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		<title>Rede Mocambos - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<updated>2026-09-08T13:57:26Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Portal</id>
		<title>NPDD/Portal</title>
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				<updated>2012-10-30T20:36:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: /* Revisão - Conteúdos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Revisão e atualização dos conteúdos do portal ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Próximos passos ===&lt;br /&gt;
* [[NPDD/Portal/Briefing|Briefing]]&lt;br /&gt;
* Fazer o [http://www.robsonmoulin.com.br/blog/aplicando-a-tecnica-de-card-sorting-em-projetos-de-ai/ Card Sorting] - separar e hierarquizar blocos de informação&lt;br /&gt;
* Fazer o planejamento do site &lt;br /&gt;
* Mapa do site &lt;br /&gt;
* Fazer wireframe da Home e uma página interna para exemplo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Conceitos ===&lt;br /&gt;
É uma rede de negras e negros de âmbito nacional. Conectando através das tecnologias da informação e comunicação comunidades quilombolas rurais e urbanas. Para isso buscamos parcerias de diversos segmentos para que de forma colaborativa e coletiva possamos reunir diferentes programas, projetos e ações voltados para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória dessas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idé ias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A ideia da Rede nasceu em quilombos, em particular em um quilombo urbano, a Casa de Cultura Tainã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivos do Portal ===&lt;br /&gt;
* Indexação e organização de conteúdo;&lt;br /&gt;
* Divulgação das ações;&lt;br /&gt;
* Realização de formação continuada e registro de conversação;&lt;br /&gt;
* Documentação e comunicação;&lt;br /&gt;
* Criação de material compartilhado;&lt;br /&gt;
* Replicação de ações em diversos espaços, a partir das conexões feitas na Rede;&lt;br /&gt;
* Utilização como ferramenta de aprendizagem e troca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Estratégias para a identificação do portal e demais projetos relacionados, como Baobáxia ===&lt;br /&gt;
* Utilizar cada vez mais a interligação de idéias através de tags;&lt;br /&gt;
* Atualização da identidade visual do Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Objetivo geral ===&lt;br /&gt;
* Canal de comunicação;&lt;br /&gt;
* Rede de comunicação e solidariedade;&lt;br /&gt;
* Rede entre de diferentes programas, projetos e ações voltados para o  desenvolvimento humano integral e a preservação do patrimônio histórico e memória em áreas de Quilombos;&lt;br /&gt;
* Projeto de redes de comunicação;&lt;br /&gt;
* Rede solidária  de  comunidades&lt;br /&gt;
* Projeto popular para comunidade negra e periférica&lt;br /&gt;
* Promoção da inclusão digital de comunidades ligadas à cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como essa rede está estabelecida dentro do Portal? É possível visualizar esse rede dentro dessa plataforma? Quais aplicativos podemos utilizar para estimular e documentar essa conversação dentro do Portal da Rede Mocambos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Outros Objetivos ===&lt;br /&gt;
* Fortalecer identidade cultural e lutas políticas;&lt;br /&gt;
* Contribuir para a efetivação de políticas públicas;&lt;br /&gt;
* Trocar idéias e experiências com outras comunidades;&lt;br /&gt;
* Promover intercambio cultural, político e econômico;&lt;br /&gt;
* Reparar a dívida histórica das sociedades (GRUPOS SOCIAIS) que participaram da economia escravista aos afrodescendentes;&lt;br /&gt;
* Potencializar o desenvolvimento no âmbito local e regional&lt;br /&gt;
* Permitir o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que vivenciam desvantagens sócio-econômica, política, cultural e ambiental;&lt;br /&gt;
* Elaborar, monitorar, avaliar e controlar políticas públicas para a eqüidade.&lt;br /&gt;
* Ocupar e criar espaços de proposição, monitoramento e avaliação de políticas públicas;&lt;br /&gt;
* Qualificar integrantes da Rede para a formulação e negociação de propostas;&lt;br /&gt;
* Apoiar as comunidades remanescentes de quilombos;&lt;br /&gt;
* Produzir informação sobre a cultura das comunidades e o meio ambiente em que vivem; &lt;br /&gt;
* Apoiar projetos de etnodesenvolvimento das comunidades.&lt;br /&gt;
* Desenvolvimento institucional em comunidades remanescentes de quilombos;&lt;br /&gt;
* Incentivar a participação do Brasil nos fóruns internacionais de defesa dos direitos humanos;&lt;br /&gt;
* Estimular o debate político-cultural;&lt;br /&gt;
* Resignificar/valorizar conhecimentos tradicionais;&lt;br /&gt;
* Potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios do Brasil e África;&lt;br /&gt;
* Contribuir para a efetivação de políticas públicas para a reparação para com os afro descendentes;&lt;br /&gt;
* Incentivar o desenvolvimento social sustentável;&lt;br /&gt;
* Valorizar conhecimento e sabedoria populares e produção local&lt;br /&gt;
* Implementar novas abordagens e ações de geração de renda;&lt;br /&gt;
* Discutir o manejo apresentável de recursos naturais&lt;br /&gt;
* Reconhecer, estimular e documentar a criação de iniciativas inovadoras, autogeridas e sustentadas;&lt;br /&gt;
* Identificar e documentar junto às comunidades integrantes da Rede Mocambos suas manifestações e seu patrimônio histórico e cultural, material e imaterial, e manter organizada essa documentação;&lt;br /&gt;
* Construir um portal de comunicação na Internet para difusão da produção coletiva dos integrantes da Rede Mocambos;&lt;br /&gt;
* Construir estratégias de ampliação do acesso a bens, serviços, trabalho e renda;&lt;br /&gt;
* Estimular o desenvolvimento institucional nas comunidades remanescentes de quilombos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário perceber quais desses objetivos podem ter o portal como caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Revisão - Página inicial ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Sugestões (Say) ====&lt;br /&gt;
questoes para discutir, problematizar e melhorar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# o branco de fundo me incomoda/ pode até ter branco mas nao só branco, podemos pensar bordas, podemos pensar um banner maior junto com a logo? eu fiz uma enquete aqui com as pessoas da casa e teve muito depoimento assim: &amp;quot;não é convidativo&amp;quot;/ &amp;quot;nao tem cor de preto&amp;quot; &amp;quot;nao tem alegria africana&amp;quot;&lt;br /&gt;
