quilombo da Xambá (PE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esse projeto a Rota vai incluir cerca de 40 comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O material produzido será disponibilizado na internet atingindo potencialmente milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O publico direto estimado é de 8000 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Produto final ===&lt;br /&gt;
A Produção  Final do Projeto Rota dos Baobás - Sementes da Memória envolve : 1- Sistematização e Produção de conteúdos; 2- Produção de Vídeo documentário; 3- Cartografia das Comunidades envolvidas; 4- Acervo de todos conteúdos produzidos; 5- Site para hospedar todos os conteúdos finalizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE</id>
		<title>ROTAFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T18:48:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Produto final */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Edital FUNARTE de Arte Negra ==&lt;br /&gt;
=== Título do projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Sementes da Memoria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sintese ===&lt;br /&gt;
A Rota dos Baobás - Sementes da Memoria visa fortalecer as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 200 comunidades, em 18 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros, focando no registro, organização, patrimoniamento e divulgação de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos. Busca-se a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações. As comunidades que participam da Rota recebem, como elo simbolico, uma muda de baobá. O projeto preve o registro audiovisual das visitas as comunidades e o mapeamento dos lugares por meio de sistema GPS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo ===&lt;br /&gt;
Fortalecer a Rota dos Baobás registrando, organizado e mapeando com ferramentas digitais os conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos produzidos por grupos e entidades de matriz africana e tradicional no Brasil, buscando a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Justificativa ===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia entre 08 e 15 de março de 2010. Este gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dignificados enquanto marco identitário, os Baobás confirmam um mandato repassado por gerações que&lt;br /&gt;
habitam o reino dos antepassados, ciosamente resguardado em nome da tradição. Assim, bem mais do que&lt;br /&gt;
uma árvore, o Baobá é, por excelência, o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da&lt;br /&gt;
África, pelas suas sociedades e culturas, seus modos de ser, suas aspirações, expectativas de vida e&lt;br /&gt;
religiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta via de entendimento, a robustez da árvore e capacidade em sobreviver por séculos, refletem a perpétua&lt;br /&gt;
disposição dos povos africanos em continuar a manter sua presença no tempo e no espaço. Ademais,&lt;br /&gt;
explicitando-se enquanto referência espiritual da vida comunitária, o Baobá assegura que independentemente&lt;br /&gt;
do que vier a acontecer, ele é repositório da experiência ancestral, cujos ensinamentos, são permanentemente&lt;br /&gt;
reapresentados às novas gerações.&lt;br /&gt;
Por outro lado, este apanhado de significados sociais e culturais não transita abstratamente pela mente do&lt;br /&gt;
povo. Isto porque aos Baobás se vincula o modo como o espaço é vivenciado na África tradicional e à sua&lt;br /&gt;
importância enquanto referência constitutiva da territorialidade e de seus dinamismos. Nesta averbação, aos&lt;br /&gt;
Baobás se vinculam processos de esculturação do meio natural, animando os modelados antropogênicos que&lt;br /&gt;
substituíram ao longo do tempo histórico o meio natural encontrado pelos humanos.&lt;br /&gt;
Tal assertiva difere tremendamente das concepções pautadas pela ciência ocidental quanto à transformação&lt;br /&gt;
do meio natural. Postulando o entendimento de que transformar a natureza significa sobrepô-la com objetos&lt;br /&gt;
técnicos e substituí-la por uma paisagem artificial, carpintejada (SANTOS, 1988 e 1978; TUAN, 1980), colocar&lt;br /&gt;
em discussão ações antropogênicas mantendo parceria com elementos oriundos da natureza - no caso, os&lt;br /&gt;
Baobás - poderia, em razão de primados acadêmicos hegemônicos, até mesmo sugerir um despropósito.&lt;br /&gt;
Na realidade, compreender a organização do espaço africano reclama identificar os móveis que respaldaram&lt;br /&gt;
seu surgimento, diferentes dos conceitos que regem a mentalidade ocidental. Nesta via de entendimento, vale&lt;br /&gt;
registrar que o ocidente, pautando como válida apenas sua modalidade de transformação da natureza,&lt;br /&gt;
recusou-se terminantemente a legitimar proposições de organização do espaço e dos elementos que o&lt;br /&gt;
constituem desenvolvidas pelas sociedades extraeuropeias.&lt;br /&gt;
''Referência: Maurício Waldman é Pós-Doutorando do Depto de Geografia do Instituto de Geociências, UNICAMP. Colaborador do CEA-USP,&lt;br /&gt;
desenvolve desde 1993 cursos de capacitação em afro-educação.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas de execução ===&lt;br /&gt;
Estruturar a '''Rota dos Baobás -Sementes da Memória''' &lt;br /&gt;
- Preparação da equipe de Produção&lt;br /&gt;
- Planejamento das etapas da Rota&lt;br /&gt;
- Edição e finalização dos vídeos &lt;br /&gt;
- Festa de Apresentação e Lançamento dos Produtos&lt;br /&gt;
A Rota, alinhada com as ações desenvolvidas pela  Rede Mocambos, envolverá comunidades quilombolas e entidades culturais afrodescendentes nas regiões do brasil onde houve resistência para a preservação da identidade,  saberes e tradições e que foram historicamente apagadas. As regiões de Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco, Maranhão, Pará, Rondônia, Mato Grosso do Sul,Goiás, Tocantins, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio de Janeiro representam o foco principal da Rota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Publico alvo ===&lt;br /&gt;
Na Rota dos Baobás mais de vinte comunidades já acolheram uma muda de baobá, entre essas Quilombo de Cafundó, Quilombo de Brotas (SP), Quilombo dos Palmares (AL), Odomodé (RS), Quilombo d'Oiti (BA), Coco de Umbigada, Quilombo da Xambá (PE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esse projeto a Rota vai incluir cerca de 40 comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O material produzido será disponibilizado na internet atingindo potencialmente milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O publico direto estimado é de 8000 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Produto final ===&lt;br /&gt;
A Produção  Final do Projeto Rota dos Baobás - Sementes da Memória envolve : 1- Sistematização e Produção de conteúdos; 2- Produção de Vídeo documentário; 3- Cartografia das Comunidades envolvidas; 4- Acervo de todos conteúdos produzidos; 5- Site para hospedar todos os conteúdos finalizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE</id>
		<title>ROTAFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T18:47:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Etapas de execução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Edital FUNARTE de Arte Negra ==&lt;br /&gt;
=== Título do projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Sementes da Memoria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sintese ===&lt;br /&gt;
A Rota dos Baobás - Sementes da Memoria visa fortalecer as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 200 comunidades, em 18 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros, focando no registro, organização, patrimoniamento e divulgação de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos. Busca-se a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações. As comunidades que participam da Rota recebem, como elo simbolico, uma muda de baobá. O projeto preve o registro audiovisual das visitas as comunidades e o mapeamento dos lugares por meio de sistema GPS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo ===&lt;br /&gt;
Fortalecer a Rota dos Baobás registrando, organizado e mapeando com ferramentas digitais os conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos produzidos por grupos e entidades de matriz africana e tradicional no Brasil, buscando a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Justificativa ===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia entre 08 e 15 de março de 2010. Este gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dignificados enquanto marco identitário, os Baobás confirmam um mandato repassado por gerações que&lt;br /&gt;
habitam o reino dos antepassados, ciosamente resguardado em nome da tradição. Assim, bem mais do que&lt;br /&gt;
uma árvore, o Baobá é, por excelência, o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da&lt;br /&gt;
África, pelas suas sociedades e culturas, seus modos de ser, suas aspirações, expectativas de vida e&lt;br /&gt;
religiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta via de entendimento, a robustez da árvore e capacidade em sobreviver por séculos, refletem a perpétua&lt;br /&gt;
disposição dos povos africanos em continuar a manter sua presença no tempo e no espaço. Ademais,&lt;br /&gt;
explicitando-se enquanto referência espiritual da vida comunitária, o Baobá assegura que independentemente&lt;br /&gt;
do que vier a acontecer, ele é repositório da experiência ancestral, cujos ensinamentos, são permanentemente&lt;br /&gt;
reapresentados às novas gerações.&lt;br /&gt;
Por outro lado, este apanhado de significados sociais e culturais não transita abstratamente pela mente do&lt;br /&gt;
povo. Isto porque aos Baobás se vincula o modo como o espaço é vivenciado na África tradicional e à sua&lt;br /&gt;
importância enquanto referência constitutiva da territorialidade e de seus dinamismos. Nesta averbação, aos&lt;br /&gt;
Baobás se vinculam processos de esculturação do meio natural, animando os modelados antropogênicos que&lt;br /&gt;
substituíram ao longo do tempo histórico o meio natural encontrado pelos humanos.&lt;br /&gt;
Tal assertiva difere tremendamente das concepções pautadas pela ciência ocidental quanto à transformação&lt;br /&gt;
do meio natural. Postulando o entendimento de que transformar a natureza significa sobrepô-la com objetos&lt;br /&gt;
técnicos e substituí-la por uma paisagem artificial, carpintejada (SANTOS, 1988 e 1978; TUAN, 1980), colocar&lt;br /&gt;
em discussão ações antropogênicas mantendo parceria com elementos oriundos da natureza - no caso, os&lt;br /&gt;
Baobás - poderia, em razão de primados acadêmicos hegemônicos, até mesmo sugerir um despropósito.&lt;br /&gt;
Na realidade, compreender a organização do espaço africano reclama identificar os móveis que respaldaram&lt;br /&gt;
seu surgimento, diferentes dos conceitos que regem a mentalidade ocidental. Nesta via de entendimento, vale&lt;br /&gt;
registrar que o ocidente, pautando como válida apenas sua modalidade de transformação da natureza,&lt;br /&gt;
recusou-se terminantemente a legitimar proposições de organização do espaço e dos elementos que o&lt;br /&gt;
constituem desenvolvidas pelas sociedades extraeuropeias.&lt;br /&gt;
''Referência: Maurício Waldman é Pós-Doutorando do Depto de Geografia do Instituto de Geociências, UNICAMP. Colaborador do CEA-USP,&lt;br /&gt;
desenvolve desde 1993 cursos de capacitação em afro-educação.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas de execução ===&lt;br /&gt;
Estruturar a '''Rota dos Baobás -Sementes da Memória''' &lt;br /&gt;
- Preparação da equipe de Produção&lt;br /&gt;
- Planejamento das etapas da Rota&lt;br /&gt;
- Edição e finalização dos vídeos &lt;br /&gt;
- Festa de Apresentação e Lançamento dos Produtos&lt;br /&gt;
A Rota, alinhada com as ações desenvolvidas pela  Rede Mocambos, envolverá comunidades quilombolas e entidades culturais afrodescendentes nas regiões do brasil onde houve resistência para a preservação da identidade,  saberes e tradições e que foram historicamente apagadas. As regiões de Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco, Maranhão, Pará, Rondônia, Mato Grosso do Sul,Goiás, Tocantins, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio de Janeiro representam o foco principal da Rota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Publico alvo ===&lt;br /&gt;
Na Rota dos Baobás mais de vinte comunidades já acolheram uma muda de baobá, entre essas Quilombo de Cafundó, Quilombo de Brotas (SP), Quilombo dos Palmares (AL), Odomodé (RS), Quilombo d'Oiti (BA), Coco de Umbigada, Quilombo da Xambá (PE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esse projeto a Rota vai incluir cerca de 40 comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O material produzido será disponibilizado na internet atingindo potencialmente milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O publico direto estimado é de 8000 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Produto final ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE</id>
		<title>ESTUDIOFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T18:39:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Justificativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Objetivo Geral==&lt;br /&gt;
Fortalecer a implantação do Núcleo de Criação e Produção de Conteúdos. &lt;br /&gt;
Realizar o registro de memórias das manifestações culturais para fortalecimento das identidades.&lt;br /&gt;
Realizar a criação de acervo e circulação sistematizada dos conteúdos.&lt;br /&gt;
Promover a formação em produção musical de artistas e jovens negras e negros através da vivência e produção em estúdio profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar formação inicial de jovens negras e negros da comunidade do entorno da Casa de Cultura Tainã em estúdio profissional,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravar 2 CD`s, um com 4 músicas interpretadas pela Orquestra de Tambores de Aço e CD com 10 composições do artista negro TC Silva com outros autores negros da comunidade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetivar a apropriação do estúdio pela comunidade como elemento produtivo de difusão das produções de artistas negras e negros;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sintese==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta deste projeto é realizar oficinas de gravação no estúdio existente na Casa de Cultura Tainã afim de oferecer uma formação em estúdio profissional para jovens negras e negros principalmente dos bairros do entorno que garantam um dinamismo no estúdio para gravar as produções oriundas de compositoras, compositores e mestres da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto será conduzido pelo músico multi instrumentista Cleberson Abade, que possue extensa esperiência musical e no momento tem realizado diversas experiências no estúdio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o processo das oficinas haverá laboratório prático que consiste na vivência de 3 meses de gravação e finalização de 2 CD's com técnicos de som profissionais onde as e os participantes das oficinas serão assistentes afim de possibilitar uma aproximação maior da realização da gravação, mixagem e masterização bem como otimizar e ampliar as possibilidades do aprendizado oferecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de formação se dará com oficinas intensivas sobre alguns elementos fundamentais de um estúdio. Além de oferecer as oficinas o projeto visa gravar 4 músicas tocadas pela Orquestra de Tambores de Aço da Casa de Cultura Tainã, composta por adolescentes e jovens afro descentes que tocam o ''steel pan'' ou tambor de aço, instrumento original da República de Trinidad e Tobago (país da América Central onde a maioria da população é afro indígena) e gravar 10 composições do artista e militante das causas negra e quilombola, TC Silva com a participação de músicos da comunidade.(Para mais informações sobre a Orquestra de Tambores de Aço e TC acesse https://www.youtube.com/watch?v=jhwu54PAM0U).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto terá a duração de 1 ano, o primeiro mês será de divulgação e preparação do material didático, em seguida terão início as oficinas com duração de 10 meses - dividida em 4 tópicos básicos de técnicas de estúdio:frequências, efeitos, ambientação, captação, edição e masterização - durante 7 meses de oficinas as e os participantes terão aulas práticas e teóricas no estúdio Fábrica de Música da Casa de Cultura Tainã e os 3 meses finais de oficina serão utilizados para gravar, mixar e masterizar os CD's com a participação de técnicos profissionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Haverá no último mês o lançamento dos CD`s com a apresentação da Orquestra de Tambores de Aço e TC Silva e convidados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longo prazo o projeto visa ampliar o alcance e apropriação da comunidade no aprendizado em estúdio para estruturar o lançamento do selo da Tainã Estúdios e realizar o registro de caráter memorial e de difusão das produções afro brasileiras tradicionais e modernas tendo como técnicos do estúdio profissionais locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na contra mão da indústria fonográfica favorecendo a expressão popular e negra das comunidades do entorno a Casa de Cultura Tainã entidade que tem como missão possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade, realizou a construção de um estúdio, disponibilizado para a comunidade, afim de ser apropriado para o aprendizado em técnicas de estúdio.&lt;br /&gt;
O estúdio também surge da necessidade realizar um exercício de autonomia dos músicos que além de tocar podem aprender a usar as ferramentas de um estúdio profissional, abrindo o leque no mundo do trabalho para artistas e juventude negra com interesse em estúdio, considerando que atualmente são escassas as pessoas que possuem formação nesta área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação inicial visa ampliar a apropriação do estúdio para que ele se torne fonte de produções ligadas à afirmação da expressão negra. A Casa de Cultura Tainã faz parte da Rede Mocambos, que acumula uma trajetória de quase uma década de articulação negra e quilombola e traz em suas experiências, no campo da cultura negra e de pesquisa e desenvolvimento em cultura digital, a possibilidade de estruturação de acervos digitais das produções populares, quilombolas rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido a apropriação do estúdio pela comunidade se torna fundamental por fomentar o aprendizado local em operá-lo para gravar as criações e contribuições trazidas frequentemente pelas parceiras e parceiros da Tainã, bem como da Rede Mocambos para contribuir com as produções negra e quilombola e também da produção local, afim de produzir para alimentação do acervo digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um cenário preocupante no desmantelamento dos saberes afro comunitários, como reflexo de um contexto que associa uma história de invisibilização e opressão pautada no &amp;quot;supremacismo branco&amp;quot; com as eficazes articulações entre capitalismo, racismo e dominação dos meios de comunicação pelas elites. Diante disso, a proposta desse trabalho é um contraponto, gira em torno de questões centrais que entendem a apropriação da comunicação numa perspectiva ancestral, não apenas como a ruptura do indivíduo em ser mero receptor de informação, mas também como uma estratégia de poder com capacidade de redefinir e ampliar uma filosofia do ser e suas infinitas possibilidades de intervenção na realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De maneira inovadora, o projeto desenvolverá capacidades técnicas em estúdio em torno da cultura digital, registro, difusão e comunicação comunitária, patrimônio material e imaterial. Os artistas e produtores negr@s  são então posicionadas como protagonistas da sua própria valorização histórica e cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma de execução==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 1===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer o material de divulgação, mapear lugares estratégicos e divulgar as oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preparar o material didático;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 2 e 3===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Oficina'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - ''Frequência''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada em instumentos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada à voz;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 4 e 5===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - ''Efeitos''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Reverb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Gate&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Flanger&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Chorous&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Compressor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - ''Ambiência'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de vidro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de pedra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de madeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 7 e 8===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - ''Microfonação''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-cabeamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-posicionamento&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
-escolha do microfone e disposição na captação de fontes de áudio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 9 e 10===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravação e mixagem dos CD`s da Orquestra de Tambores de Aço e de TC Silva com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mẽs 11===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Masterização dos 2 CD`s com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 12===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Finalização das oficinas com o lançamento dos CD`s;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Entrega de certificados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Prestação de contas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público Alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público direto: aproximadamente 30 jovens afro descendentes de baixa renda da comunidade do entorno da Casa de Cultura Tainã e artistas negras e negros, produtoras(es) populares da Rede Mocambos, aproximadamente 200 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Produto Final Previsto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 CD's um da Orquestra Tambores de Aço e um CD do compositor TC Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE</id>
		<title>ROTAFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T17:36:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Justificativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Edital FUNARTE de Arte Negra ==&lt;br /&gt;
=== Título do projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Sementes da Memoria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sintese ===&lt;br /&gt;
A Rota dos Baobás - Sementes da Memoria visa fortalecer as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 200 comunidades, em 18 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros, focando no registro, organização, patrimoniamento e divulgação de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos. Busca-se a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo ===&lt;br /&gt;
Fortalecer, junto as comunidades da Rede Mocambos, a rede de produção, organização e catalogação digital de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos produzidos por grupos e entidades de matriz africana e tradicional no Brasil, buscando a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Justificativa ===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia entre 08 e 15 de março de 2010. Este gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dignificados enquanto marco identitário, os Baobás confirmam um mandato repassado por gerações que&lt;br /&gt;
habitam o reino dos antepassados, ciosamente resguardado em nome da tradição. Assim, bem mais do que&lt;br /&gt;
uma árvore, o Baobá é, por excelência, o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da&lt;br /&gt;
África, pelas suas sociedades e culturas, seus modos de ser, suas aspirações, expectativas de vida e&lt;br /&gt;
religiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta via de entendimento, a robustez da árvore e capacidade em sobreviver por séculos, refletem a perpétua&lt;br /&gt;
disposição dos povos africanos em continuar a manter sua presença no tempo e no espaço. Ademais,&lt;br /&gt;
explicitando-se enquanto referência espiritual da vida comunitária, o Baobá assegura que independentemente&lt;br /&gt;
do que vier a acontecer, ele é repositório da experiência ancestral, cujos ensinamentos, são permanentemente&lt;br /&gt;
reapresentados às novas gerações.&lt;br /&gt;
Por outro lado, este apanhado de significados sociais e culturais não transita abstratamente pela mente do&lt;br /&gt;
povo. Isto porque aos Baobás se vincula o modo como o espaço é vivenciado na África tradicional e à sua&lt;br /&gt;
importância enquanto referência constitutiva da territorialidade e de seus dinamismos. Nesta averbação, aos&lt;br /&gt;
Baobás se vinculam processos de esculturação do meio natural, animando os modelados antropogênicos que&lt;br /&gt;
substituíram ao longo do tempo histórico o meio natural encontrado pelos humanos.&lt;br /&gt;
Tal assertiva difere tremendamente das concepções pautadas pela ciência ocidental quanto à transformação&lt;br /&gt;
do meio natural. Postulando o entendimento de que transformar a natureza significa sobrepô-la com objetos&lt;br /&gt;
técnicos e substituí-la por uma paisagem artificial, carpintejada (SANTOS, 1988 e 1978; TUAN, 1980), colocar&lt;br /&gt;
em discussão ações antropogênicas mantendo parceria com elementos oriundos da natureza - no caso, os&lt;br /&gt;
Baobás - poderia, em razão de primados acadêmicos hegemônicos, até mesmo sugerir um despropósito.&lt;br /&gt;
Na realidade, compreender a organização do espaço africano reclama identificar os móveis que respaldaram&lt;br /&gt;
seu surgimento, diferentes dos conceitos que regem a mentalidade ocidental. Nesta via de entendimento, vale&lt;br /&gt;
registrar que o ocidente, pautando como válida apenas sua modalidade de transformação da natureza,&lt;br /&gt;
recusou-se terminantemente a legitimar proposições de organização do espaço e dos elementos que o&lt;br /&gt;
constituem desenvolvidas pelas sociedades extraeuropeias.&lt;br /&gt;
''Referência: Maurício Waldman é Pós-Doutorando do Depto de Geografia do Instituto de Geociências, UNICAMP. Colaborador do CEA-USP,&lt;br /&gt;
desenvolve desde 1993 cursos de capacitação em afro-educação.&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas de execução ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Publico alvo ===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA, Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS, Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Produto final ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE</id>
		<title>ROTAFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T17:29:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Justificativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Edital FUNARTE de Arte Negra ==&lt;br /&gt;
=== Título do projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Sementes da Memoria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sintese ===&lt;br /&gt;
A Rota dos Baobás - Sementes da Memoria visa fortalecer as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 200 comunidades, em 18 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros, focando no registro, organização, patrimoniamento e divulgação de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos. Busca-se a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo ===&lt;br /&gt;
Fortalecer, junto as comunidades da Rede Mocambos, a rede de produção, organização e catalogação digital de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos produzidos por grupos e entidades de matriz africana e tradicional no Brasil, buscando a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Justificativa ===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia entre 08 e 15 de março de 2010. Este gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dignificados enquanto marco identitário, os Baobás confirmam um mandato repassado por gerações que&lt;br /&gt;
habitam o reino dos antepassados, ciosamente resguardado em nome da tradição. Assim, bem mais do que&lt;br /&gt;
uma árvore, o Baobá é, por excelência, o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da&lt;br /&gt;
África, pelas suas sociedades e culturas, seus modos de ser, suas aspirações, expectativas de vida e&lt;br /&gt;
religiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta via de entendimento, a robustez da árvore e capacidade em sobreviver por séculos, refletem a perpétua&lt;br /&gt;
disposição dos povos africanos em continuar a manter sua presença no tempo e no espaço. Ademais,&lt;br /&gt;
explicitando-se enquanto referência espiritual da vida comunitária, o Baobá assegura que independentemente&lt;br /&gt;
do que vier a acontecer, ele é repositório da experiência ancestral, cujos ensinamentos, são permanentemente&lt;br /&gt;
reapresentados às novas gerações.&lt;br /&gt;
Por outro lado, este apanhado de significados sociais e culturais não transita abstratamente pela mente do&lt;br /&gt;
povo. Isto porque aos Baobás se vincula o modo como o espaço é vivenciado na África tradicional e à sua&lt;br /&gt;
importância enquanto referência constitutiva da territorialidade e de seus dinamismos. Nesta averbação, aos&lt;br /&gt;
Baobás se vinculam processos de esculturação do meio natural, animando os modelados antropogênicos que&lt;br /&gt;
substituíram ao longo do tempo histórico o meio natural encontrado pelos humanos.&lt;br /&gt;
Tal assertiva difere tremendamente das concepções pautadas pela ciência ocidental quanto à transformação&lt;br /&gt;
do meio natural. Postulando o entendimento de que transformar a natureza significa sobrepô-la com objetos&lt;br /&gt;
técnicos e substituí-la por uma paisagem artificial, carpintejada (SANTOS, 1988 e 1978; TUAN, 1980), colocar&lt;br /&gt;
em discussão ações antropogênicas mantendo parceria com elementos oriundos da natureza - no caso, os&lt;br /&gt;
Baobás - poderia, em razão de primados acadêmicos hegemônicos, até mesmo sugerir um despropósito.&lt;br /&gt;
Na realidade, compreender a organização do espaço africano reclama identificar os móveis que respaldaram&lt;br /&gt;
seu surgimento, diferentes dos conceitos que regem a mentalidade ocidental. Nesta via de entendimento, vale&lt;br /&gt;
registrar que o ocidente, pautando como válida apenas sua modalidade de transformação da natureza,&lt;br /&gt;
recusou-se terminantemente a legitimar proposições de organização do espaço e dos elementos que o&lt;br /&gt;
constituem desenvolvidas pelas sociedades extraeuropeias.&lt;br /&gt;
Referência: Maurício Waldman é Pós-Doutorando do Depto de Geografia do Instituto de Geociências, UNICAMP. Colaborador do CEA-USP,&lt;br /&gt;
desenvolve desde 1993 cursos de capacitação em afro-educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas de execução ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Publico alvo ===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA, Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS, Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Produto final ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE</id>
		<title>ROTAFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ROTAFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T17:27:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Justificativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Edital FUNARTE de Arte Negra ==&lt;br /&gt;
=== Título do projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Sementes da Memoria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sintese ===&lt;br /&gt;
A Rota dos Baobás - Sementes da Memoria visa fortalecer as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 200 comunidades, em 18 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros, focando no registro, organização, patrimoniamento e divulgação de conteúdos históricos, artísticos, culturais e linguísticos. Busca-se a transmissão de conhecimentos de detentores e/ou produtores de bens culturais de natureza imaterial para as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo ===&lt;br /&gt;
Potencializar a estruturação da Rede Mocambos através da apropriação das novas tecnologias de comunicação e intercambio entre as diferentes realidades mas que buscam as mesmas oportunidades de acesso e inclusão sócio/digital. Desenvolver mapeamento e geo referenciamento dessas comunidades para facilitar a integração entre elas promovendo assim uma rede de trocas, compartilhamento de saberes, conhecimentos, intercâmbio cultural, e de comércio solidário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Justificativa ===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia entre 08 e 15 de março de 2010. Este gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dignificados enquanto marco identitário, os Baobás confirmam um mandato repassado por gerações que&lt;br /&gt;
habitam o reino dos antepassados, ciosamente resguardado em nome da tradição. Assim, bem mais do que&lt;br /&gt;
uma árvore, o Baobá é, por excelência, o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da&lt;br /&gt;
África, pelas suas sociedades e culturas, seus modos de ser, suas aspirações, expectativas de vida e&lt;br /&gt;
religiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta via de entendimento, a robustez da árvore e capacidade em sobreviver por séculos, refletem a perpétua&lt;br /&gt;
disposição dos povos africanos em continuar a manter sua presença no tempo e no espaço. Ademais,&lt;br /&gt;
explicitando-se enquanto referência espiritual da vida comunitária, o Baobá assegura que independentemente&lt;br /&gt;
do que vier a acontecer, ele é repositório da experiência ancestral, cujos ensinamentos, são permanentemente&lt;br /&gt;
reapresentados às novas gerações.&lt;br /&gt;
Por outro lado, este apanhado de significados sociais e culturais não transita abstratamente pela mente do&lt;br /&gt;
povo. Isto porque aos Baobás se vincula o modo como o espaço é vivenciado na África tradicional e à sua&lt;br /&gt;
importância enquanto referência constitutiva da territorialidade e de seus dinamismos. Nesta averbação, aos&lt;br /&gt;
Baobás se vinculam processos de esculturação do meio natural, animando os modelados antropogênicos que&lt;br /&gt;
substituíram ao longo do tempo histórico o meio natural encontrado pelos humanos.&lt;br /&gt;
Tal assertiva difere tremendamente das concepções pautadas pela ciência ocidental quanto à transformação&lt;br /&gt;
do meio natural. Postulando o entendimento de que transformar a natureza significa sobrepô-la com objetos&lt;br /&gt;
técnicos e substituí-la por uma paisagem artificial, carpintejada (SANTOS, 1988 e 1978; TUAN, 1980), colocar&lt;br /&gt;
em discussão ações antropogênicas mantendo parceria com elementos oriundos da natureza - no caso, os&lt;br /&gt;
Baobás - poderia, em razão de primados acadêmicos hegemônicos, até mesmo sugerir um despropósito.&lt;br /&gt;
Na realidade, compreender a organização do espaço africano reclama identificar os móveis que respaldaram&lt;br /&gt;
seu surgimento, diferentes dos conceitos que regem a mentalidade ocidental. Nesta via de entendimento, vale&lt;br /&gt;
registrar que o ocidente, pautando como válida apenas sua modalidade de transformação da natureza,&lt;br /&gt;
recusou-se terminantemente a legitimar proposições de organização do espaço e dos elementos que o&lt;br /&gt;
constituem desenvolvidas pelas sociedades extraeuropeias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas de execução ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Publico alvo ===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA, Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS, Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Produto final ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE</id>
		<title>ESTUDIOFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T15:26:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Sintese */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Objetivo Geral==&lt;br /&gt;
Fortalecer a implantação do Núcleo de Criação e Produção de Conteúdos. &lt;br /&gt;
Registro de Memórias das manifestações culturais pra fortalecimento das Identidades.&lt;br /&gt;
Criação de Acervo e circulação sistematizada dos conteúdos.&lt;br /&gt;
Promover a formação em produção musical de artistas e jovens negras e negros através da vivência e produção em estúdio profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar formação inicial de jovens negras e negros da comunidade do entorno da Casa de Cultura Tainã em estúdio profissional,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravar 2 CD`s, um com 4 músicas interpretadas pela Orquestra de Tambores de Aço e CD com 10 composições do artista negro TC Silva com outros autores negros da comunidade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetivar a apropriação do estúdio pela comunidade como elemento produtivo de difusão das produções de artistas negras e negros;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sintese==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta deste projeto é realizar oficinas de gravação no estúdio existente na Casa de Cultura Tainã afim de oferecer uma formação em estúdio profissional para jovens negras e negros principalmente dos bairros do entorno que garantam um dinamismo no estúdio para gravar as produções oriundas de compositoras, compositores e mestres da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o processo das oficinas haverá laboratório prático que consiste na vivência de 3 meses de gravação e finalização de 2 CD's com técnicos de som profissionais onde as e os participantes das oficinas serão assistentes afim de possibilitar uma aproximação maior da realização da gravação, mixagem e masterização bem como otimizar e ampliar as possibilidades do aprendizado oferecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de formação se dará com oficinas intensivas sobre alguns elementos fundamentais de um estúdio. Além de oferecer as oficinas o projeto visa gravar 4 músicas tocadas pela Orquestra de Tambores de Aço da Casa de Cultura Tainã, composta por adolescentes e jovens afro descentes que tocam o ''steel pan'' ou tambor de aço, instrumento original da República de Trinidad e Tobago (país da América Central onde a maioria da população é afro indígena) e gravar 10 composições do artista e militante das causas negra e quilombola, TC Silva com a participação de músicos da Comunidade.(Para mais informações sobre a Orquestra de Tambores de Aço e TC acesse https://www.youtube.com/watch?v=jhwu54PAM0U).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto terá a duração de 1 ano, o primeiro mês será de divulgação e preparação do material didático, em seguida terão início as oficinas com duração de 10 meses - dividida em 4 tópicos básicos de técnicas de estúdio:frequências, efeitos, ambientação, captação, edição e masterização - durante 7 meses de oficinas as e os participantes terão aulas práticas e teóricas no estúdio Fábrica de Música da Casa de Cultura Tainã e os 3 meses finais de oficina serão utilizados para gravar, mixar e masterizar os CD's com a participação de técnicos profissionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Haverá no último mês o lançamento dos CD`s com a apresentação da Orquestra de Tambores de Aço e TC Silva e convidados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longo prazo o projeto visa ampliar o alcance e apropriação da comunidade no aprendizado em estúdio para estruturar o lançamento do selo da Tainã Estúdios e realizar o registro de caráter memorial e de difusão das produções afro brasileiras tradicionais e modernas tendo como técnicos do estúdio profissionais locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na contra mão da indústria fonográfica favorecendo a expressão popular e negra das comunidades do entorno a Casa de Cultura Tainã entidade que tem como missão possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade,realizou com a construção de um estúdio, disponibilizado para a comunidade afim de ser apropriado para o aprendizado em técnicas de estúdio e também como um exercício de autonomia dos músicos que além de tocar podem aprender a usar as ferramentas de um estúdio profissional, abrindo o leque no mundo do trabalho para artistas e juventude negra com interesse em estúdio, considerando que atualmente são escassas as pessoas que possuem formação na área técnica de estúdio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação inicial visa ampliar a apropriação do estúdio para que ele se torne fonte de produções ligadas à afirmação da expressão negra. A Casa de Cultura Tainã faz parte da Rede Mocambos, que acumula uma trajetória de quase uma década de articulação negra e quilombola e traz em suas experiências, no campo da cultura negra e de pesquisa e desenvolvimento em cultura digital, a possibilidade de estruturação de acervos digitais das produções populares, quilombolas rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido a apropriação do estúdio pela comunidade se torna fundamental por fomentar o aprendizado local em operá-lo para gravar as criações e contribuições trazidas frequentemente pelas parceiras e parceiros da Tainã, bem como da Rede Mocambos para contribuir com as produções negra e quilombola e também da produção local, afim de produzir para alimentação do acervo digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um cenário preocupante no desmantelamento dos saberes afro comunitários, como reflexo de um contexto que associa uma história de invisibilização e opressão pautada no &amp;quot;supremacismo branco&amp;quot; com as eficazes articulações entre capitalismo, racismo e dominação dos meios de comunicação pelas elites. Diante disso, a proposta desse trabalho é um contraponto, gira em torno de questões centrais que entendem a apropriação da comunicação numa perspectiva ancestral, não apenas como a ruptura do indivíduo em ser mero receptor de informação, mas também como uma estratégia de poder com capacidade de redefinir e ampliar uma filosofia do ser e suas infinitas possibilidades de intervenção na realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De maneira inovadora, o projeto desenvolverá capacidades técnicas em estúdio em torno da cultura digital, registro, difusão e comunicação comunitária, patrimônio material e imaterial. Os artistas e juventude negra produtora são então posicionadas como protagonistas da sua própria valorização histórica e cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma de execução==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 1===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer o material de divulgação, mapear lugares estratégicos e divulgar as oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preparar o material didático;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 2 e 3===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Oficina'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - ''Frequência''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada em instumentos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada à voz;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 4 e 5===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - ''Efeitos''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Reverb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Gate&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Flanger&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Chorous&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Compressor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - ''Ambiência'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de vidro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de pedra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de madeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 7 e 8===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - ''Microfonação''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-cabeamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-posicionamento&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
-escolha do microfone e disposição na captação de fontes de áudio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 9 e 10===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravação e mixagem dos CD`s da Orquestra de Tambores de Aço e de TC Silva com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mẽs 11===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Masterização dos 2 CD`s com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 12===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Finalização das oficinas com o lançamento dos CD`s;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Entrega de certificados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Prestação de contas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público Alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público direto: aproximadamente 30 jovens afro descendentes de baixa renda da comunidade do entorna da Casa de Cultura Tainã e artistas negras e negros, produtoras(es) populares da Rede Mocambos, aproximadamente 200 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE</id>