# as fotos: tem fotos de 2010 como &amp;quot;as últimas fotos da rede&amp;quot;, como a gente consegue organizar realmente as ultimas fotos da rede na pagina inicial (poucas fotos) e ter uma pasta de albuns separado?&lt;br /&gt;
# boletim mocambos - isso rola?&lt;br /&gt;
# aquelas noticias embaixo das &amp;quot;ultimas fotos&amp;quot; fica uma sensação de desorganização, acho que as ultimas noticias da rede deve contemplar as ultimas noticias e ponto. Assim tb com a coluna &amp;quot;Notícias&amp;quot; deveria ficar em ultimas noticias da rede, agora, poderia ter uma coluna pra ser como matérias da rede sobre assuntos e realizações importantes que devessem ter um destaque fora do quadro &amp;quot;Notícias&amp;quot; / e ainda tem no final da coluna &amp;quot;Navegação &amp;quot; umas noticias... deve tá lá por engano&lt;br /&gt;
# a coluna &amp;quot;navegação&amp;quot; tem coisa demaissssss....tipo, tem foto em mocambos e em galeria de fotos / tem várias coisas que pode estar dentro Rede Mocambos, enfim, tá bem ruim aquela divisao... tem fotos também em encontros e não tem texto junto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
preciso de ajuda pra saber como a gente começa a mecher e experimentar outras possibilidades...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Revisão - Árvore ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta (Priscila) ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rede Mocambos''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*E-tambor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*TV Mocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Mocambolas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Parcerias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Núcleos de Formação continuada'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Material para formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#História da África&lt;br /&gt;
#textos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Documentos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Programas e projetos governamentais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Roda de conversa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notícias'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Notícias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Banca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Mapeamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Encontros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eventos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Editais, concursos, prêmios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Galeria de fotos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Fotos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rota dos Baobás'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos que estão nas pastas ainda precisam ser organizados como sub ítens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A página pode ser uma foto, ou um desenho bem colorido! e os links ficam posicionados por cima da imagem, e quando passa o cursor sobre eles aparecem os sub ítens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta (Sília) ====&lt;br /&gt;
* Notícias - data, hora e nome de quem publicou;&lt;br /&gt;
* Interação do leitor - espaço para comentário;&lt;br /&gt;
* Mutiplique na rede - link para envio de e-mail com conteúdos das páginas da Rede Mocambos (matérias, destaques, projetos, fotos...)&lt;br /&gt;
* RSS - receba por rss as notícias da Rede&lt;br /&gt;
* Formulário de contato - espaço para contato direto com os cuidadores do site&lt;br /&gt;
* Tags - mocambolas, desenvolvimento social, tecnologia social, compartilhamento, creative commons&lt;br /&gt;
* Projetos parceiros- link com breve texto sobre iniciativas externas a Rede Mocambos, que tenham o envolvimento declarado em alguma ação da rede.&lt;br /&gt;
* Seção de materiais didáticos desenvolvidos na rede- apostilas, screencasts, videos, imagens, infográficos, etc.&lt;br /&gt;
* Galeria do Portal: organizar nessa seção todo conteúdo de fotos e vídeos, com breve descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Revisão - Conteúdos ===&lt;br /&gt;
A Priscila começou a fazer [[CONTEUDO PORTAL|copia/revisão dos conteúdos]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Importante  Rede Mocambo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Slogan Vamos  fazer  um mundo do nosso  jeito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Reunião 05.09.2012 ===&lt;br /&gt;
Na quarta-feira, houve um encontro de reestruturação do Portal da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
O objetivo é alinhar uma identidade que provoque o espelhamento da rede e uma navegação que possibilitará a protagonização dos usuários por meio de espaços de publicização das iniciativas de sua comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estiveram presentes na reunião: Fábio Merlin, TC, Vince e Sília. &lt;br /&gt;
Pontos abordados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ferramenta para migração;&lt;br /&gt;
* Conteúdo para migração;&lt;br /&gt;
* Princípio de estruturação da arquitetura;&lt;br /&gt;
* Itens importantes para o novo Portal;&lt;br /&gt;
* Layout;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Princípio de Estruturação de arquitetura ====&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Desenho.JPG|200px|thumb|texto]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para facilitar o acesso a informação idealizamos, inicialmente, uma estrutura&lt;br /&gt;
que consiste em Mocambos, Ferramentas, Projetos, Galeria, Participe,&lt;br /&gt;
como menu da página inicial. Existirá um menu especifico para o usuário logado,&lt;br /&gt;
com intuito de facilitar a publicação de conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Quais são os itens importantes para o Portal? ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alinhamos que esse portal terá os seguintes intens:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tag (páginas internas);&lt;br /&gt;
* Data, horário e quem postou(notícias);&lt;br /&gt;
* Login(home);&lt;br /&gt;
* Bread Crumbs(internas);&lt;br /&gt;
* Busca mais visível(fixo);&lt;br /&gt;
* Redirecionamento de wiki e rota dos baobás;&lt;br /&gt;
* Estatísticas;&lt;br /&gt;
* Banner(home);&lt;br /&gt;
* Visualização de fotos(interna);&lt;br /&gt;
* Categorias(taxonomia, arquitetura)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Do Layout e das muitas ideias.. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TC trouxe referências do fruto do baobá e da força feminina como imagens que podem guiar a construção da arte do portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vince falou sobre as ramificações do interior do fruto do baobá como estrutura para os textos e desenhou um esqueleto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fábio trouxe ideias sobre banner's e estruturação de categorias nos espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São muitas referências: tambor, baobá, fruto do baobá, mulher, patterns diversos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na volta para São Paulo iniciei o rascunho digital do wireframe e segue aqui algumas versões:&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Wireframe1.jpg|Proposta esqueleto home 1&lt;br /&gt;
Arquivo:Wireframe2.jpg|Proposta esqueleto home 2&lt;br /&gt;
Arquivo:Wireframe3.jpg|Proposta esqueleto home 3&lt;br /&gt;
Arquivo:Wireframe4.png|Proposta esqueleto home 4&lt;br /&gt;
Arquivo:Wireframe5.png|Proposta esqueleto home 5&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Discuss%C3%A3o:Limarga</id>
		<title>Discussão:Limarga</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Discuss%C3%A3o:Limarga"/>
				<updated>2012-10-28T00:43:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: Criou página com '  COMO ANDA  O PROJETO  CONEXÃO'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
 COMO ANDA  O PROJETO  CONEXÃO&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Discuss%C3%A3o:PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Discussão:PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Discuss%C3%A3o:PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-09T01:36:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: Criou página com '    Estva  olhando  novamente  o projeto e anotações do pessoal, agora e  juntar  as peças  do projeto e  estruturar, as peças  tem se encaixar todas  desde o objetivo ger...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
   Estva  olhando  novamente  o projeto e anotações do pessoal, agora e  juntar  as peças  do projeto e  estruturar, as peças  tem se encaixar todas  desde o objetivo geral ate  o  fim do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Estou aqui anciosa, mas  o negocio e esperar. qualquer coisa  me  escrevam  amanha  estarei de  volta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T01:21:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: /* Metodologia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  deste  projeto as  comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo os metodos que expressam variaveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Oi pessoal segue  algumas  sugestoes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
              O processo metodológico a ser aplicado no projeto Brasil Quilombola e o método qualitativo (são métodos que expressam variáveis que não podem ser medidas como valores, atitudes, liderança, autoestima, entre outros).&lt;br /&gt;
       Neste projeto a intenção e lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana, através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
      Diante deste diagnostico estrutural que  vem de  encontro a  problemática de  norte a  sul do Brasil, e larga experiência em trabalho de campo, realizado através da rede mocambos  localizada em......  O projeto  contemplara   comunidades  quilombolas...  de zonas rurais e urbanas participantes  do núcleo de formação da rede mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de apresentar a proposta, descrevemos os  núcleos a seguir ;  Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos conta com profissionais s  com  larga  com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização  do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede.&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada,são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
  A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
Obs. Deixar  os prazos   para  o cronograma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T01:04:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: /* Justificativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Eu ressaltaria a  justificava  assim ( aqui e que temos que  vender  o peixe)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental&lt;br /&gt;
Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   A intenção e  beneficiamento  deste  projeto as  comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo os metodos que expressam variaveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T00:39:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: /* Metodologia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Sugestões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O processo metodologico a ser  aplicado  no projeto Brasil Quilombola sera  o metodo qualitativo (são   qualitativo os metodos que expressam variaveis que  não podem ser medidas como valores, atitutes, liderança  auto -estima, entro outros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T00:28:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: /* Objetivo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Obs. a expressão resgatar  tem  vario significados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002</id>
		<title>Projetos/PROPOSTA SEPPIR 2012 002</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Projetos/PROPOSTA_SEPPIR_2012_002"/>
				<updated>2012-09-08T00:25:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: /* Objetivo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Prazo para inscrição: 9 de Setembro&lt;br /&gt;
==Links==&lt;br /&gt;
http://www.seppir.gov.br/.arquivos/chamada-publica-02-2012-quilombos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Diagnóstico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Realidade Quilombola no Brasil'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das questões, que envolvem as comunidades quilombolas, estão relacionadas à disputa e conflitos envolvendo seus  territórios, histórias de resistências  e superação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A terra''' é o elemento fundamental e que singulariza o modo de viver e produzir das comunidades quilombolas. Ancestralidade, resistência, memória, presente e futuro sintetizam o bens naturais como fonte garantidora de sua reprodução física, social e econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Direitos Humanos''', percebe-se a ausência dos Direitos e Garantias Fundamentais: acesso a educação, saúde, meio de transporte, segurança  alimentar ,  saneamento básico, acesso a informação , acesso as políticas publicas, baseadas   nas características territoriais e na identidade coletiva, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política; consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infra- estrutura e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas.  O desenvolvimento para estas populações depende  inicialmente e continuadamente de recursos externos, principalmente de políticas públicas, para melhoria da  qualidade de vida e de oportunidades para as pessoas do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sustentabilidade e Meio Ambiente''' - mecanismos locais capazes de geração de renda e sustentabilidade, como fonte de produção  de sistemas de inovação, os conhecimentos tradicionais destacam-se por seu vasto campo e variedade que comportam: técnicas de manejo de recursos naturais, métodos de caça e pesca, conhecimentos sobre os diversos ecossistemas e sobre  propriedades farmacêuticas, alimentícias e agrícolas de espécies e as próprias categorizações e classificações de espécies de flora e fauna utilizadas pelas populações tradicionais.&lt;br /&gt;
         &lt;br /&gt;