		<title>ESTUDIOFUNARTE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE"/>
				<updated>2013-03-25T15:04:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Objetivos específicos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Objetivo Geral==&lt;br /&gt;
Fortalecer a implantação do Núcleo de Criação e Produção Audiovisual de Conteúdos. &lt;br /&gt;
Registro de Memórias das manifestações culturais pra fortalecimento das Identidades.&lt;br /&gt;
Criação de Acervo e circulação sistematizada dos conteúdos.&lt;br /&gt;
Promover a formação em produção musical de artistas e jovens negras e negros através da vivência e produção em estúdio profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar formação inicial de jovens negras e negros da comunidade do entorno da Casa de Cultura Tainã em estúdio profissional,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravar 2 CD`s, um com 4 músicas interpretadas pela Orquestra de Tambores de Aço e CD com 10 composições do artista negro TC Silva com outros autores negros da comunidade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetivar a apropriação do estúdio pela comunidade como elemento produtivo de difusão das produções de artistas negras e negros;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sintese==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta deste projeto é realizar oficinas de gravação no estúdio existente na Casa de Cultura Tainã afim de oferecer uma formação inicial em estúdio profissional para jovens negras e negros principalmente dos bairros do entorno que garantam um dinamismo no estúdio para gravar as produções oriundas de compositoras, compositores e mestres da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o processo das oficinas haverá laboratório prático que consiste na vivência de 3 meses de gravação e finalização de 2 CD's com técnicos de som profissionais onde as e os participantes das oficinas serão assistentes afim de possibilitar uma aproximação maior da realização da gravação, mixagem e masterização bem como otimizar e ampliar as possibilidades do aprendizado oferecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de formação inicial se dará com oficinas intensivas sobre alguns elementos fundamentais de um estúdio. Além de oferecer as oficinas o projeto visa gravar 4 músicas tocadas pela Orquestra de Tambores de Aço da Casa de Cultura Tainã, composta por adolescentes e jovens afro descentes que tocam o ''steel pan'' ou tambor de aço, instrumento original da República de Trinidad e Tobago (país da América Central onde a maioria da população é afro indígena) e gravar 6 composições do artista e militante das causas negra e quilombola, TC Silva com a participação de músicos da Rede Mocambos.(Para mais informações sobre a Orquestra de Tambores de Aço e TC acesse https://www.youtube.com/watch?v=jhwu54PAM0U).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto terá a duração de 1 ano, o primeiro mês será de divulgação e preparação do material didático, em seguida terão início as oficinas com duração de 10 meses - dividida em 4 tópicos básicos de técnicas de estúdio:frequência, efeitos, ambientação e microfonação - durante 7 meses de oficinas as e os participantes terão aulas práticas e teóricas no estúdio existente na Casa de Cultura Tainã e os 3 meses finais de oficina serão utilizados para gravar e mixar os CD's com a participação de técnicos profissionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Haverá no último mês o lançamento dos CD`s com a apresentação da Orquestra de Tambores de Aço e TC Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longo prazo o projeto visa ampliar o alcance e apropriação da comunidade no aprendizado em estúdio para estruturar o lançamento do selo da Rede Mocambos e realizar o registro de carater memorial e de difusão das produções afro brasileiras tradicionais e modernas tendo como técnicas(os) do estúdio profissionais locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na contra mão da indústria fonográfica favorecendo a expressão popular e negra das comunidades do entorno a Casa de Cultura Tainã entidade que tem como missão possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade,realizou com a construção de um estúdio, disponibilizado para a comunidade afim de ser apropriado para o aprendizado em técnicas de estúdio e também como um exercício de autonomia dos músicos que além de tocar podem aprender a usar as ferramentas de um estúdio profissional, abrindo o leque no mundo do trabalho para artistas e juventude negra com interesse em estúdio, considerando que atualmente são escassas as pessoas que possuem formação na área técnica de estúdio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação inicial visa ampliar a apropriação do estúdio para que ele se torne fonte de produções ligadas à afirmação da expressão negra. A Casa de Cultura Tainã faz parte da Rede Mocambos, que acumula uma trajetória de quase uma década de articulação negra e quilombola e traz em suas experiências, no campo da cultura negra e de pesquisa e desenvolvimento em cultura digital, a possibilidade de estruturação de acervos digitais das produções populares, quilombolas rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido a apropriação do estúdio pela comunidade se torna fundamental por fomentar o aprendizado local em operá-lo para gravar as criações e contribuições trazidas frequentemente pelas parceiras e parceiros da Tainã, bem como da Rede Mocambos para contribuir com as produções negra e quilombola e também da produção local, afim de produzir para alimentação do acervo digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um cenário preocupante no desmantelamento dos saberes afro comunitários, como reflexo de um contexto que associa uma história de invisibilização e opressão pautada no &amp;quot;supremacismo branco&amp;quot; com as eficazes articulações entre capitalismo, racismo e dominação dos meios de comunicação pelas elites. Diante disso, a proposta desse trabalho é um contraponto, gira em torno de questões centrais que entendem a apropriação da comunicação numa perspectiva ancestral, não apenas como a ruptura do indivíduo em ser mero receptor de informação, mas também como uma estratégia de poder com capacidade de redefinir e ampliar uma filosofia do ser e suas infinitas possibilidades de intervenção na realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De maneira inovadora, o projeto desenvolverá capacidades técnicas em estúdio em torno da cultura digital, registro, difusão e comunicação comunitária, patrimônio material e imaterial. Os artistas e juventude negra produtora são então posicionadas como protagonistas da sua própria valorização histórica e cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma de execução==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 1===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer o material de divulgação, mapear lugares estratégicos e divulgar as oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preparar o material didático;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 2 e 3===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Oficina'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - ''Frequência''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada em instumentos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada à voz;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 4 e 5===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - ''Efeitos''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Reverb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Gate&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Flanger&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Chorous&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Compressor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - ''Ambiência'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de vidro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de pedra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de madeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 7 e 8===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - ''Microfonação''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-cabeamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-posicionamento&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
-escolha do microfone e disposição na captação de fontes de áudio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 9 e 10===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravação e mixagem dos CD`s da Orquestra de Tambores de Aço e de TC Silva com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mẽs 11===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Masterização dos 2 CD`s com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 12===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Finalização das oficinas com o lançamento dos CD`s;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Entrega de certificados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Prestação de contas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público Alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público direto: aproximadamente 30 jovens afro descendentes de baixa renda da comunidade do entorna da Casa de Cultura Tainã e artistas negras e negros, produtoras(es) populares da Rede Mocambos, aproximadamente 200 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/ESTUDIOFUNARTE</id>
		<title>ESTUDIOFUNARTE</title>
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				<updated>2013-03-25T14:57:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Objetivo Geral */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Objetivo Geral==&lt;br /&gt;
Fortalecer a implantação do Núcleo de Criação e Produção Audiovisual de Conteúdos. &lt;br /&gt;
Registro de Memórias das manifestações culturais pra fortalecimento das Identidades.&lt;br /&gt;
Criação de Acervo e circulação sistematizada dos conteúdos.&lt;br /&gt;
Promover a formação em produção musical de artistas e jovens negras e negros através da vivência e produção em estúdio profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar formação inicial de jovens negras e negros da comunidade do entorno da Casa de Cultura Tainã em estúdio profissional,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravar 2 CD`s, um com 4 músicas interpretadas pela Orquestra de Tambores de Aço e CD com 6 composições do artista negro TC Silva;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetivar a apropriação do estúdio pela comunidade como elemento produtivo de difusão das produções de artistas negras e negros;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sintese==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta deste projeto é realizar oficinas de gravação no estúdio existente na Casa de Cultura Tainã afim de oferecer uma formação inicial em estúdio profissional para jovens negras e negros principalmente dos bairros do entorno que garantam um dinamismo no estúdio para gravar as produções oriundas de compositoras, compositores e mestres da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o processo das oficinas haverá laboratório prático que consiste na vivência de 3 meses de gravação e finalização de 2 CD's com técnicos de som profissionais onde as e os participantes das oficinas serão assistentes afim de possibilitar uma aproximação maior da realização da gravação, mixagem e masterização bem como otimizar e ampliar as possibilidades do aprendizado oferecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de formação inicial se dará com oficinas intensivas sobre alguns elementos fundamentais de um estúdio. Além de oferecer as oficinas o projeto visa gravar 4 músicas tocadas pela Orquestra de Tambores de Aço da Casa de Cultura Tainã, composta por adolescentes e jovens afro descentes que tocam o ''steel pan'' ou tambor de aço, instrumento original da República de Trinidad e Tobago (país da América Central onde a maioria da população é afro indígena) e gravar 6 composições do artista e militante das causas negra e quilombola, TC Silva (para mais informações sobre a Orquestra de Tambores de Aço e TC acesse https://www.youtube.com/watch?v=jhwu54PAM0U).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto terá a duração de 1 ano, o primeiro mês será de divulgação e preparação do material didático, em seguida terão início as oficinas com duração de 10 meses - dividida em 4 tópicos básicos de técnicas de estúdio:frequência, efeitos, ambientação e microfonação - durante 7 meses de oficinas as e os participantes terão aulas práticas e teóricas no estúdio existente na Casa de Cultura Tainã e os 3 meses finais de oficina serão utilizados para gravar e mixar os CD's com a participação de técnicos profissionais. Participarão músicos e instrumentos da Rede Mocambos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Haverá no último mês o lançamento dos CD`s com a apresentação da Orquestra de Tambores de Aço e de TC Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longo prazo o projeto visa ampliar o alcance e apropriação da comunidade no aprendizado em estúdio para estruturar o lançamento do selo da Rede Mocambos e realizar o registro de carater memorial e de difusão das produções afro brasileiras tradicionais e modernas tendo como técnicas(os) do estúdio profissionais locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na contra mão da indústria fonográfica favorecendo a expressão popular e negra das comunidades do entorno a Casa de Cultura Tainã entidade que tem como missão possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade,realizou com o projeto X a construção de um estúdio, disponibilizado para a comunidade afim de ser apropriado para o aprendizado em técnicas de estúdio e também como um exercício de autonomia dos músicos que além de tocar podem aprender a usar as ferramentas de um estúdio profissional, abrindo o leque no mundo do trabalho para artistas e juventude negra com interesse em estúdio, considerando que atualmente são escassas as pessoas que possuem formação na área técnica de estúdio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação inicial visa ampliar a apropriação do estúdio para que ele se torne fonte de produções ligadas à afirmação da expressão negra. A Casa de Cultura Tainã faz parte da Rede Mocambos, que acumula uma trajetória de quase uma década de articulação negra e quilombola e traz em suas experiências, no campo da cultura negra e de pesquisa e desenvolvimento em cultura digital, a possibilidade de estruturação de acervos digitais das produções populares, quilombolas rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido a apropriação do estúdio pela comunidade se torna fundamental por fomentar o aprendizado local em operá-lo para gravar as criações e contribuições trazidas frequentemente pelas parceiras e parceiros da Tainã, bem como da Rede Mocambos para contribuir com as produções negra e quilombola e também da produção local, afim de produzir para alimentação do acervo digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um cenário preocupante no desmantelamento dos saberes afro comunitários, como reflexo de um contexto que associa uma história de invisibilização e opressão pautada no &amp;quot;supremacismo branco&amp;quot; com as eficazes articulações entre capitalismo, racismo e dominação dos meios de comunicação pelas elites. Diante disso, a proposta desse trabalho é um contraponto, gira em torno de questões centrais que entendem a apropriação da comunicação numa perspectiva ancestral, não apenas como a ruptura do indivíduo em ser mero receptor de informação, mas também como uma estratégia de poder com capacidade de redefinir e ampliar uma filosofia do ser e suas infinitas possibilidades de intervenção na realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De maneira inovadora, o projeto desenvolverá capacidades técnicas em estúdio em torno da cultura digital, registro, difusão e comunicação comunitária, patrimônio material e imaterial. Os artistas e juventude negra produtora são então posicionadas como protagonistas da própria valorização histórica e cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma de execução==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 1===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer o material de divulgação, mapear lugares estratégicos e divulgar as oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preparar o material didático;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 2 e 3===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Oficina'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - ''Frequência''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada em instumentos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Intensidade da frequência aplicada à voz;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 4 e 5===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - ''Efeitos''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Reverb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Gate&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Flanger&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Chorous&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Compressor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - ''Ambiência'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de vidro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de pedra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Sala com acústica de madeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 7 e 8===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - ''Microfonação''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sub tópicos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-cabeamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-posicionamento&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
-escolha do microfone e disposição na captação de fontes de áudio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 9 e 10===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravação e mixagem dos CD`s da Orquestra de Tambores de Aço e de TC Silva com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mẽs 11===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Masterização dos 2 CD`s com a presença de técnicos profissionais e assistência das e dos participantes das oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 12===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Finalização das oficinas com o lançamento dos CD`s;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Entrega de certificados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Prestação de contas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público Alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público direto: aproximadamente 30 jovens afro descendentes de baixa renda da comunidade do entorna da Casa de Cultura Tainã;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público indireto: artistas negras e negros, produtoras(es) populares ligadas e ligados na Rede Mocambos, entre outros, aproximadamente 200 pessoas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longo prazo o projeto visa ampliar o alcance e apropriação da comunidade no aprendizado em estúdio para estruturar o lançamento do selo da Rede Mocambos e realizar o registro de carater memorial e de difusão das produções afro brasileiras tradicionais e modernas tendo como técnicas(os) do estúdio profissionais locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guia de elaboração de projeto funarte==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÊMIO FUNARTE DE ARTE NEGRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÍTULO DO PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui o proponente deve colocar o nome escolhido para o projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNTESE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste campo o proponente deve apresentar seu projeto, descrevendo-o conceitualmente de forma resumida e também relacionando suas atividades, informando o local e data de realização, se tem algum artista/grupo artístico envolvido em parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, o proponente deve descrever de forma  clara  O QUÊ  pretende fazer e alcançar com a execução do projeto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, o proponente deve explicitar a IMPORTÂNCIA do projeto no campo artístico no qual se insere e as  MOTIVAÇÕES que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de  avaliação previstos no edital. O proponente deverá descrever também seu valor simbólico, histórico e cultural, sua contribuição para o desenvolvimento cultural e artístico nacional/regional, através das manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso, é preciso evidenciar os benefícios gerados pelas ações sugeridas e a capacidade de gerar outras ações, assim como o porque da escolha do módulo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ETAPAS DE EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste item, o proponente deve apresentar:  &lt;br /&gt;
1. os procedimentos e as ações necessárias para a execução do projeto (“como irá fazer”);  &lt;br /&gt;
2. o cronograma das ações propostas (com indicações dos respectivos prazos para as &lt;br /&gt;
atividades, determinando a viabilidade da proposta).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve descrever o público alvo do projeto, a estimativa do número de pessoas beneficiadas, as características sócio-econômicas da população beneficiada, a duração e a profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTO FINAL PREVISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proponente deve apresentar o produto final previsto por seu projeto. Por exemplo: um &lt;br /&gt;
espetáculo de dança, uma peça de teatro, uma exposição, uma pesquisa, uma publicação,  um Cd, um vídeo, uma xilogravura, etc.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
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				<updated>2012-11-01T23:43:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Mês 1 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nome do Projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação e Comunicação Quilombola&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, desde 2002, iniciou uma caminhada pelas comunidades quilombolas do país, desde então já foram visitadas quase 120 comunidades em 18 estados brasileiros. Outras 115 comunidades estão sendo envolvidas através do Programa Telecentros.Br, via Convênio de Parceria assinado em 2010 entre Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos, Ministério das Comunicações e a Seppir. O conjunto dessas experiências, pautadas na valorização dos saberes locais, da oralidade e ancestralidade negras, tem disseminado a necessidade da desconstrução de modelos prontos, impostos sob fundamentação ocidental, que sutilmente fragmentam as bases da cultura negra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2004, as ações governamentais e da sociedade civil, têm conectado comunidades rurais em diversos territórios do país, garantindo-lhe o acesso digital através da implementação de telecentros. Atualmente, existem cerca de 120 quilombos da Rede Mocambos com acesso a internet e mais 80 em processo de implementação de seus centros digitais. Porém, muitos desafios se colocam para os quilombos, especialmente para os territórios mais afastados dos centros urbanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A baixa velocidade da internet disponibilizada pelo governo se torna ainda pior nos lugares mais afastados, inviabilizando aprendizados e acesso a diversos conteúdos &lt;br /&gt;
A gestão do telecentro, muitas vezes é caracteriza por permitir acesso livre apenas e não utilizar a tecnologia como um instrumento e uma linguagem que potencializa caminhos para solução de problemas comunitários e desenvolvimento local. Isso nos leva buscar o desenvolvimento de tecnologias e pedagogias que permitam a apropriação dessas novas tecnologias pelas comunidades que, em sua maioria não tiveram nenhuma ferramenta de acesso à informação e conhecimento.&lt;br /&gt;
O conhecimento da cultura negra e quilombola é disperso e fragmentado, também no universo da internet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos trabalha difundindo o quanto a produção da comunicação comunitária autônoma é determinante para a construção de um processo de luta e melhoria do modelo de vida comunitária, tão contaminado por conteúdos da grande mídia que não respeitam as identidades e necessidades locais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A compreensão da comunicação comunitária pautada em princípios de ancestralidade e conquista de direitos como uma das estratégias centrais ainda é pouco difundida nas comunidades, seja pela ausência de políticas para tal fim, seja pelas marcas que a desigualdade no Brasil acarreta para comunidades rurais e negras,favorecendo ações e mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destacamos ainda algumas tecnologias sociais de comunicação e compartilhamento de conhecimentos que a Rede Mocambos vem produzindo ao longo desses dez anos de atuação com essas comunidades:  www.mapa.mocambos.net  -  www.mocambos.net  -  www.acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efetivar ações através de uma rede de produção, organizando  e difundindo conteúdos históricos, artísticos,&lt;br /&gt;
culturais, técnicos e linguísticos, produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação&lt;br /&gt;
comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar práticas comunitárias de oralidade construindo caminhos e estratégias de fortalecimento&lt;br /&gt;
entre saberes ancestrais, comunicação comunitária e tecnologias digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar a formação de uma rede de produção cultural para o fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdo e dos Núcleos de Formação Continuada da Rede Mocambos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar ações para a valorização e difusão dos elementos da história e da vida comunitária através do registro em diversas linguagens multimídia, ( vídeo, fotografias e textos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difundir os bens culturais e materiais para formação sobre a cultura afro brasileira e comunitária elaborados durante a realização do projeto  através do portal da Rede Mocambos e outros meios de difusão estratégicos, como escolas relacionadas à Rede e com ênfase na lei 10.639/01.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, ao acumular uma trajetória de quase uma década de articulação negra e quilombola, traz em suas experiências, no campo da cultura negra e de pesquisa e desenvolvimento em cultura digital, a possibilidade de estruturação de acervos digitais a partir de servidores de baixo custo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As estratégias que vem sendo alvo de pesquisas, levam em conta locais com características diversas, para que seja possível a implementação de servidores de baixo custo que permitam a criação e circulação de conhecimentos locais em comunidades com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um cenário preocupante no desmantelamento dos saberes afro comunitários, como reflexo de um contexto que associa uma história de invisibilização e opressão pautada no &amp;quot;supremacismo branco&amp;quot; com as eficazes articulações entre capitalismo, racismo e dominação dos meios de comunicação pelas elites. Diante disso, a proposta desse trabalho é um contraponto, gira em torno de questões centrais que entendem a apropriação da comunicação numa perspectiva ancestral, não apenas como a ruptura do indivíduo em ser mero receptor de informação, mas também como uma estratégia de poder com capacidade de redefinir e ampliar uma filosofia do ser e suas infinitas possibilidades de intervenção na realidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura da rede, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades.Aquilo que tem sido e será registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Africana e  Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De maneira inovadora, o projeto desenvolverá capacidades técnicas em torno da cultura digital, registro, difusão e comunicação comunitária,  patrimônio material e imaterial e realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
As comunidades são então posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais.&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto entende que sua própria contribuição nas comunidades fortalece a visão e compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas,saberes ancestrais, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência; gera um elemento não mensurável numericamente, que está atrelado à construção de modelos de desenvolvimento endógenos e autônomos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, adotamos a prática de desenvolvimento de Planos de Ações de Sustentabilidade, considerando as características de cada comunidade e o ambiente externo onde ela está inserida, analisando os recursos e potencialidades de cada uma delas de forma a explorar oportunidades e reduzir riscos, melhorando, consequentemente, o seu desempenho na gestão de seus territórios, seus conhecimentos e saberes, com foco na construção de sustentabilidade social, ambiental e econômica. Ao mesmo tempo fortalecer as relações com os programas e projetos do poder público (em seus diferentes níveis)como Programa Gesac e Telecentros.Br do Ministério das Comunicações, ou o projeto de Capacitação de Lideranças e o Fortalecimento Institucional junto às comunidades Tradicionais de Matriz Africana da Seppir no Brasil, para formulação e execução de políticas públicas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além disso, o projeto encontra as construções maiores da Rede Mocambos:  A Rota dos Baobás é um modelo de articulação e disposição colaborativa e política entre comunidades quilombolas, terreiros e coletivos afins. A rota vem sendo construída desde o surgimento da Rede e implica em processos de georreferenciamento e apropriação tecnológica, fluxos de intercâmbios que possibilite a integração entre as comunidades junto a fluxos de escambos diversos, pautados em compartilhamento e solidariedade. Todo esse conjunto, está necessariamente circunscrito num processo de mobilização maior: a mobilização de símbolos, que tem na ancestralidade africana, através do Baobá (árvore sagrada africana), um referencial necessário e redefinidor de sentidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto então, além de incorporar os Núcleos que compõem a rede, tem como horizonte de sustentabilidade todas as ações de estruturação permanentes da Rede, como a Rota dos Baobás e a apropriação compartilhadas das ferramentas da Rede. A consolidação de Novos Núcleos de Formação Continuada ou de potencialização dos já existentes, se apresentam como outro caminho possível, uma vez que o processo colaborativo da Rede é amplo e fortalecedor dos processos de sustentabilidade de ações e projetos comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, tem uma estrutura metodológica baseada em '''Núcleos''', que impulsiona o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnico de várias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas e-mail (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os NFCs são comunidades rurais e urbanas da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de práticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). Estão localizados em regiões de concentração de comunidades quilombolas, no Pará, no Maranhão,em Pernambuco, na Bahia, no Rio Grande do Sul, em São Paulo, e um no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para realizar esta proposta haverá a atuação das três frentes e serão trabalhados conteúdos já existentes capitados nas comunidades e novos registros multimídia em encontros nos Núcleos de Formação Continuada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais encontros descritos abaixo serão precedidos por um momento de preparação, mobilização e divulgação. No primeiro mês do projeto a Casa de Cultura Tainã receberá pela internet (através de e-mail, Skype e wiki) os dados, os conteúdos e as sugestões locais para a primeira formação, recolhidas pelas(os) coordenadoras(es) de Núcleos entre as comunidades participantes dos Núcleos de Formação Continuada, responsáveis por essa mobilização fundamental para todo o processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo este material recebido, será finalizado na Tainã e redistribuído para as(os) coordenadoras(es) de Núcleos pra última análise. ( Ressaltando que a comunicação pela internet é uma ferramenta para o trabalho colaborativo, e é amplamente utilizada pela Rede: quem tem acesso à internet abre comunicação com quem não tem, sabendo que muitas comunidades não possuem esse acesso, assim se torna ponte para alcançar comunidades mais isoladas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão seis encontros presenciais, sendo o primeiro na Casa de Cultura Tainã - tal encontro terá a duração de 10 dias e será a base para a difusão das oficinas nele realizadas - participarão deste encontro 6 integrantes indicadas(os) de cada Núcleo de Formação existente, desta forma contabilizando um total de 35 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o encontro de formação de base será elaborado pelas pessoas participantes um tutorial sobre os conteúdos trabalhados, de forma a oferecer para os encontros posteriores um material de referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os encontros descritos a seguir são denominados '''Pajelança Quimlobólica''', são vivências com caráter de residência social que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. Dentro dessa metodologia também acontecem oficinas de cultura e tecnologia, com foco na formação em comunicação comunitária e software livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo encontro acontecerá na Casa do Boneco de Itacaré, Bahia, e terá a duração de 7 dias. Para este encontro uma pessoa de cada Núcleo existente estará presente( contabilizando 6 pessoas dos outros núcleos ), para contribuir com a difusão das oficinas e organização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro encontro acontecerá na Casa Preta, e terá a duração de 7 dias. Para este encontro uma pessoa de cada Núcleo existente estará presente( contabilizando 6 pessoas dos outros núcleos ), para contribuir com a difusão das oficinas e organização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto encontro acontecerá no Odomodé Afrosul - Porto Alegre - RS - e terá a duração de 7 dias. Para este encontro uma pessoa de cada Núcleo existente estará presente( contabilizando 6 pessoas dos outros núcleos ) , para contribuir com a difusão das oficinas e organização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quinto encontro acontecerá no Vale do Ribeira - SP - e terá a duração de 7 dias. Para este encontro uma pessoa de cada Núcleo existente estará presente( contabilizando 6 pessoas dos outros núcleos ) , para contribuir com a difusão das oficinas e organização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sexto encontro é o momento de avaliação, fechamento e lançamento do material desenvolvido pela Rede, será na Casa de Cultura Tainã, Campinas - SP e terá a duração de 5 dias. Tem o objetivo de avaliar as vivências do projeto e o material produzido para finalizá-lo e lançá-lo no Portal da Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente tal material será publicado nos sites das comunidades, coletivos e entidades participantes, tal material também terá o seu lançamento em DVD para a distribuição em escolas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os intervalos dos encontros haverá a multiplicação das oficinas nas comunidades participantes, seu desenvolvimento, acompanhamento, registro e edição do conteúdo é de responsabilidade das(os) assistentes locais e coordenadoras(es) de Núcleo, sempre em comunicação com a Casa de Cultura Tainã e que intermitentemente receberá o conteúdo produzido e auxiliará na publicação do mesmo no Portal da Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante todos os encontros haverá o momento para a sistematização dos conteúdos locais para o acervo digital; nesses encontros também haverão oficinas de apropriação tecnológica das ferramentas que a rede já tem desenvolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais oficinas terão como foco o Portal da Rede Mocambos, Acervo/biblioteca, Mapa e o Wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As oficinas sobre Portal terão em seu conteúdo técnicas de manejo da ferramenta para a sua alimentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As oficinas de Acervo e Biblioteca terão em seu conteúdo dados sobre a relevância da organização digital de materiais feitos pelas comunidades sobre suas práticas, de forma a ser um meio para o compartilhamento de tais conteúdos em outros espaços; também serão estudadas práticas para a criação e alimentação do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As oficinas sobre o Mapa terão em seu conteúdo informações sobre georreferenciamento e processamento de dados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As oficinas sobre o wiki, ferramenta que funciona como uma comunidade virtual, onde é possível inserir conteúdos abertos que podem ser editados por diversas pessoas, terão como objetivo a reflexão sobre a simbologia da ferramenta que tem características comunitárias e é um meio de registro que proporciona a constante avaliação e revisão de tudo o que esta sendo inserido e sobre seu aspecto colaborativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além desse momento reflexivo as oficinas sobre o wiki terão como conteúdo as formas de inserir postagens, criar páginas e gerenciar edições das páginas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais oficinas serão realizadas na Tainã e nos Núcleos de Formação Continuada, no final de todas as oficinas está presente o Laboratório prático, que consiste em colocar em prática o aprendizado, já organizando o conteúdo registrado nas ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Intervenções de assistentes locais e coordenadoras(es) de Núcleo - Durante a intervenção nas comunidades serão realizados registro e organização de conteúdos produzidos e oficinas sobre o Portal da Rede Mocambos, sobre Acervo e biblioteca e sobre o Wiki, com o mesmo esquema apresentado no encontro de formação de base e com o aparato do tutorial produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais oficinas tem como objetivo associar teoria e prática: serão realizados os registros das práticas elegidas na comunidade, tais conteúdos serão editados e inseridos no Portal - para isso serão anteriormente organizados em forma de acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Wiki será criada uma página sobre as inovação metodológicas das aplicações das oficinas, bem como dados de seu desenvolvimentos e uma descrição do material produzido e inserido no Portal da Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontro avaliativo e de fechamento -  será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de bem foi produzido e como foi produzido, assim como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta avaliação terá a duração de um dia; em 3 dias acontecerá a sistematização dos conteúdos produzidos por todas as comunidades. Será uma imersão para edição e finalização do material já pré-finalizados nas comunidades e Núcleos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E no último dia haverá o lançamento do material final no Portal da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressaltando que as comunidades envolvidas estão ligadas aos Núcleos de Produção de Conteúdo, Núcleos de Formação Continuada  e Núcleos de Pesquisa e Desenvolvimento Digital e possuem estrutura que possibilite a edição de material registrado, em formatos como, vídeo, foto e texto e ampla experiência no assunto, neste sentido o material produzido será trabalhado durante todo o projeto para facilitar a edição final durante os 3 dias de imersão na Casa de Cultura Tainã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que todo esse processo seja possível a atividade das(os) assistentes locais e coordenador(as) de Núcleos terá base na mobilização e divulgação local das oficinas, assim como o registro e a seleção de conteúdo a ser compartilhado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os materiais oriundos das oficinas regionais serão editados e inseridos no Portal e serão material para o bem final produzido.        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O últimos 25 dias do mês serão utilizados para organização e efetivação da prestação de contas do projeto junto à Seppir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é compartilhar em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, criando uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais e soluções para elas, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O público alvo direto deste projeto são pessoas das comunidades quilombolas rurais e urbanas, ligadas aos Núcleos de Formação da Rede Mocambos; são lideranças, mestres e jovens que já desenvolvem junto à Rede vivências e práticas colaborativas. Sendo assim, são cerca de 200 pessoas considerando também àquelas que serão convidadas à participar das oficinas dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O público alvo indireto é formado por pessoas que terão acesso ao material produzido sobre algumas práticas quilombolas e suas articulações sociais e culturais por meio do Portal da Rede Mocambos e materiais digitalizados distribuídos nas escolas próximas à Rede Mocambos, cerca de 1.000 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Organizar encontro de formação de base ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Formação de equipe e Produção do encontro I Encontro'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 1 mês&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 15 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mobilização Contínua da Rede''' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As(os) coordenadoras(es) e assistentes dos Núcleos realizarão mobilização e organização dentro das comunidades com as quais estão envolvidas(os) e divulgar o chamamento para o Encontro de Formação de Base na Casa de Cultura Tainã, em Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 15 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levantamento de registros em vídeo, fotografia e texto existentes nas comunidades participantes dos Núcleos da Rede Mocambos.'''&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A mobilização se dará também no campo do conteúdo e da forma como tal será trabalhado, tais elementos abaixo serão linhas de ações para levantamento de informações entre as pessoas das comunidades através dos Núcleos e sua coordenação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Recolher produção cultural regionalmente;&lt;br /&gt;
*coletar conteúdos pedagógicos já utilizados nas vivências das comunidades;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Segunda Meta==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 2===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realizar encontro de formação de base na Casa de Cultura Tainã'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organizar conteúdos locais'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 10 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agrupar os conteúdos locais em um único servidor local ( protótipo Dandara existente na Casa de Cultura Tainã já em utilização) as(os) participantes das oficinas poderão usar os computadores locais ( Na Tainã existe um telecentro com 10 computadores)  e conseguirão ter acesso à Dandara para colocar os conteúdos trazidos no servidor e também para acessar conteúdos existentes no servidor.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realizar oficinas sobre Acervo/biblioteca e ferramentas digitais da Rede Mocambos (Portal, Mapa de Georreferenciamento e Wiki)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Descrição das oficinas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina I- carga horária 16 horas - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo da oficina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#História dos acervos&lt;br /&gt;
#Arquivo, acervo e armazenamento&lt;br /&gt;
#Cuidados necessários e memória&lt;br /&gt;
#Metodologia do acervo (catalogação, numeração e conservação)&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina II- carga horário 16 horas - Portal - potencialidades da ferramenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo da oficina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#O que é um Portal?&lt;br /&gt;
#Como utilizar a ferramenta;&lt;br /&gt;
#Laboratório prático;&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial ao final da oficina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Oficina III - carga horária: 16 horas - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as &lt;br /&gt;