'''Cultura e Ancestralidade''' na tentativa de encontrar resquícios de memória, fragmentos de lembranças históricas, pedaços de comportamentos dos seus  antepassados na interação com as histórias orais tradicionais, e no seio das manifestações culturais, na esperança de poder garimpar – procurar preciosidades – fragmentos  de história, documentos, gestos, comportamentos afogados, que possam imprimir identidades no tecido da memória coletiva da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que podem ser ilustrados com exemplos, evidenciam algumas situações de comunidades quilombolas no Brasil, principalmente ligados a questão da terra. O Quilombo do Cafundó, por exemplo, recebeu concessão de uso de terra do Incra. Antes de receberem tal concessão esta terra foi explorada por anos para plantação de eucalipto e poços para extração de areia, e estão comprometidas por esta exploração predatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver tecnologias para trabalhar esta terra faz parte da demanda desta comunidade, são necessários levantamentos sobre as condições do solo e buscar informações de como recuperá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de produção, organização e difusão de conteúdos históricos, artísticos, culturais, técnicos e linguísticos produzidos por comunidades tradicionais por meio da comunicação comunitária e viabilizar que tais produções estruturem a auto gestão para a sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resgatar a prática ancestral africana e indígena da roda de conversa e do trabalho coletivo para a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e replicáveis através da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vejam este objetivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     Objetivo&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos Específicos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da cultura e da economia, visando  assim  buscar  novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e os Núcleos de Formação Continuada, atuantes no processo de multiplicação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar encontros em cada estado onde já existe um  Núcleo  de Formação, sempre  pensando  ações e  soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas -  intercambios, escambos -  que através da  Rede construirão bases para a  estruturação,  alimentação  e  manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, tendo em vista a necessidade da difusão de suas práticas para que se consolidem como alternativas viáveis de sustentabilidade, considerando o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais de aspecto artístico como bens que possuem valores agregados sendo práticas que participam da história de resistência desses povos revelando sua autonomia e potencial de transformação social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível estruturar os produtos culturais da Rede Mocambos em acervos digitais tendo em vista a trajetória de uma década promovendo efetivo contato entre comunidades quilombolas e grupos de cultura de matriz africana; a estruturação da rede parte de pesquisas (Tozzi, 2012) já desenvolvidas em torno da implementação de servidores de baixo custo que permitirão a criação e circulação de conhecimento em locais com acesso pleno, ou limitado ou sem acesso à Internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista o apoio aqui solicitado será imprescindível para a garantia da estrutura inicial, bem como para dar continuidade ao levantamento de demandas e encontro de respostas, dentro das comunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquilo que tem sido, e será, registrado em linguagens multimídias nos encontros da Rede Mocambos, dará base para que seja possível a troca e a difusão de tais conteúdos entre as comunidades, através de servidores locais que posteriormente poderão ser conectados à Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em curto prazo, através deste projeto, a rede funcionará como uma fonte de produção e organização de conteúdo local, e em médio-longo prazo como consulta para o público em geral. Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639 que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio, além de garantir a solidez da produção de conteúdo (registro de suas práticas) dentro das comunidades. De maneira inovadora, o projeto realizará ações que fornecerão recursos educacionais regionais, contextualizados e ricos que poderão ser utilizados entre as comunidades podendo posteriormente serem utilizados na formação sobre a cultura afro-brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fortalecimento das comunidades através da formação de quadros técnicos voltados para a compreensão, capacidade de reconhecimento e empoderamento do que são bens materiais e imateriais para que sejam registrados, assim como a capacitação técnica e tecnológica para que estes bens possam passar por um processo inicial de digitalização, através da criação do acervo e da inserção de conteúdo no Portal da Rede Mocambos, bem como outros meios de difusão que a própria digitalização do conteúdo favorece, se estabelece uma afinidade com a lei 11.645/08, que preconiza como &amp;quot;obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena&amp;quot; nas escolas e fomenta a elaboração de material ligado a essa temática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ele traz a possibilidade que as comunidades tradicionais se identifiquem como parte da história e sociedade brasileira a partir de suas próprias práticas culturais, e que possam valorizar e difundir isso de forma aberta também no espaço digital. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As comunidades são aqui posicionadas como protagonistas da valorização histórica e cultural e é preciso dar voz e visibilidade à história e cultura dos quilombos; utilizando como elemento catalizador a Rede Mocambos, será possível estruturar o processo de transferência tecnológica e de metodologia de reconhecimento do valor cultural e histórico destes grupos sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tradicionalmente na historiografia do Brasil um gesto de apagamento das iniciativas das comunidades negras em busca da liberdade e cidadania, com maior ênfase nos movimentos em prol da liberdade e direitos humanos.Este movimento de re-significação muda a perspectiva que tal historiografia insiste em perpetuar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As etapas do processo estruturarão a forma com que as produções das comunidades serão registradas e difundidas garantindo a elaboração de uma tecnologia social que assegure a preservação e a transmissão de tais produções de modo a re-significar a história do negro no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Plano de sustentabilidade==&lt;br /&gt;
A Rede Mocambos é uma rede solidária de comunidades e o objetivo principal é compartilhar ideias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social.Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando que as comunidades tradicionais possuem um histórico de suas práticas que se estruturam como tradição, o fortalecimento institucional precisa ter imanente essa organização como um estabelecimento de inovação no que pode ser considerado fortalecimento de valores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isto em vista, o fortalecimento precisa colocar a visão das comunidades como referência, sendo ela uma das heranças que tais comunidades levam a cabo em suas vivências, uma visão que relaciona todas as práticas, ações e produções harmonicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal visão de mundo tem um aspecto civilizatório, ou seja faz parte do desenvolvimento político, social, econômico e de organização que não se fragmenta em burocracias e nem corresponde ao modelo econômico capitalista, mas enxerga a terra, todos os seres vivos, entre eles o ser humano, a organização coletiva, aspectos educativos e de estruturação cultural como uma relação intrínseca às decisões, ações, práticas e produções de tecnologias sociais, econômicas, políticas e culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visão, fomentada e vivida pelas comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais no Brasil, possibilita compreender que o fortalecimento institucional e desenvolvimento socioeconômico se dá com o fortalecimento das práticas já desenvolvidas e respostas já encontradas para demandas observadas pelas comunidades para continuar existindo, garantindo sua autonomia e a valorização de suas criações, em todos os campos de suas práticas que se inter-relacionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido o projeto contribui com a visão das comunidades que traz a compreensão de que o pleno fortalecimento e desenvolvimento só se dá em harmonia com a garantia de seu território, entrelaçamento de suas práticas, ações e produções históricas, linguísticas, culturais e filosóficas para a sustentabilidade de sua existência e a Rede é um organismo que se estrutura neste olhar criando mecanismos para este desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade das comunidades sua riqueza está relacionada ao território, conquistado e trabalhado de forma comunitária, na produção dos bens e na relação de troca entre as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito para além do modo capitalista de produção e de consumo, as práticas realizadas nas comunidades quilombolas valorizam uma produção que não tende a se estabelecer como acúmulo de mercadoria e obtenção de dinheiro, como a maior moeda de troca, para um consumo exacerbado de produtos, mas sim fazer ver que os valores gerados dentro das comunidades tem grande potencial de troca, que pode garantir a sustentabilidade delas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se assim de conhecer de que forma é a produção para realizar trocas de saberes, e como tais bens serão fornecidos para a troca, aliás formas criadas pelas próprias comunidades, levando também em conta a necessidade da continuidade de suas práticas em gestão do território, produção agrícola, artesanal, entre outras, para garantir sua sustentabilidade através da comercialização de seus produtos de forma não predatória e colaborativa, garantindo a permanência dos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Rede Mocambos''', em suas ações, se baseia nos '''Núcleos''', que contribuem com o desenvolvimento das comunidades a partir de tecnologias sociais e digitais. e são constituídos por três frentes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidades e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiência em pedagogia de várias comunidades e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto está focado em duas das frentes elencadas acima -- o  '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' e o '''Núcleo de Produção Continuada'''. Neste projeto trabalharemos com 1) conteúdos já existentes capitados nas comunidades e 2) novos registros multimídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira ação será a organização do encontro de formação de base. Em conjunto com as comunidades e coletivos participantes, serão coletados conteúdos metodológicos e pedagógicos, para definir uma estrutura tecnológica que possibilite a sistematização de conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao '''Núcleo de Produção de Conteúdo''' haverá formação de base na Casa de Cultura Tainã. Esta segunda ação terá duração de 10 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação de base se refere a oficinas para: 1) construir acervo digital, 2) produção e inserção de notícias no Portal da Rede Mocambos, 3) organização do Mapa de Geo-referenciamento (para descrição das comunidades no mapa) e 4) ferramenta Wiki da rede, afim de efetivar um espaço de elaboração de projetos coletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira ação está relacionada aos '''Núcleos de Formação Continuada''' e são denominadas  '''Pajelanças Quilombolicas''', vivências que fomentam o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente, trazendo propostas de sustentabilidade para sua comunidade e para fora dela, fisicamente ou virtualmente. Tem como escopo um processo de provocação e revisão de hábitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de uma oficina de cultura e tecnologia, é uma vivência transformadora sobre identidade que remete ao passado, presente e futuro e, sobre o que as ações podem influenciar no que pretende ser deixado para a posteridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto passo é a ação dos multiplicadores em suas comunidades, afim de registrar e organizar o conteúdo produzido e realizar oficinas nas comunidades a partir de propostas de materiais pensados no encontro de formação de base. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fundamental a autonomia dos multiplicadores para definir o que é relevante para ser registrado e organizado, deste modo contribuir para um olhar emancipatório, tendo como referência o próprio envolvimento do multiplicador com a comunidade para avaliar o que precisa ser registrado, transmitido e difundido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eixos que já são terrenos de trabalho e reflexão dentro da Rede Mocambos são 4:Comunicação Compartilhada, Gestão de Território, Sustentabilidade e Cultura Popular, sendo assim, além dos levantamentos peculiares a cada situação encontrada pelos multiplicadores, tais eixos são prioritários, de forma a serem levantadas discussões sobre as demandas das comunidades relativos a eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade podem ser definidos como eixos estratégicos que permeiam todas as comunidades , trazendo a necessidade de serem aprofundados em discussões e reflexões, bem como ações que correspondam às demandas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequencialmente, a quarta ação, são as realizações dos multiplicadores em acompanhar as práticas e produções das comunidades localmente e realizar oficinas sobre as ferramentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma simultânea, a quinta ação será de eleger os conteúdos que serão compartilhados e colocá-los no Portal da Rede Mocambos, acompanhar os conteúdos que serão postados no Portal considerando aspectos técnicos como, por exemplo, tamanho do arquivo e relação com a proposta do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação, é a sexta ação, e será um encontro para compartilhar o desenvolvimento do trabalho dentro de cada comunidade, levantando dificuldades e respostas encontradas, apontando as mudanças feitas para adequação a cada realidade, que tipo de produto foi produzido e como foi produzido, bem como o impacto social da proposta e a adesão dos membros da comunidade no desenvolvimento das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um momento para troca de experiências e compartilhamento de avaliação crítica do trabalho, considerando todos os aspectos e caminhos