comunidades;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo da oficina :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Como funciona a rede?&lt;br /&gt;
#Processamento dos dados e Hospedagem&lt;br /&gt;
#Seleção de conteúdo&lt;br /&gt;
#Didática de postagem&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina IV- carga 16 horas - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo da oficina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#O que é o Wiki?&lt;br /&gt;
#Como utilizar a ferramenta&lt;br /&gt;
#Laboratório prático&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fechamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o fechamento das atividades organizar material levantado para o tutorial digitalmente e definir assistentes locais para gerir a produção e encaminhamentos das propostas dentro das linhas de trabalho para registro junto com coordenadoras(es) de Núcleos; tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
carga horária: 16 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Segunda Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar oficinas locais simultâneas nos Núcleos participantes sobre acervo/biblioteca e ferramentas digitais da Rede Mocambos (Portal, Mapa de Georreferenciamento e Wiki)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) assistentes de coordenação, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina I- carga horária 10 horas - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo das oficinas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#História dos acervos&lt;br /&gt;
#Arquivo, acervo e armazenamento&lt;br /&gt;
#Cuidados necessários e memória&lt;br /&gt;
#Metodologia do acervo (catalogação, numeração e conservação)&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina II- carga horário 10 horas - Portal - potencialidades da ferramenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo das oficinas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#O que é um Portal?&lt;br /&gt;
#Como utilizar a ferramenta;&lt;br /&gt;
#Laboratório prático;&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial ao final da oficina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Oficina III - carga horária: 10 horas - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as &lt;br /&gt;
comunidades;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo da oficina :&lt;br /&gt;
#Como funciona a rede?&lt;br /&gt;
#Processamento dos dados e Hospedagem&lt;br /&gt;
#Seleção de conteúdo&lt;br /&gt;
#Didática de postagem&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina IV- carga 10 horas - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conteúdo das oficinas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#O que é o Wiki?&lt;br /&gt;
#Como utilizar a ferramenta&lt;br /&gt;
#Laboratório prático&lt;br /&gt;
#Elaboração do material para compor o tutorial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fechamento das oficinas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeira etapa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encerramento das atividades com discussões no campo das áreas de trabalho estruturadas pelas ações de cada comunidade nos temas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
carga horária: 16 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira Meta'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 4===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''' Realizar Pajelança Quilombólica na Casa do Boneco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 7 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 7 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar metodologias comunitárias para utilizar as ferramentas que sustentem as frentes de trabalho Gestão do Território e Cultura Popular em oficinas de experimentação de metodologias digitais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agrupar conteúdos já  existentes que se refiram aos temas das frentes citadas criar um padrão de organização para ele e coloca-lo no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 5===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira meta'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar a aplicação da metodologia com base no material produzido pelos Núcleos e adaptados às necessidades locais,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar oficina e vivência prática de Acervo/biblioteca afim de organizar e catalogar os conteúdos digitais locais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 30 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar oficina e vivência prática sobre o Mapa, ferramenta de georreferenciamento da Rede Mocambos, afim de levantar dados e inseri-los no Mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 30 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar oficina e vivência prática sobre o wiki, inserindo relatórios sobre as ações e oficinas e realizar exercícios de elaboração de projetos colaborativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 30 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 6===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta meta'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realizar Pajelança Quilombólica na Casa Preta.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 7 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 7 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar metodologias comunitárias para utilizar as ferramentas que sustentem as frentes de trabalho Sustentabilidade e Comunicação compartilhada em oficinas de experimentação de metodologias digitais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agrupar conteúdos já  existentes que se refiram aos temas das frentes citadas criar um padrão de organização para ele e colocá-lo no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 7===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta meta'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 1 mês&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Aprofundar o uso das ferramentas na organização e produção de conteúdo''' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontros de produção e organização de conteúdo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 30 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mês 8==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sexta meta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar Pajelança Quilombólica Afrosul Odomodê&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 7 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 7 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar metodologias comunitárias para utilizar as ferramentas que sustentem as frentes de trabalho Sustentabilidade e Comunicação compartilhada em oficinas de experimentação de metodologias digitais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agrupar conteúdos já  existentes que se refiram aos temas das frentes citadas criar um padrão de organização para ele e colocá-lo no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sexta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral e Lançamento do Material''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação e o lançamento tem como objetivos avaliar as ações do projeto e desenvolvimento dos trabalhos e uma publicação digital e seu compartilhamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguirá o seguinte esquema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 1 - Avaliação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dias 2, 3 e 4 - Fechamento do material&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 5 - Lançamento do material finalizado no Portal da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Parceiros==&lt;br /&gt;
O projeto, proposto pela Casa de Cultura Tainã, será conduzido junto aos seguintes Núcleos de Formação Continuada:&lt;br /&gt;
* Casa Preta - PA&lt;br /&gt;
* Casa do Boneco - BA&lt;br /&gt;
* Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode - RS &lt;br /&gt;
* Associação Pró-Desenvolvimento Linharinho - ES&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tainã e os demais NFCs organizarão atividades com as seguintes comunidades:&lt;br /&gt;
* Quilombo Rural Curiau -AP&lt;br /&gt;
* Quilombo Urbano Laguinho - AP&lt;br /&gt;
* Associação dos Remanescentes de Quilombos da Comunidade de Maria Ribeira - ARQMR - PA&lt;br /&gt;
* Coletivo Cospe Tinta - PA&lt;br /&gt;
* Associação de Amigos da Inclusão Digital da Amazônia - INDIA - PA&lt;br /&gt;
* Quilombo Santa Rita de Barreira - PA&lt;br /&gt;
* Quilombo de Macapazinho - PA&lt;br /&gt;
* Quilombo de Guajará Mirim - PA&lt;br /&gt;
* Quilombola de Monte alegre- ES&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Discuss%C3%A3o:Projeto_Conexao_Brasil_Africa</id>
		<title>Discussão:Projeto Conexao Brasil Africa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Discuss%C3%A3o:Projeto_Conexao_Brasil_Africa"/>
				<updated>2012-10-09T21:58:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Começamos a pensar na possibilidade de fortalecer a ponte com Moçambique, pensando em fazer intercâmbios culturais com oficinas de produção audiovisual, ajudando a galera a estruturar um (ou mais) núcleo de formação por la, e entre os objetivos sustentáveis fora do projeto, manter uma radio com programação comum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Makolwa e o Chana vieram para o I Encontro da Rede e eles são de uma rede de artistas populares. A vinda deles inclusive foi apoiada pela ABC que ta lançando o edital e ate hoje é a única ação cultural deles em Moçambique:&lt;br /&gt;
http://www.abc.gov.br/abc_por/webforms/projeto.aspx?secao_id=132&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem a Tenka que tem vários contatos la e a Dida mora la a muitos anos e pode ajudar na articulação com instituições/governo que para esse edital é necessária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[Usuário:Vince|Vince]] 19h21min de 9 de outubro de 2012 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
yo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
penso que pelo fato de termos que submeter a efetivação dos intercâmbios aos governos (brasil e país envolvido) isso pode gerar um formato que atenda mais a interesses políticos dos governo do que ao formato que acreditamos ser ideal pra nós nessa construção, por exemplo: podemos querer fazer uma conexão de uma comunidade/grupo x do brasil com uma comunidade/grupo x do país envolvido no intercâmbio e sofrermos interferência dos governos nessa decisão. isso nos tiraria a liberdade de decidir pelo que queremos. pra resolver isso penso que temos que envolver nessa construção 1º - parceiros de confiança que tenha compreensão do que propomos aqui e que esteja conectado com comunidades/grupos na áfrica; 2º - desenharmos um roteiro que estruture as ações aqui no brasil que estejam alinhadas com os núcleos de formação e comunidades em seu entorno pra potencializar e registrar todas experiências  de formação, de troca de saberes, de cultura,de comunicação/mídias, de espiritualidade,  de tecnologias, de assuntos ambientais, de território, de recursos naturais, de agricultura, de escambo, de cartografias/rota dos baobás, de acervos/histórias; etc... 3º - as ações poderiam ser divididas por regiões de acordo com a identidade e vocação de cada região 4º - cada experimento no brasil deveria ter outro no país envolvido com foco nos mesmos eixo temático tratado aqui ou que se aproxime; 6º - os recursos deveriam ser distribuídos pra custear as ações das equipes e dar suporte pros núcleos assumirem a gestão das logísticas em suas regiões tanto no brasil quando nos países envolvidos e sistematizar o processo pra que ele seja continuado e se torne uma prática segura e duradora de conexões com as áfricas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T20:51:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Plano de sustentabilidade */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOVA PROPOSTA DE TEXTO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, desde 2002, iniciou uma caminhada pelas comunidades quilombolas do país, desde então já foram visitadas quase 120 comunidades em 18 estados brasileiros. outra 115 comunidades estão sendo evolvidas através do Programa Telecentros.Br via Convênio de Parceria assinado em 2010 entre Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos, Ministério das Comunicações e a Seppir. O conjunto dessas experiencias, pautadas na valorização dos saberes locais, da oralidade e ancestralidade negras, tem disseminado a necessidade da desconstrução de modelos prontos, impostos sob fundamentação ocidental, que sutilmente fragmentam as bases da cultura negra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2004, as ações governamentais e da sociedade civil, têm conectado comunidades rurais em diversos territórios do país, garantindo-lhe o acesso digital através da implementação de telecentros. Atualmente, existem cerca de 120 quilombos da Rede Mocambos com acesso a internet e mais 80 em processo de implementação de seus centros digitais. Porém, muitos desafios se colocam para os quilombos, especialmente para os territórios mais afastados dos centros urbanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A baixa velocidade da internet disponibilizada pelo governo se torna ainda pior nos lugares mais afastados, inviabilizando aprendizados e acesso a diversos conteúdos &lt;br /&gt;
A gestão do telecentro, muitas vezes é caracteriza por permitir acesso livre apenas e não utilizar a tecnologia como um instrumento e uma linguagem que potencializa caminhos para solução de problemas comunitários e desenvolvimento local. Isso nos leva buscar o desenvolvimento de tecnologias e pedagogias que permitam a apropriação dessas novas tecnologias pelas comunidades que, em sua maioria não tiveram nenhuma ferramenta de acesso à informação e conhecimento.&lt;br /&gt;
O conhecimento da cultura negra e quilombola é disperso e fragmentado, também no universo da internet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos trabalha difundindo o quanto a produção da comunicação comunitária autônoma é determinante para a construção de um processo de luta e melhoria do modelo de vida comunitária, tão contaminado por conteúdos da grande mídia que não respeitam as identidades e necessidades locais. A compreensão da comunicação comunitária pautada em princípios de ancestralidade e conquista de direitos como uma das estratégias centrais ainda é pouco difundida nas comunidades, seja pela ausência de políticas para tal fim, seja pelas marcas que a desigualdade no Brasil acarreta para comunidades rurais e negras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui  poderia caracterizar um conjunto de quilombos ligados a rede que tem assumido a comunicação como estratégia... poderia citar como foi a experiencia do voz livre quilombola  -  Destacamos aqui algumas tecnologias sociais de comunicação e compartilhamento de conhecimentos que a Rede Mocambos vem produzindo ao longo desses dez anos de atuação com essas comunidades:  www.mapa.mocambos.net  -  www.mocambos.net  -  www.acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aqui um paragrafo de conclusão  -   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomentar práticas comunitárias de oralidade construindo caminhos e estratégias de fortalecimento entre saberes ancestrais, comunicação comunitária e tecnologias digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Potencializar a valorização e difusão dos elementos endógenos da história e da vida comunitária como os principais elementos de construção de poder, mobilização e construção autônoma de estratégias de novos modelos de sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
'''Texto revisado por say, precisa de revisao geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto entende que sua própria contribuição nas comunidades fortaleça a visão e compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas,saberes ancestrais, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência; gera um elemento não mensurável numericamente, que está atrelado à construção de modelos de desenvolvimento endógenos e autônomos. Pra isso adotamos a prática de desenvolvimento de Planos de Ações de Sustentabilidade considerando as características de cada comunidade e o ambiente externo onde ela está inserida, analisando os recursos e potencialidades de cada uma delas de forma a explorar oportunidades e reduzir riscos, melhorando, consequentemente, o seu desempenho na gestão de seus territórios, seus conhecimentos e saberes, com foco na construção de sustentabilidade social, ambiental e econômica. Ao mesmo tempo fortalecer as relações com os programas e projetos do poder público (em seus diferentes níveis)como Programa Gesac e Telecentros.Br do Ministério das Comunicações, ou o projeto de Capacitação de Lideranças e o Fortalecimento&lt;br /&gt;
Institucional junto às comunidades Tradicionais de Matriz Africana da Sppir no Brasil, para formulação e execução de políticas públicas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além disso, o projeto encontra as construções maiores da Rede Mocambos:  A Rota dos Baobás é um modelo de articulação e disposição colaborativa e política entre comunidades quilombolas, terreiros e coletivos afins. A rota vem sendo construída desde o surgimento da Rede e implica em processos de georreferenciamento e apropriação tecnológica, fluxos de intercâmbios que possibilite a integração entre as comunidades junto a fluxos de escambos diversos, pautados em compartilhamento e solidariedade. Todo esse conjunto, está necessariamente circunscrito num processo de mobilização maior: a mobilização de símbolos, que tem na ancestralidade africana, através do Baobá (árvore sagrada africana), um referencial necessário e redefinidor de sentidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto então, além de incorporar os Núcleos que compõem a rede, tem como horizonte de sustentabilidade todas as ações de estruturação permanentes da Rede, como a Rota dos Baobás e a apropriação compartilhadas das ferramentas da Rede. A consolidação de Novos Núcleos de Formação Continuada ou de potencialização dos já existentes, se apresentam como outro caminho possível, uma vez que o processo colaborativo da Rede é amplo e fortalecedor dos processos de sustentabilidade de ações e projetos comuns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
(revisado por Say, vejam as questoes pendentes aqui)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, tem uma estrutura metodológica baseada em '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). Estão localizados em regiões de concentração de comunidades quilombolas sendo: 1 no Pará, 1 no Maranhão, 2 em Pernambuco, 1 na Bahia, 1 em Porto Alegre, 1 em São Paulo, e um no Rio de Janeiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Pesquisas e Desenvolvimento de Tecnologias Digitais''',   '''Núcleo de Produção Conteúdos e Pedagogias''' e os ''' Núcleos de Formação continuada '''. Neste projeto trabalharemos com: 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e: 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ações do projeto seguirão a seguinte estrutura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontros de formação de base - trata-se de encontros organizativos de conteúdos e definição de estrutura tecnológica para sistematização de conteúdos para o acervo digital; nesses encontros também haverão oficinas de apropriação tecnológica das ferramentas que a rede já tem desenvolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pajelanças Quilombólicas - vivências que tem caráter de residencia social que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. Dentro dessa metodologia também acontecem oficinas de cultura e tecnologia, com foco na formação em comunicação comunitária e software livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Intervenções multiplicadoras - ação de multiplicadores '''(bolsistas e representantes dos núcleos de formação- '''alguem mais no projeto é multiplicador?)'''  - registro e organização de conteúdos produzidos e oficinas nas comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontro avaliativo -  será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal); '''(1000? é isso mesmo gente?}'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia ===&lt;br /&gt;
'''SUGESTÃO : COLOCAR OS LOCAIS DE CADA ATIVIDADE E QUEM VAI FAZER PARTE DE CADA ATIVIDADE (X COMUNIDADES QUILOMBOLAS,  REPRESENTANTES DE X NUCLEOS DE FROAMÇÃO, BOLSISTAS, X ESTADOS'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida regionalmente;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base onde acontecerão oficinas e vivências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Portal - inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;Carga horária: 20 horas&lt;br /&gt;
* Oficina - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro serão definidos bolsistas locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 Encontros nas Comunidades &lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 50 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade;&lt;br /&gt;
* Comunicação compartilhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 160 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 100 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sexta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto e  compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária. Carga horária: 50 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T19:47:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Metodologia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOVA PROPOSTA DE TEXTO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, desde 2002, iniciou uma caminhada pelas comunidades quilombolas do país, desde então já foram visitadas quase 120 comunidades em 18 estados brasileiros. outra 115 comunidades estão sendo evolvidas através do Programa Telecentros.Br via Convênio de Parceria assinado em 2010 entre Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos, Ministério das Comunicações e a Seppir. O conjunto dessas experiencias, pautadas na valorização dos saberes locais, da oralidade e ancestralidade negras, tem disseminado a necessidade da desconstrução de modelos prontos, impostos sob fundamentação ocidental, que sutilmente fragmentam as bases da cultura negra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2004, as ações governamentais e da sociedade civil, têm conectado comunidades rurais em diversos territórios do país, garantindo-lhe o acesso digital através da implementação de telecentros. Atualmente, existem cerca de 120 quilombos da Rede Mocambos com acesso a internet e mais 80 em processo de implementação de seus centros digitais. Porém, muitos desafios se colocam para os quilombos, especialmente para os territórios mais afastados dos centros urbanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A baixa velocidade da internet disponibilizada pelo governo se torna ainda pior nos lugares mais afastados, inviabilizando aprendizados e acesso a diversos conteúdos &lt;br /&gt;
A gestão do telecentro, muitas vezes é caracteriza por permitir acesso livre apenas e não utilizar a tecnologia como um instrumento e uma linguagem que potencializa caminhos para solução de problemas comunitários e desenvolvimento local. Isso nos leva buscar o desenvolvimento de tecnologias e pedagogias que permitam a apropriação dessas novas tecnologias pelas comunidades que, em sua maioria não tiveram nenhuma ferramenta de acesso à informação e conhecimento.&lt;br /&gt;
O conhecimento da cultura negra e quilombola é disperso e fragmentado, também no universo da internet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos trabalha difundindo o quanto a produção da comunicação comunitária autônoma é determinante para a construção de um processo de luta e melhoria do modelo de vida comunitária, tão contaminado por conteúdos da grande mídia que não respeitam as identidades e necessidades locais. A compreensão da comunicação comunitária pautada em princípios de ancestralidade e conquista de direitos como uma das estratégias centrais ainda é pouco difundida nas comunidades, seja pela ausência de políticas para tal fim, seja pelas marcas que a desigualdade no Brasil acarreta para comunidades rurais e negras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui  poderia caracterizar um conjunto de quilombos ligados a rede que tem assumido a comunicação como estratégia... poderia citar como foi a experiencia do voz livre quilombola  -  Destacamos aqui algumas tecnologias sociais de comunicação e compartilhamento de conhecimentos que a Rede Mocambos vem produzindo ao longo desses dez anos de atuação com essas comunidades:  www.mapa.mocambos.net  -  www.mocambos.net  -  www.acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aqui um paragrafo de conclusão  -   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de texto de Say:&lt;br /&gt;
'''Fomentar práticas comunitárias de oralidade e a cultura dos griôs construindo caminhos e estratégias de fortalecimento entre saberes ancestrais e comunicação comunitária'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo&lt;br /&gt;
Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, '''(está se referindo a qual processo de multiplicação? nao está comunicando bem...)&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.  '''(ISSO É UMA ATIVIDADE E NAO UM OBJETIVO)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nova sugestão de texto de say:&lt;br /&gt;
'''Potencializar a valorização e difusão dos elementos endógenos da história e da vida comunitária como os principais elementos de construção de poder, mobilização e construção autônoma de estratégias de novos modelos de sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
'''Texto revisado por say, precisa de revisao geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto entende que sua própria contribuição nas comunidades fortaleça a visão e compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas,saberes ancestrais, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência; gera um elemento não mensurável numericamente, que está atrelado à construção de modelos de desenvolvimento endógenos e autônomos. Pra isso adotamos a prática de desenvolvimento de Planos de Ações de Sustentabilidade considerando as características de cada comunidade e o ambiente externo onde ela está inserida, analisando os recursos e potencialidades de cada uma delas de forma a explorar oportunidades e reduzir riscos, melhorando, consequentemente, o seu desempenho na gestão de seus territórios, seus conhecimentos e saberes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o projeto encontra as construções maiores da Rede Mocambos:  A Rota dos Baobás é um modelo de articulação e disposição colaborativa e política entre comunidades quilombolas, terreiros e coletivos afins. A rota vem sendo construída desde o surgimento da Rede e implica em processos de georreferenciamento e apropriação tecnológica, fluxos de intercâmbios que possibilite a integração entre as comunidades junto a fluxos de escambos diversos, pautados em compartilhamento e solidariedade. Todo esse conjunto, está necessariamente circunscrito num processo de mobilização maior: a mobilização de símbolos, que tem na ancestralidade africana, através do Baobá (árvore sagrada africana), um referencial necessário e redefinidor de sentidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto então, além de incorporar os Núcleos que compõem a rede, tem como horizonte de sustentabilidade todas as ações de estruturação permanentes da Rede, como a Rota dos Baobás e a apropriação compartilhadas das ferramentas da Rede. A consolidação de Novos Núcleos de Formação Continuada ou de potencialização dos já existentes, se apresentam como outro caminho possível, uma vez que o processo colaborativo da Rede é amplo e fortalecedor dos processos de sustentabilidade de ações e projetos comuns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
(revisado por Say, vejam as questoes pendentes aqui)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, tem uma estrutura metodológica baseada em '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). Estão localizados em regiões de concentração de comunidades quilombolas sendo: 1 no Pará, 1 no Maranhão, 2 em Pernambuco, 1 na Bahia, 1 em Porto Alegre, 1 em São Paulo, e um no Rio de Janeiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Pesquisas e Desenvolvimento de Tecnologias Digitais''',   '''Núcleo de Produção Conteúdos e Pedagogias''' e os ''' Núcleos de Formação continuada '''. Neste projeto trabalharemos com: 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e: 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ações do projeto seguirão a seguinte estrutura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontros de formação de base - trata-se de encontros organizativos de conteúdos e definição de estrutura tecnológica para sistematização de conteúdos para o acervo digital; nesses encontros também haverão oficinas de apropriação tecnológica das ferramentas que a rede já tem desenvolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pajelanças Quilombólicas - vivências que tem caráter de residencia social que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. Dentro dessa metodologia também acontecem oficinas de cultura e tecnologia, com foco na formação em comunicação comunitária e software livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Intervenções multiplicadoras - ação de multiplicadores '''(bolsistas e representantes dos núcleos de formação- '''alguem mais no projeto é multiplicador?)'''  - registro e organização de conteúdos produzidos e oficinas nas comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontro avaliativo -  será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal); '''(1000? é isso mesmo gente?}'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia ===&lt;br /&gt;
'''SUGESTÃO : COLOCAR OS LOCAIS DE CADA ATIVIDADE E QUEM VAI FAZER PARTE DE CADA ATIVIDADE (X COMUNIDADES QUILOMBOLAS,  REPRESENTANTES DE X NUCLEOS DE FROAMÇÃO, BOLSISTAS, X ESTADOS'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida regionalmente;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base onde acontecerão oficinas e vivências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Portal - inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;Carga horária: 20 horas&lt;br /&gt;
* Oficina - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro serão definidos bolsistas locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 Encontros nas Comunidades &lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 50 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade;&lt;br /&gt;
* Comunicação compartilhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 160 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 100 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sexta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto e  compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária. Carga horária: 50 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T19:28:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Plano de sustentabilidade */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOVA PROPOSTA DE TEXTO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, desde 2002, iniciou uma caminhada pelas comunidades quilombolas do país, desde então já foram visitadas quase 120 comunidades em 18 estados brasileiros. outra 115 comunidades estão sendo evolvidas através do Programa Telecentros.Br via Convênio de Parceria assinado em 2010 entre Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos, Ministério das Comunicações e a Seppir. O conjunto dessas experiencias, pautadas na valorização dos saberes locais, da oralidade e ancestralidade negras, tem disseminado a necessidade da desconstrução de modelos prontos, impostos sob fundamentação ocidental, que sutilmente fragmentam as bases da cultura negra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2004, as ações governamentais e da sociedade civil, têm conectado comunidades rurais em diversos territórios do país, garantindo-lhe o acesso digital através da implementação de telecentros. Atualmente, existem cerca de 120 quilombos da Rede Mocambos com acesso a internet e mais 80 em processo de implementação de seus centros digitais. Porém, muitos desafios se colocam para os quilombos, especialmente para os territórios mais afastados dos centros urbanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A baixa velocidade da internet disponibilizada pelo governo se torna ainda pior nos lugares mais afastados, inviabilizando aprendizados e acesso a diversos conteúdos &lt;br /&gt;
A gestão do telecentro, muitas vezes é caracteriza por permitir acesso livre apenas e não utilizar a tecnologia como um instrumento e uma linguagem que potencializa caminhos para solução de problemas comunitários e desenvolvimento local. Isso nos leva buscar o desenvolvimento de tecnologias e pedagogias que permitam a apropriação dessas novas tecnologias pelas comunidades que, em sua maioria não tiveram nenhuma ferramenta de acesso à informação e conhecimento.&lt;br /&gt;
O conhecimento da cultura negra e quilombola é disperso e fragmentado, também no universo da internet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos trabalha difundindo o quanto a produção da comunicação comunitária autônoma é determinante para a construção de um processo de luta e melhoria do modelo de vida comunitária, tão contaminado por conteúdos da grande mídia que não respeitam as identidades e necessidades locais. A compreensão da comunicação comunitária pautada em princípios de ancestralidade e conquista de direitos como uma das estratégias centrais ainda é pouco difundida nas comunidades, seja pela ausência de políticas para tal fim, seja pelas marcas que a desigualdade no Brasil acarreta para comunidades rurais e negras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui  poderia caracterizar um conjunto de quilombos ligados a rede que tem assumido a comunicação como estratégia... poderia citar como foi a experiencia do voz livre quilombola  -  Destacamos aqui algumas tecnologias sociais de comunicação e compartilhamento de conhecimentos que a Rede Mocambos vem produzindo ao longo desses dez anos de atuação com essas comunidades:  www.mapa.mocambos.net  -  www.mocambos.net  -  www.acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aqui um paragrafo de conclusão  -   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de texto de Say:&lt;br /&gt;
'''Fomentar práticas comunitárias de oralidade e a cultura dos griôs construindo caminhos e estratégias de fortalecimento entre saberes ancestrais e comunicação comunitária'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo&lt;br /&gt;
Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, '''(está se referindo a qual processo de multiplicação? nao está comunicando bem...)&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.  '''(ISSO É UMA ATIVIDADE E NAO UM OBJETIVO)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nova sugestão de texto de say:&lt;br /&gt;
'''Potencializar a valorização e difusão dos elementos endógenos da história e da vida comunitária como os principais elementos de construção de poder, mobilização e construção autônoma de estratégias de novos modelos de sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
'''Texto revisado por say, precisa de revisao geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto entende que sua própria contribuição nas comunidades fortaleça a visão e compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas,saberes ancestrais, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência; gera um elemento não mensurável numericamente, que está atrelado à construção de modelos de desenvolvimento endógenos e autônomos. Pra isso adotamos a prática de desenvolvimento de Planos de Ações de Sustentabilidade considerando as características de cada comunidade e o ambiente externo onde ela está inserida, analisando os recursos e potencialidades de cada uma delas de forma a explorar oportunidades e reduzir riscos, melhorando, consequentemente, o seu desempenho na gestão de seus territórios, seus conhecimentos e saberes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o projeto encontra as construções maiores da Rede Mocambos:  A Rota dos Baobás é um modelo de articulação e disposição colaborativa e política entre comunidades quilombolas, terreiros e coletivos afins. A rota vem sendo construída desde o surgimento da Rede e implica em processos de georreferenciamento e apropriação tecnológica, fluxos de intercâmbios que possibilite a integração entre as comunidades junto a fluxos de escambos diversos, pautados em compartilhamento e solidariedade. Todo esse conjunto, está necessariamente circunscrito num processo de mobilização maior: a mobilização de símbolos, que tem na ancestralidade africana, através do Baobá (árvore sagrada africana), um referencial necessário e redefinidor de sentidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente projeto então, além de incorporar os Núcleos que compõem a rede, tem como horizonte de sustentabilidade todas as ações de estruturação permanentes da Rede, como a Rota dos Baobás e a apropriação compartilhadas das ferramentas da Rede. A consolidação de Novos Núcleos de Formação Continuada ou de potencialização dos já existentes, se apresentam como outro caminho possível, uma vez que o processo colaborativo da Rede é amplo e fortalecedor dos processos de sustentabilidade de ações e projetos comuns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
(revisado por Say, vejam as questoes pendentes aqui)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, tem uma estrutura metodológica baseada em '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''GENTE, SE O NUCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DIGITAL É O RESPONSAVEL PELO DESENVOLVIMENTO TECNICO DOS SERVIDORES LOCAIS e pelas ferramentas que serao usadas COMO QUE NÃO ESTÁ FOCADO NELE TAMBEM?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ações do projeto seguirão a seguinte estrutura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontros de formação de base - trata-se de encontros organizativos de conteúdos e definição de estrutura tecnológica para sistematização de conteúdos para o acervo digital; nesses encontros também haverão oficinas de apropriação tecnológica das ferramentas que a rede já tem desenvolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pajelanças Quilombolicas - vivências que tem caráter de residencia social que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. Dentro dessa metodologia também acontecem oficinas de cultura e tecnologia, com foco na formação em comunicação comunitária e software livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Intervenções multiplicadoras - ação de multiplicadores '''(bolsistas e representantes dos núcleos de formação- '''alguem mais no projeto é multiplicador?)'''  - registro e organização de conteúdos produzidos e oficinas nas comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontro avaliativo -  será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal); '''(1000? é isso mesmo gente?}'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia ===&lt;br /&gt;
'''SUGESTÃO : COLOCAR OS LOCAIS DE CADA ATIVIDADE E QUEM VAI FAZER PARTE DE CADA ATIVIDADE (X COMUNIDADES QUILOMBOLAS,  REPRESENTANTES DE X NUCLEOS DE FROAMÇÃO, BOLSISTAS, X ESTADOS'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida regionalmente;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base onde acontecerão oficinas e vivências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Portal - inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;Carga horária: 20 horas&lt;br /&gt;
* Oficina - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro serão definidos bolsistas locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 Encontros nas Comunidades &lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 50 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade;&lt;br /&gt;
* Comunicação compartilhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 160 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 100 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sexta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto e  compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária. Carga horária: 50 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T16:49:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Diagnóstico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOVA PROPOSTA DE TEXTO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, desde 2002, iniciou uma caminhada pelas comunidades quilombolas do país, desde então já foram visitadas quase 120 comunidades em 18 estados brasileiros. outra 115 comunidades estão sendo evolvidas através do Programa Telecentros.Br via Convênio de Parceria assinado em 2010 entre Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos, Ministério das Comunicações e a Seppir. O conjunto dessas experiencias, pautadas na valorização dos saberes locais, da oralidade e ancestralidade negras, tem disseminado a necessidade da desconstrução de modelos prontos, impostos sob fundamentação ocidental, que sutilmente fragmentam as bases da cultura negra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2004, as ações governamentais e da sociedade civil, têm conectado comunidades rurais em diversos territórios do país, garantindo-lhe o acesso digital através da implementação de telecentros. Atualmente, existem cerca de 120 quilombos da Rede Mocambos com acesso a internet e mais 80 em processo de implementação de seus centros digitais. Porém, muitos desafios se colocam para os quilombos, especialmente para os territórios mais afastados dos centros urbanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A baixa velocidade da internet disponibilizada pelo governo se torna ainda pior nos lugares mais afastados, inviabilizando aprendizados e acesso a diversos conteúdos &lt;br /&gt;
A gestão do telecentro, muitas vezes é caracteriza por permitir acesso livre apenas e não utilizar a tecnologia como um instrumento e uma linguagem que potencializa caminhos para solução de problemas comunitários e desenvolvimento local. Isso nos leva buscar o desenvolvimento de tecnologias e pedagogias que permitam a apropriação dessas novas tecnologias pelas comunidades que, em sua maioria não tiveram nenhuma ferramenta de acesso à informação e conhecimento.&lt;br /&gt;
O conhecimento da cultura negra e quilombola é disperso e fragmentado, também no universo da internet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos trabalha difundindo o quanto a produção da comunicação comunitária autônoma é determinante para a construção de um processo de luta e melhoria do modelo de vida comunitária, tão contaminado por conteúdos da grande mídia que não respeitam as identidades e necessidades locais. A compreensão da comunicação comunitária pautada em princípios de ancestralidade e conquista de direitos como uma das estratégias centrais ainda é pouco difundida nas comunidades, seja pela ausência de políticas para tal fim, seja pelas marcas que a desigualdade no Brasil acarreta para comunidades rurais e negras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui  poderia caracterizar um conjunto de quilombos ligados a rede que tem assumido a comunicação como estratégia... poderia citar como foi a experiencia do voz livre quilombola  -  Destacamos aqui algumas tecnologias sociais de comunicação e compartilhamento de conhecimentos que a Rede Mocambos vem produzindo ao longo desses dez anos de atuação com essas comunidades:  www.mapa.mocambos.net  -  www.mocambos.net  -  www.acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aqui um paragrafo de conclusão  -   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de texto de Say:&lt;br /&gt;
'''Fomentar práticas comunitárias de oralidade e a cultura dos griôs construindo caminhos e estratégias de fortalecimento entre saberes ancestrais e comunicação comunitária'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo&lt;br /&gt;
Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, '''(está se referindo a qual processo de multiplicação? nao está comunicando bem...)&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.  '''(ISSO É UMA ATIVIDADE E NAO UM OBJETIVO)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nova sugestão de texto de say:&lt;br /&gt;
'''Potencializar a valorização e difusão dos elementos endógenos da história e da vida comunitária como os principais elementos de construção de poder, mobilização e construção autônoma de estratégias de novos modelos de sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo&lt;br /&gt;
os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