percorridos para as realizações e pensar como potencializa- las de forma comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Metodologia para a gestão compartilhada com as lideranças e Comunidades envolvidas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto, desde o início do processo, pretende garantir a gestão compartilhada com as comunidades e entidades que lutam pelas causas quilombolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deste modo, a metodologia é decidir em conjunto, nos encontros, como se dará o processo pedagógico, quais serão as formas de registro e o processo de avaliação do desenvolvimento das práticas e sistematização de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integrando olhares e conhecendo as questões locais, a reflexão sobre as problemáticas e soluções sustentáveis serão múltiplas a partir da interação das ideias propostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elaboração de relatórios que descrevam e avaliem as ações locais, também serão ferramentas para gestão compartilhada, sendo compartilhados para criar uma metodologia de ações funcionais diante das demandas das comunidades e dos resultados alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Metodologia para monitoramento e avaliação do projeto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equipe executora realizará o acompanhamento das ações fazendo avaliações concomitantes com o desenvolvendo do projeto, observando, avaliando e estabelecendo critérios de desempenho dentro dos objetivos visados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tais critérios serão compartilhados de modo a criar um modelo de monitoramento com diversas soluções a partir de dificuldades locais com base nos elementos que fornecerão alguns dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Questionários sobre a apreensão dos recursos das ferramentas, trabalhados nas oficinas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monitoramento da aplicação dos recursos das ferramentas - contabilização de conteúdo finalizado, organizado por tipo, e de conteúdo postado no Portal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das demandas e problemáticas locais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das propostas de solução e levantamento de sua viabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento das potencialidades locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de ações onde tais potencialidades podem se efetivar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Levantamento de contatos realizados e propostas encaminhadas entre diferentes comunidades rurais e urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ferramentas utilizadas na proposta são direcionadas para produção e documentação colaborativa de conteúdos e o wiki, em especial, possibilita um acompanhamento dos conteúdos inseridos por manter um histórico e também todas as versões, com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do projeto será realizada uma reunião geral com representantes das comunidades quilombolas ,dos coletivos partipantes e do proponente para compartilhar e avaliar o desenvolvimento do projeto, avaliar a qualidade de funcionamento da comunicação comunitária e seus resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resultados esperados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturação do saber comunitário possibilitado pela organização e difusão dos conteúdos. Tal sistematização garantirá um acervo digitalizado que poderá ser acessado por toda a sociedade, afim de dar visibilidade às contribuições da cultura quilombola, considerando suas criações na diversidade da abordagem de suas práticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estruturar uma rede de administradores interestaduais, para que a manutenção e alimentação do portal seja descentralizada, mas com competência e domínio de cada ferramenta que o compõe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divulgar os bens produzidos nas comunidades promovendo as trocas (escambo) entre elas daquilo que produzem e também inseri-los em outros espaços de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conteúdos serão utilizados para criação de material didático (recursos educacionais abertos), visando a formação sobre temas diretamente relacionados à matriz cultural africana, relativos à Lei 10.639.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Público alvo==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo direto: 1.000 pessoas (entre multiplicadores, facilitadores, participantes dos encontros e das oficinas, e pessoas da comunidade que terão acesso ao Portal);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público alvo indireto: 100.000 pessoas (estimativa contando com o público da Internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cronograma Físico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Primeira Meta - Formação de base. Fortalecimento do Núcleo de Produção de Conteúdos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 1 ==== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Organização do Encontro de Formação de base:'''&lt;br /&gt;
* coletar conteúdos pedagógicos, a partir da produção cultural recolhida pelos facilitadores regionais;&lt;br /&gt;
* manter contato com os Núcleos de Formação Continuada e com as comunidades para compartilhar as escolhas feitas para a formação;&lt;br /&gt;
* definir uma estrutura tecnológica para possibilitar a sistematização de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 2 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 10 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Encontro de Formação de base''' &lt;br /&gt;
* organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades em encontro inicial de formação de base;&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos e trazidos pelas representantes das comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades;&lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Multiplicadores (bolsistas)''' - Neste encontro serão definidos multiplicadores locais para gerir a produção e realização das propostas encaminhadas dentro das linhas de trabalho tais linhas são:&lt;br /&gt;
#Rede de Comunicação Comunitária &lt;br /&gt;
#Cultura Popular &lt;br /&gt;
#Gestão do território &lt;br /&gt;
#Sustentabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 3 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Segunda Meta - Pajelanças Quilombolicas. Fortalecimento dos Núcleos de Formação Continuada ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 Encontros nas Comunidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 4 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Primeira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Gestão do Território;&lt;br /&gt;
* Cultura Popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 5 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Segunda etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 6 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Terceira etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Pajelanças Quilombolica. Encontros nas comunidades a fim de: &lt;br /&gt;