(revisado por Say, vejam as questoes pendentes aqui)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, tem uma estrutura metodológica baseada em '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''GENTE, SE O NUCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DIGITAL É O RESPONSAVEL PELO DESENVOLVIMENTO TECNICO DOS SERVIDORES LOCAIS e pelas ferramentas que serao usadas COMO QUE NÃO ESTÁ FOCADO NELE TAMBEM?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ações do projeto seguirão a seguinte estrutura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontros de formação de base - trata-se de encontros organizativos de conteúdos e definição de estrutura tecnológica para sistematização de conteúdos para o acervo digital; nesses encontros também haverão oficinas de apropriação tecnológica das ferramentas que a rede já tem desenvolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pajelanças Quilombolicas - vivências que tem caráter de residencia social que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. Dentro dessa metodologia também acontecem oficinas de cultura e tecnologia, com foco na formação em comunicação comunitária e software livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Intervenções multiplicadoras - ação de multiplicadores '''(bolsistas e representantes dos núcleos de formação- '''alguem mais no projeto é multiplicador?)'''  - registro e organização de conteúdos produzidos e oficinas nas comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Encontro avaliativo -  será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal); '''(1000? é isso mesmo gente?}'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia ===&lt;br /&gt;
'''SUGESTÃO : COLOCAR OS LOCAIS DE CADA ATIVIDADE E QUEM VAI FAZER PARTE DE CADA ATIVIDADE (X COMUNIDADES QUILOMBOLAS,  REPRESENTANTES DE X NUCLEOS DE FROAMÇÃO, BOLSISTAS, X ESTADOS'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida regionalmente;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base onde acontecerão oficinas e vivências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Portal - inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;Carga horária: 20 horas&lt;br /&gt;
* Oficina - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro serão definidos bolsistas locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 Encontros nas Comunidades &lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 50 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade;&lt;br /&gt;
* Comunicação compartilhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 160 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 100 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sexta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto e  compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária. Carga horária: 50 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T16:36:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Diagnóstico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOVA PROPOSTA DE TEXTO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos, desde 2002, iniciou uma caminhada pelas comunidades quilombolas do país, desde então já foram visitadas quase 120 comunidades em 18 estados brasileiros. outra 115 comunidades estão sendo evolvidas através do Programa Telecentros.Br via Convênio de Parceria assinado em 2010 entre Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos, Ministério das Comunicações e a Seppir. O conjunto dessas experiencias, pautadas na valorização dos saberes locais, da oralidade e ancestralidade negras, tem disseminado a necessidade da desconstrução de modelos prontos, impostos sob fundamentação ocidental, que sutilmente fragmentam as bases da cultura negra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 2004, as ações governamentais e da sociedade civil, têm conectado comunidades rurais em diversos territórios do país, garantindo-lhe o acesso digital através da implementação de telecentros. Atualmente, existem cerca de 120 quilombos da Rede Mocambos com acesso a internet e mais 80 em processo de implementação de seus centros digitais. Porém, muitos desafios se colocam para os quilombos, especialmente para os territórios mais afastados dos centros urbanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A baixa velocidade da internet disponibilizada pelo governo se torna ainda pior nos lugares mais afastados, inviabilizando aprendizados e acesso a diversos conteúdos &lt;br /&gt;
A gestão do telecentro, muitas vezes é caracteriza por permitir acesso livre apenas e não utilizar a tecnologia como um instrumento e uma linguagem que potencializa caminhos para solução de problemas comunitários e desenvolvimento local. Isso nos leva buscar o desenvolvimento de tecnologia e pedagogias que permitam a apropriação dessas novas tecnologias pelas comunidades que, em sua maioria não tiveram nenhuma ferramenta de acesso à informação e conhecimento.&lt;br /&gt;
O conhecimento da cultura negra e quilombola é disperso e fragmentado, também no universo da internet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos trabalha difundindo o quanto a produção da comunicação comunitária autônoma é determinante para a construção de um processo de luta e melhoria do modelo de vida comunitária, tão contaminado por conteúdos da grande mídia. A compreensão da comunicação comunitária pautada em princípios de ancestralidade e conquista de direitos como uma das estratégias centrais ainda é pouco difundida nas comunidades, seja pela ausencia de políticas para tal fim, seja pelas marcas que a desigualdade no Brasil acarreta para comunidades rurais e negras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui  poderia caracterizar um conjunto de quilombos ligados a rede que tem assumido a comunicação como estratégia... poderia citar como foi a experiencia do voz livre quilombola&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aqui um paragrafo de conclusao &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de texto de Say:&lt;br /&gt;
'''Fomentar práticas comunitárias de oralidade e a cultura dos griôs construindo caminhos e estratégias de fortalecimento entre saberes ancestrais e comunicação comunitária'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo&lt;br /&gt;
Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, '''(está se referindo a qual processo de multiplicação? nao está comunicando bem...)&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.  '''(ISSO É UMA ATIVIDADE E NAO UM OBJETIVO)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nova sugestão de texto de say:&lt;br /&gt;
'''Potencializar a valorização e difusão dos elementos endógenos da história e da vida comunitária como os principais elementos de construção de poder, mobilização e construção autônoma de estratégias de novos modelos de sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo&lt;br /&gt;
os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PRECISA ENXUGAR, SER MAIS OBJETIVO, TEXTO MUITO EXTENSO, ACHO QUE TEM DETALHES ( O PASSO A PASSO) QUE TEM QUE ESTAR NO CRONOGRAMA, AQUI, É APENAS COMUNICAR A FORMA COMO CADA ATIVIDADE VAI OCORRER'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639/03.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal); '''(1000? é isso mesmo gente?}'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia ===&lt;br /&gt;
'''SUGESTÃO : COLOCAR OS LOCAIS DE CADA ATIVIDADE E QUEM VAI FAZER PARTE DE CADA ATIVIDADE (X COMUNIDADES QUILOMBOLAS,  REPRESENTANTES DE X NUCLEOS DE FROAMÇÃO, BOLSISTAS, X ESTADOS'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida regionalmente;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base onde acontecerão oficinas e vivências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Oficina - Acervo/biblioteca - organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Portal - inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
* Oficina - Mapa /organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;Carga horária: 20 horas&lt;br /&gt;
* Oficina - Wiki - conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 20 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro serão definidos bolsistas locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 Encontros nas Comunidades &lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 50 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolicas. 2 Encontros nas comunidades, cada encontro com duração de 7 dias, afim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente. Carga horária: 70 horas&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.Carga horária: 28 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização de oficinas pelos(as) bolsistas, baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos. Carga horária: 80 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ação de articulação nas comunidades para os próximos encontros, realizada pelos(as) bolsistas, coordenadores(as) e produtores(as). Carga horária: 50 horas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sexta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T03:30:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Objetivo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo&lt;br /&gt;
Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo&lt;br /&gt;
os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Usu%C3%A1rio:Prisciladila</id>
		<title>Usuário:Prisciladila</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Usu%C3%A1rio:Prisciladila"/>
				<updated>2012-09-08T03:25:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Metodologia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Fortalecer  o  Núcleo de Produção de Conteúdo e o Núcleo de Formação Continuada, atuante no  processo de  multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluçõ&lt;br /&gt;
Fortalecer  o  Núcleo de Produção de Conteúdo e o Núcleo de Formação Continuada, atuante no  processo de  multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado, à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, que é a produção e organização do conteúdo, bem como dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas dentro das comunidades, que já tem sido registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, que dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, a produção dos bens e a relação de troca vivenciada por estas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro como a maior moeda de troca para um consumo exacerbado de produtos que nem mesmo tem a ver com vida nas comunidades, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal entre outras para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''' em suas ações se baseia nos '''Núcleos de Formação Continuada''' que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais com o registro das diversas práticas gerando conteúdo para ser organizado afim de ser compartilhado entre as comunidades inicialmente e depois seja difundido através da Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São constituídos por três frentes: '''Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogias''', metodologia para a produção de conteúdos locais baseadas em modelos de pesquisa participativa. Para sistematizar o conhecimento relativo à complexidade da produção de conteúdo local em situações reais de uso e produção, neste encontro, um representante em cada grupo de trabalho se dedicará à produção de recursos didáticos para formação, além de capacitação para produção de recursos digitais. Estes serão multiplicadores para a continuidade do projeto. Tais metodologias de pesquisa são inovações educacionais e priorizam a identificação de problemas e situações identificados, na comunidade específica, como ponto de partida para o desenvolvimento de tecnologias e técnicas de ensino. Utilizando os atores locais como parceiros de pesquisa de longo prazo, o espaço se transforma em um laboratório de pesquisa autêntico garantindo maior valor aos resultados identificados. É possível então, obter uma série de informações sobre barreiras e fatores de sucesso que podem ser compartilhados gerando modelos; e em instância final, teorias sobre a apropriação tecnológica.  para o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas livres e socialmente acessíveis para produção, organização e divulgação de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Núcleo de Formação Continuada''' este núcleo tem como enfoque o reconhecimento do valor da cultura local, tal reconhecimento será feito paulatinamente em nível regional, nacional e mundial. O Projeto aposta em uma crítica epistemológica à interpretação corrente que legitima a produção de conteúdo exclusivamente no espaço intra-muros da universidade. O acesso à cultura também pode ser feito dando condições às comunidades de terem voz e escrita próprias. E aqui nos referimos ao acesso à produção cultural e à produção da reflexão, e não apenas ao consumo do conteúdo disponível on line.Aqui o trabalho na formação de recursos humanos das próprias comunidades que poderão identificar o que pode ser registrado e difundido, possibilita que existam as condições das comunidades verem suas práticas culturais reconhecidas formalmente como parte do tesouro da cultura nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Núcleo de Desenvolvimento Digital'''  tem como meta a estruturação das condições materiais para a produção de acervos. Trata-se da concepção, desenvolvimento e implementação de uma arquitetura distribuída, voltada para a integração de redes locais mesmo em localidades nas quais a conexão à internet seja instável, lenta ou intermitente. Parte-se da experiência acumulada pela Rede Mocambos, que trabalha com a integração de duzentas comunidades em todas as regiões do país através da apropriação de tecnologias, considerando pontos críticos em que a precariedade do acesso à internet se torna um impeditivo para a efetiva comunicação entre essas comunidades. Este núcleo parte do pressuposto de que não basta usar tecnologias de informação já existentes - precisamos moldar o próprio desenvolvimento dessas tecnologias para que atendam às demandas da sociedade. E adota como princípio básico e metodologia de trabalho, os fundamentos do software livre - tanto na gestão das equipes de trabalho quanto nas soluções tecnológicas que utilizará. Para tanto, baseado nas experiências da rede está em desenvolvimento uma arquitetura e um “kit” de baixo custo que poderá ser adquirido ou montado por cada grupo, com base nos recursos existentes. O modelo para o kit é constituído de um servidor de baixo custo e equipamento para produção de áudio, vídeo, fotos, e digitalização de recursos existentes.Os conteúdos digitalizados e organizados em acervos comporão bibliotecas digitais representativas dos saberes das comunidades e estarão hospedadas em servidores locais utilizando hardware aberto e de baixo custo (um protótipo está em desenvolvimento utilizando hardware de baixo custo como a plataforma Raspberry Pi (http://www.raspberrypi.org) no CLE/UNICAMP) e software livre ([www.greenstone.org Greenstone]). Estes serão sincronizados através do uso de protocolos abertos para troca de metadados (OAI-PMH, git e git-annex). As coleções poderão conter as mídias já disponíveis mas também contemplam as mídias que serão geradas durante o curso do projeto. Para tanto, será base uma metodologia para criação de coleções digitais baseado no trabalho desenvolvido no CLE através do Grupo de Trabalho Multilinguismo no Mundo Digital (cf. Wanderley, 2010). O processo de construção de coleções digitais é desenvolvido desde 2009 neste projeto com alunos de ensino médio, através do CNPq com o Programa de Iniciação Científica Júnior/PICJr. Ele permite verificar a possibilidade do cidadão com letramento médio poder criar, organizar e disponibilizar conteúdo de forma livre, enfim organizar seus interesses particulares de forma metódica em coleções digitais. Permite igualmente que se façam os recortes necessários para que as coleções digitais contemplem o assunto de interesse do usuário, sem que estejam &amp;quot;coladas&amp;quot; ao sistema de áreas e disciplinas acadêmicas. Ou seja, é possível coletar, gerar e tratar informação com temas chamados academicamente de &amp;quot;transversais&amp;quot;, de forma a responderem ao conjunto de saberes reconhecidos pelas comunidades, ao mesmo tempo que permite uma interlocução multidisciplinar com a academia. As coleções terão interface com o sistema de geo-referenciamento criado no âmbito do projeto Mocambos. O mapa interativo inclui informações atualizadas das comunidades e será mapeado de maneira integrada para incluir as coleções digitais. Efetivamente, o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital terá como meta estruturar os recursos digitais produzidos localmente para criação de material didático sobre os temas de maior interesse local. Em primeira instância, buscaremos a produção de recursos educacionais com temas relacionados as culturas tradicionais, de utilidade não somente para as próprias comunidades, bem como para a educação formal como um todo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste projeto serão fortalecidos os núcleos de produção de conteúdo e o de formação continuada, trabalhando em conteúdos já existentes, capitados nas comunidades e realizar novos registros multimídia, bem como trabalhar conteúdos relativos a outras tecnologias que precisam ser conhecidas e desenvolvidas de acordo com a comunidade específica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No núcleo de produção de conteúdo, haverá formação de base e terá como lugar de encontro a Casa de Cultura Tainã; será a primeira ação a ser realizada com duração de 15 dias. Consiste em estruturar três frentes: 1) a organização de uma rede para a construção de uma estrutura para reconhecimento e troca de recursos digitais e de conhecimentos; 2) estrutura para realização de formação continuada e 3) bases para formação de recursos humanos ligada à produção e à disseminação de conteúdo produzido localmente - Deste encontro, através de tais frentes, será elaborado um tutorial para servir como exemplo para formação nas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro haverá também formação para construir e encaminhar acervo para biblioteca digital, bem como a produção de notícias para o Portal da Rede Mocambos e migrar o portal para outra ferramenta, levando em conta o design e arquitetura, e para a organização do Mapa de Geo-referenciamento para descrição das comunidades no mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda ação está relacionada ao núcleo de formação continuada, serão realizados encontros em cada comunidade participante para levantamento da situação de cada uma delas com a intenção de organizar uma estrutura para resgatar, divulgar e compartilhar as produções linguísticas, filosóficas e culturais das matrizes africanas que participam na formação da cultura brasileira para fortalecer as potencialidades técnica e operacional das organizações representativas dos povos e comunidades tradicionais locais em uma ação de formação educacional Acontecerá uma em cada comunidade participante, é a '''Pajelança Quilombolica''' uma vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos.Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades afim de registrar e organizar o conteúdo produzido, com autonomia para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório tendo como referencia o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4: Rede de Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários.Sequencialmente, a terceira ação são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concomitante à terceira ação, a quarta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos e acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a quarta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades um encontro para avaliação, onde multiplicadores de todas as comunidades participantes se reunirão para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos, este processo terá a duração de 9 meses, ou seja durante todo o projeto esta estruturação será vigente;  tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições das comunidades quilombolas considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas. Divulgar os bens produzidos nas comunidades afim de inseri-los em espaços de comercialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a realização do projeto estes resultados poderão ser contemplados, já que em sua primeira etapa, que durará 15 dias, haverá a sistematização de conteúdo já captado nas comunidades - existe bastante material - o que contribui para a elaboração de um tutorial que será compartilhado entre as comunidades para que sirva de modelo para a sistematização dos conteúdos locais; nas etapas dentro das comunidades, descritas na metodologia e no cronograma físico do projeto, também será possível visualizar os resultados. Serão registradas as práticas locais e tais conteúdos serão selecionados e organizados autonomamente pelos multiplicadores nas comunidades, tal processo terá a duração de 5 meses e terá como resultado a estruturação de saberes de todas as comunidades envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta:organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Notícias Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, pensar e elaborar uma nova interface considerando a questão visual,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Pajelança - Encontros nas comunidades a fim de discutir e refletir sobre a situação de cada comunidade bem como o levantamento de proposta dentro das linhas de trabalho que cada comunidade segue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Multiplicadores - serão definidos multiplicadores em cada comunidade para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(será feito contato para conhecer quem gostaria de ser multiplicador)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território - Vale do Ribeira&lt;br /&gt;
#Sustentabilidade &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Avaliação Crítica do trabalho - Durante o desenvolvimento da terceira etapa, os multiplicadores realizarão encontros de avaliação para o registro e sistematização do trabalho em andamento, bem como seu aprimoramento;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Avaliação Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
es culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado, à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, que é a produção e organização do conteúdo, bem como dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas dentro das comunidades, que já tem sido registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, que dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, a produção dos bens e a relação de troca vivenciada por estas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro como a maior moeda de troca para um consumo exacerbado de produtos que nem mesmo tem a ver com vida nas comunidades, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal entre outras para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''' em suas ações se baseia nos '''Núcleos de Formação''' que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais com o registro das diversas práticas gerando conteúdo para ser organizado afim de ser compartilhado entre as comunidades inicialmente e depois seja difundido através da Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São constituídos por três frentes: '''Núcleo de Produção de Conteúdo''', metodologia para a produção de conteúdos locais baseadas em modelos de pesquisa participativa. Para sistematizar o conhecimento relativo à complexidade da produção de conteúdo local em situações reais de uso e produção, neste encontro, um representante em cada grupo de trabalho se dedicará à produção de recursos didáticos para formação, além de capacitação para produção de recursos digitais. Estes serão multiplicadores para a continuidade do projeto. Tais metodologias de pesquisa são inovações educacionais e priorizam a identificação de problemas e situações identificados, na comunidade específica, como ponto de partida para o desenvolvimento de tecnologias e técnicas de ensino. Utilizando os atores locais como parceiros de pesquisa de longo prazo, o espaço se transforma em um laboratório de pesquisa autêntico garantindo maior valor aos resultados identificados. É possível então, obter uma série de informações sobre barreiras e fatores de sucesso que podem ser compartilhados gerando modelos; e em instância final, teorias sobre a apropriação tecnológica.  para o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas livres e socialmente acessíveis para produção, organização e divulgação de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Núcleo de Formação Continuada''' este núcleo tem como enfoque o reconhecimento do valor da cultura local, tal reconhecimento será feito paulatinamente em nível regional, nacional e mundial. O Projeto aposta em uma crítica epistemológica à interpretação corrente que legitima a produção de conteúdo exclusivamente no espaço intra-muros da universidade. O acesso à cultura também pode ser feito dando condições às comunidades de terem voz e escrita próprias. E aqui nos referimos ao acesso à produção cultural e à produção da reflexão, e não apenas ao consumo do conteúdo disponível on line.Aqui o trabalho na formação de recursos humanos das próprias comunidades que poderão identificar o que pode ser registrado e difundido, possibilita que existam as condições das comunidades verem suas práticas culturais reconhecidas formalmente como parte do tesouro da cultura nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Núcleo de Desenvolvimento Digital'''  tem como meta a estruturação das condições materiais para a produção de acervos. Trata-se da concepção, desenvolvimento e implementação de uma arquitetura distribuída, voltada para a integração de redes locais mesmo em localidades nas quais a conexão à internet seja instável, lenta ou intermitente. Parte-se da experiência acumulada pela Rede Mocambos, que trabalha com a integração de duzentas comunidades em todas as regiões do país através da apropriação de tecnologias, considerando pontos críticos em que a precariedade do acesso à internet se torna um impeditivo para a efetiva comunicação entre essas comunidades. Este núcleo parte do pressuposto de que não basta usar tecnologias de informação já existentes - precisamos moldar o próprio desenvolvimento dessas tecnologias para que atendam às demandas da sociedade. E adota como princípio básico e metodologia de trabalho, os fundamentos do software livre - tanto na gestão das equipes de trabalho quanto nas soluções tecnológicas que utilizará. Para tanto, baseado nas experiências da rede está em desenvolvimento uma arquitetura e um “kit” de baixo custo que poderá ser adquirido ou montado por cada grupo, com base nos recursos existentes. O modelo para o kit é constituído de um servidor de baixo custo e equipamento para produção de áudio, vídeo, fotos, e digitalização de recursos existentes.Os conteúdos digitalizados e organizados em acervos comporão bibliotecas digitais representativas dos saberes das comunidades e estarão hospedadas em servidores locais utilizando hardware aberto e de baixo custo (um protótipo está em desenvolvimento utilizando hardware de baixo custo como a plataforma Raspberry Pi (http://www.raspberrypi.org) no CLE/UNICAMP) e software livre ([www.greenstone.org Greenstone]). Estes serão sincronizados através do uso de protocolos abertos para troca de metadados (OAI-PMH, git e git-annex). As coleções poderão conter as mídias já disponíveis mas também contemplam as mídias que serão geradas durante o curso do projeto. Para tanto, será base uma metodologia para criação de coleções digitais baseado no trabalho desenvolvido no CLE através do Grupo de Trabalho Multilinguismo no Mundo Digital (cf. Wanderley, 2010). O processo de construção de coleções digitais é desenvolvido desde 2009 neste projeto com alunos de ensino médio, através do CNPq com o Programa de Iniciação Científica Júnior/PICJr. Ele permite verificar a possibilidade do cidadão com letramento médio poder criar, organizar e disponibilizar conteúdo de forma livre, enfim organizar seus interesses particulares de forma metódica em coleções digitais. Permite igualmente que se façam os recortes necessários para que as coleções digitais contemplem o assunto de interesse do usuário, sem que estejam &amp;quot;coladas&amp;quot; ao sistema de áreas e disciplinas acadêmicas. Ou seja, é possível coletar, gerar e tratar informação com temas chamados academicamente de &amp;quot;transversais&amp;quot;, de forma a responderem ao conjunto de saberes reconhecidos pelas comunidades, ao mesmo tempo que permite uma interlocução multidisciplinar com a academia. As coleções terão interface com o sistema de geo-referenciamento criado no âmbito do projeto Mocambos. O mapa interativo inclui informações atualizadas das comunidades e será mapeado de maneira integrada para incluir as coleções digitais. Efetivamente, o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital terá como meta estruturar os recursos digitais produzidos localmente para criação de material didático sobre os temas de maior interesse local. Em primeira instância, buscaremos a produção de recursos educacionais com temas relacionados as culturas tradicionais, de utilidade não somente para as próprias comunidades, bem como para a educação formal como um todo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste projeto serão fortalecidos os núcleos de produção de conteúdo e o de formação continuada, trabalhando em conteúdos já existentes, capitados nas comunidades e realizar novos registros multimídia, bem como trabalhar conteúdos relativos a outras tecnologias que precisam ser conhecidas e desenvolvidas de acordo com a comunidade específica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No núcleo de produção de conteúdo, haverá formação de base e terá como lugar de encontro a Casa de Cultura Tainã; será a primeira ação a ser realizada com duração de 15 dias. Consiste em estruturar três frentes: 1) a organização de uma rede para a construção de uma estrutura para reconhecimento e troca de recursos digitais e de conhecimentos; 2) estrutura para realização de formação continuada e 3) bases para formação de recursos humanos ligada à produção e à disseminação de conteúdo produzido localmente - Deste encontro, através de tais frentes, será elaborado um tutorial para servir como exemplo para formação nas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste encontro haverá também formação para construir e encaminhar acervo para biblioteca digital, bem como a produção de notícias para o Portal da Rede Mocambos e migrar o portal para outra ferramenta, levando em conta o design e arquitetura, e para a organização do Mapa de Geo-referenciamento para descrição das comunidades no mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda ação está relacionada ao núcleo de formação continuada, serão realizados encontros em cada comunidade participante para levantamento da situação de cada uma delas com a intenção de organizar uma estrutura para resgatar, divulgar e compartilhar as produções linguísticas, filosóficas e culturais das matrizes africanas que participam na formação da cultura brasileira para fortalecer as potencialidades técnica e operacional das organizações representativas dos povos e comunidades tradicionais locais em uma ação de formação educacional Acontecerá uma em cada comunidade participante, é a '''Pajelança Quilombolica''' uma vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos.Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades afim de registrar e organizar o conteúdo produzido, com autonomia para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório tendo como referencia o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4: Rede de Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários.Sequencialmente, a terceira ação são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concomitante à terceira ação, a quarta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos e acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a quarta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades um encontro para avaliação, onde multiplicadores de todas as comunidades participantes se reunirão para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos, este processo terá a duração de 9 meses, ou seja durante todo o projeto esta estruturação será vigente;  tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições das comunidades quilombolas considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas. Divulgar os bens produzidos nas comunidades afim de inseri-los em espaços de comercialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a realização do projeto estes resultados poderão ser contemplados, já que em sua primeira etapa, que durará 15 dias, haverá a sistematização de conteúdo já captado nas comunidades - existe bastante material - o que contribui para a elaboração de um tutorial que será compartilhado entre as comunidades para que sirva de modelo para a sistematização dos conteúdos locais; nas etapas dentro das comunidades, descritas na metodologia e no cronograma físico do projeto, também será possível visualizar os resultados. Serão registradas as práticas locais e tais conteúdos serão selecionados e organizados autonomamente pelos multiplicadores nas comunidades, tal processo terá a duração de 5 meses e terá como resultado a estruturação de saberes de todas as comunidades envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Formação de base''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta:organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Notícias Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, pensar e elaborar uma nova interface considerando a questão visual,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Pajelança - Encontros nas comunidades a fim de discutir e refletir sobre a situação de cada comunidade bem como o levantamento de proposta dentro das linhas de trabalho que cada comunidade segue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Multiplicadores - serão definidos multiplicadores em cada comunidade para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(será feito contato para conhecer quem gostaria de ser multiplicador)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território - Vale do Ribeira&lt;br /&gt;
#Sustentabilidade &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Avaliação Crítica do trabalho - Durante o desenvolvimento da terceira etapa, os multiplicadores realizarão encontros de avaliação para o registro e sistematização do trabalho em andamento, bem como seu aprimoramento;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Avaliação Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos, este processo terá a duração de 9 meses, ou seja durante todo o projeto esta estruturação será vigente;  tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições das comunidades quilombolas considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas. Divulgar os bens produzidos nas comunidades afim de inseri-los em espaços de comercialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante 15 dias organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base tendo como principais preocupações o acervo - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades; notícias do Portal - inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, pensar e elaborar uma nova interface considerando a questão visual, e conhecer a ferramenta do mapa de geo referenciamento para inserir informações sobre as comunidades, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segunda etapa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Pajelança - Encontros nas comunidades a fim de discutir e refletir sobre a situação de cada comunidade bem como o levantamento de proposta dentro das linhas de trabalho que cada comunidade segue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira etapa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Multiplicadores - serão definidos multiplicadores em cada comunidade para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(será feito contato para conhecer quem gostaria de ser multiplicador)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Rede de Comunicação Comunitária&lt;br /&gt;
    Cultura Popular&lt;br /&gt;
    Gestão do território - Vale do Ribeira&lt;br /&gt;
    Sustentabilidade &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quarta etapa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Avaliação Crítica do trabalho - Durante o desenvolvimento da terceira etapa, os multiplicadores realizarão encontros de avaliação para o registro e sistematização do trabalho em andamento, bem como seu aprimoramento;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quinta etapa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meta: Avaliação Geral&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos, este processo terá a duração de 9 meses, ou seja durante todo o projeto esta estruturação será vigente;  tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições das comunidades quilombolas considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas. Divulgar os bens produzidos nas comunidades afim de inseri-los em espaços de comercialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vivência na Pajelança estimula o reconhecimento da sabedoria e prática de cada um, dando alternativas de sustentabilidade dentro e para sua comunidade, física ou virtual. É um processo de provocação e revisão de nossos hábitos. Muito mais que uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre quem fomos, somos e seremos e também sobre o que nos tornamos e o que deixaremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para o coletivo, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empoderar a Rede Mocambos e seus elementos no uso, criação, programação, alimentação e manutenção de uma rede social autônoma, construída com nossos conhecimentos e para nossos conhecimentos; -Trocar conhecimento através do diálogo e da prática; -Mapear e cartografar as comunidades, encontros presenciais e oficinas de capacitação; -Registro das interações e produção de conteúdos para o Banco de dados disponibilizado no portal da Rede Mocambos; -Praticar a roda de conversa como elemento de convívio social e educativo; -Articular/mobilizar as comunidades envolvidas na Rede e agregar novas comunidades quilombolas no processo; -Fortalecer a representação sagrada da nossa presença e do espaço que ocupamos na terra; -Criar a Rota dos Baobás, elemento simbólico que remete à nossa ancestralidade e tradições, através do cultivo e plantio dessa árvore africana nas comunidades que integram a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Pajelanças são articuladas e organizadas por iniciativa ou com o apoio dos chamados Núcleos de Formação Continuada (NFC). As Pajelanças Quilombólicas, com o trabalho em rede, de tipo associativo e solidário, através de mídias digitais livres, possibilitam a formação de agentes culturais comunitários, geradores de ações cidadãs e participativas, para que estes, instrumentalizados, favoreçam o desenvolvimento da postura crítica e emancipatória na produção e distribuição de produtos artísticos oriundos da cultura popular, gerando empoderamento e renda. Uma Pajelança parte da articulação das comunidades para escolha de quem sediará o encontro, de como cada uma das outras comunidades colaborará na organização desse encontro e de quais os assuntos principais a serem abordados. Uma proposta que pode partir da comunidade que convida, fazendo face a um problema concreto ou pode partir de &amp;quot;ofertas&amp;quot;, conhecimentos de colaboradores da rede Mocambos, como amigos da rede que trabalham com a questão do geo-referenciamento, para a criação colaborativa de programas para vigilância das fronteiras e monitoramento de desmatamento e queimadas, produtores de vídeo e cinema que propõem oficinas de produção audiovisual, artistas que convidam à construção de intervenções comunitárias etc. A partir daí, cada comunidade entra num processo de seleção ou indicação dos participantes que serão enviados, encarregados de trazer de volta os conhecimentos, as discussões e as motivações para suas comunidades. São pessoas ativas naquela região, que carregam vários saberes e estórias, desde os rituais religiosos, seus cantos e preceitos, passando por conhecimento de técnicas de plantio e convívio com a natureza ou conhecimento do funcionamento das políticas locais. Podem ser convidados parceiros externos que ampliem e debatam esses conhecimentos. Durante as Pajelanças, todo o funcionamento do espaço é organizado e mantido coletivamente, sendo que os trabalhos de limpeza, cozinha e a própria programação são dinâmicas incluídas na experiência de troca. As crianças, respeitando seus limites e vontades, estão sempre envolvidas no encontro. Ao longo do(s) dia(s) e da(s) noite(s), o estudo e/ou a construção de equipamentos, a criação de programas de tv ou rádio, a gravação de músicas, ou o que for o objetivo principal do encontro, são intercalados com discussões e práticas propostas ou criadas pela(o)s participantes com função de trocar conhecimentos, renovar energias, integrar ações, decidir ações futuras e cuidar bem das pessoas. As Pajelanças, em geral, acontecem em comunidades quilombolas que estão se preparando para atuar como NFC da Rede Mocambos. Os NFC são comunidades mais estruturadas que assumem o papel de multiplicadores e centros de referências regionais. São centros de trabalho e estudo de tipo associativo e solidário para formação e replicação de conhecimentos discutidos e abordados na Rede Mocambos, gestados e amadurecidos nas Pajelanças Quilombólicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de auto-reconhecimento e auto-conscientização que as comunidades vivenciam durante a Pajelança leva-as a terem um olhar mais atento à sua sabedoria e criatividade. A preservação ambiental dos quilombos é uma necessidade. A questão de como melhorar a qualidade de vida e gerar renda sem perder a riqueza que já se tem é uma questão central dos trabalhos da Pajelança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Pajelanças Quilombólicas foram a base para o crescimento coletivo e as intervenções da Rede Mocambos. A Rede Mocambos alcançou os seguintes resultados: -Articulou e cogeriu a instalação de conexão a internet e telecentros. Foram assinados dois termos de cooperação com o governo federal, por meio dos quais, quase 200 comunidades quilombolas, aldeias indígenas, caiçaras e associações culturais, podem já contar com acesso a internet e telecentros; -Abriu canais de discussão com o governo para um processo de criação compartiçlhada de políticas públicas. A Rede Mocambos facilitou a participação dos gestores públicos nas Pajelanças Quilombolicas, possibilitando uma troca direta entre governo e sociedade civil; -Recuperou, reciclou e reutilizou centenas de computadores e equipamentos informáticos. A Rede Mocambos possibilitou a instalação de telecentros e laboratórios em comunidades fora do alcance dos programas de inclusão digital; -Otimizou o uso e a gestão dos recursos públicos. As instituições publicas conseguiram apoio da Rede Mocambos na execução de programas sociais para envolver as comunidades, entregar equipamentos, remanejar, solucionar problemas etc; -Pesquisou e realizou coletivamente geradores de energias sustentáveis. O primeiro foi um gerador de eletricidade movidos a água e construído a partir de material reciclado. Realizado coletivamente numa Pajelança Quilombólica com a participação de comunidades quilombolas da Bahia, de Pernambuco e São Paulo. O gerador foi instalado no Vale do Ribeira, com os conhecimentos das comunidades locais que o mantém funcionando, e alimenta um conjunto de 10 casas; -Resgatou, gravou e divulgou tradições e manifestações culturais locais, capacitando, durante o processo, as pessoas envolvidas. Centenas de pessoas foram capacitadas ao longo das várias Pajelanças, diretamente e indiretamente. Foram produzidos centenas de audiovisuais disponíveis em arquivos livremente acessíveis pela Internet, em DVDs, ou publicações em papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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# E' de Lei&lt;br /&gt;
# Rede Mocambos&lt;br /&gt;
# ....&lt;br /&gt;
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{| class=&amp;quot;wikitable sortable&amp;quot;&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
| Vince || Campinas || vinc....&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TC || Campinas || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fatima || Itu || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fotos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Notas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos ==&lt;br /&gt;
* E' de Lei&lt;br /&gt;
* Rede Mocambos&lt;br /&gt;
* ....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# E' de Lei&lt;br /&gt;
# Rede Mocambos&lt;br /&gt;
# ....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable sortable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome !! Endereço !! Contato&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Vince || Campinas || vinc....&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TC || Campinas || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fatima || Itu || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
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! Texto do cabeçalho&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
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{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Texto do cabeçalho !! Texto do cabeçalho !! Texto do cabeçalho&lt;br /&gt;
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| Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