* realizar vivência que fomenta o reconhecimento da sabedoria e prática de cada pessoa presente;&lt;br /&gt;
* oficinas sobre os conteúdos pedagógicos produzidos e sistematizados pelo NPC e adatado pelo NFC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os temas principais dos encontros serão:&lt;br /&gt;
* Comunicação Comunitária;&lt;br /&gt;
* Sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 7 e 8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quarta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração: 60 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oficinas baseadas no material produzido pelo Núcleo de Produção de Conteúdos e adaptadas as necessidades locais:&lt;br /&gt;
* Acervo/ biblioteca - para organizar os conteúdos produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
* Portal - Como inserir notícias no Portal da Rede Mocambos, e outras potencialidades da ferramenta;&lt;br /&gt;
* Mapa / organização - conhecer a ferramenta para inserir informações sobre as comunidades; &lt;br /&gt;
* Wiki - Conhecer a ferramenta para inserir informações e trabalhar as dinâmicas de elaboração de projetos coletivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Articulação nas comunidades para os próximos encontros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Mês 9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quinta etapa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Avaliação Geral'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um encontro para fazer a avaliação conjunta das realizações do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duração de 5 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pendências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pedências do Formulário Anexo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Diagnóstico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Público Alvo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Resultados Esperados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pendências página Dados Inserção Siconv===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cronograma de Desembolso;&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Detalhado (relação dos ítens a serem adquiridos);&lt;br /&gt;
* Plano de Aplicação Consolidado;&lt;br /&gt;
* Anexos: deverão ser anexados todos os documentos obrigatórios exigidos pela SENASP (projeto de convênio, declaração de Contrapartida, conforme modelos da SENASP);&lt;br /&gt;
* Projeto Básico/ Termo de referencia: deverão ser anexados os termos de referencia para as aquisições conforme modelo SENASP&lt;br /&gt;
* Valor de repasse no exercício atual;&lt;br /&gt;
* Valor de repasse em exercícios futuros, se for o caso;&lt;br /&gt;
* Participantes (executor e/ou interveniente, quando houver);&lt;br /&gt;
* Cronograma desembolso;&lt;br /&gt;
* Bens e serviços a serem adquiridos (plano de aplicação);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aderência ao decreto 6170/07==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Casa de Cultura Tainã, através de seu representante legal, Antonio Carlos dos Santos Silva, RG xx xxx xxx xx, CPF XXX XXX XXX XX declara aderência ao decreto 6170/70, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o  Este Decreto regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. regulamenta os convênios, contratos de repasse e termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da administração pública federal com órgãos ou entidades.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aderência à Portaria Interministerial n 507/07, que em suas disposições gerais define:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Art. 1o Esta Portaria regula os convênios, os contratos de repasse e os termos de cooperação celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco, que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Data:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assinatura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ítens da tela de preenchimento da proposta do SICONV==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Número (proposta)'''     037800/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão'''      20000 - Presidência da República&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Órgão Vinculado'''          20126 - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Modalidade'''          Convênio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data da Proposta'''     20/08/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativa'''&lt;br /&gt;
(Descrever os objetivos e denefícios a serem &lt;br /&gt;
alcançados coma a execução do projeto &lt;br /&gt;
do convênio/contrato de repasse)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Objeto do Convênio'''                       &lt;br /&gt;
(Descrever o objeto a que se destina o convênio de repasse de forma clara e resumida)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Técnica e Gerencial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexo Capacidade Técnica''' (arquivos anexos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banco'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Data início Vigência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Anexos de comprovação da contrapartida''' ( Declaração/Comprovação da Contrapartida - Documento Digitalizado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Crono Físico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dados da Meta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Programa'''  Fomento ao Desenvolvimento Local para Comunidades Remanescentes de Quilombos e Outras Comunidades Tradicionais - Chamada Pública nº 002/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Especificações''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário (R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Início'''&lt;br /&gt;
#'''Data de Término'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Município'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço'''&lt;br /&gt;
#'''CEP'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Crono Desembolso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Listagem de parcelas'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Plano de Aplicação Detalhadamento===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Tipo de Despesa&lt;br /&gt;
|Bem&lt;br /&gt;
|Serviços&lt;br /&gt;
|Obra&lt;br /&gt;
|Tributo&lt;br /&gt;
|Outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(-Preencher os dados para a inclusão do Bem ou Serviços)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#'''Programa'''&lt;br /&gt;
#'''Tipo de Despesa'''  Serviço&lt;br /&gt;
#'''Descrição Item''' (5000 caracteres)&lt;br /&gt;
#'''Natureza Aquisição'''&lt;br /&gt;
#'''Código da Natureza de Despesa''' (?)&lt;br /&gt;
#'''Unidade Fornecimento'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Total(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Quantidade'''&lt;br /&gt;
#'''Valor Unitário(R$)'''&lt;br /&gt;
#'''Endereço de Localização''' (Endereço de execução do serviço, da instalação do bem ou de localização da obra)&lt;br /&gt;
#'''CEP''' &lt;br /&gt;