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| Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
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| Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fotos ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T03:17:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Dados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo&lt;br /&gt;
os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco''' 001 - Banco do Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência''' 1844-9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T03:16:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Aderência ao decreto 6170/07 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo&lt;br /&gt;
os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antônio Carlos dos Santos Silva, RG 11.426.867-8, CPF 721.507.428-53 declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T03:12:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Plano de sustentabilidade */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo&lt;br /&gt;
os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T03:10:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Objetivos Específicos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de &lt;br /&gt;
suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, &lt;br /&gt;
produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da &lt;br /&gt;
história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, &lt;br /&gt;
indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento &lt;br /&gt;
local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que &lt;br /&gt;
vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas&lt;br /&gt;
comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  &lt;br /&gt;
deste  projeto as  comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
              O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
       Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
      Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
  A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T03:05:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Plano de sustentabilidade */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  deste  projeto as  comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos e desenvolvendo novas práticas de cooperação e solidariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo os métodos que expressam variáveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
              O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
       Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
      Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos e Pedagogia conta com profissionais  com  larga experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombólicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
  A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte</id>
		<title>Natureza e Arte</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte"/>
				<updated>2012-06-30T14:28:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= PROJETO NATUREZA E ARTE =&lt;br /&gt;
'''NÚCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DO JARDIM BOTÂNICO'''- NPDJB-IAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Justificativa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Agronômico de Campinas- IAC, fundado em 1.887 por D. Pedro II, é uma instituição centenária dedicada à pesquisa agrícola. Possui um Jardim Botânico enquadrado pela Comissão Nacional de Jardins&lt;br /&gt;
Botânicos (publicado em Diário Oficial de 28 de abril de 2010) na categoria B, mesma categoria do&lt;br /&gt;
Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nele há coleções de&lt;br /&gt;
espécies vegetais de importância econômica e ecológica, que compreende principalmente coleções de espécies arbóreas e palmeiras,muito raras,&lt;br /&gt;
constituindo um dos maiores acervos de recursos genéticos do país. As coleções de árvores, com&lt;br /&gt;
entre 4000 e 5000 espécies,patrimônio genético para pesquisa e preservação de&lt;br /&gt;
valor inestimável. &lt;br /&gt;
O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do IAC - NPDJB-IAC, tem como missão criar as condições exigidas para o estabelecimento de um jardim botânico, tais como: cultivo e manutenção das coleções destinadas a&lt;br /&gt;
pesquisa e preservação; herbário; biblioteca e infra-estrutura adequada ao atendimento dos servidores e visitantes. Dentre outras atividades, o NPDJB mantém viveiros de produção de mudas&lt;br /&gt;
de espécies raras e desconhecidas, pesquisas sobre cultivo e possibilidades de utilização das&lt;br /&gt;
espécies de bambu, projetos de educação ambiental, pesquisas com fitoterápicos. Neste ambiente,&lt;br /&gt;
identificamos um potencial de fortalecimento destas atividades através do estabelecimento de novas&lt;br /&gt;
formas de relacionamento com outras instituições atuantes em Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
Já mantemos um relacionamento promissor com algumas importantes instituições com histórico e&lt;br /&gt;
qualificação reconhecidos, com as quais o fortalecimento das ações acima citadas seria desejável e&lt;br /&gt;
facilmente implementado, a saber: Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico-IAC; Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos - www.mocambos.net; Centro&lt;br /&gt;
de Convivência e Cooperativa Toninha; Casa das Oficinas; Centro de Educação Profissional de Campinas &amp;quot;Prefeito Antonio da Costa Santos&amp;quot; - Ceprocamp; PROjeto GENte Nova (Progen); RUMO-Educação para a Cidadania- www.gruporumo.org; Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira; Instituto das Artes Luana Lopes - www.luanalopes.com.br.;Ecomercado Avis rara&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo Geral ===&lt;br /&gt;
Implementar ações de impacto social e ambiental, incluindo geração de renda, a partir das atividades&lt;br /&gt;
desenvolvidas pelo NPDJB em parceria com as instituições participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivos específicos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Formar coleções de espécies vegetais, principalmente arbóreas, em escolas e instituições&lt;br /&gt;
públicas e privadas, no caso destas últimas, mediante contrapartida;&lt;br /&gt;
*Desenvolver mão de obra especializada nas áreas de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-coleta e beneficiamento de sementes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-produção de mudas de espécies raras e desconhecidas para difusão e preservação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-formação e manutenção de jardins;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pesquisar materiais buscando a identificação e determinação do npotencial de diversos elementos de origens vegetais (tais como frutos, sementes, madeiras e bambus) e suas aplicações práticas para utilização em marcenaria,artesanato e arte,especialmente&lt;br /&gt;
criação e construção de instrumentos musicais. Nesse ítem, como desdobramento, pretende-se estimular a formação de grupos musicais utilizando os instrumentos produzidos;&lt;br /&gt;
*Desenvolver linha de produtos usando matéria prima vegetal própria com a marca “IAC/Jardim&lt;br /&gt;
Botânico”;&lt;br /&gt;
*Selecionar e cultivar as espécies para emprego nas atividades propostas;&lt;br /&gt;
*Produzir e comercializar brindes em loja própria do IAC/Jardim Botânico e em redes parceiras;&lt;br /&gt;
*Formar monitores para visitas às instalações do IAC/Jardim Botânico;&lt;br /&gt;
*Desenvolver atividades educacionais;&lt;br /&gt;
*Sistematizar e publicar materiais de divulgação científica, educativa e popular a partir dos&lt;br /&gt;
resultados obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Público alvo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comunidade do entorno da instituição;&lt;br /&gt;
*Jovens e adultos interessados em inserção no mercado de trabalho nestas áreas de produção;&lt;br /&gt;
*Grupos sociais caracterizados como em risco ou vulneráveis social, econômica e ambientalmente;&lt;br /&gt;
*Comunidade em geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia ==&lt;br /&gt;
Recursos Necessários&lt;br /&gt;
Existentes na Instituição:&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Educação Ambiental&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Agricultura e Pesquisa&lt;br /&gt;
* Terreno para cultivo&lt;br /&gt;
* Oficina de Marcenaria&lt;br /&gt;
* Coleções de espécies vegetais: matéria prima ( sementes, frutos, madeiras e outros)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais nas áreas específicas:&lt;br /&gt;
* Marcenaria&lt;br /&gt;
* Jardinagem&lt;br /&gt;
* Artesanato e criação artística&lt;br /&gt;
* Educação, Comunicação e TI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação&lt;br /&gt;
Transporte&lt;br /&gt;
Material didático&lt;br /&gt;
Ferramentas e&lt;br /&gt;
Insumos diversos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas - NPDJB-IAC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NPDJB-IAC desenvolve atividades de produção de mudas;implantação de coleções de espécies vegetais;paisagismo e jardinagem;jardim sensorial;recepção de visitas monitoradas em todos os níveis de faixa etária; formação de monitores. Cabe destacar o projeto &amp;quot;Jardim Botânico - IAC vai à escola&amp;quot;, que vem sendo desenvolvido principalmente na escola pública estadual Professor Newton Silva Teles, Vila Costa e Silva, Campinas, e que faz parte da Rede Brasileira de Jardins Botânicos.&lt;br /&gt;
As atividades acima citadas, poderão ser estendidas e incrementadas dentro do Projeto Natureza e Arte e em conjunto com as instituições parceiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cecco Toninha ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Centro de Convivência e Cooperativa Toninha (CCCT), no bojo da parceria com o Núcleo de &lt;br /&gt;
Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas para a &lt;br /&gt;
realização do Projeto Natureza e Arte, propõe-se a desenvolver inicialmente duas ações, &lt;br /&gt;
a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Composição de grupo de voluntários ligado ao CCCT para desenvolver atividades de cultivo &lt;br /&gt;
e manutenção de mudas e cuidado de plantas na Fazenda Santa Elisa, onde se encontra o  &lt;br /&gt;
Jardim Botânico -IAC; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.Produzir na sede do CCCT, em oficinas com frequentadores do CCCT da comunidade local, &lt;br /&gt;
bijuterias e utensílios domésticos artesanais com insumos vegetais fornecidos pelo NPD Jd &lt;br /&gt;
Botânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estas ações, que se inserem na lógica e objetivos do Projeto Natureza e Arte, o CCCT &lt;br /&gt;
poderá incluir novas atividades, com a ampliação de nossas próprias ações na comunidade &lt;br /&gt;
e com o maior conhecimento de nossos frequentadores sobre esta parceria que hora iniciamos, &lt;br /&gt;
já que em diversas de destas nossas ações cotidianas os objetivos são convergentes com os &lt;br /&gt;
do projeto, o que, portanto, permite uma progressiva aproximação de outros grupos presentes &lt;br /&gt;
em nossa rotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Progen ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progen desenvolve atividades de caráter socioeducativo, atendendo 630 crianças e adolescentes de 6 a 24 anos e suas famílias, 300 idosos e 340 famílias em situação de vulnerabilidade social em duas unidades situadas na Região Noroeste da Cidade de Campinas, unidades Castelo Branco e Satélite Iris I. A proposta socioeducativa visa propiciar às crianças e adolescentes, idosos e seus familiares condições para desenvolvimento de uma cidadania consciente e atuante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Rumo-Educação para a Cidadania ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rumo tem como missão oferecer às crianças e suas famílias, vivências significativas,valorizando seu conhecimento individual, contribuindo para a formação de sua cidadania, assim como atividades voltadas ao aprimoramento de sua educação global. Com isso pretende-se proporcionar o resgate de valores e atitudes coletivas perante às pessoas e o ambiente que as cercam. Tem um quadro técnico composto por pedagogas, assistentes sociais, um arquiteto e urbanista, e outros voluntários com diferentes formações. Dentre as ações que desenvolvemos podemos contribuir no que diz respeito a uma Educação para o Ambiente (problematizações, jogos; pesquisa-ação); Jogos Cooperativos e Oficinas de Planejamento Participativo, tendo como ferramenta o DRP - Diagnóstico Rápido Participativo. Esse tem sua origem em projetos de extensão rural, cujos objetivos são de recuperar uma concepção holística do manejo dos recursos naturais renováveis. Tais experiências tiveram êxito em países das Américas Central e Latina no final da década de 80 e início da década de 90. &lt;br /&gt;
Tal metodologia aposta no que as pessoas sentem, desejam e pensam a respeito do que se queira abordar, podendo ser utilizado em qualquer tipo de projeto que venha a ser pensado coletivamente, garantindo palavra e peso no processo de tomada de decisões. 	A utilização do DRP na comunidade contribui para que a participação dos sujeitos seja valorizada e por conseqüência respeitada, pois a partir da valorização do modo de vida das pessoas é que  conseguiremos alcançar o equilíbrio desejado, intensificando a proposição de projetos educacionais que destaquem a cooperação e coletividade, e que ainda darão suporte para o fortalecimento e desenvolvimento comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Secretaria Municipal de Educação / Ceprocamp ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da secretaria faremos uso dos equipamentos, materiais e assessoria técnica para elaboração de subprojetos que visem o desenvolvimento da consciência ecológica na população de Campinas, em especial nos cidadãos envolvidos nos programas educacionais formais (ensino infantil e fundamental) e nos de inclusão, FUMEC e Qualificação Profissional.&lt;br /&gt;
Em contrapartida, a Secretaria de Educação de Campinas (SME) dará apoio pedagógico e de recursos humanos, no que competir na elaboração e implementação de propostas de caráter educacional.&lt;br /&gt;
Algumas propostas de trabalho já viáveis:&lt;br /&gt;
Cursos de qualificação profissional de artesanato utilizando materiais naturais.&lt;br /&gt;
Qualificação profissional de jardineiros e paisagistas.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos técnicos em segurança do trabalho. Elaboração de projetos para segurança ergonômica e riscos a saúde do jardim botânico quando aberto ao publico.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos de técnico em meio ambiente. Elaboração de  projetos de viabilidade sanitária (banheiros ecológicos) e reuso de água.&lt;br /&gt;
Ampliação às escolas e centros infantis da prefeitura do projeto Arboreto na Escola do Jardim Botânico.&lt;br /&gt;
Esses e outras propostas semelhantes podem ser inseridos ou modificados de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no projeto Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Tainã que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP.&lt;br /&gt;
Sua missão é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade.&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã apresenta-se, hoje, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, sendo reconhecida como a única referencia cultural numa região onde se registram todos os tipos de carências, resultantes da falta de políticas sociais que assegurem a sobrevivência e a qualidade de vida de crianças e jovens. Ela atende hoje em média 450 crianças e adolescentes/mês e 1.350 pessoas indiretamente através de atividades, oficinas e shows realizados fora da entidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além deste projeto, a Casa de Cultura Tainã tem mais quatro áreas:&lt;br /&gt;
* Rede Mocambos - Rede de Comunicação Social com comunidades quilombolas  em 18 Estados&lt;br /&gt;
* Fábrica de Música - Estúdio Multimídia&lt;br /&gt;
* Lidas e Letras - Biblioteca&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás - Plantio de Baobás e Georreferenciamentos das comunidades quilombolas que fazem parte da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
* Projeto Orquestra Tambores de Aço &lt;br /&gt;
* Telecentro Dona Nina - Programa Telecentros.Br&lt;br /&gt;
* Laboratório de Tecnologia Digital&lt;br /&gt;
* Centro de Convivência e Cooperativa Toninha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tecnologias Sociais ====&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Tenda_natureza.png|300px|thumb|right|Tenda dos Saberes na Casa de Cultura Tainã]] Das ações desenvolvidas pela Casa de Cultura Tainã e a Rede Mocambos queremos destacar algumas que consideramos de maior relevância: A construção da Tenda dos Saberes, reuniu estudos e pesquisas sobre estruturas em bambu para construção de casas e instalações arquitetônicas. Numa ação direta da integração com o Projeto &amp;quot; Natureza e arte&amp;quot; pudemos, em em curto espaço de tempo e contando com todo suporte técnico, reservas de bambu e orientação dos parceiros do Instituto Agronômico de Campinas, realizar uma das iniciativa mais importantes e expressivas no sentido de fundamentar conhecimentos e saberes ancestrais e populares como elemento fundamental ao desenvolvimento sustentável e a valorização desses saberes.  No momento onde estamos investindo na pesquisa com o bambu como uma alternativa de desenvolvimento sustentável, é sancionada pela presidenta Dilma Rousseff   o projeto de lei que institui a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu – a Lei do Bambu.&lt;br /&gt;
O bambu tem inúmeras utilidades, podendo ser usado na construção de móveis, de benfeitorias e dependências de uso rural, na fabricação de utensílios domésticos e de decoração. Sua fibra é utilizada, ainda, para a confecção de tecidos. Na construção civil, o bambu pode ser utilizado de várias formas, como escoramento em obras e acabamento. Sua utilização de forma generalizada no campo, contribui para a redução da pressão sobre as matas nativas. O bambu é utilizado, ainda, para a reparação de áreas degradadas e como protetor de nascentes e mananciais de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira ===&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:FazendaRoseiraRoda.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Instituto das Artes Luana Lopes === &lt;br /&gt;
Endereço: [http://www.luanalopes.com.br www.luanalopes.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto das Artes Luana Lopes(IALL), localizado no distrito de Sousas, desenvolve atividades na área artística nas modalidades: DANÇA, MÚSICA, ARTES PLÁSTICAS, ARTES CÊNICAS E CIRCENSES. Há 15 anos vem representando a comunidade em diversos eventos no país, inclusive com o grupo folclórico italiano de Campinas em parceria com a Società Lavoro e Progresso e Casa di Italia. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O IALL atua no desenvolvimento de habilidades artísticas desde a primeira infância até a melhor idade e também na capacitação de profissionais deste campo.&lt;br /&gt;
Junto à comunidade desenvolve projetos sociais como o &amp;quot;Bellarts&amp;quot;, que oferece bolsas de estudo para alunos carentes da região, e o Grupo de Dança da Melhor Idade, no qual jovens maiores de 60 anos frequentam aulas semanais de dança gratuitamente e se apresentam  em eventos regionais.&lt;br /&gt;
Em parceria com o movimento Natureza e Arte, o instituto se propõe a oferecer:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Espaço físico para realização de cursos, workshops e exposições relacionadas ao propósito deste movimento&lt;br /&gt;
* Cursos de natureza artística com profissionais qualificados&lt;br /&gt;
* Apresentações diversas em eventos&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Outras propostas poderão ser inseridas de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Agenda ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto fizemos uma visita monitorada à fazenda Santa Elisa e à sede do IAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto, também realizamos o Pré-lançamento do Movimento Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro fizemos uma oficina de utilização deste wiki para inclusão de novos parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos também uma reunião na EE Rosina Frazatto dos Santos, no Jardim Satélite Iris I, para apresentar o projeto e articular um coletivo na área para pensar uma ação na área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Apresentação do projeto pelo Chico (NPDJB – IAC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Desafios na área: falta de conhecimento sobre o grau de contaminação da área e as possibilidades técnicas de descontaminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Estratégias de mobilização via Intersetorial Micro II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Programada  - Visita do coletivo do projeto do satélite iris à Sede do Instituto Agronômico de Campinas, na Av Barão de Itapura, Dia 19 de outubro, com presença do Progen, da EE Rosina Frazatto dos Santos, CRAS Satélite e Instituto Bosch (e outros possíveis participantes do projeto no Sat. Iris I.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Arborização Especial nas Escolas, Instituições e Áreas Públicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Extensões do Jardim Botânico, coleções de espécies raras, planejadas com rigor técnico, constituindo arboretos com matrizes para a produção de sementes e elementos que possam ser utilizados em atividades do projeto, tais como: construção de instrumentos musicais, artesanato e arte, utilizando sementes, frutos, bambus e madeiras obtidos através de manejo adequado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sementes serão empregadas na produção de mudas para expansão desses arboretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aspecto essencial desses arboretos é reaproximar as pessoas da natureza, principalmente nas escolas, onde o desenvolvimento dos alunos ocorrerá simultaneamente ao das árvores cultivadas, criando a oportunidade para que conheçam as particularidades de cada espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ação vem sendo praticada há vários anos em escolas e entidades no município, tais como: o arboreto do Coral Pio XI, que foi utilizado em parceria pelo Colégio Parthenon; o arboreto iniciado na EE Newton Silva Teles; o arboreto já constituído na Escola Salesiana São José, o arboreto do Serviço de Saúde Cândido Ferreira e nos canteiros da Avenida Antonio Carlos Couto de Barros,no distrito de Sousas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Tainã / Rede Mocambos  - Desenvolvimento de Tecnologias Sociais'''&lt;br /&gt;
Parceria no desenvolvimento do Projeto de Bio Construção na Casa de Cultura Tainã - Rota dos Baobás / Tenda dos Saberes - obra iniciada em junho de 2011, com a retirada e tratamento dos bambus cedidos pelo Instituto Agronômico de Campinas / Projeto Natureza e Arte. ver link: https://picasaweb.google.com/tctamboryo/TendaDosSaberesUmSonhoConstruidoColetivamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte</id>
		<title>Natureza e Arte</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte"/>
				<updated>2012-06-30T14:28:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= PROJETO NATUREZA E ARTE =&lt;br /&gt;
'''NÚCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DO JARDIM BOTÂNICO'''- NPDJB-IAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Justificativa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Agronômico de Campinas- IAC, fundado em 1.887 por D. Pedro II, é uma instituição centenária dedicada à pesquisa agrícola. Possui um Jardim Botânico enquadrado pela Comissão Nacional de Jardins&lt;br /&gt;
Botânicos (publicado em Diário Oficial de 28 de abril de 2010) na categoria B, mesma categoria do&lt;br /&gt;
Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nele há coleções de&lt;br /&gt;
espécies vegetais de importância econômica e ecológica, que compreende principalmente coleções de espécies arbóreas e palmeiras,muito raras,&lt;br /&gt;
constituindo um dos maiores acervos de recursos genéticos do país. As coleções de árvores, com&lt;br /&gt;
entre 4000 e 5000 espécies,patrimônio genético para pesquisa e preservação de&lt;br /&gt;
valor inestimável. &lt;br /&gt;
O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do IAC - NPDJB-IAC, tem como missão criar as condições exigidas para o estabelecimento de um jardim botânico, tais como: cultivo e manutenção das coleções destinadas a&lt;br /&gt;
pesquisa e preservação; herbário; biblioteca e infra-estrutura adequada ao atendimento dos servidores e visitantes. Dentre outras atividades, o NPDJB mantém viveiros de produção de mudas&lt;br /&gt;
de espécies raras e desconhecidas, pesquisas sobre cultivo e possibilidades de utilização das&lt;br /&gt;
espécies de bambu, projetos de educação ambiental, pesquisas com fitoterápicos. Neste ambiente,&lt;br /&gt;
identificamos um potencial de fortalecimento destas atividades através do estabelecimento de novas&lt;br /&gt;
formas de relacionamento com outras instituições atuantes em Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
Já mantemos um relacionamento promissor com algumas importantes instituições com histórico e&lt;br /&gt;
qualificação reconhecidos, com as quais o fortalecimento das ações acima citadas seria desejável e&lt;br /&gt;
facilmente implementado, a saber: Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico-IAC; Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos - www.mocambos.net; Centro&lt;br /&gt;
de Convivência e Cooperativa Toninha; Casa das Oficinas; Centro de Educação Profissional de Campinas &amp;quot;Prefeito Antonio da Costa Santos&amp;quot; - Ceprocamp; PROjeto GENte Nova (Progen); RUMO-Educação para a Cidadania- www.gruporumo.org; Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira; Instituto das Artes Luana Lopes - www.luanalopes.com.br.;Ecomercado Avis rara&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo Geral ===&lt;br /&gt;
Implementar ações de impacto social e ambiental, incluindo geração de renda, a partir das atividades&lt;br /&gt;
desenvolvidas pelo NPDJB em parceria com as instituições participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivos específicos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Formar coleções de espécies vegetais, principalmente arbóreas, em escolas e instituições&lt;br /&gt;
públicas e privadas, no caso destas últimas, mediante contrapartida;&lt;br /&gt;
*Desenvolver mão de obra especializada nas áreas de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-coleta e beneficiamento de sementes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-produção de mudas de espécies raras e desconhecidas para difusão e preservação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-formação e manutenção de jardins;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pesquisar materiais buscando a identificação e determinação do npotencial de diversos elementos de origens vegetais (tais como frutos, sementes, madeiras e bambus) e suas aplicações práticas para utilização em marcenaria,artesanato e arte,especialmente&lt;br /&gt;
criação e construção de instrumentos musicais. Nesse ítem, como desdobramento, pretende-se estimular a formação de grupos musicais utilizando os instrumentos produzidos;&lt;br /&gt;
*Desenvolver linha de produtos usando matéria prima vegetal própria com a marca “IAC/Jardim&lt;br /&gt;
Botânico”;&lt;br /&gt;
*Selecionar e cultivar as espécies para emprego nas atividades propostas;&lt;br /&gt;
*Produzir e comercializar brindes em loja própria do IAC/Jardim Botânico e em redes parceiras;&lt;br /&gt;
*Formar monitores para visitas às instalações do IAC/Jardim Botânico;&lt;br /&gt;
*Desenvolver atividades educacionais;&lt;br /&gt;
*Sistematizar e publicar materiais de divulgação científica, educativa e popular a partir dos&lt;br /&gt;
resultados obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Público alvo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comunidade do entorno da instituição;&lt;br /&gt;
*Jovens e adultos interessados em inserção no mercado de trabalho nestas áreas de produção;&lt;br /&gt;
*Grupos sociais caracterizados como em risco ou vulneráveis social, econômica e ambientalmente;&lt;br /&gt;
*Comunidade em geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia ==&lt;br /&gt;
Recursos Necessários&lt;br /&gt;
Existentes na Instituição:&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Educação Ambiental&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Agricultura e Pesquisa&lt;br /&gt;
* Terreno para cultivo&lt;br /&gt;
* Oficina de Marcenaria&lt;br /&gt;
* Coleções de espécies vegetais: matéria prima ( sementes, frutos, madeiras e outros)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais nas áreas específicas:&lt;br /&gt;
* Marcenaria&lt;br /&gt;
* Jardinagem&lt;br /&gt;
* Artesanato e criação artística&lt;br /&gt;
* Educação, Comunicação e TI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação&lt;br /&gt;
Transporte&lt;br /&gt;
Material didático&lt;br /&gt;
Ferramentas e&lt;br /&gt;
Insumos diversos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas - NPDJB-IAC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NPDJB-IAC desenvolve atividades de produção de mudas;implantação de coleções de espécies vegetais;paisagismo e jardinagem;jardim sensorial;recepção de visitas monitoradas em todos os níveis de faixa etária; formação de monitores. Cabe destacar o projeto &amp;quot;Jardim Botânico - IAC vai à escola&amp;quot;, que vem sendo desenvolvido principalmente na escola pública estadual Professor Newton Silva Teles, Vila Costa e Silva, Campinas, e que faz parte da Rede Brasileira de Jardins Botânicos.&lt;br /&gt;
As atividades acima citadas, poderão ser estendidas e incrementadas dentro do Projeto Natureza e Arte e em conjunto com as instituições parceiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cecco Toninha ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Centro de Convivência e Cooperativa Toninha (CCCT), no bojo da parceria com o Núcleo de &lt;br /&gt;
Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas para a &lt;br /&gt;
realização do Projeto Natureza e Arte, propõe-se a desenvolver inicialmente duas ações, &lt;br /&gt;
a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Composição de grupo de voluntários ligado ao CCCT para desenvolver atividades de cultivo &lt;br /&gt;
e manutenção de mudas e cuidado de plantas na Fazenda Santa Elisa, onde se encontra o  &lt;br /&gt;
Jardim Botânico -IAC; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.Produzir na sede do CCCT, em oficinas com frequentadores do CCCT da comunidade local, &lt;br /&gt;
bijuterias e utensílios domésticos artesanais com insumos vegetais fornecidos pelo NPD Jd &lt;br /&gt;
Botânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estas ações, que se inserem na lógica e objetivos do Projeto Natureza e Arte, o CCCT &lt;br /&gt;
poderá incluir novas atividades, com a ampliação de nossas próprias ações na comunidade &lt;br /&gt;
e com o maior conhecimento de nossos frequentadores sobre esta parceria que hora iniciamos, &lt;br /&gt;
já que em diversas de destas nossas ações cotidianas os objetivos são convergentes com os &lt;br /&gt;
do projeto, o que, portanto, permite uma progressiva aproximação de outros grupos presentes &lt;br /&gt;
em nossa rotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Progen ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progen desenvolve atividades de caráter socioeducativo, atendendo 630 crianças e adolescentes de 6 a 24 anos e suas famílias, 300 idosos e 340 famílias em situação de vulnerabilidade social em duas unidades situadas na Região Noroeste da Cidade de Campinas, unidades Castelo Branco e Satélite Iris I. A proposta socioeducativa visa propiciar às crianças e adolescentes, idosos e seus familiares condições para desenvolvimento de uma cidadania consciente e atuante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Rumo-Educação para a Cidadania ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rumo tem como missão oferecer às crianças e suas famílias, vivências significativas,valorizando seu conhecimento individual, contribuindo para a formação de sua cidadania, assim como atividades voltadas ao aprimoramento de sua educação global. Com isso pretende-se proporcionar o resgate de valores e atitudes coletivas perante às pessoas e o ambiente que as cercam. Tem um quadro técnico composto por pedagogas, assistentes sociais, um arquiteto e urbanista, e outros voluntários com diferentes formações. Dentre as ações que desenvolvemos podemos contribuir no que diz respeito a uma Educação para o Ambiente (problematizações, jogos; pesquisa-ação); Jogos Cooperativos e Oficinas de Planejamento Participativo, tendo como ferramenta o DRP - Diagnóstico Rápido Participativo. Esse tem sua origem em projetos de extensão rural, cujos objetivos são de recuperar uma concepção holística do manejo dos recursos naturais renováveis. Tais experiências tiveram êxito em países das Américas Central e Latina no final da década de 80 e início da década de 90. &lt;br /&gt;
Tal metodologia aposta no que as pessoas sentem, desejam e pensam a respeito do que se queira abordar, podendo ser utilizado em qualquer tipo de projeto que venha a ser pensado coletivamente, garantindo palavra e peso no processo de tomada de decisões. 	A utilização do DRP na comunidade contribui para que a participação dos sujeitos seja valorizada e por conseqüência respeitada, pois a partir da valorização do modo de vida das pessoas é que  conseguiremos alcançar o equilíbrio desejado, intensificando a proposição de projetos educacionais que destaquem a cooperação e coletividade, e que ainda darão suporte para o fortalecimento e desenvolvimento comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Secretaria Municipal de Educação / Ceprocamp ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da secretaria faremos uso dos equipamentos, materiais e assessoria técnica para elaboração de subprojetos que visem o desenvolvimento da consciência ecológica na população de Campinas, em especial nos cidadãos envolvidos nos programas educacionais formais (ensino infantil e fundamental) e nos de inclusão, FUMEC e Qualificação Profissional.&lt;br /&gt;
Em contrapartida, a Secretaria de Educação de Campinas (SME) dará apoio pedagógico e de recursos humanos, no que competir na elaboração e implementação de propostas de caráter educacional.&lt;br /&gt;
Algumas propostas de trabalho já viáveis:&lt;br /&gt;
Cursos de qualificação profissional de artesanato utilizando materiais naturais.&lt;br /&gt;
Qualificação profissional de jardineiros e paisagistas.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos técnicos em segurança do trabalho. Elaboração de projetos para segurança ergonômica e riscos a saúde do jardim botânico quando aberto ao publico.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos de técnico em meio ambiente. Elaboração de  projetos de viabilidade sanitária (banheiros ecológicos) e reuso de água.&lt;br /&gt;
Ampliação às escolas e centros infantis da prefeitura do projeto Arboreto na Escola do Jardim Botânico.&lt;br /&gt;
Esses e outras propostas semelhantes podem ser inseridos ou modificados de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no projeto Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Tainã que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP.&lt;br /&gt;
Sua missão é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade.&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã apresenta-se, hoje, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, sendo reconhecida como a única referencia cultural numa região onde se registram todos os tipos de carências, resultantes da falta de políticas sociais que assegurem a sobrevivência e a qualidade de vida de crianças e jovens. Ela atende hoje em média 450 crianças e adolescentes/mês e 1.350 pessoas indiretamente através de atividades, oficinas e shows realizados fora da entidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além deste projeto, a Casa de Cultura Tainã tem mais quatro áreas:&lt;br /&gt;
* Rede Mocambos - Rede de Comunicação Social com comunidades quilombolas  em 18 Estados&lt;br /&gt;
* Fábrica de Música - Estúdio Multimídia&lt;br /&gt;
* Lidas e Letras - Biblioteca&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás - Plantio de Baobás e Georreferenciamentos das comunidades quilombolas que fazem parte da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
* Projeto Orquestra Tambores de Aço &lt;br /&gt;
* Telecentro Dona Nina - Programa Telecentros.Br&lt;br /&gt;
* Laboratório de Tecnologia Digital&lt;br /&gt;
* Centro de Convivência e Cooperativa Toninha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tecnologias Sociais ====&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Tenda_natureza.png|300px|thumb|right|Tenda dos Saberes na Casa de Cultura Tainã]] Das ações desenvolvidas pela Casa de Cultura Tainã e a Rede Mocambos queremos destacar algumas que consideramos de maior relevância: A construção da Tenda dos Saberes, reuniu estudos e pesquisas sobre estruturas em bambu para construção de casas e instalações arquitetônicas. Numa ação direta da integração com o Projeto &amp;quot; Natureza e arte&amp;quot; pudemos, em em curto espaço de tempo e contando com todo suporte técnico, reservas de bambu e orientação dos parceiros do Instituto Agronômico de Campinas, realizar uma das iniciativa mais importantes e expressivas no sentido de fundamentar conhecimentos e saberes ancestrais e populares como elemento fundamental ao desenvolvimento sustentável e a valorização desses saberes.  No momento onde estamos investindo na pesquisa com o bambu como uma alternativa de desenvolvimento sustentável, é sancionada pela presidenta Dilma Rousseff   o projeto de lei que institui a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu – a Lei do Bambu.&lt;br /&gt;
O bambu tem inúmeras utilidades, podendo ser usado na construção de móveis, de benfeitorias e dependências de uso rural, na fabricação de utensílios domésticos e de decoração. Sua fibra é utilizada, ainda, para a confecção de tecidos. Na construção civil, o bambu pode ser utilizado de várias formas, como escoramento em obras e acabamento. Sua utilização de forma generalizada no campo, contribui para a redução da pressão sobre as matas nativas. O bambu é utilizado, ainda, para a reparação de áreas degradadas e como protetor de nascentes e mananciais de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira ===&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:FazendaRoseiraRoda.jpg&lt;br /&gt;
Arquivo:Tenda_natureza.png&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Instituto das Artes Luana Lopes === &lt;br /&gt;
Endereço: [http://www.luanalopes.com.br www.luanalopes.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto das Artes Luana Lopes(IALL), localizado no distrito de Sousas, desenvolve atividades na área artística nas modalidades: DANÇA, MÚSICA, ARTES PLÁSTICAS, ARTES CÊNICAS E CIRCENSES. Há 15 anos vem representando a comunidade em diversos eventos no país, inclusive com o grupo folclórico italiano de Campinas em parceria com a Società Lavoro e Progresso e Casa di Italia. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O IALL atua no desenvolvimento de habilidades artísticas desde a primeira infância até a melhor idade e também na capacitação de profissionais deste campo.&lt;br /&gt;
Junto à comunidade desenvolve projetos sociais como o &amp;quot;Bellarts&amp;quot;, que oferece bolsas de estudo para alunos carentes da região, e o Grupo de Dança da Melhor Idade, no qual jovens maiores de 60 anos frequentam aulas semanais de dança gratuitamente e se apresentam  em eventos regionais.&lt;br /&gt;
Em parceria com o movimento Natureza e Arte, o instituto se propõe a oferecer:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Espaço físico para realização de cursos, workshops e exposições relacionadas ao propósito deste movimento&lt;br /&gt;
* Cursos de natureza artística com profissionais qualificados&lt;br /&gt;
* Apresentações diversas em eventos&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Outras propostas poderão ser inseridas de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Agenda ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto fizemos uma visita monitorada à fazenda Santa Elisa e à sede do IAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto, também realizamos o Pré-lançamento do Movimento Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro fizemos uma oficina de utilização deste wiki para inclusão de novos parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos também uma reunião na EE Rosina Frazatto dos Santos, no Jardim Satélite Iris I, para apresentar o projeto e articular um coletivo na área para pensar uma ação na área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Apresentação do projeto pelo Chico (NPDJB – IAC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Desafios na área: falta de conhecimento sobre o grau de contaminação da área e as possibilidades técnicas de descontaminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Estratégias de mobilização via Intersetorial Micro II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Programada  - Visita do coletivo do projeto do satélite iris à Sede do Instituto Agronômico de Campinas, na Av Barão de Itapura, Dia 19 de outubro, com presença do Progen, da EE Rosina Frazatto dos Santos, CRAS Satélite e Instituto Bosch (e outros possíveis participantes do projeto no Sat. Iris I.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Arborização Especial nas Escolas, Instituições e Áreas Públicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Extensões do Jardim Botânico, coleções de espécies raras, planejadas com rigor técnico, constituindo arboretos com matrizes para a produção de sementes e elementos que possam ser utilizados em atividades do projeto, tais como: construção de instrumentos musicais, artesanato e arte, utilizando sementes, frutos, bambus e madeiras obtidos através de manejo adequado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sementes serão empregadas na produção de mudas para expansão desses arboretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aspecto essencial desses arboretos é reaproximar as pessoas da natureza, principalmente nas escolas, onde o desenvolvimento dos alunos ocorrerá simultaneamente ao das árvores cultivadas, criando a oportunidade para que conheçam as particularidades de cada espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ação vem sendo praticada há vários anos em escolas e entidades no município, tais como: o arboreto do Coral Pio XI, que foi utilizado em parceria pelo Colégio Parthenon; o arboreto iniciado na EE Newton Silva Teles; o arboreto já constituído na Escola Salesiana São José, o arboreto do Serviço de Saúde Cândido Ferreira e nos canteiros da Avenida Antonio Carlos Couto de Barros,no distrito de Sousas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Tainã / Rede Mocambos  - Desenvolvimento de Tecnologias Sociais'''&lt;br /&gt;
Parceria no desenvolvimento do Projeto de Bio Construção na Casa de Cultura Tainã - Rota dos Baobás / Tenda dos Saberes - obra iniciada em junho de 2011, com a retirada e tratamento dos bambus cedidos pelo Instituto Agronômico de Campinas / Projeto Natureza e Arte. ver link: https://picasaweb.google.com/tctamboryo/TendaDosSaberesUmSonhoConstruidoColetivamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte</id>
		<title>Natureza e Arte</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte"/>
				<updated>2012-06-30T14:27:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Tecnologias Sociais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= PROJETO NATUREZA E ARTE =&lt;br /&gt;
'''NÚCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DO JARDIM BOTÂNICO'''- NPDJB-IAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Justificativa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Agronômico de Campinas- IAC, fundado em 1.887 por D. Pedro II, é uma instituição centenária dedicada à pesquisa agrícola. Possui um Jardim Botânico enquadrado pela Comissão Nacional de Jardins&lt;br /&gt;
Botânicos (publicado em Diário Oficial de 28 de abril de 2010) na categoria B, mesma categoria do&lt;br /&gt;
Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nele há coleções de&lt;br /&gt;
espécies vegetais de importância econômica e ecológica, que compreende principalmente coleções de espécies arbóreas e palmeiras,muito raras,&lt;br /&gt;
constituindo um dos maiores acervos de recursos genéticos do país. As coleções de árvores, com&lt;br /&gt;
entre 4000 e 5000 espécies,patrimônio genético para pesquisa e preservação de&lt;br /&gt;
valor inestimável. &lt;br /&gt;
O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do IAC - NPDJB-IAC, tem como missão criar as condições exigidas para o estabelecimento de um jardim botânico, tais como: cultivo e manutenção das coleções destinadas a&lt;br /&gt;
pesquisa e preservação; herbário; biblioteca e infra-estrutura adequada ao atendimento dos servidores e visitantes. Dentre outras atividades, o NPDJB mantém viveiros de produção de mudas&lt;br /&gt;
de espécies raras e desconhecidas, pesquisas sobre cultivo e possibilidades de utilização das&lt;br /&gt;
espécies de bambu, projetos de educação ambiental, pesquisas com fitoterápicos. Neste ambiente,&lt;br /&gt;
identificamos um potencial de fortalecimento destas atividades através do estabelecimento de novas&lt;br /&gt;
formas de relacionamento com outras instituições atuantes em Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
Já mantemos um relacionamento promissor com algumas importantes instituições com histórico e&lt;br /&gt;
qualificação reconhecidos, com as quais o fortalecimento das ações acima citadas seria desejável e&lt;br /&gt;
facilmente implementado, a saber: Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico-IAC; Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos - www.mocambos.net; Centro&lt;br /&gt;
de Convivência e Cooperativa Toninha; Casa das Oficinas; Centro de Educação Profissional de Campinas &amp;quot;Prefeito Antonio da Costa Santos&amp;quot; - Ceprocamp; PROjeto GENte Nova (Progen); RUMO-Educação para a Cidadania- www.gruporumo.org; Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira; Instituto das Artes Luana Lopes - www.luanalopes.com.br.;Ecomercado Avis rara&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo Geral ===&lt;br /&gt;
Implementar ações de impacto social e ambiental, incluindo geração de renda, a partir das atividades&lt;br /&gt;
desenvolvidas pelo NPDJB em parceria com as instituições participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivos específicos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Formar coleções de espécies vegetais, principalmente arbóreas, em escolas e instituições&lt;br /&gt;
públicas e privadas, no caso destas últimas, mediante contrapartida;&lt;br /&gt;
*Desenvolver mão de obra especializada nas áreas de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-coleta e beneficiamento de sementes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-produção de mudas de espécies raras e desconhecidas para difusão e preservação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-formação e manutenção de jardins;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pesquisar materiais buscando a identificação e determinação do npotencial de diversos elementos de origens vegetais (tais como frutos, sementes, madeiras e bambus) e suas aplicações práticas para utilização em marcenaria,artesanato e arte,especialmente&lt;br /&gt;
criação e construção de instrumentos musicais. Nesse ítem, como desdobramento, pretende-se estimular a formação de grupos musicais utilizando os instrumentos produzidos;&lt;br /&gt;
*Desenvolver linha de produtos usando matéria prima vegetal própria com a marca “IAC/Jardim&lt;br /&gt;
Botânico”;&lt;br /&gt;
*Selecionar e cultivar as espécies para emprego nas atividades propostas;&lt;br /&gt;
*Produzir e comercializar brindes em loja própria do IAC/Jardim Botânico e em redes parceiras;&lt;br /&gt;
*Formar monitores para visitas às instalações do IAC/Jardim Botânico;&lt;br /&gt;
*Desenvolver atividades educacionais;&lt;br /&gt;
*Sistematizar e publicar materiais de divulgação científica, educativa e popular a partir dos&lt;br /&gt;
resultados obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Público alvo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comunidade do entorno da instituição;&lt;br /&gt;
*Jovens e adultos interessados em inserção no mercado de trabalho nestas áreas de produção;&lt;br /&gt;
*Grupos sociais caracterizados como em risco ou vulneráveis social, econômica e ambientalmente;&lt;br /&gt;
*Comunidade em geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia ==&lt;br /&gt;
Recursos Necessários&lt;br /&gt;
Existentes na Instituição:&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Educação Ambiental&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Agricultura e Pesquisa&lt;br /&gt;
* Terreno para cultivo&lt;br /&gt;
* Oficina de Marcenaria&lt;br /&gt;
* Coleções de espécies vegetais: matéria prima ( sementes, frutos, madeiras e outros)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais nas áreas específicas:&lt;br /&gt;
* Marcenaria&lt;br /&gt;
* Jardinagem&lt;br /&gt;
* Artesanato e criação artística&lt;br /&gt;
* Educação, Comunicação e TI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação&lt;br /&gt;
Transporte&lt;br /&gt;
Material didático&lt;br /&gt;
Ferramentas e&lt;br /&gt;
Insumos diversos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas - NPDJB-IAC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NPDJB-IAC desenvolve atividades de produção de mudas;implantação de coleções de espécies vegetais;paisagismo e jardinagem;jardim sensorial;recepção de visitas monitoradas em todos os níveis de faixa etária; formação de monitores. Cabe destacar o projeto &amp;quot;Jardim Botânico - IAC vai à escola&amp;quot;, que vem sendo desenvolvido principalmente na escola pública estadual Professor Newton Silva Teles, Vila Costa e Silva, Campinas, e que faz parte da Rede Brasileira de Jardins Botânicos.&lt;br /&gt;
As atividades acima citadas, poderão ser estendidas e incrementadas dentro do Projeto Natureza e Arte e em conjunto com as instituições parceiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cecco Toninha ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Centro de Convivência e Cooperativa Toninha (CCCT), no bojo da parceria com o Núcleo de &lt;br /&gt;
Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas para a &lt;br /&gt;
realização do Projeto Natureza e Arte, propõe-se a desenvolver inicialmente duas ações, &lt;br /&gt;
a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Composição de grupo de voluntários ligado ao CCCT para desenvolver atividades de cultivo &lt;br /&gt;
e manutenção de mudas e cuidado de plantas na Fazenda Santa Elisa, onde se encontra o  &lt;br /&gt;
Jardim Botânico -IAC; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.Produzir na sede do CCCT, em oficinas com frequentadores do CCCT da comunidade local, &lt;br /&gt;
bijuterias e utensílios domésticos artesanais com insumos vegetais fornecidos pelo NPD Jd &lt;br /&gt;
Botânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estas ações, que se inserem na lógica e objetivos do Projeto Natureza e Arte, o CCCT &lt;br /&gt;
poderá incluir novas atividades, com a ampliação de nossas próprias ações na comunidade &lt;br /&gt;
e com o maior conhecimento de nossos frequentadores sobre esta parceria que hora iniciamos, &lt;br /&gt;
já que em diversas de destas nossas ações cotidianas os objetivos são convergentes com os &lt;br /&gt;
do projeto, o que, portanto, permite uma progressiva aproximação de outros grupos presentes &lt;br /&gt;
em nossa rotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Progen ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progen desenvolve atividades de caráter socioeducativo, atendendo 630 crianças e adolescentes de 6 a 24 anos e suas famílias, 300 idosos e 340 famílias em situação de vulnerabilidade social em duas unidades situadas na Região Noroeste da Cidade de Campinas, unidades Castelo Branco e Satélite Iris I. A proposta socioeducativa visa propiciar às crianças e adolescentes, idosos e seus familiares condições para desenvolvimento de uma cidadania consciente e atuante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Rumo-Educação para a Cidadania ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rumo tem como missão oferecer às crianças e suas famílias, vivências significativas,valorizando seu conhecimento individual, contribuindo para a formação de sua cidadania, assim como atividades voltadas ao aprimoramento de sua educação global. Com isso pretende-se proporcionar o resgate de valores e atitudes coletivas perante às pessoas e o ambiente que as cercam. Tem um quadro técnico composto por pedagogas, assistentes sociais, um arquiteto e urbanista, e outros voluntários com diferentes formações. Dentre as ações que desenvolvemos podemos contribuir no que diz respeito a uma Educação para o Ambiente (problematizações, jogos; pesquisa-ação); Jogos Cooperativos e Oficinas de Planejamento Participativo, tendo como ferramenta o DRP - Diagnóstico Rápido Participativo. Esse tem sua origem em projetos de extensão rural, cujos objetivos são de recuperar uma concepção holística do manejo dos recursos naturais renováveis. Tais experiências tiveram êxito em países das Américas Central e Latina no final da década de 80 e início da década de 90. &lt;br /&gt;
Tal metodologia aposta no que as pessoas sentem, desejam e pensam a respeito do que se queira abordar, podendo ser utilizado em qualquer tipo de projeto que venha a ser pensado coletivamente, garantindo palavra e peso no processo de tomada de decisões. 	A utilização do DRP na comunidade contribui para que a participação dos sujeitos seja valorizada e por conseqüência respeitada, pois a partir da valorização do modo de vida das pessoas é que  conseguiremos alcançar o equilíbrio desejado, intensificando a proposição de projetos educacionais que destaquem a cooperação e coletividade, e que ainda darão suporte para o fortalecimento e desenvolvimento comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Secretaria Municipal de Educação / Ceprocamp ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da secretaria faremos uso dos equipamentos, materiais e assessoria técnica para elaboração de subprojetos que visem o desenvolvimento da consciência ecológica na população de Campinas, em especial nos cidadãos envolvidos nos programas educacionais formais (ensino infantil e fundamental) e nos de inclusão, FUMEC e Qualificação Profissional.&lt;br /&gt;
Em contrapartida, a Secretaria de Educação de Campinas (SME) dará apoio pedagógico e de recursos humanos, no que competir na elaboração e implementação de propostas de caráter educacional.&lt;br /&gt;
Algumas propostas de trabalho já viáveis:&lt;br /&gt;
Cursos de qualificação profissional de artesanato utilizando materiais naturais.&lt;br /&gt;
Qualificação profissional de jardineiros e paisagistas.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos técnicos em segurança do trabalho. Elaboração de projetos para segurança ergonômica e riscos a saúde do jardim botânico quando aberto ao publico.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos de técnico em meio ambiente. Elaboração de  projetos de viabilidade sanitária (banheiros ecológicos) e reuso de água.&lt;br /&gt;
Ampliação às escolas e centros infantis da prefeitura do projeto Arboreto na Escola do Jardim Botânico.&lt;br /&gt;
Esses e outras propostas semelhantes podem ser inseridos ou modificados de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no projeto Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Tainã que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP.&lt;br /&gt;
Sua missão é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade.&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã apresenta-se, hoje, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, sendo reconhecida como a única referencia cultural numa região onde se registram todos os tipos de carências, resultantes da falta de políticas sociais que assegurem a sobrevivência e a qualidade de vida de crianças e jovens. Ela atende hoje em média 450 crianças e adolescentes/mês e 1.350 pessoas indiretamente através de atividades, oficinas e shows realizados fora da entidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além deste projeto, a Casa de Cultura Tainã tem mais quatro áreas:&lt;br /&gt;
* Rede Mocambos - Rede de Comunicação Social com comunidades quilombolas  em 18 Estados&lt;br /&gt;
* Fábrica de Música - Estúdio Multimídia&lt;br /&gt;
* Lidas e Letras - Biblioteca&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás - Plantio de Baobás e Georreferenciamentos das comunidades quilombolas que fazem parte da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
* Projeto Orquestra Tambores de Aço &lt;br /&gt;
* Telecentro Dona Nina - Programa Telecentros.Br&lt;br /&gt;
* Laboratório de Tecnologia Digital&lt;br /&gt;
* Centro de Convivência e Cooperativa Toninha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tecnologias Sociais ====&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Tenda_natureza.png|300px|thumb|right|Tenda dos Saberes na Casa de Cultura Tainã]] Das ações desenvolvidas pela Casa de Cultura Tainã e a Rede Mocambos queremos destacar algumas que consideramos de maior relevância: A construção da Tenda dos Saberes, reuniu estudos e pesquisas sobre estruturas em bambu para construção de casas e instalações arquitetônicas. Numa ação direta da integração com o Projeto &amp;quot; Natureza e arte&amp;quot; pudemos, em em curto espaço de tempo e contando com todo suporte técnico, reservas de bambu e orientação dos parceiros do Instituto Agronômico de Campinas, realizar uma das iniciativa mais importantes e expressivas no sentido de fundamentar conhecimentos e saberes ancestrais e populares como elemento fundamental ao desenvolvimento sustentável e a valorização desses saberes.  No momento onde estamos investindo na pesquisa com o bambu como uma alternativa de desenvolvimento sustentável, é sancionada pela presidenta Dilma Rousseff   o projeto de lei que institui a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu – a Lei do Bambu.&lt;br /&gt;
O bambu tem inúmeras utilidades, podendo ser usado na construção de móveis, de benfeitorias e dependências de uso rural, na fabricação de utensílios domésticos e de decoração. Sua fibra é utilizada, ainda, para a confecção de tecidos. Na construção civil, o bambu pode ser utilizado de várias formas, como escoramento em obras e acabamento. Sua utilização de forma generalizada no campo, contribui para a redução da pressão sobre as matas nativas. O bambu é utilizado, ainda, para a reparação de áreas degradadas e como protetor de nascentes e mananciais de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira ===&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:FazendaRoseiraRoda.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Instituto das Artes Luana Lopes === &lt;br /&gt;
Endereço: [http://www.luanalopes.com.br www.luanalopes.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto das Artes Luana Lopes(IALL), localizado no distrito de Sousas, desenvolve atividades na área artística nas modalidades: DANÇA, MÚSICA, ARTES PLÁSTICAS, ARTES CÊNICAS E CIRCENSES. Há 15 anos vem representando a comunidade em diversos eventos no país, inclusive com o grupo folclórico italiano de Campinas em parceria com a Società Lavoro e Progresso e Casa di Italia. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O IALL atua no desenvolvimento de habilidades artísticas desde a primeira infância até a melhor idade e também na capacitação de profissionais deste campo.&lt;br /&gt;
Junto à comunidade desenvolve projetos sociais como o &amp;quot;Bellarts&amp;quot;, que oferece bolsas de estudo para alunos carentes da região, e o Grupo de Dança da Melhor Idade, no qual jovens maiores de 60 anos frequentam aulas semanais de dança gratuitamente e se apresentam  em eventos regionais.&lt;br /&gt;
Em parceria com o movimento Natureza e Arte, o instituto se propõe a oferecer:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Espaço físico para realização de cursos, workshops e exposições relacionadas ao propósito deste movimento&lt;br /&gt;
* Cursos de natureza artística com profissionais qualificados&lt;br /&gt;
* Apresentações diversas em eventos&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Outras propostas poderão ser inseridas de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Agenda ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto fizemos uma visita monitorada à fazenda Santa Elisa e à sede do IAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto, também realizamos o Pré-lançamento do Movimento Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro fizemos uma oficina de utilização deste wiki para inclusão de novos parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos também uma reunião na EE Rosina Frazatto dos Santos, no Jardim Satélite Iris I, para apresentar o projeto e articular um coletivo na área para pensar uma ação na área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Apresentação do projeto pelo Chico (NPDJB – IAC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Desafios na área: falta de conhecimento sobre o grau de contaminação da área e as possibilidades técnicas de descontaminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Estratégias de mobilização via Intersetorial Micro II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Programada  - Visita do coletivo do projeto do satélite iris à Sede do Instituto Agronômico de Campinas, na Av Barão de Itapura, Dia 19 de outubro, com presença do Progen, da EE Rosina Frazatto dos Santos, CRAS Satélite e Instituto Bosch (e outros possíveis participantes do projeto no Sat. Iris I.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Arborização Especial nas Escolas, Instituições e Áreas Públicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Extensões do Jardim Botânico, coleções de espécies raras, planejadas com rigor técnico, constituindo arboretos com matrizes para a produção de sementes e elementos que possam ser utilizados em atividades do projeto, tais como: construção de instrumentos musicais, artesanato e arte, utilizando sementes, frutos, bambus e madeiras obtidos através de manejo adequado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sementes serão empregadas na produção de mudas para expansão desses arboretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aspecto essencial desses arboretos é reaproximar as pessoas da natureza, principalmente nas escolas, onde o desenvolvimento dos alunos ocorrerá simultaneamente ao das árvores cultivadas, criando a oportunidade para que conheçam as particularidades de cada espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ação vem sendo praticada há vários anos em escolas e entidades no município, tais como: o arboreto do Coral Pio XI, que foi utilizado em parceria pelo Colégio Parthenon; o arboreto iniciado na EE Newton Silva Teles; o arboreto já constituído na Escola Salesiana São José, o arboreto do Serviço de Saúde Cândido Ferreira e nos canteiros da Avenida Antonio Carlos Couto de Barros,no distrito de Sousas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Tainã / Rede Mocambos  - Desenvolvimento de Tecnologias Sociais'''&lt;br /&gt;
Parceria no desenvolvimento do Projeto de Bio Construção na Casa de Cultura Tainã - Rota dos Baobás / Tenda dos Saberes - obra iniciada em junho de 2011, com a retirada e tratamento dos bambus cedidos pelo Instituto Agronômico de Campinas / Projeto Natureza e Arte. ver link: https://picasaweb.google.com/tctamboryo/TendaDosSaberesUmSonhoConstruidoColetivamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte</id>
		<title>Natureza e Arte</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte"/>
				<updated>2012-06-30T14:26:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= PROJETO NATUREZA E ARTE =&lt;br /&gt;
'''NÚCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DO JARDIM BOTÂNICO'''- NPDJB-IAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Justificativa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Agronômico de Campinas- IAC, fundado em 1.887 por D. Pedro II, é uma instituição centenária dedicada à pesquisa agrícola. Possui um Jardim Botânico enquadrado pela Comissão Nacional de Jardins&lt;br /&gt;
Botânicos (publicado em Diário Oficial de 28 de abril de 2010) na categoria B, mesma categoria do&lt;br /&gt;
Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nele há coleções de&lt;br /&gt;
espécies vegetais de importância econômica e ecológica, que compreende principalmente coleções de espécies arbóreas e palmeiras,muito raras,&lt;br /&gt;
constituindo um dos maiores acervos de recursos genéticos do país. As coleções de árvores, com&lt;br /&gt;
entre 4000 e 5000 espécies,patrimônio genético para pesquisa e preservação de&lt;br /&gt;
valor inestimável. &lt;br /&gt;
O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do IAC - NPDJB-IAC, tem como missão criar as condições exigidas para o estabelecimento de um jardim botânico, tais como: cultivo e manutenção das coleções destinadas a&lt;br /&gt;
pesquisa e preservação; herbário; biblioteca e infra-estrutura adequada ao atendimento dos servidores e visitantes. Dentre outras atividades, o NPDJB mantém viveiros de produção de mudas&lt;br /&gt;
de espécies raras e desconhecidas, pesquisas sobre cultivo e possibilidades de utilização das&lt;br /&gt;
espécies de bambu, projetos de educação ambiental, pesquisas com fitoterápicos. Neste ambiente,&lt;br /&gt;
identificamos um potencial de fortalecimento destas atividades através do estabelecimento de novas&lt;br /&gt;
formas de relacionamento com outras instituições atuantes em Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
Já mantemos um relacionamento promissor com algumas importantes instituições com histórico e&lt;br /&gt;
qualificação reconhecidos, com as quais o fortalecimento das ações acima citadas seria desejável e&lt;br /&gt;
facilmente implementado, a saber: Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico-IAC; Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos - www.mocambos.net; Centro&lt;br /&gt;
de Convivência e Cooperativa Toninha; Casa das Oficinas; Centro de Educação Profissional de Campinas &amp;quot;Prefeito Antonio da Costa Santos&amp;quot; - Ceprocamp; PROjeto GENte Nova (Progen); RUMO-Educação para a Cidadania- www.gruporumo.org; Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira; Instituto das Artes Luana Lopes - www.luanalopes.com.br.;Ecomercado Avis rara&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo Geral ===&lt;br /&gt;
Implementar ações de impacto social e ambiental, incluindo geração de renda, a partir das atividades&lt;br /&gt;
desenvolvidas pelo NPDJB em parceria com as instituições participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivos específicos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Formar coleções de espécies vegetais, principalmente arbóreas, em escolas e instituições&lt;br /&gt;
públicas e privadas, no caso destas últimas, mediante contrapartida;&lt;br /&gt;
*Desenvolver mão de obra especializada nas áreas de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-coleta e beneficiamento de sementes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-produção de mudas de espécies raras e desconhecidas para difusão e preservação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-formação e manutenção de jardins;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pesquisar materiais buscando a identificação e determinação do npotencial de diversos elementos de origens vegetais (tais como frutos, sementes, madeiras e bambus) e suas aplicações práticas para utilização em marcenaria,artesanato e arte,especialmente&lt;br /&gt;
criação e construção de instrumentos musicais. Nesse ítem, como desdobramento, pretende-se estimular a formação de grupos musicais utilizando os instrumentos produzidos;&lt;br /&gt;
*Desenvolver linha de produtos usando matéria prima vegetal própria com a marca “IAC/Jardim&lt;br /&gt;
Botânico”;&lt;br /&gt;
*Selecionar e cultivar as espécies para emprego nas atividades propostas;&lt;br /&gt;
*Produzir e comercializar brindes em loja própria do IAC/Jardim Botânico e em redes parceiras;&lt;br /&gt;
*Formar monitores para visitas às instalações do IAC/Jardim Botânico;&lt;br /&gt;
*Desenvolver atividades educacionais;&lt;br /&gt;
*Sistematizar e publicar materiais de divulgação científica, educativa e popular a partir dos&lt;br /&gt;
resultados obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Público alvo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comunidade do entorno da instituição;&lt;br /&gt;
*Jovens e adultos interessados em inserção no mercado de trabalho nestas áreas de produção;&lt;br /&gt;
*Grupos sociais caracterizados como em risco ou vulneráveis social, econômica e ambientalmente;&lt;br /&gt;
*Comunidade em geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia ==&lt;br /&gt;
Recursos Necessários&lt;br /&gt;
Existentes na Instituição:&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Educação Ambiental&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Agricultura e Pesquisa&lt;br /&gt;
* Terreno para cultivo&lt;br /&gt;
* Oficina de Marcenaria&lt;br /&gt;
* Coleções de espécies vegetais: matéria prima ( sementes, frutos, madeiras e outros)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais nas áreas específicas:&lt;br /&gt;
* Marcenaria&lt;br /&gt;
* Jardinagem&lt;br /&gt;
* Artesanato e criação artística&lt;br /&gt;
* Educação, Comunicação e TI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação&lt;br /&gt;
Transporte&lt;br /&gt;
Material didático&lt;br /&gt;
Ferramentas e&lt;br /&gt;
Insumos diversos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas - NPDJB-IAC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NPDJB-IAC desenvolve atividades de produção de mudas;implantação de coleções de espécies vegetais;paisagismo e jardinagem;jardim sensorial;recepção de visitas monitoradas em todos os níveis de faixa etária; formação de monitores. Cabe destacar o projeto &amp;quot;Jardim Botânico - IAC vai à escola&amp;quot;, que vem sendo desenvolvido principalmente na escola pública estadual Professor Newton Silva Teles, Vila Costa e Silva, Campinas, e que faz parte da Rede Brasileira de Jardins Botânicos.&lt;br /&gt;
As atividades acima citadas, poderão ser estendidas e incrementadas dentro do Projeto Natureza e Arte e em conjunto com as instituições parceiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cecco Toninha ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Centro de Convivência e Cooperativa Toninha (CCCT), no bojo da parceria com o Núcleo de &lt;br /&gt;
Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas para a &lt;br /&gt;
realização do Projeto Natureza e Arte, propõe-se a desenvolver inicialmente duas ações, &lt;br /&gt;
a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Composição de grupo de voluntários ligado ao CCCT para desenvolver atividades de cultivo &lt;br /&gt;
e manutenção de mudas e cuidado de plantas na Fazenda Santa Elisa, onde se encontra o  &lt;br /&gt;
Jardim Botânico -IAC; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.Produzir na sede do CCCT, em oficinas com frequentadores do CCCT da comunidade local, &lt;br /&gt;
bijuterias e utensílios domésticos artesanais com insumos vegetais fornecidos pelo NPD Jd &lt;br /&gt;
Botânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estas ações, que se inserem na lógica e objetivos do Projeto Natureza e Arte, o CCCT &lt;br /&gt;
poderá incluir novas atividades, com a ampliação de nossas próprias ações na comunidade &lt;br /&gt;
e com o maior conhecimento de nossos frequentadores sobre esta parceria que hora iniciamos, &lt;br /&gt;
já que em diversas de destas nossas ações cotidianas os objetivos são convergentes com os &lt;br /&gt;
do projeto, o que, portanto, permite uma progressiva aproximação de outros grupos presentes &lt;br /&gt;
em nossa rotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Progen ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progen desenvolve atividades de caráter socioeducativo, atendendo 630 crianças e adolescentes de 6 a 24 anos e suas famílias, 300 idosos e 340 famílias em situação de vulnerabilidade social em duas unidades situadas na Região Noroeste da Cidade de Campinas, unidades Castelo Branco e Satélite Iris I. A proposta socioeducativa visa propiciar às crianças e adolescentes, idosos e seus familiares condições para desenvolvimento de uma cidadania consciente e atuante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Rumo-Educação para a Cidadania ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rumo tem como missão oferecer às crianças e suas famílias, vivências significativas,valorizando seu conhecimento individual, contribuindo para a formação de sua cidadania, assim como atividades voltadas ao aprimoramento de sua educação global. Com isso pretende-se proporcionar o resgate de valores e atitudes coletivas perante às pessoas e o ambiente que as cercam. Tem um quadro técnico composto por pedagogas, assistentes sociais, um arquiteto e urbanista, e outros voluntários com diferentes formações. Dentre as ações que desenvolvemos podemos contribuir no que diz respeito a uma Educação para o Ambiente (problematizações, jogos; pesquisa-ação); Jogos Cooperativos e Oficinas de Planejamento Participativo, tendo como ferramenta o DRP - Diagnóstico Rápido Participativo. Esse tem sua origem em projetos de extensão rural, cujos objetivos são de recuperar uma concepção holística do manejo dos recursos naturais renováveis. Tais experiências tiveram êxito em países das Américas Central e Latina no final da década de 80 e início da década de 90. &lt;br /&gt;
Tal metodologia aposta no que as pessoas sentem, desejam e pensam a respeito do que se queira abordar, podendo ser utilizado em qualquer tipo de projeto que venha a ser pensado coletivamente, garantindo palavra e peso no processo de tomada de decisões. 	A utilização do DRP na comunidade contribui para que a participação dos sujeitos seja valorizada e por conseqüência respeitada, pois a partir da valorização do modo de vida das pessoas é que  conseguiremos alcançar o equilíbrio desejado, intensificando a proposição de projetos educacionais que destaquem a cooperação e coletividade, e que ainda darão suporte para o fortalecimento e desenvolvimento comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Secretaria Municipal de Educação / Ceprocamp ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da secretaria faremos uso dos equipamentos, materiais e assessoria técnica para elaboração de subprojetos que visem o desenvolvimento da consciência ecológica na população de Campinas, em especial nos cidadãos envolvidos nos programas educacionais formais (ensino infantil e fundamental) e nos de inclusão, FUMEC e Qualificação Profissional.&lt;br /&gt;
Em contrapartida, a Secretaria de Educação de Campinas (SME) dará apoio pedagógico e de recursos humanos, no que competir na elaboração e implementação de propostas de caráter educacional.&lt;br /&gt;
Algumas propostas de trabalho já viáveis:&lt;br /&gt;
Cursos de qualificação profissional de artesanato utilizando materiais naturais.&lt;br /&gt;
Qualificação profissional de jardineiros e paisagistas.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos técnicos em segurança do trabalho. Elaboração de projetos para segurança ergonômica e riscos a saúde do jardim botânico quando aberto ao publico.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos de técnico em meio ambiente. Elaboração de  projetos de viabilidade sanitária (banheiros ecológicos) e reuso de água.&lt;br /&gt;
Ampliação às escolas e centros infantis da prefeitura do projeto Arboreto na Escola do Jardim Botânico.&lt;br /&gt;
Esses e outras propostas semelhantes podem ser inseridos ou modificados de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no projeto Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Tainã que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP.&lt;br /&gt;
Sua missão é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade.&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã apresenta-se, hoje, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, sendo reconhecida como a única referencia cultural numa região onde se registram todos os tipos de carências, resultantes da falta de políticas sociais que assegurem a sobrevivência e a qualidade de vida de crianças e jovens. Ela atende hoje em média 450 crianças e adolescentes/mês e 1.350 pessoas indiretamente através de atividades, oficinas e shows realizados fora da entidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além deste projeto, a Casa de Cultura Tainã tem mais quatro áreas:&lt;br /&gt;
* Rede Mocambos - Rede de Comunicação Social com comunidades quilombolas  em 18 Estados&lt;br /&gt;
* Fábrica de Música - Estúdio Multimídia&lt;br /&gt;
* Lidas e Letras - Biblioteca&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás - Plantio de Baobás e Georreferenciamentos das comunidades quilombolas que fazem parte da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
* Projeto Orquestra Tambores de Aço &lt;br /&gt;
* Telecentro Dona Nina - Programa Telecentros.Br&lt;br /&gt;
* Laboratório de Tecnologia Digital&lt;br /&gt;
* Centro de Convivência e Cooperativa Toninha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tecnologias Sociais ====&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Tenda_natureza.png|300px|thumb|right|texto]] Das ações desenvolvidas pela Casa de Cultura Tainã e a Rede Mocambos queremos destacar algumas que consideramos de maior relevância: A construção da Tenda dos Saberes, reuniu estudos e pesquisas sobre estruturas em bambu para construção de casas e instalações arquitetônicas. Numa ação direta da integração com o Projeto &amp;quot; Natureza e arte&amp;quot; pudemos, em em curto espaço de tempo e contando com todo suporte técnico, reservas de bambu e orientação dos parceiros do Instituto Agronômico de Campinas, realizar uma das iniciativa mais importantes e expressivas no sentido de fundamentar conhecimentos e saberes ancestrais e populares como elemento fundamental ao desenvolvimento sustentável e a valorização desses saberes.  No momento onde estamos investindo na pesquisa com o bambu como uma alternativa de desenvolvimento sustentável, é sancionada pela presidenta Dilma Rousseff   o projeto de lei que institui a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu – a Lei do Bambu.&lt;br /&gt;
O bambu tem inúmeras utilidades, podendo ser usado na construção de móveis, de benfeitorias e dependências de uso rural, na fabricação de utensílios domésticos e de decoração. Sua fibra é utilizada, ainda, para a confecção de tecidos. Na construção civil, o bambu pode ser utilizado de várias formas, como escoramento em obras e acabamento. Sua utilização de forma generalizada no campo, contribui para a redução da pressão sobre as matas nativas. O bambu é utilizado, ainda, para a reparação de áreas degradadas e como protetor de nascentes e mananciais de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira ===&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:FazendaRoseiraRoda.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Instituto das Artes Luana Lopes === &lt;br /&gt;
Endereço: [http://www.luanalopes.com.br www.luanalopes.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto das Artes Luana Lopes(IALL), localizado no distrito de Sousas, desenvolve atividades na área artística nas modalidades: DANÇA, MÚSICA, ARTES PLÁSTICAS, ARTES CÊNICAS E CIRCENSES. Há 15 anos vem representando a comunidade em diversos eventos no país, inclusive com o grupo folclórico italiano de Campinas em parceria com a Società Lavoro e Progresso e Casa di Italia. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O IALL atua no desenvolvimento de habilidades artísticas desde a primeira infância até a melhor idade e também na capacitação de profissionais deste campo.&lt;br /&gt;
Junto à comunidade desenvolve projetos sociais como o &amp;quot;Bellarts&amp;quot;, que oferece bolsas de estudo para alunos carentes da região, e o Grupo de Dança da Melhor Idade, no qual jovens maiores de 60 anos frequentam aulas semanais de dança gratuitamente e se apresentam  em eventos regionais.&lt;br /&gt;
Em parceria com o movimento Natureza e Arte, o instituto se propõe a oferecer:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Espaço físico para realização de cursos, workshops e exposições relacionadas ao propósito deste movimento&lt;br /&gt;
* Cursos de natureza artística com profissionais qualificados&lt;br /&gt;
* Apresentações diversas em eventos&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Outras propostas poderão ser inseridas de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Agenda ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto fizemos uma visita monitorada à fazenda Santa Elisa e à sede do IAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto, também realizamos o Pré-lançamento do Movimento Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro fizemos uma oficina de utilização deste wiki para inclusão de novos parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos também uma reunião na EE Rosina Frazatto dos Santos, no Jardim Satélite Iris I, para apresentar o projeto e articular um coletivo na área para pensar uma ação na área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Apresentação do projeto pelo Chico (NPDJB – IAC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Desafios na área: falta de conhecimento sobre o grau de contaminação da área e as possibilidades técnicas de descontaminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Estratégias de mobilização via Intersetorial Micro II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Programada  - Visita do coletivo do projeto do satélite iris à Sede do Instituto Agronômico de Campinas, na Av Barão de Itapura, Dia 19 de outubro, com presença do Progen, da EE Rosina Frazatto dos Santos, CRAS Satélite e Instituto Bosch (e outros possíveis participantes do projeto no Sat. Iris I.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Arborização Especial nas Escolas, Instituições e Áreas Públicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Extensões do Jardim Botânico, coleções de espécies raras, planejadas com rigor técnico, constituindo arboretos com matrizes para a produção de sementes e elementos que possam ser utilizados em atividades do projeto, tais como: construção de instrumentos musicais, artesanato e arte, utilizando sementes, frutos, bambus e madeiras obtidos através de manejo adequado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sementes serão empregadas na produção de mudas para expansão desses arboretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aspecto essencial desses arboretos é reaproximar as pessoas da natureza, principalmente nas escolas, onde o desenvolvimento dos alunos ocorrerá simultaneamente ao das árvores cultivadas, criando a oportunidade para que conheçam as particularidades de cada espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ação vem sendo praticada há vários anos em escolas e entidades no município, tais como: o arboreto do Coral Pio XI, que foi utilizado em parceria pelo Colégio Parthenon; o arboreto iniciado na EE Newton Silva Teles; o arboreto já constituído na Escola Salesiana São José, o arboreto do Serviço de Saúde Cândido Ferreira e nos canteiros da Avenida Antonio Carlos Couto de Barros,no distrito de Sousas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Tainã / Rede Mocambos  - Desenvolvimento de Tecnologias Sociais'''&lt;br /&gt;
Parceria no desenvolvimento do Projeto de Bio Construção na Casa de Cultura Tainã - Rota dos Baobás / Tenda dos Saberes - obra iniciada em junho de 2011, com a retirada e tratamento dos bambus cedidos pelo Instituto Agronômico de Campinas / Projeto Natureza e Arte. ver link: https://picasaweb.google.com/tctamboryo/TendaDosSaberesUmSonhoConstruidoColetivamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Arquivo:Tenda_natureza.png</id>
		<title>Arquivo:Tenda natureza.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Arquivo:Tenda_natureza.png"/>
				<updated>2012-06-30T14:25:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte</id>
		<title>Natureza e Arte</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Natureza_e_Arte"/>
				<updated>2012-06-30T14:24:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= PROJETO NATUREZA E ARTE =&lt;br /&gt;
'''NÚCLEO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DO JARDIM BOTÂNICO'''- NPDJB-IAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Justificativa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto Agronômico de Campinas- IAC, fundado em 1.887 por D. Pedro II, é uma instituição centenária dedicada à pesquisa agrícola. Possui um Jardim Botânico enquadrado pela Comissão Nacional de Jardins&lt;br /&gt;
Botânicos (publicado em Diário Oficial de 28 de abril de 2010) na categoria B, mesma categoria do&lt;br /&gt;
Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nele há coleções de&lt;br /&gt;
espécies vegetais de importância econômica e ecológica, que compreende principalmente coleções de espécies arbóreas e palmeiras,muito raras,&lt;br /&gt;
constituindo um dos maiores acervos de recursos genéticos do país. As coleções de árvores, com&lt;br /&gt;
entre 4000 e 5000 espécies,patrimônio genético para pesquisa e preservação de&lt;br /&gt;
valor inestimável. &lt;br /&gt;
O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do IAC - NPDJB-IAC, tem como missão criar as condições exigidas para o estabelecimento de um jardim botânico, tais como: cultivo e manutenção das coleções destinadas a&lt;br /&gt;
pesquisa e preservação; herbário; biblioteca e infra-estrutura adequada ao atendimento dos servidores e visitantes. Dentre outras atividades, o NPDJB mantém viveiros de produção de mudas&lt;br /&gt;
de espécies raras e desconhecidas, pesquisas sobre cultivo e possibilidades de utilização das&lt;br /&gt;
espécies de bambu, projetos de educação ambiental, pesquisas com fitoterápicos. Neste ambiente,&lt;br /&gt;
identificamos um potencial de fortalecimento destas atividades através do estabelecimento de novas&lt;br /&gt;
formas de relacionamento com outras instituições atuantes em Campinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
Já mantemos um relacionamento promissor com algumas importantes instituições com histórico e&lt;br /&gt;
qualificação reconhecidos, com as quais o fortalecimento das ações acima citadas seria desejável e&lt;br /&gt;
facilmente implementado, a saber: Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico-IAC; Casa de Cultura Tainã/Rede Mocambos - www.mocambos.net; Centro&lt;br /&gt;
de Convivência e Cooperativa Toninha; Casa das Oficinas; Centro de Educação Profissional de Campinas &amp;quot;Prefeito Antonio da Costa Santos&amp;quot; - Ceprocamp; PROjeto GENte Nova (Progen); RUMO-Educação para a Cidadania- www.gruporumo.org; Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira; Instituto das Artes Luana Lopes - www.luanalopes.com.br.;Ecomercado Avis rara&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo Geral ===&lt;br /&gt;
Implementar ações de impacto social e ambiental, incluindo geração de renda, a partir das atividades&lt;br /&gt;
desenvolvidas pelo NPDJB em parceria com as instituições participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivos específicos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Formar coleções de espécies vegetais, principalmente arbóreas, em escolas e instituições&lt;br /&gt;
públicas e privadas, no caso destas últimas, mediante contrapartida;&lt;br /&gt;
*Desenvolver mão de obra especializada nas áreas de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-coleta e beneficiamento de sementes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-produção de mudas de espécies raras e desconhecidas para difusão e preservação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-formação e manutenção de jardins;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pesquisar materiais buscando a identificação e determinação do npotencial de diversos elementos de origens vegetais (tais como frutos, sementes, madeiras e bambus) e suas aplicações práticas para utilização em marcenaria,artesanato e arte,especialmente&lt;br /&gt;
criação e construção de instrumentos musicais. Nesse ítem, como desdobramento, pretende-se estimular a formação de grupos musicais utilizando os instrumentos produzidos;&lt;br /&gt;
*Desenvolver linha de produtos usando matéria prima vegetal própria com a marca “IAC/Jardim&lt;br /&gt;
Botânico”;&lt;br /&gt;
*Selecionar e cultivar as espécies para emprego nas atividades propostas;&lt;br /&gt;
*Produzir e comercializar brindes em loja própria do IAC/Jardim Botânico e em redes parceiras;&lt;br /&gt;
*Formar monitores para visitas às instalações do IAC/Jardim Botânico;&lt;br /&gt;
*Desenvolver atividades educacionais;&lt;br /&gt;
*Sistematizar e publicar materiais de divulgação científica, educativa e popular a partir dos&lt;br /&gt;
resultados obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Público alvo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comunidade do entorno da instituição;&lt;br /&gt;
*Jovens e adultos interessados em inserção no mercado de trabalho nestas áreas de produção;&lt;br /&gt;
*Grupos sociais caracterizados como em risco ou vulneráveis social, econômica e ambientalmente;&lt;br /&gt;
*Comunidade em geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia ==&lt;br /&gt;
Recursos Necessários&lt;br /&gt;
Existentes na Instituição:&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Educação Ambiental&lt;br /&gt;
* Pessoal capacitado em Agricultura e Pesquisa&lt;br /&gt;
* Terreno para cultivo&lt;br /&gt;
* Oficina de Marcenaria&lt;br /&gt;
* Coleções de espécies vegetais: matéria prima ( sementes, frutos, madeiras e outros)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais nas áreas específicas:&lt;br /&gt;
* Marcenaria&lt;br /&gt;
* Jardinagem&lt;br /&gt;
* Artesanato e criação artística&lt;br /&gt;
* Educação, Comunicação e TI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação&lt;br /&gt;
Transporte&lt;br /&gt;
Material didático&lt;br /&gt;
Ferramentas e&lt;br /&gt;