#'''Código do Município'''&lt;br /&gt;
#'''UF'''&lt;br /&gt;
#'''Observação'''(5000 caracteres)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Valores totais !! &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|         || Valor Total || Com Recurso do Convêncio|| Contrapartida em bens/serviços&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Bens || 0,00|| 0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Tributos  ||  0,00   ||  0,00  ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Obras     ||  0,00  ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Total em Outros    ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| TOTAL em Despesa Administrativa||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|TOTAL GERAL         ||  0,00   ||  0,00   ||  0,00  &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formulário do projeto - ANEXO===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
PROJETO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*DIAGNÓSTICO deverá ser contextualizado o ambiente a receber a intervenção – área geográfica,&lt;br /&gt;
problemas da região, principais crimes e ocorrências policiais, características sociais, econômicas e&lt;br /&gt;
políticas do município, população, prováveis causas que originaram o problema apresentado.&lt;br /&gt;
Apresentar os problemas a serem resolvidos relacionados ao objeto da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*JUSTIFICATIVA deverá apresentar argumentos que embasem a intervenção; explicitar importância da&lt;br /&gt;
proposta, a necessidade das aquisições e serviços solicitados para a diminuição do problemas&lt;br /&gt;
apresentados no diagnóstico e sua compatibilidade com o programa federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVO GERAL: No objetivo Geral deve-se deixar claro o ponto em que se quer chegar através da&lt;br /&gt;
execução do projeto, ou seja, a condição que se espera alcançar como conseqüência do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Os objetivos específicos são operacionais e correspondem aos resultados&lt;br /&gt;
esperados. Definem as ações que serão executadas ao longo do desenvolvimento do projeto para se&lt;br /&gt;
alcançar o objetivo geral.&lt;br /&gt;
Atentar que no item 6. Resultados esperados / Metas físicas deverá constar os objetivos específicos&lt;br /&gt;
relacionados com as metas físicas bem como sua forma de verificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO explicar, sucintamente, como o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
detalhar como as diferentes etapas serão implementadas e qual a inter-relação entre as mesmas,&lt;br /&gt;
indicar os mecanismos de acompanhamento e avaliação do projeto e demonstrando a necessidade dos&lt;br /&gt;
equipamentos, serviços para intervenção escolhida.&lt;br /&gt;
É imprescindível informar o critério de seleção das pessoas capacitadas ou que farão parte das oficinas&lt;br /&gt;
de prevenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Publico Alvo beneficiado direta e indiretamente com a intervenção: indicar o publico alvo&lt;br /&gt;
beneficiado com as intervenções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*RESULTADOS ESPERADOS: indicar o que se pretende alcançar com a implantação do objeto;&lt;br /&gt;
descrever quais os possíveis impactos e desdobramentos do Projeto. Utilizar impactos razoáveis e de&lt;br /&gt;
fácil mensuração. Ressalta-se que as metas propostas deverão ser mensuradas tendo em vista um&lt;br /&gt;
espaço de tempo&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Limarga</id>
		<title>Usuário Discussão:Limarga</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Limarga"/>
				<updated>2012-09-02T22:43:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Limarga: PROJETO   SEPPIR&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== PROJETO   SEPPIR ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  oi  pessoal dei uma garimpada  no projeto, segue  abaixo sugestão de  mudanças. deixei alguns pergunatas  para  serem  respondida &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  '''''Objetivo'''''&lt;br /&gt;
   Resgatar (identidade sócio cultural, lidar com a dimensão comunitária, dialogar com a realidade cotidiana), através das praticas ancestrais africanas e indígenas, circularidade  a solidariedade a comunicação e difusão de saberes, integrando práticas e tecnologias novas e antigas para criar soluções sustentáveis e reaplicáveis através da Rede Mocambos. ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     '''Objetivos''' Específicos( sequencias  de ações)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
    Fortalecer o Núcleo de Produção de Conteúdo e o Núcleo de Formação Continuada, atuante no processo de multiplicação e autonomia dos grupos&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
    Propiciar a formação de uma rede de produção cultural, capaz de detectar movimentos, que reflitam as mudanças nas áreas da Cultura e da  economia  visando assim buscar novas formas de criar, produzir, circular e fruir obras e produtos culturais. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
   Realizar encontro , em  cada estado onde já existe um Núcleo de Formação,  sempre pensando ações e soluções culturais, locais e peculiares afim de efetivar trocas - intercambios, escambos - que através da Rede construirão bases para a estruturação, alimentação e manutenção do Portal, como ferramenta fundamental do processo. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Evidenciar os valores intrínsecos à cultura das comunidades quilombolas                                                           comunidades tradicionais, tais  como o manejo da terra, aspectos de meio ambiente, produção artesanal e manifestações culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[editar] '''Justificativa'''''''''Texto em negrito'''&amp;lt;sub&amp;gt;Texto em subscrito&amp;lt;/sub&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
        A implementação deste projeto  vem de encontro  ao  um  trabalho desenvolvido, junto as comunidades  tradicionais ,( quilombolas, indígenas, ribeirinhas e  terreiros) ,  pela Rede Mocambo  desde  2001, cujo seus eixos   são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social , permitindo assim o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que vivenciam desvantagens socioeconômica, política, cultural e ambiental. A partir de estatísticas e mapeamento das comunidades quilombolas no Brasil ver http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/i_brasil.html.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
          Aqui vamos entrar com  alguns  dados  e fatos ,estatísticas , pode ser  por região ( comunidades ) de algumas comunidades  quilombolas  do núcleo de  formação,abranger algumas regiões.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         A intenção e  beneficiamento  deste  projeto as  comunidades &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Estes dois  ultimos  paragrafos  a  ser  complementados....&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Limarga</name></author>	</entry>

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