Insumos diversos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parceiros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas - NPDJB-IAC ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NPDJB-IAC desenvolve atividades de produção de mudas;implantação de coleções de espécies vegetais;paisagismo e jardinagem;jardim sensorial;recepção de visitas monitoradas em todos os níveis de faixa etária; formação de monitores. Cabe destacar o projeto &amp;quot;Jardim Botânico - IAC vai à escola&amp;quot;, que vem sendo desenvolvido principalmente na escola pública estadual Professor Newton Silva Teles, Vila Costa e Silva, Campinas, e que faz parte da Rede Brasileira de Jardins Botânicos.&lt;br /&gt;
As atividades acima citadas, poderão ser estendidas e incrementadas dentro do Projeto Natureza e Arte e em conjunto com as instituições parceiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cecco Toninha ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Centro de Convivência e Cooperativa Toninha (CCCT), no bojo da parceria com o Núcleo de &lt;br /&gt;
Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas para a &lt;br /&gt;
realização do Projeto Natureza e Arte, propõe-se a desenvolver inicialmente duas ações, &lt;br /&gt;
a saber:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Composição de grupo de voluntários ligado ao CCCT para desenvolver atividades de cultivo &lt;br /&gt;
e manutenção de mudas e cuidado de plantas na Fazenda Santa Elisa, onde se encontra o  &lt;br /&gt;
Jardim Botânico -IAC; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.Produzir na sede do CCCT, em oficinas com frequentadores do CCCT da comunidade local, &lt;br /&gt;
bijuterias e utensílios domésticos artesanais com insumos vegetais fornecidos pelo NPD Jd &lt;br /&gt;
Botânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estas ações, que se inserem na lógica e objetivos do Projeto Natureza e Arte, o CCCT &lt;br /&gt;
poderá incluir novas atividades, com a ampliação de nossas próprias ações na comunidade &lt;br /&gt;
e com o maior conhecimento de nossos frequentadores sobre esta parceria que hora iniciamos, &lt;br /&gt;
já que em diversas de destas nossas ações cotidianas os objetivos são convergentes com os &lt;br /&gt;
do projeto, o que, portanto, permite uma progressiva aproximação de outros grupos presentes &lt;br /&gt;
em nossa rotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Progen ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progen desenvolve atividades de caráter socioeducativo, atendendo 630 crianças e adolescentes de 6 a 24 anos e suas famílias, 300 idosos e 340 famílias em situação de vulnerabilidade social em duas unidades situadas na Região Noroeste da Cidade de Campinas, unidades Castelo Branco e Satélite Iris I. A proposta socioeducativa visa propiciar às crianças e adolescentes, idosos e seus familiares condições para desenvolvimento de uma cidadania consciente e atuante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Rumo-Educação para a Cidadania ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rumo tem como missão oferecer às crianças e suas famílias, vivências significativas,valorizando seu conhecimento individual, contribuindo para a formação de sua cidadania, assim como atividades voltadas ao aprimoramento de sua educação global. Com isso pretende-se proporcionar o resgate de valores e atitudes coletivas perante às pessoas e o ambiente que as cercam. Tem um quadro técnico composto por pedagogas, assistentes sociais, um arquiteto e urbanista, e outros voluntários com diferentes formações. Dentre as ações que desenvolvemos podemos contribuir no que diz respeito a uma Educação para o Ambiente (problematizações, jogos; pesquisa-ação); Jogos Cooperativos e Oficinas de Planejamento Participativo, tendo como ferramenta o DRP - Diagnóstico Rápido Participativo. Esse tem sua origem em projetos de extensão rural, cujos objetivos são de recuperar uma concepção holística do manejo dos recursos naturais renováveis. Tais experiências tiveram êxito em países das Américas Central e Latina no final da década de 80 e início da década de 90. &lt;br /&gt;
Tal metodologia aposta no que as pessoas sentem, desejam e pensam a respeito do que se queira abordar, podendo ser utilizado em qualquer tipo de projeto que venha a ser pensado coletivamente, garantindo palavra e peso no processo de tomada de decisões. 	A utilização do DRP na comunidade contribui para que a participação dos sujeitos seja valorizada e por conseqüência respeitada, pois a partir da valorização do modo de vida das pessoas é que  conseguiremos alcançar o equilíbrio desejado, intensificando a proposição de projetos educacionais que destaquem a cooperação e coletividade, e que ainda darão suporte para o fortalecimento e desenvolvimento comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Secretaria Municipal de Educação / Ceprocamp ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da secretaria faremos uso dos equipamentos, materiais e assessoria técnica para elaboração de subprojetos que visem o desenvolvimento da consciência ecológica na população de Campinas, em especial nos cidadãos envolvidos nos programas educacionais formais (ensino infantil e fundamental) e nos de inclusão, FUMEC e Qualificação Profissional.&lt;br /&gt;
Em contrapartida, a Secretaria de Educação de Campinas (SME) dará apoio pedagógico e de recursos humanos, no que competir na elaboração e implementação de propostas de caráter educacional.&lt;br /&gt;
Algumas propostas de trabalho já viáveis:&lt;br /&gt;
Cursos de qualificação profissional de artesanato utilizando materiais naturais.&lt;br /&gt;
Qualificação profissional de jardineiros e paisagistas.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos técnicos em segurança do trabalho. Elaboração de projetos para segurança ergonômica e riscos a saúde do jardim botânico quando aberto ao publico.&lt;br /&gt;
Estágios supervisionados dos cursos de técnico em meio ambiente. Elaboração de  projetos de viabilidade sanitária (banheiros ecológicos) e reuso de água.&lt;br /&gt;
Ampliação às escolas e centros infantis da prefeitura do projeto Arboreto na Escola do Jardim Botânico.&lt;br /&gt;
Esses e outras propostas semelhantes podem ser inseridos ou modificados de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no projeto Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Tainã / Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Tainã que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP.&lt;br /&gt;
Sua missão é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade.&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã apresenta-se, hoje, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, sendo reconhecida como a única referencia cultural numa região onde se registram todos os tipos de carências, resultantes da falta de políticas sociais que assegurem a sobrevivência e a qualidade de vida de crianças e jovens. Ela atende hoje em média 450 crianças e adolescentes/mês e 1.350 pessoas indiretamente através de atividades, oficinas e shows realizados fora da entidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Além deste projeto, a Casa de Cultura Tainã tem mais quatro áreas:&lt;br /&gt;
Rede Mocambos - Rede de Comunicação Social com comunidades quilombolas  em 18 Estados&lt;br /&gt;
Fábrica de Música - Estúdio Multimídia&lt;br /&gt;
Lidas e Letras - Biblioteca&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás - Plantio de Baobás e Georreferenciamentos das comunidades quilombolas que fazem parte da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
Projeto Orquestra Tambores de Aço &lt;br /&gt;
Telecentro Dona Nina - Programa Telecentros.Br&lt;br /&gt;
Laboratório de Tecnologia Digital&lt;br /&gt;
Centro de Convivência e Cooperativa Toninha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tecnologias Sociais'''&lt;br /&gt;
Das ações desenvolvidas pela Casa de Cultura Tainã e a Rede Mocambos queremos destacar algumas que consideramos de maior relevância: A construção da Tenda dos Saberes, reuniu estudos e pesquisas sobre estruturas em bambu para construção de casas e instalações arquitetônicas. Numa ação direta da integração com o Projeto &amp;quot; Natureza e arte&amp;quot; pudemos, em em curto espaço de tempo e contando com todo suporte técnico, reservas de bambu e orientação dos parceiros do Instituto Agronômico de Campinas, realizar uma das iniciativa mais importantes e expressivas no sentido de fundamentar conhecimentos e saberes ancestrais e populares como elemento fundamental ao desenvolvimento sustentável e a valorização desses saberes.  No momento onde estamos investindo na pesquisa com o bambu como uma alternativa de desenvolvimento sustentável, é sancionada pela presidenta Dilma Rousseff   o projeto de lei que institui a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu – a Lei do Bambu.&lt;br /&gt;
O bambu tem inúmeras utilidades, podendo ser usado na construção de móveis, de benfeitorias e dependências de uso rural, na fabricação de utensílios domésticos e de decoração. Sua fibra é utilizada, ainda, para a confecção de tecidos. Na construção civil, o bambu pode ser utilizado de várias formas, como escoramento em obras e acabamento. Sua utilização de forma generalizada no campo, contribui para a redução da pressão sobre as matas nativas. O bambu é utilizado, ainda, para a reparação de áreas degradadas e como protetor de nascentes e mananciais de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira ===&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:FazendaRoseiraRoda.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Instituto das Artes Luana Lopes === &lt;br /&gt;
Endereço: [http://www.luanalopes.com.br www.luanalopes.com.br]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Instituto das Artes Luana Lopes(IALL), localizado no distrito de Sousas, desenvolve atividades na área artística nas modalidades: DANÇA, MÚSICA, ARTES PLÁSTICAS, ARTES CÊNICAS E CIRCENSES. Há 15 anos vem representando a comunidade em diversos eventos no país, inclusive com o grupo folclórico italiano de Campinas em parceria com a Società Lavoro e Progresso e Casa di Italia. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O IALL atua no desenvolvimento de habilidades artísticas desde a primeira infância até a melhor idade e também na capacitação de profissionais deste campo.&lt;br /&gt;
Junto à comunidade desenvolve projetos sociais como o &amp;quot;Bellarts&amp;quot;, que oferece bolsas de estudo para alunos carentes da região, e o Grupo de Dança da Melhor Idade, no qual jovens maiores de 60 anos frequentam aulas semanais de dança gratuitamente e se apresentam  em eventos regionais.&lt;br /&gt;
Em parceria com o movimento Natureza e Arte, o instituto se propõe a oferecer:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Espaço físico para realização de cursos, workshops e exposições relacionadas ao propósito deste movimento&lt;br /&gt;
* Cursos de natureza artística com profissionais qualificados&lt;br /&gt;
* Apresentações diversas em eventos&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Outras propostas poderão ser inseridas de acordo com a viabilidade e andamento dos trabalhos no Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Agenda ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto fizemos uma visita monitorada à fazenda Santa Elisa e à sede do IAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto, também realizamos o Pré-lançamento do Movimento Natureza e Arte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro fizemos uma oficina de utilização deste wiki para inclusão de novos parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos também uma reunião na EE Rosina Frazatto dos Santos, no Jardim Satélite Iris I, para apresentar o projeto e articular um coletivo na área para pensar uma ação na área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Apresentação do projeto pelo Chico (NPDJB – IAC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Desafios na área: falta de conhecimento sobre o grau de contaminação da área e as possibilidades técnicas de descontaminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Estratégias de mobilização via Intersetorial Micro II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==&amp;gt; Programada  - Visita do coletivo do projeto do satélite iris à Sede do Instituto Agronômico de Campinas, na Av Barão de Itapura, Dia 19 de outubro, com presença do Progen, da EE Rosina Frazatto dos Santos, CRAS Satélite e Instituto Bosch (e outros possíveis participantes do projeto no Sat. Iris I.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Arborização Especial nas Escolas, Instituições e Áreas Públicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Extensões do Jardim Botânico, coleções de espécies raras, planejadas com rigor técnico, constituindo arboretos com matrizes para a produção de sementes e elementos que possam ser utilizados em atividades do projeto, tais como: construção de instrumentos musicais, artesanato e arte, utilizando sementes, frutos, bambus e madeiras obtidos através de manejo adequado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sementes serão empregadas na produção de mudas para expansão desses arboretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aspecto essencial desses arboretos é reaproximar as pessoas da natureza, principalmente nas escolas, onde o desenvolvimento dos alunos ocorrerá simultaneamente ao das árvores cultivadas, criando a oportunidade para que conheçam as particularidades de cada espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ação vem sendo praticada há vários anos em escolas e entidades no município, tais como: o arboreto do Coral Pio XI, que foi utilizado em parceria pelo Colégio Parthenon; o arboreto iniciado na EE Newton Silva Teles; o arboreto já constituído na Escola Salesiana São José, o arboreto do Serviço de Saúde Cândido Ferreira e nos canteiros da Avenida Antonio Carlos Couto de Barros,no distrito de Sousas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Tainã / Rede Mocambos  - Desenvolvimento de Tecnologias Sociais'''&lt;br /&gt;
Parceria no desenvolvimento do Projeto de Bio Construção na Casa de Cultura Tainã - Rota dos Baobás / Tenda dos Saberes - obra iniciada em junho de 2011, com a retirada e tratamento dos bambus cedidos pelo Instituto Agronômico de Campinas / Projeto Natureza e Arte. ver link: https://picasaweb.google.com/tctamboryo/TendaDosSaberesUmSonhoConstruidoColetivamente&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Forum_da_Internet_2012</id>
		<title>Forum da Internet 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Forum_da_Internet_2012"/>
				<updated>2012-06-27T22:07:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Participantes ==&lt;br /&gt;
Milson, Guine, Meiry, galera do Coco, galera do Nordeste livre, TC, Vince, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome !! Chegada !! Saida !! Hospedagem !! Recurso !! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TC Silva || Dia 03.07  - 13:07||Dia 06.07 - 13:30  || ????      || Diárias do fórum || Cobrindo parte da passagem do Vince&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
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|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Programação da Rede Mocambos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== IV Encontro Nacional da Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
'''Quando:''' Dia 4 as 10 hs&lt;br /&gt;
'''Por:''' TC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referencias:&lt;br /&gt;
* http://acs.taina.net.br/wiki/IV_Encontro_Nacional_Rede_Mocambos&lt;br /&gt;
* http://www.mocambos.org/encontros&lt;br /&gt;
* http://www.mocambos.org/encontro-norte-nordeste-rede-mocambos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Proposta de infraestrutura de rede descentralizada ===&lt;br /&gt;
'''Quando:''' Dia 5 as 10 hs (a principio) &lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação da proposta e seu andamento para criar infra local nas comunidades que permita de usar serviços em alta velocidade por não usar a conexão satelitar/internet. O primeiro serviço vai permitir publicar arquivos (audio, foto, video, etc) numa maquina local que funciona como servidor e o sistema cuida de espalhar isso nas outras comunidades a noite. Tambem vai ser possivel sincronizar a partir de um HD. Ou seja.. Alguem que vai num lugar com banda boa pluga o HD e sincroniza o acervo ate a ultima versao. Depois volta na comunidade pluga o HD no servidor e atualiza o acervo da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais referencias:&lt;br /&gt;
* http://wiki.mocambos.org/wiki/Projeto_Tambor_e_Comunicacao&lt;br /&gt;
* http://acs.taina.net.br/wiki/Frida_2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Oficinas técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====  Wiki/Mapa/Portal/Galeria ====&lt;br /&gt;
'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Git ====&lt;br /&gt;
'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
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'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
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'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

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		<title>Forum da Internet 2012</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Participantes ==&lt;br /&gt;
Milson, Guine, Meiry, galera do Coco, galera do Nordeste livre, TC, Vince, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome !! Chegada !! Saida !! Hospedagem !! Recurso !! Notas&lt;br /&gt;
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| TC Silva || Dia 03.07  - 13:07||Dia 06.07 - 13:30  || ????      || Diárias do fórum || Cobrindo parte da passagem do Vince&lt;br /&gt;
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== Programação da Rede Mocambos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== IV Encontro Nacional da Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
'''Quando:''' Dia 4 as 10 hs&lt;br /&gt;
'''Por:''' TC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referencias:&lt;br /&gt;
* http://acs.taina.net.br/wiki/IV_Encontro_Nacional_Rede_Mocambos&lt;br /&gt;
* http://www.mocambos.org/encontros&lt;br /&gt;
* http://www.mocambos.org/encontro-norte-nordeste-rede-mocambos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Proposta de infraestrutura de rede descentralizada ===&lt;br /&gt;
'''Quando:''' Dia 5 as 10 hs (a principio) &lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação da proposta e seu andamento para criar infra local nas comunidades que permita de usar serviços em alta velocidade por não usar a conexão satelitar/internet. O primeiro serviço vai permitir publicar arquivos (audio, foto, video, etc) numa maquina local que funciona como servidor e o sistema cuida de espalhar isso nas outras comunidades a noite. Tambem vai ser possivel sincronizar a partir de um HD. Ou seja.. Alguem que vai num lugar com banda boa pluga o HD e sincroniza o acervo ate a ultima versao. Depois volta na comunidade pluga o HD no servidor e atualiza o acervo da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais referencias:&lt;br /&gt;
* http://wiki.mocambos.org/wiki/Projeto_Tambor_e_Comunicacao&lt;br /&gt;
* http://acs.taina.net.br/wiki/Frida_2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Oficinas técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====  Wiki/Mapa/Portal/Galeria ====&lt;br /&gt;
'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:''' &lt;br /&gt;
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'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

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		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Forum_da_Internet_2012</id>
		<title>Forum da Internet 2012</title>
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				<updated>2012-06-27T21:58:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Participantes ==&lt;br /&gt;
Milson, Guine, Meiry, galera do Coco, galera do Nordeste livre, TC, Vince, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome !! Chegada !! Saida !! Hospedagem !! Recurso !! Notas&lt;br /&gt;
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| TC Silva || Dia 03.07  - 13:07|| Exemplo || Exemplo || Diárias do fórum || Cobrindo parte da passagem do Vince&lt;br /&gt;
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== Programação da Rede Mocambos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== IV Encontro Nacional da Rede Mocambos ===&lt;br /&gt;
'''Quando:''' Dia 4 as 10 hs&lt;br /&gt;
'''Por:''' TC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referencias:&lt;br /&gt;
* http://acs.taina.net.br/wiki/IV_Encontro_Nacional_Rede_Mocambos&lt;br /&gt;
* http://www.mocambos.org/encontros&lt;br /&gt;
* http://www.mocambos.org/encontro-norte-nordeste-rede-mocambos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Proposta de infraestrutura de rede descentralizada ===&lt;br /&gt;
'''Quando:''' Dia 5 as 10 hs (a principio) &lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação da proposta e seu andamento para criar infra local nas comunidades que permita de usar serviços em alta velocidade por não usar a conexão satelitar/internet. O primeiro serviço vai permitir publicar arquivos (audio, foto, video, etc) numa maquina local que funciona como servidor e o sistema cuida de espalhar isso nas outras comunidades a noite. Tambem vai ser possivel sincronizar a partir de um HD. Ou seja.. Alguem que vai num lugar com banda boa pluga o HD e sincroniza o acervo ate a ultima versao. Depois volta na comunidade pluga o HD no servidor e atualiza o acervo da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais referencias:&lt;br /&gt;
* http://wiki.mocambos.org/wiki/Projeto_Tambor_e_Comunicacao&lt;br /&gt;
* http://acs.taina.net.br/wiki/Frida_2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Oficinas técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====  Wiki/Mapa/Portal/Galeria ====&lt;br /&gt;
'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
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'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
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==== Latex ====&lt;br /&gt;
'''Quando:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Onde:''' a definir&lt;br /&gt;
'''Por:''' Vince&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
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				<updated>2012-06-15T15:50:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Documentos de Apoio (campos opcionais) */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo &lt;br /&gt;
Antonio Carlos dos Santos Silva&lt;br /&gt;
Sexo Masculino X Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
Rua Vicente Leporace, 46 - Jardim Londres&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
tc@mocambos.net&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Brasil&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Campinas&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
+55 19  3228,2993&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Brasileiro&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá como elemento simbólico de ancestralidade e identidade cultural.&lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre como ferramenta de comunicação comunitária e produção cultural&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
Publicações, produção gráfica e digital, vídeos, sites e redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás  - http://www.youtube.com/watch?v=tp34myZZ9L4&lt;br /&gt;
Rede Mocambos  -  http://estudiolivre.org/repo/6388/redemocambos_gc.ogg&lt;br /&gt;
Pajelança Quilombólica Digital  -  http://www.youtube.com/watch?v=1381-LG-XR0&amp;amp;feature=relmfu&lt;br /&gt;
Orquestra Tambores de Aço  -  http://www.youtube.com/watch?v=4O_USSOqWMw   -  http://www.youtube.com/watch?v=EJl343O0Qao&amp;amp;feature=related  - http://www.youtube.com/watch?v=bqMNUFDilJ4&amp;amp;feature=relmfu&lt;br /&gt;
Voz Livre - Conceição das Crioulas  -  http://vimeo.com/6688112&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=O5qnjAqISFw&lt;br /&gt;
Tv - Mocambos   -  http://www.youtube.com/watch?v=o7hzPGhUiCg&amp;amp;feature=relmfu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T15:34:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Vídeo no youtube sobre o projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo &lt;br /&gt;
Antonio Carlos dos Santos Silva&lt;br /&gt;
Sexo Masculino X Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
Rua Vicente Leporace, 46 - Jardim Londres&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
tc@mocambos.net&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Brasil&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Campinas&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
+55 19  3228,2993&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Brasileiro&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá como elemento simbólico de ancestralidade e identidade cultural.&lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre como ferramenta de comunicação comunitária e produção cultural&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
Publicações, produção gráfica e digital, vídeos, sites e redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
Rota dos Baobás  - http://www.youtube.com/watch?v=tp34myZZ9L4&lt;br /&gt;
Rede Mocambos  -  http://estudiolivre.org/repo/6388/redemocambos_gc.ogg&lt;br /&gt;
Pajelança Quilombólica Digital  -  http://www.youtube.com/watch?v=1381-LG-XR0&amp;amp;feature=relmfu&lt;br /&gt;
Orquestra Tambores de Aço  -  http://www.youtube.com/watch?v=4O_USSOqWMw   -  http://www.youtube.com/watch?v=EJl343O0Qao&amp;amp;feature=related  - http://www.youtube.com/watch?v=bqMNUFDilJ4&amp;amp;feature=relmfu&lt;br /&gt;
Voz Livre - Conceição das Crioulas  -  http://vimeo.com/6688112&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=O5qnjAqISFw&lt;br /&gt;
Tv - Mocambos   -  http://www.youtube.com/watch?v=o7hzPGhUiCg&amp;amp;feature=relmfu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T15:18:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Esforços de divulgação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo &lt;br /&gt;
Antonio Carlos dos Santos Silva&lt;br /&gt;
Sexo Masculino X Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
Rua Vicente Leporace, 46 - Jardim Londres&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
tc@mocambos.net&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Brasil&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Campinas&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
+55 19  3228,2993&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Brasileiro&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá como elemento simbólico de ancestralidade e identidade cultural.&lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre como ferramenta de comunicação comunitária e produção cultural&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
Publicações, produção gráfica e digital, vídeos, sites e redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T15:16:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Atividades mais relevantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo &lt;br /&gt;
Antonio Carlos dos Santos Silva&lt;br /&gt;
Sexo Masculino X Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
Rua Vicente Leporace, 46 - Jardim Londres&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
tc@mocambos.net&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Brasil&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Campinas&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
+55 19  3228,2993&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Brasileiro&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá como elemento simbólico de ancestralidade e identidade cultural.&lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre como ferramenta de comunicação comunitária e produção cultural&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T15:13:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Atividades mais relevantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo &lt;br /&gt;
Antonio Carlos dos Santos Silva&lt;br /&gt;
Sexo Masculino X Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
Rua Vicente Leporace, 46 - Jardim Londres&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
tc@mocambos.net&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Brasil&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Campinas&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
+55 19  3228,2993&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Brasileiro&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá &lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre como ferramenta de comunicação comunitária e produção cultural&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T13:22:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Informações de contato do representante do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo &lt;br /&gt;
Antonio Carlos dos Santos Silva&lt;br /&gt;
Sexo Masculino X Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
Rua Vicente Leporace, 46 - Jardim Londres&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
tc@mocambos.net&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Brasil&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Campinas&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
+55 19  3228,2993&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Brasileiro&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá &lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T13:19:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Ano De Conclusão */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo&lt;br /&gt;
Sexo Masculino Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá &lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012</id>
		<title>Premio Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Premio_Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T13:19:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Ano De Início */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Prêmio FRIDA 2012 vai tentar reconhecer as importantes contribuições que as iniciativas de inovação na área das TICs tenham realizado para o desenvolvimento social e econômico da região da América Latina e o Caribe. Baseado em questões de Governança da Internet, o prêmio está focado nas áreas de acesso, liberdade, desenvolvimento e inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serão outorgados cinco prêmios entre os projetos e iniciativas nomeados, um em cada uma das quatro áreas temáticas seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso – Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* Liberdades – Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar  diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* Inovação – Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com o desenvolvimento da Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, um prêmio para o projeto mais criativo e a melhor campanha 2.0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promova e inscreva o seu projeto para o Prêmio FRIDA 2012! Os vencedores vão receber um prêmio em efetivo e vão participar no FGI 2012 a ser realizado em Baku, Azerbaijão. O período para se candidatar está aberto até 15 de junho de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser mais informações acerca de como participar, acesse as Bases para a participação.&lt;br /&gt;
Antecedentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010 os organizadores originais do Prêmio FRIDA (LACNIC, IDRC e ISOC) desenvolveram um novo formato, os Prêmios Frida, cujo objetivo é dar reconhecimento às melhores iniciativas da região, ficando abertos a uma ampla variedade de projetos e iniciativas dos mais diversos tamanhos. Ao contrário do formato de pequenas bolsas que priorizava novos projetos piloto e de pesquisa, o sistema de prêmios respondeu ao interesse de identificar práticas existentes que pudessem ser escaladas e salientar experiências bem sucedidas entre os tomadores de decisões da região. Desde 2010, o prêmio Frida tem realizado dois chamados a candidaturas através dos quais foram outorgados 15 prêmios a iniciativas de 7 economias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Título do Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Nome da organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tipo de organização ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade civil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Chefes de projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Carlos Santos Silva (TC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Organização que financia ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Casa de Cultura Tainã e parceiros da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELER E REVER&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades, o objetivo da Rede é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. A rede integra diferentes projetos, programas e ações voltadas para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental, preservação do patrimônio material e imaterial. Investe por meio da promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas, de indivíduos e comunidades, para a apropriação do conhecimento livre, do fortalecimento institucional das organizações, ampliação de acesso aos bens e serviços públicos e no acesso e apropriação das tecnologias de comunicação e informação. A Rede visa potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios urbanos e rurais, constituindo numa territorialidade tecnológica onde os recursos são utilizados para a integração das pessoas e das comunidades e não para o afastamento das culturas. O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência. A Rede Mocambos não é uma instituição representativa das comunidades quilombolas, mas sim uma rede formada por comunidades quilombolas, indígenas, povos de matriz africana, ribeirinhas e caiçaras que busca a utilização e apropriação das tecnologias de informação e comunicação como estratégias fundamentais para desenvolvimento de ações conjunta das comunidades envolvidas na Rede, além de exercemos o direito humano a comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”) A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores. Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros.BR, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente, que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ano De Início ===&lt;br /&gt;
2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ano De Conclusão ===&lt;br /&gt;
===Categorias (selecionar uma) ===&lt;br /&gt;
* '''Acesso''' - Isto inclui iniciativas que tenham permitido ampliar o acesso fixo e móvel à Internet através de novos formatos técnicos e de organização, bem como melhorar a qualidade do acesso baseados em aspectos de acessibilidade, deficiência e diversidade lingüística.&lt;br /&gt;
* '''Liberdades''' -Isto inclui as iniciativas relacionadas com a liberdade de expressão, liberdade de associação, privacidade, segurança, direitos do consumidor, novas formas de propriedade intelectual no ambiente digital e uma amplia variedade de assuntos relacionados com a Internet e os direitos humanos.&lt;br /&gt;
* '''Desenvolvimento''' - Isto inclui as iniciativas que usam a Internet para colaborar diretamente na solução dos desafios ambientais e socioeconômicos. Abrange aspectos tais como a educação, a saúde, o acesso a financiamento e as condições ambientais.&lt;br /&gt;
* '''Inovação''' - Inclui as iniciativas que introduziram inovações técnicas em qualquer aspecto relacionado com a Internet, tanto físico quanto conceitual. Inclui, entre outros, inovação em termos de materiais, dispositivos, padrões para software e conteúdo, bem como aspectos relacionados com o desenvolvimento da web semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Países atingidos pelo Projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil, Moçambique, Mali, Senegal, Sudão, Itália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações de contato do representante do projeto ===&lt;br /&gt;
NÃO será exibido no site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Completo&lt;br /&gt;
Sexo Masculino Feminino&lt;br /&gt;
Endereço Postal&lt;br /&gt;
E-mail&lt;br /&gt;
Pais&lt;br /&gt;
Cidade&lt;br /&gt;
Telefone (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Fax (adicionar os códigos do país e da área)&lt;br /&gt;
Nacionalidade&lt;br /&gt;
Passaporte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informação adicional do projeto ==&lt;br /&gt;
=== Objetivo principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A tecnologia é uma das frente mais importante da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos necessário o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede&lt;br /&gt;
* Rota dos Baobás: varias comunidades de Rede acolheram e dedicaram um espaço para uma muda de Baobá &lt;br /&gt;
* Pajelanças Quilombólicas: nos encontros da Rede foram compartilhados saberes e técnicas para:&lt;br /&gt;
** Uso de Software Livre&lt;br /&gt;
** Construção com bambu e materiais locais: Tenda dos Saberes&lt;br /&gt;
** Transformação de energia: gerador hidroelétrico com material reciclado&lt;br /&gt;
** Construção de tambores e instrumentos &lt;br /&gt;
* Ferramentas online:&lt;br /&gt;
** Portal da Rede no www.mocambos.net&lt;br /&gt;
** Wiki da Rede no acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
** Mapa da Rede no mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa ===&lt;br /&gt;
“A historia da África é como a história de duas crianças que um dia foram separadas e sairam pelo mundo, mas um dia elas se encontrarão e será um momento extraordinário” (Baba em “A Rota dos Orixás”). A Rede Mocambos começou a se formar a partir da atuação do quilombo urbano, Casa de Cultura Tainã, que em Tupi Guarani significa “Caminho das Estrelas”. É uma entidade cultural e social sem fins lucrativos,apresenta-se, como uma das poucas opções de ação comunitária efetiva, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, em 2006. Sua missão é possibilitar o acesso ás tecnologias de informação e comunicação, fortalecendo a prática da cidadania. A identidade, o resgate e a preservação da cultura de matriz africana, estão presentes nas atividades da Casa de Cultura Tainã, visando contribuir para a formação de sujeitos conscientes e atuantes na comunidade e na sociedade. A Rede Mocambos vem há vários anos articulando e promovendo ações de formação, inicialmente na região de Campinas/SP, onde nasceu o primeiro núcleo da Rede, e agora em âmbito nacional tendo comunidades de Norte ao Sul do país, conectadas e articuladas, através do uso das tecnologias de informação e comunicação e dos tambores.Nasceu com o propósito de criar forte laços entre as comunidades; propiciar vivências, como encontros presencias, onde as pessoas possam se conhecer e depois manter contatos usando as tecnologias de informação e comunicação. Querer e escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação em que as comunidades procuram apoio para os projetos. Em 2007, a Casa de Cultura Tainã, assinou uma parceria com o Programa GESAC, do Ministério das Comunicações que possibilitou o acesso e a ampliação de comunidades quilombolas interligadas, conectadas via satélite pela internet vinculadas a Rede Mocambos que propicia a estas comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, exercerem seu direito humano á comunicação, promovendo entre outros aspectos, a cidadania digital e social. Atualmente a Rede Mocambos tem parceria com o Programa Telecentros-B.R, Ministério das Comunicações, SEPPIR e Ministério do Meio Ambiente,que atende 115 comunidades desenvolvendo atividades de formação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Resultados mais relevantes ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso a Internet: 200 comunidades quilombolas rurais e urbanas, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas interligadas na rede com telecentros&lt;br /&gt;
* 3 encontros nacionais realizados&lt;br /&gt;
* Centenas de computadores reciclados e distribuídos nas comunidades &lt;br /&gt;
* Desenvolvimento de ferramentas de comunicação, produção colaborativa e apoio a gestão&lt;br /&gt;
* 4 Pajelanças Quilombólicas Digitais realizadas.&lt;br /&gt;
* Oficinas de conhecimentos livres envolveram diretamente centenas de pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esforços de divulgação ===&lt;br /&gt;
=== Prêmios e distinções ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, recebeu a Ordem ao Mérito Cultural em novembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia desenvolvida, que chamamos &amp;quot;Pajelança Quilombólica Digital&amp;quot;, é certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/detalhar-tecnologia-425.htm).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Casa de Cultura Tainã, foi selecionada como Ponto de Cultura, com o &amp;quot;Projeto Mocambos&amp;quot; que estruturava as primeiras ações da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas comunidades da Rede foram selecionadas e reconhecidas, por diferentes programas e prêmios, pelas ações desenvolvidas dentro da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Tecnologias ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais tecnologias usadas:&lt;br /&gt;
* Varias distribuições do sistema operacional GNU\Linux&lt;br /&gt;
* Gráfica: Inkscape, GIMP, Blender, Scribus, ...&lt;br /&gt;
* Vídeo: Cinelerra, Kdenlive, ...&lt;br /&gt;
* Áudio: Ardour, Audacity, Jack, ...&lt;br /&gt;
* Ferramentas web: Plone, Mediawiki, Wordpress, Drupal, Django, ...&lt;br /&gt;
* Mapas: Ushahidi, Chimere.&lt;br /&gt;
* Ferramentas de comunicação: Jabber, IRC, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Website do projeto ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Vídeo no youtube sobre o projeto ===&lt;br /&gt;
=== Adicionar Explicação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentos de Apoio (campos opcionais) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links adicionais (max 3) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Adicionar Imagem de Projeto (max 1) ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/IV_Encontro_Nacional_da_Rede_Mocambos/Projeto_BNDS</id>
		<title>IV Encontro Nacional da Rede Mocambos/Projeto BNDS</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/IV_Encontro_Nacional_da_Rede_Mocambos/Projeto_BNDS"/>
				<updated>2012-06-11T13:09:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Título do Projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Possíveis linhas de atuação (podemos escolher as três acho)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tema !! Descrição&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Meio Ambiente || Eventos e publicações que promovam a reflexão e o debate sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e à  preservação ambiental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Desenvolvimento Regional || Eventos e publicações que promovam a reflexão e o debate sobre temas relacionados ao desenvolvimento regional.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Desenvolvimento Econômico e Social || Eventos e publicações que promovam a reflexão e o debate sobre o desenvolvimento nacional, abordando questões relacionadas ao cenário econômico nacional e internacional, distribuição de renda, geração de emprego, cidadania e inclusão social.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para participar precisa cumprir duas etapas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 1 - Inscrição eletrônica ==&lt;br /&gt;
Acesse o formulário eletrônico e preencha todos os campos com as informações do seu projeto. Link ao formulario:&lt;br /&gt;
http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Patrocinio/Introducao/selecao_patrocinio.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante: Antes de preencher o formulário, estruture o seu projeto em um documento separado, evitando a perda de informações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Campos do Formulário online: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''IV ENCONTRO NACIONAL DA REDE MOCAMBOS''' ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Descrição do Projeto ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Justificativa do Projeto ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Contrapartidas ==== &lt;br /&gt;
Tratam-se de benefícios de caráter não financeiro concedidos ao patrocinador.&lt;br /&gt;
Contrapartidas de imagem, sociais ou negociais oferecidas ao BNDES:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fontes de Recursos Demais patrocinadores ====&lt;br /&gt;
Informar nomes e valores concedidos ou em negociação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Orçamento Valor total do projeto ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Valor solicitado ao BNDES ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 2 - Inscrição impressa ==&lt;br /&gt;
Após enviar o formulário eletrônico, imprima a cópia do formulário recebida por e-mail e envie ao BNDES, acompanhado dos seguintes anexos:&lt;br /&gt;
* programação do evento ou sumário da publicação;&lt;br /&gt;
* orçamento global do projeto (link ao modelo: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Patrocinio/Introducao/PlanilhaCustos.xls) ;&lt;br /&gt;
* currículo do proponente;&lt;br /&gt;
* (TALVEZ NÂO PRECISA) cópia dos documentos de inscrição no Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) do Ministério da Cultura, nos casos aplicáveis (para projetos culturais, se houver). ATENÇÃO: Quando o projeto cultural estiver inscrito no PRONAC, o orçamento global do projeto enviado ao BNDES deverá ser o mesmo encaminhado ao Ministério da Cultura.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link pro edital:&lt;br /&gt;
http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Patrocinio/Introducao/index.html&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_baob%C3%A1s_digital</id>
		<title>Rota dos baobás digital</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_baob%C3%A1s_digital"/>
				<updated>2012-02-21T23:48:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Entre baobás, cacaus e dendês, noite a dentro, madrugada a fora, 80 computadores foram recuperados e já estão sendo embalados para serem despachados rumo a comunidades quilombolas de vários estados brasileiros (Pará, Amapá, Maranhão, Rio Grande do Sul, Bahia, Tocantins e Vale do Ribeira/SP, Campinas/SP).&lt;br /&gt;
Esses computadores foram doados para aTainã/ Rede Mocambos pela empresa de transporte aéreo Absa, que também deverá nos dar apoio logístico para conseguirmos fazer esses equipamentos chegarem ao seus destinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande asé pra galerinha que colaborou com essa imersão super produtiva: Guilherme Medeiros, Guinê Ribeiro, Daniel Ferratti, Layla Xavier, TC Silva, Thiago Laureano, Ayo Shani.  http://galeria.mocambos.net/Rota-dos-Baob-s-Digital&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;big&amp;gt;Lista das comunidades Quilombolas que receberão os kits Mocambos.&amp;lt;/big&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome da comunidade !! Estado !! Município !! Representante legal !! Contato na comunidade !! Pessoa responsável pelo o kit !! Contatos !! Equipamentos Recebidos  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de São Cristóvão || ES || São Mateus || Giuliana Modesto || Giuliana Modesto || Arilson Ventura || (28)  9982 9566&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de São Pedro || ES || Ibiraci || Odete || Odete ||  Arilson Ventura || (28)  9982 9566&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comudidade Quilombo do Barroso || BA || Camaru || Daniele dos Santos de Jesus ||Daniele dos Santos de Jesus || Daniele dos Santos de Jesus || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de Santana || PA || Ponta de Pedra-Marajó || Alexandra || Alessandra || Socorro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Comunidade Quilombola de Santa Maria do Crauateua || PA || São Miguel do Guamá || Manoel Raimundo Borges Filho&lt;br /&gt;
||Manoel Raimundo Borges Filho || Lourenço Ribeiro Filho “Guinê”  (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Terreiro de Mina de João Pedro || PA || Ananindeua || João Pedro || João Pedro ||  Lourenço Ribeiro Filho “Guinê” || (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de Pimenteira || PA || Santa Luzia || Domingas Alves do Nascimento || Nazaré ||&lt;br /&gt;
E-mail: redebragantinaes@hotmail.com || Lourenço Ribeiro Filho “Guinê”  || (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de boa Vista || MA || Cururupu || Nilze || lourenço Ribeiro Filho “Guinê” || (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade quilombola de Mumbuca&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_baob%C3%A1s_digital</id>
		<title>Rota dos baobás digital</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_baob%C3%A1s_digital"/>
				<updated>2012-02-21T23:38:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Entre baobás, cacaus e dendês, noite a dentro, madrugada a fora, 80 computadores foram recuperados e já estão sendo embalados para serem despachados rumo a comunidades quilombolas de vários estados brasileiros (Pará, Amapá, Maranhão, Rio Grande do Sul, Bahia, Tocantins e Vale do Ribeira/SP, Campinas/SP).&lt;br /&gt;
Esses computadores foram doados para aTainã/ Rede Mocambos pela empresa de transporte aéreo Absa, que também deverá nos dar apoio logístico para conseguirmos fazer esses equipamentos chegarem ao seus destinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande asé pra galerinha que colaborou com essa imersão super produtiva: Guilherme Medeiros, Guinê Ribeiro, Daniel Ferratti, Layla Xavier, TC Silva, Thiago Laureano, Ayo Shani.  http://galeria.mocambos.net/Rota-dos-Baob-s-Digital&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;big&amp;gt;Lista das comunidades Quilombolas que receberão os kits Mocambos.&amp;lt;/big&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome da comunidade !! Estado !! Município !! Representante legal !! Contato na comunidade !! Pessoa responsável pelo o kit !! Contatos !! Equipamentos Recebidos || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de São Cristóvão || ES || São Mateus || Giuliana Modesto || Giuliana Modesto || Arilson Ventura || (28)  9982 9566&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de São Pedro || ES || Ibiraci || Odete || Odete ||  Arilson Ventura || (28)  9982 9566&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comudidade Quilombo do Barroso || BA || Camaru || Daniele dos Santos de Jesus ||Daniele dos Santos de Jesus || Daniele dos Santos de Jesus || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de Santana || PA || Ponta de Pedra-Marajó || Alexandra || Alessandra || Socorro ||&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Comunidade Quilombola de Santa Maria do Crauateua || PA || São Miguel do Guamá || Manoel Raimundo Borges Filho&lt;br /&gt;
||Manoel Raimundo Borges Filho || Lourenço Ribeiro Filho “Guinê”  (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Terreiro de Mina de João Pedro || PA || Ananindeua || João Pedro || João Pedro ||  Lourenço Ribeiro Filho “Guinê” || (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de Pimenteira || PA || Santa Luzia || Domingas Alves do Nascimento || Nazaré ||&lt;br /&gt;
E-mail: redebragantinaes@hotmail.com || Lourenço Ribeiro Filho “Guinê”  || (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de boa Vista || MA || Cururupu || Nilze || lourenço Ribeiro Filho “Guinê” || (91) 8141 2491, negroguine@gmail.com &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade quilombola de Mumbuca&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Usu%C3%A1rio:Zudihone2564</id>
		<title>Usuário:Zudihone2564</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Usu%C3%A1rio:Zudihone2564"/>
				<updated>2012-01-14T17:01:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: Criou página com 'postagem de span'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;postagem de span&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Arquivo:Arte_tenda_web.jpg</id>
		<title>Arquivo:Arte tenda web.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Arquivo:Arte_tenda_web.jpg"/>
				<updated>2012-01-04T01:05:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua</id>
		<title>Rota dos Baobás/Tuxáua</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua"/>
				<updated>2012-01-04T01:04:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Construção Tenda dos Saberes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:arte_tuxa_web2.png‎|400px|center]]&lt;br /&gt;
'''Projeto Tuxáua  - Rota dos Baobás'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto Rota dos Baobás==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visa integrar as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 80 comunidades, em 15 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros. A Rede Mocambos também vem fortalecendo a integração entre muitos pontos de cultura e ações do Programa Cultura Viva, ações de inclusão digital entre vários ministérios e interação com outras redes de comunicação social. Através de convênio com o Ministério das comunicações, efetivado em 2007, pudemos garantir conectividade  pra 65 comunidades das 80 integradas ä Rede. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma iniciativa da Casa de Cultura Tainã que foi ampliada através do Convênio feito em 2005 com o Programa Cultura Viva Ponto de Cultura Projeto Mocambos. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos está se ampliando mais através do Programa Telecentros BR em convênio feita em parceria com a Seppir e o Ministério do Planejamento com mais 80 comunidades já cadastradas pela Rede  Mocambos no Onid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo geral do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Potencializar a estruturação da Rede Mocambos através da  apropriação das novas tecnologias de comunicação e intercambio entre as diferentes realidades mas que buscam as mesmas oportunidades de acesso e inclusão sócio/digital.&lt;br /&gt;
Desenvolver mapeamento e geo referenciamento dessas comunidades para facilitar a integração entre elas promovendo assim uma rede de trocas, compartilhamento de saberes, conhecimentos, intercâmbio cultural, e de comércio solidário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo específico do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Criar a Rota dos Baobás – Elemento simbólico que nos remete à nossa ancestralidade e tradições. Representação sagrada da nossa presença e do  espaço que ocupamos  na terra.&lt;br /&gt;
Articulação/mobilização das comunidades envolvidas na Rede&lt;br /&gt;
Mapeamento e cartografia das comunidades&lt;br /&gt;
Encontros presenciais e oficinas de capacitação&lt;br /&gt;
Registro das interações e produção de conteúdos&lt;br /&gt;
Banco de dados disponibilizado no portal da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Por que esse projeto precisa ser realizado?'''===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia  entre 08 e 15 de março de 2010. Este  gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual é a proposta de continuidade da atuação do proponente ?'''===&lt;br /&gt;
Com trabalho em Rede, de tipo associativo e solidário, que, através de Mídias Digitais Livres, organizará a formação de agentes culturais comunitários, geradores de ações cidadãs e participativas, para que estes, instrumentalizados, favoreçam o desenvolvimento da postura crítica e emancipatória na produção e distribuição de produtos artísticos oriundos da cultura popular, gerando empoderamento e renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual o público alvo que o projeto pretende articular e mobilizar ?'''===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA,  Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS,  Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?'''&lt;br /&gt;
2.7. Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Projeto Rota dos Baobás===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)Compartilhar Tecnologia Mocambólica;&lt;br /&gt;
2)Desenvolver tecnologias da informação e comunicação; &lt;br /&gt;
3)Organizar espaços de formação que promovam o encontro, a troca de experiências e a articulação entre os membros da Rede Mocambos; &lt;br /&gt;
4)Ampliar a implantação dos pontos de presença pela Rede Mocambos às Comunidades Quilombolas, Indígenas e demais Povos e Comunidades formadoras da Rede; &lt;br /&gt;
5) Utilizar as tecnologias de informação e comunicação para promover processos de educação mais criativos e pertinentes a realidade vivenciada pelas comunidades e entidades membros da Rede Mocambos; Propor mudanças na legislação para possibilitar a implantação de rádios comunitárias, analógicas e digitais, facilitando o acesso das comunidades quilombolas, indígenas e povos e comunidades tradicionais; &lt;br /&gt;
6)Potencializar a utilização das tecnologias da informação e comunicação como instrumentos de articulação de políticas públicas e compartilhamento de conhecimento; &lt;br /&gt;
7) Desenvolver estratégias de Educação à Distância que não dependam exclusivamente da internet, como a realização de oficinas, produção de materiais pedagógicos escritos, áudio-visuais (Cds e DVDs), material lúdico, entre outros; &lt;br /&gt;
8) Promover processos de formação em associativismo, cooperativismo, elaboração de projetos, captação de recursos, gestão de projetos entre outros;&lt;br /&gt;
9)Espaço aberto e permanente para articulação e construção de ações de fortalecimento sócio-econômico-político-cultural comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Como será a interação do proponente com a rede do programa Cultura Viva ?'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro da Rede Mocambos encontramos inclusive muitos Pontos de Cultura, conveniados a partir do estímulo da Rede, como por exemplo o Projeto Mocambos Tambor Menino da cidade de Americana , o Ponto Herbert de Souza e o Ponto Fazenda Roseira, Campinas– SP, o Ponto de Cultura Odomodé em Porto Alegre – RS, o Ponto de Cultura Mukando Kandongo em Campo Grande – MS, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Quais são os resultados esperados com a realização deste projeto:'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Projeto Rota dos Baobás visa ajudar na implementação de novas abordagens e ações de geração de renda, manejo sustentável de recursos naturais e apropriação de tecnologias de informação e comunicação; reconhecer, estimular e documentar a criação de iniciativas inovadoras, autogeridas e sustentadas que contribuam para a formulação de políticas públicas que assegurem o desenvolvimento das comunidades afrodescendentes é uma das diretrizes fundamentais que embasam as atividades e ações executadas dentro da Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''CRONOGRAMA E PLANO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA'''==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| cellpadding=&amp;quot;4&amp;quot;  style=&amp;quot;border: 1px solid #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Etapa&lt;br /&gt;
! Trecho&lt;br /&gt;
! UF&lt;br /&gt;
! Kms&lt;br /&gt;
! Pedágio&lt;br /&gt;
! Combustivel&lt;br /&gt;
! Paradas&lt;br /&gt;
! Pernoite&lt;br /&gt;
! Comunidade&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|rowspan=&amp;quot;10&amp;quot;|Etapa 1&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|  1- Campinas/Ubatuba&lt;br /&gt;
| SP&lt;br /&gt;
| 282&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| 2- Ubatuba/Paraty&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 73&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 3- Paraty/Valença&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 222&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 4-Valença/Quissamã&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 331 &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 5-Quissamã/Conc da Barra&lt;br /&gt;
| ES&lt;br /&gt;
| 572&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 6-Conc da Barra/Itacaré&lt;br /&gt;
| BA&lt;br /&gt;
| 613&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 8-Cachoeira/Montes Claros&lt;br /&gt;
| MG&lt;br /&gt;
| 881&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 9-Montes Claros/BH&lt;br /&gt;
| MG&lt;br /&gt;
| 423 &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| 10-BH/Campinas&lt;br /&gt;
| SP&lt;br /&gt;
| 579&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
| '''Total'''&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|''' 5'''&lt;br /&gt;
|''' 4.282'''&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Galeria de Imagens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Construção Tenda dos Saberes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Primeiro Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:Foto_2.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_3.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_5.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_7.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_10.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_11.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_14.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_16.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_28.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_41.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_70.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_81.jpg‎&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Segundo Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:2-dia.JPG&lt;br /&gt;
File:Foto_.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_37.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia 35.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_28.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_27.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_26.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_25.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_36.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_23.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_30.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_24.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Inauguração da Tenda&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[Arquivo:arte_tenda_web.jpg]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua</id>
		<title>Rota dos Baobás/Tuxáua</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua"/>
				<updated>2012-01-04T01:02:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: /* Construção Tenda dos Saberes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:arte_tuxa_web2.png‎|400px|center]]&lt;br /&gt;
'''Projeto Tuxáua  - Rota dos Baobás'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto Rota dos Baobás==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visa integrar as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 80 comunidades, em 15 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros. A Rede Mocambos também vem fortalecendo a integração entre muitos pontos de cultura e ações do Programa Cultura Viva, ações de inclusão digital entre vários ministérios e interação com outras redes de comunicação social. Através de convênio com o Ministério das comunicações, efetivado em 2007, pudemos garantir conectividade  pra 65 comunidades das 80 integradas ä Rede. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma iniciativa da Casa de Cultura Tainã que foi ampliada através do Convênio feito em 2005 com o Programa Cultura Viva Ponto de Cultura Projeto Mocambos. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos está se ampliando mais através do Programa Telecentros BR em convênio feita em parceria com a Seppir e o Ministério do Planejamento com mais 80 comunidades já cadastradas pela Rede  Mocambos no Onid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo geral do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Potencializar a estruturação da Rede Mocambos através da  apropriação das novas tecnologias de comunicação e intercambio entre as diferentes realidades mas que buscam as mesmas oportunidades de acesso e inclusão sócio/digital.&lt;br /&gt;
Desenvolver mapeamento e geo referenciamento dessas comunidades para facilitar a integração entre elas promovendo assim uma rede de trocas, compartilhamento de saberes, conhecimentos, intercâmbio cultural, e de comércio solidário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo específico do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Criar a Rota dos Baobás – Elemento simbólico que nos remete à nossa ancestralidade e tradições. Representação sagrada da nossa presença e do  espaço que ocupamos  na terra.&lt;br /&gt;
Articulação/mobilização das comunidades envolvidas na Rede&lt;br /&gt;
Mapeamento e cartografia das comunidades&lt;br /&gt;
Encontros presenciais e oficinas de capacitação&lt;br /&gt;
Registro das interações e produção de conteúdos&lt;br /&gt;
Banco de dados disponibilizado no portal da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Por que esse projeto precisa ser realizado?'''===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia  entre 08 e 15 de março de 2010. Este  gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual é a proposta de continuidade da atuação do proponente ?'''===&lt;br /&gt;
Com trabalho em Rede, de tipo associativo e solidário, que, através de Mídias Digitais Livres, organizará a formação de agentes culturais comunitários, geradores de ações cidadãs e participativas, para que estes, instrumentalizados, favoreçam o desenvolvimento da postura crítica e emancipatória na produção e distribuição de produtos artísticos oriundos da cultura popular, gerando empoderamento e renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual o público alvo que o projeto pretende articular e mobilizar ?'''===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA,  Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS,  Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?'''&lt;br /&gt;
2.7. Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Projeto Rota dos Baobás===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)Compartilhar Tecnologia Mocambólica;&lt;br /&gt;
2)Desenvolver tecnologias da informação e comunicação; &lt;br /&gt;
3)Organizar espaços de formação que promovam o encontro, a troca de experiências e a articulação entre os membros da Rede Mocambos; &lt;br /&gt;
4)Ampliar a implantação dos pontos de presença pela Rede Mocambos às Comunidades Quilombolas, Indígenas e demais Povos e Comunidades formadoras da Rede; &lt;br /&gt;
5) Utilizar as tecnologias de informação e comunicação para promover processos de educação mais criativos e pertinentes a realidade vivenciada pelas comunidades e entidades membros da Rede Mocambos; Propor mudanças na legislação para possibilitar a implantação de rádios comunitárias, analógicas e digitais, facilitando o acesso das comunidades quilombolas, indígenas e povos e comunidades tradicionais; &lt;br /&gt;
6)Potencializar a utilização das tecnologias da informação e comunicação como instrumentos de articulação de políticas públicas e compartilhamento de conhecimento; &lt;br /&gt;
7) Desenvolver estratégias de Educação à Distância que não dependam exclusivamente da internet, como a realização de oficinas, produção de materiais pedagógicos escritos, áudio-visuais (Cds e DVDs), material lúdico, entre outros; &lt;br /&gt;
8) Promover processos de formação em associativismo, cooperativismo, elaboração de projetos, captação de recursos, gestão de projetos entre outros;&lt;br /&gt;
9)Espaço aberto e permanente para articulação e construção de ações de fortalecimento sócio-econômico-político-cultural comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Como será a interação do proponente com a rede do programa Cultura Viva ?'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro da Rede Mocambos encontramos inclusive muitos Pontos de Cultura, conveniados a partir do estímulo da Rede, como por exemplo o Projeto Mocambos Tambor Menino da cidade de Americana , o Ponto Herbert de Souza e o Ponto Fazenda Roseira, Campinas– SP, o Ponto de Cultura Odomodé em Porto Alegre – RS, o Ponto de Cultura Mukando Kandongo em Campo Grande – MS, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Quais são os resultados esperados com a realização deste projeto:'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Projeto Rota dos Baobás visa ajudar na implementação de novas abordagens e ações de geração de renda, manejo sustentável de recursos naturais e apropriação de tecnologias de informação e comunicação; reconhecer, estimular e documentar a criação de iniciativas inovadoras, autogeridas e sustentadas que contribuam para a formulação de políticas públicas que assegurem o desenvolvimento das comunidades afrodescendentes é uma das diretrizes fundamentais que embasam as atividades e ações executadas dentro da Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''CRONOGRAMA E PLANO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA'''==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| cellpadding=&amp;quot;4&amp;quot;  style=&amp;quot;border: 1px solid #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Etapa&lt;br /&gt;
! Trecho&lt;br /&gt;
! UF&lt;br /&gt;
! Kms&lt;br /&gt;
! Pedágio&lt;br /&gt;
! Combustivel&lt;br /&gt;
! Paradas&lt;br /&gt;
! Pernoite&lt;br /&gt;
! Comunidade&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|rowspan=&amp;quot;10&amp;quot;|Etapa 1&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|  1- Campinas/Ubatuba&lt;br /&gt;
| SP&lt;br /&gt;
| 282&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| 2- Ubatuba/Paraty&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 73&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 3- Paraty/Valença&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 222&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 4-Valença/Quissamã&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 331 &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 5-Quissamã/Conc da Barra&lt;br /&gt;
| ES&lt;br /&gt;
| 572&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 6-Conc da Barra/Itacaré&lt;br /&gt;
| BA&lt;br /&gt;
| 613&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 8-Cachoeira/Montes Claros&lt;br /&gt;
| MG&lt;br /&gt;
| 881&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 9-Montes Claros/BH&lt;br /&gt;
| MG&lt;br /&gt;
| 423 &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| 10-BH/Campinas&lt;br /&gt;
| SP&lt;br /&gt;
| 579&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
| '''Total'''&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|''' 5'''&lt;br /&gt;
|''' 4.282'''&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Galeria de Imagens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Construção Tenda dos Saberes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Primeiro Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:Foto_2.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_3.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_5.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_7.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_10.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_11.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_14.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_16.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_28.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_41.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_70.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_81.jpg‎&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Segundo Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:2-dia.JPG&lt;br /&gt;
File:Foto_.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_37.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia 35.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_28.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_27.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_26.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_25.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_36.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_23.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_30.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_24.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Inauguração da Tenda&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:/home/livre/Área de Trabalho/Tuxaua/Arte Rota/arte_tenda_web.jpg&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua</id>
		<title>Rota dos Baobás/Tuxáua</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua"/>
				<updated>2012-01-03T23:16:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:arte_tuxa_web2.png‎|400px|center]]&lt;br /&gt;
'''Projeto Tuxáua  - Rota dos Baobás'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto Rota dos Baobás==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visa integrar as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 80 comunidades, em 15 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros. A Rede Mocambos também vem fortalecendo a integração entre muitos pontos de cultura e ações do Programa Cultura Viva, ações de inclusão digital entre vários ministérios e interação com outras redes de comunicação social. Através de convênio com o Ministério das comunicações, efetivado em 2007, pudemos garantir conectividade  pra 65 comunidades das 80 integradas ä Rede. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma iniciativa da Casa de Cultura Tainã que foi ampliada através do Convênio feito em 2005 com o Programa Cultura Viva Ponto de Cultura Projeto Mocambos. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos está se ampliando mais através do Programa Telecentros BR em convênio feita em parceria com a Seppir e o Ministério do Planejamento com mais 80 comunidades já cadastradas pela Rede  Mocambos no Onid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo geral do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Potencializar a estruturação da Rede Mocambos através da  apropriação das novas tecnologias de comunicação e intercambio entre as diferentes realidades mas que buscam as mesmas oportunidades de acesso e inclusão sócio/digital.&lt;br /&gt;
Desenvolver mapeamento e geo referenciamento dessas comunidades para facilitar a integração entre elas promovendo assim uma rede de trocas, compartilhamento de saberes, conhecimentos, intercâmbio cultural, e de comércio solidário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo específico do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Criar a Rota dos Baobás – Elemento simbólico que nos remete à nossa ancestralidade e tradições. Representação sagrada da nossa presença e do  espaço que ocupamos  na terra.&lt;br /&gt;
Articulação/mobilização das comunidades envolvidas na Rede&lt;br /&gt;
Mapeamento e cartografia das comunidades&lt;br /&gt;
Encontros presenciais e oficinas de capacitação&lt;br /&gt;
Registro das interações e produção de conteúdos&lt;br /&gt;
Banco de dados disponibilizado no portal da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Por que esse projeto precisa ser realizado?'''===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia  entre 08 e 15 de março de 2010. Este  gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual é a proposta de continuidade da atuação do proponente ?'''===&lt;br /&gt;
Com trabalho em Rede, de tipo associativo e solidário, que, através de Mídias Digitais Livres, organizará a formação de agentes culturais comunitários, geradores de ações cidadãs e participativas, para que estes, instrumentalizados, favoreçam o desenvolvimento da postura crítica e emancipatória na produção e distribuição de produtos artísticos oriundos da cultura popular, gerando empoderamento e renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual o público alvo que o projeto pretende articular e mobilizar ?'''===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA,  Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS,  Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?'''&lt;br /&gt;
2.7. Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Projeto Rota dos Baobás===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)Compartilhar Tecnologia Mocambólica;&lt;br /&gt;
2)Desenvolver tecnologias da informação e comunicação; &lt;br /&gt;
3)Organizar espaços de formação que promovam o encontro, a troca de experiências e a articulação entre os membros da Rede Mocambos; &lt;br /&gt;
4)Ampliar a implantação dos pontos de presença pela Rede Mocambos às Comunidades Quilombolas, Indígenas e demais Povos e Comunidades formadoras da Rede; &lt;br /&gt;
5) Utilizar as tecnologias de informação e comunicação para promover processos de educação mais criativos e pertinentes a realidade vivenciada pelas comunidades e entidades membros da Rede Mocambos; Propor mudanças na legislação para possibilitar a implantação de rádios comunitárias, analógicas e digitais, facilitando o acesso das comunidades quilombolas, indígenas e povos e comunidades tradicionais; &lt;br /&gt;
6)Potencializar a utilização das tecnologias da informação e comunicação como instrumentos de articulação de políticas públicas e compartilhamento de conhecimento; &lt;br /&gt;
7) Desenvolver estratégias de Educação à Distância que não dependam exclusivamente da internet, como a realização de oficinas, produção de materiais pedagógicos escritos, áudio-visuais (Cds e DVDs), material lúdico, entre outros; &lt;br /&gt;
8) Promover processos de formação em associativismo, cooperativismo, elaboração de projetos, captação de recursos, gestão de projetos entre outros;&lt;br /&gt;
9)Espaço aberto e permanente para articulação e construção de ações de fortalecimento sócio-econômico-político-cultural comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Como será a interação do proponente com a rede do programa Cultura Viva ?'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro da Rede Mocambos encontramos inclusive muitos Pontos de Cultura, conveniados a partir do estímulo da Rede, como por exemplo o Projeto Mocambos Tambor Menino da cidade de Americana , o Ponto Herbert de Souza e o Ponto Fazenda Roseira, Campinas– SP, o Ponto de Cultura Odomodé em Porto Alegre – RS, o Ponto de Cultura Mukando Kandongo em Campo Grande – MS, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Quais são os resultados esperados com a realização deste projeto:'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Projeto Rota dos Baobás visa ajudar na implementação de novas abordagens e ações de geração de renda, manejo sustentável de recursos naturais e apropriação de tecnologias de informação e comunicação; reconhecer, estimular e documentar a criação de iniciativas inovadoras, autogeridas e sustentadas que contribuam para a formulação de políticas públicas que assegurem o desenvolvimento das comunidades afrodescendentes é uma das diretrizes fundamentais que embasam as atividades e ações executadas dentro da Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''CRONOGRAMA E PLANO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA'''==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| cellpadding=&amp;quot;4&amp;quot;  style=&amp;quot;border: 1px solid #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Etapa&lt;br /&gt;
! Trecho&lt;br /&gt;
! UF&lt;br /&gt;
! Kms&lt;br /&gt;
! Pedágio&lt;br /&gt;
! Combustivel&lt;br /&gt;
! Paradas&lt;br /&gt;
! Pernoite&lt;br /&gt;
! Comunidade&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|rowspan=&amp;quot;10&amp;quot;|Etapa 1&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|  1- Campinas/Ubatuba&lt;br /&gt;
| SP&lt;br /&gt;
| 282&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| 2- Ubatuba/Paraty&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 73&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 3- Paraty/Valença&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 222&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 4-Valença/Quissamã&lt;br /&gt;
| RJ&lt;br /&gt;
| 331 &lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 5-Quissamã/Conc da Barra&lt;br /&gt;
| ES&lt;br /&gt;
| 572&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 6-Conc da Barra/Itacaré&lt;br /&gt;
| BA&lt;br /&gt;
| 613&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 8-Cachoeira/Montes Claros&lt;br /&gt;
| MG&lt;br /&gt;
| 881&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| 9-Montes Claros/BH&lt;br /&gt;
| MG&lt;br /&gt;
| 423 &lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &lt;br /&gt;
| 10-BH/Campinas&lt;br /&gt;
| SP&lt;br /&gt;
| 579&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background: #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
| '''Total'''&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|''' 5'''&lt;br /&gt;
|''' 4.282'''&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Galeria de Imagens ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Construção Tenda dos Saberes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Primeiro Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:Foto_2.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_3.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_5.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_7.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_10.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_11.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_14.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_16.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_28.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_41.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_70.jpg‎&lt;br /&gt;
File:Foto_81.jpg‎&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Segundo Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
File:2-dia.JPG&lt;br /&gt;
File:Foto_.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_37.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia 35.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_28.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_27.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_26.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_25.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_36.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_23.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_30.jpg&lt;br /&gt;
File:2-Dia_24.jpg&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Arquivo:Arte_tuxa_web2.png</id>
		<title>Arquivo:Arte tuxa web2.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Arquivo:Arte_tuxa_web2.png"/>
				<updated>2012-01-03T23:15:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Rota_dos_Baob%C3%A1s/Tux%C3%A1ua</id>
		<title>Rota dos Baobás/Tuxáua</title>
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				<updated>2012-01-03T23:09:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Tctamboryo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:arte_tuxa_web2.png‎|600px|center]]&lt;br /&gt;
'''Projeto Tuxáua  - Rota dos Baobás'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto Rota dos Baobás==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visa integrar as ações de articulação da Rede Mocambos, que integra aproximadamente 80 comunidades, em 15 estados brasileiros, em sua maioria comunidades quilombolas, urbanas e rurais e também entidades culturais e de terreiros. A Rede Mocambos também vem fortalecendo a integração entre muitos pontos de cultura e ações do Programa Cultura Viva, ações de inclusão digital entre vários ministérios e interação com outras redes de comunicação social. Através de convênio com o Ministério das comunicações, efetivado em 2007, pudemos garantir conectividade  pra 65 comunidades das 80 integradas ä Rede. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma iniciativa da Casa de Cultura Tainã que foi ampliada através do Convênio feito em 2005 com o Programa Cultura Viva Ponto de Cultura Projeto Mocambos. &lt;br /&gt;
A Rede Mocambos está se ampliando mais através do Programa Telecentros BR em convênio feita em parceria com a Seppir e o Ministério do Planejamento com mais 80 comunidades já cadastradas pela Rede  Mocambos no Onid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo geral do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Potencializar a estruturação da Rede Mocambos através da  apropriação das novas tecnologias de comunicação e intercambio entre as diferentes realidades mas que buscam as mesmas oportunidades de acesso e inclusão sócio/digital.&lt;br /&gt;
Desenvolver mapeamento e geo referenciamento dessas comunidades para facilitar a integração entre elas promovendo assim uma rede de trocas, compartilhamento de saberes, conhecimentos, intercâmbio cultural, e de comércio solidário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Objetivo específico do projeto:'''===&lt;br /&gt;
Criar a Rota dos Baobás – Elemento simbólico que nos remete à nossa ancestralidade e tradições. Representação sagrada da nossa presença e do  espaço que ocupamos  na terra.&lt;br /&gt;
Articulação/mobilização das comunidades envolvidas na Rede&lt;br /&gt;
Mapeamento e cartografia das comunidades&lt;br /&gt;
Encontros presenciais e oficinas de capacitação&lt;br /&gt;
Registro das interações e produção de conteúdos&lt;br /&gt;
Banco de dados disponibilizado no portal da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Por que esse projeto precisa ser realizado?'''===&lt;br /&gt;
Por ser um projeto que acumula 8 anos de experiência onde se pode observar resultados de compartilhamento, apropriação de conhecimentos que vão desde a manutenção de equipamentos até a produção de soluções tecnológicas para fins sociais, como por exemplo a produção coletiva do Portal de Comunicação da Rede Mocambos (www.mocambos.net), e a construção do gerador de energia elétrica produzido na Tainã durante a Pajelança Quilombólica Digital que reuniu 40 representantes de comunidades quilombolas da Bahia  entre 08 e 15 de março de 2010. Este  gerador foi instalado na comunidade de Ribeirão Grande, Barra do turvo, SP, e conseguimos iluminar o centro social da comunidade e 7 residencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual é a proposta de continuidade da atuação do proponente ?'''===&lt;br /&gt;
Com trabalho em Rede, de tipo associativo e solidário, que, através de Mídias Digitais Livres, organizará a formação de agentes culturais comunitários, geradores de ações cidadãs e participativas, para que estes, instrumentalizados, favoreçam o desenvolvimento da postura crítica e emancipatória na produção e distribuição de produtos artísticos oriundos da cultura popular, gerando empoderamento e renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Qual o público alvo que o projeto pretende articular e mobilizar ?'''===&lt;br /&gt;
Comunidades ligadas à Rede Mocambos nas regiões onde estão sendo implantados os Núcleos de Formação Continuada da Rede: Alcântara/MA, Itacaré/BA,  Olinda-Salgueiro/PE, Porto Alegre – Pelotas/RS,  Sapê do Norte/ES, Paraty – Litoral Paulista/RJ, Vale do Ribeira/SP, Belém do Pará/PA, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?'''&lt;br /&gt;
2.7. Qual é a inovação que este projeto apresenta do ponto de vista estético, metodológico, tecnológico, educacional, de sustentabilidade, dentre outros ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Projeto Rota dos Baobás===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)Compartilhar Tecnologia Mocambólica;&lt;br /&gt;
2)Desenvolver tecnologias da informação e comunicação; &lt;br /&gt;
3)Organizar espaços de formação que promovam o encontro, a troca de experiências e a articulação entre os membros da Rede Mocambos; &lt;br /&gt;
4)Ampliar a implantação dos pontos de presença pela Rede Mocambos às Comunidades Quilombolas, Indígenas e demais Povos e Comunidades formadoras da Rede; &lt;br /&gt;
5) Utilizar as tecnologias de informação e comunicação para promover processos de educação mais criativos e pertinentes a realidade vivenciada pelas comunidades e entidades membros da Rede Mocambos; Propor mudanças na legislação para possibilitar a implantação de rádios comunitárias, analógicas e digitais, facilitando o acesso das comunidades quilombolas, indígenas e povos e comunidades tradicionais; &lt;br /&gt;
6)Potencializar a utilização das tecnologias da informação e comunicação como instrumentos de articulação de políticas públicas e compartilhamento de conhecimento; &lt;br /&gt;
7) Desenvolver estratégias de Educação à Distância que não dependam exclusivamente da internet, como a realização de oficinas, produção de materiais pedagógicos escritos, áudio-visuais (Cds e DVDs), material lúdico, entre outros; &lt;br /&gt;
8) Promover processos de formação em associativismo, cooperativismo, elaboração de projetos, captação de recursos, gestão de projetos entre outros;&lt;br /&gt;
9)Espaço aberto e permanente para articulação e construção de ações de fortalecimento sócio-econômico-político-cultural comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Como será a interação do proponente com a rede do programa Cultura Viva ?'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro da Rede Mocambos encontramos inclusive muitos Pontos de Cultura, conveniados a partir do estímulo da Rede, como por exemplo o Projeto Mocambos Tambor Menino da cidade de Americana , o Ponto Herbert de Souza e o Ponto Fazenda Roseira, Campinas– SP, o Ponto de Cultura Odomodé em Porto Alegre – RS, o Ponto de Cultura Mukando Kandongo em Campo Grande – MS, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==='''Quais são os resultados esperados com a realização deste projeto:'''===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Projeto Rota dos Baobás visa ajudar na implementação de novas abordagens e ações de geração de renda, manejo sustentável de recursos naturais e apropriação de tecnologias de informação e comunicação; reconhecer, estimular e documentar a criação de iniciativas inovadoras, autogeridas e sustentadas que contribuam para a formulação de políticas públicas que assegurem o desenvolvimento das comunidades afrodescendentes é uma das diretrizes fundamentais que embasam as atividades e ações executadas dentro da Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''CRONOGRAMA E PLANO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA'''==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| cellpadding=&amp;quot;4&amp;quot;  style=&amp;quot;border: 1px solid #efefef;&amp;quot;&lt;br /&gt;
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===Construção Tenda dos Saberes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery widths=150px heights=150px perrow=6 caption=&amp;quot;Primeiro Dia - Construção da Tenda dos Saberes&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
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		<author><name>Tctamboryo</name></author>	</entry>

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