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		<title>Rede Mocambos - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<updated>2026-09-08T16:45:20Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</title>
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				<updated>2012-11-14T22:19:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montando uma Rede Autônoma==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A analogia servidor/cliente, frequentemente usada para descrever a comunicação entre computadores, costuma levar a alguns equívocos de interpretação. O mais grave desses equívocos é as pessoas pensarem que seus próprios computadores só servem para acessar informação ou serviços disponíveis &amp;quot;na internet&amp;quot;. A rede vira um não-lugar mistificado, uma espécie de ambiente espectral sem margens definidas onde as coisas acontecem de forma algo mágica. No entanto, toda rede tem uma materialidade: surge de processos que rodam em um ou mais computadores conectados. Esses processos compõem o que podemos chamar serviços de rede. A maioria desses serviços se baseia em uma arquitetura distribuída fundada em protocolos livres e abertos, o que significa que no limite qualquer computador ou dispositivo conectado em rede é um servidor em potencial. Isso também quer dizer que qualquer rede local, mesmo que não esteja conectada à internet, pode hospedar diversos serviços de armazenamento, compartilhamento e circulação de informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este tutorial tem por objetivo demonstrar algumas dessas possibilidades, com especial ênfase na criação de serviços de rede locais com o uso de software livre. Supomos que você tenha uma familiaridade básica com o terminal de linha de comando. Vamos tratar de alguns cenários específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Transformar um computador em servidor local a partir do sistema operacional Ubuntu Linux (ou qualquer outro sistema operacional, com as devidas adaptações).&lt;br /&gt;
* Criar uma rede local autônoma, utilizando um sistema operacional alternativo (dd-wrt) no roteador.&lt;br /&gt;
* Explorar possibilidades de sincronização de arquivos em diferentes redes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==1. Transformando seu computador em um servidor==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São inúmeros os serviços que podem ser implementados em uma rede local. Vamos tratar aqui dos que nos parecem ter um maior potencial para utilização em uma rede autônoma. Partimos do princípio de que você está em um computador rodando Ubuntu Linux. Para fazer essas primeiras configurações, você precisará uma conexão à internet, ou então de acesso a um repositório local. Uma vez que os serviços estejam configurados, a internet não será mais necessária. Também estamos considerando que já existe uma rede local, conectada a um hub ou roteador, para que outras pessoas possam acessar os serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, rode o comando abaixo para atualizar seus repositórios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos também instalar alguns softwares como o Aptitude para facilitar a instalação de outros softwares, o SSH para acessar remotamente o computador via linha de comando e alguns softwares que podem ser úteis para monitorar e diagnosticar a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install aptitude ssh nmap iptraf wavemon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O computador vai baixar, instalar e configurar esses softwares. Você não precisa fazer mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.1. Servidor LAMP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web, ou WWW, é um dos mais versáteis serviços de rede, e justamente por isso foi uma das maiores responsáveis pela popularização da internet. Permite que se disponibilizem arquivos que podem ser acessados por qualquer navegador de internet (como o Firefox, Chrome e outros). A web baseia-se em uma linguagem estruturada chamada HTML. O servidor web mais utilizado no mundo é um software livre e aberto chamado Apache. Sua funcionalidade pode ser expandida de forma virtualmente infinita com softwares adicionais como o interpretador de hipertexto PHP e o servidor de banco de dados MySQL (esse conjunto de softwares é conhecido como LAMP - linux, apache, mysql, php). Vamos começar instalando esses softwares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install apache2 php5 php5-mysql mysql-server&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizada a instalação, você pode verificar se tudo deu certo abrindo o Firefox ou outro browser, clicando na barra de endereços dele e digitando &amp;quot;http://localhost&amp;quot; ou o IP de sua máquina (descubra o IP pelo terminal, digitando &amp;quot;ifconfig&amp;quot;). Normalmente, você será direcionado a uma página dizendo que a instalação deu certo, como &amp;quot;It works&amp;quot; ou algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do servidor LAMP, uma infinidade de serviços podem ser utilizados. Alguns exemplos são diversos sistemas livres de gestão de sites. Entre os mais conhecidos, estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://wordpress.org&lt;br /&gt;
* http://drupal.org&lt;br /&gt;
* http://mediawiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros sistemas interessantes pela versatilidade ou porque usam poucos recursos do servidor são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://wikkawiki.org&lt;br /&gt;
* http://hotglue.org&lt;br /&gt;
* http://pmwiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns desses sistemas necessitam configurações específicas do seu servidor LAMP (bibliotecas adicionais como php5-gd ou módulos como o mod_rewrite). Consulte a documentação dos sistemas a esse respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.2. Servidor uPNP/DLNA===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uPNP e o DLNA são um tipo de serviço web que permite o compartilhamento e a reprodução de arquivos multimídia. Novas gerações de televisores, videogames e outros aparelhos já trazem clientes uPNP instalados. Smartphones também contam com aplicativos específicos para acessar conteúdo via uPNP. Vamos usar o ushare para montar uma espécie de biblioteca multimídia baseada em uPNP no Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install ushare&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São necessárias algumas configurações &amp;quot;manuais&amp;quot;, no arquivo /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo gedit /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No editor, insira um nome para a biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especifique também qual é a interface de rede pela qual o servidor se conecta. O padrão é eth0, a placa de rede física. Aqui na Nuvem, usei a placa wifi wlan0:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é necessário informar onde os arquivos de mídia estão armazenados. No nosso caso, é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_DIR=/home/zasf/zasf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e depois reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service ushare restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.3. Servidor de bate-papo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O IRC foi um dos primeiros formatos de bate-papo via internet a se popularizar. Por usar pouca banda de transferência de dados, funciona muito bem em lugares com conexão lenta ou instável. Os servidores de IRC também costumam exigir pouco processamento e memória, e podem ter suas funcionalidades estendidas com chatbots e outros softwares. Vamos usar o ngircd como servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install ngircd&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele já funciona por padrão, mas é interessante personalizar algumas opções, editando o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/ngircd/ngircd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos mudar o nome da rede, que precisa ter um ponto no meio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Name = nuboteca.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também as informações de Admin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 AdminInfo1 = Nuvem&lt;br /&gt;
 AdminInfo2 = Nuvem.tk&lt;br /&gt;
 AdminEMail = nuvem@nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é interessante uma descrição sobre o servidor IRC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Info = Servidor IRC da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ngircd tem também o MOTD (frase do dia), uma mensagem de boas-vindas aos usuários, que pode ser editada assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ gksudo /etc/ngircd/ngircd.motd &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salva a configuração, reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo service ngircd restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para testar o servidor IRC, instale algum cliente em sua máquina. O irssi, por exemplo, roda em linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install irssi&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Já o Xhat funciona em modo gráfico:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install xchat&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testando: abra o software cliente de IRC. Vamos começar conectando ao servidor IRC. Digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /server localhost&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre em uma sala de teste, digitando simplesmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /join #teste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer outra pessoa em sua rede local já pode entrar no servidor IRC, trocando o endereço do servidor localhost pelo seu número de IP. Existem clientes de IRC para virtualmente todas as plataformas de computação. Além dos já citados para GNU/Linux, há o KVIrc para Mac OS e o próprio Xchat para Windows. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.4. Rádio online===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast é um software de stream multimídia, que pode ser usado para transmissões ao vivo de áudio ou vídeo. Instale o servidor com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install icecast2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do Icecast fica em um arquivo XML. Vamos editá-la:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/icecast/icecast.xml&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom mudar as senhas que vêm por padrão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Sources log in with username 'source' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;source-password&amp;gt;novasenha&amp;lt;/source-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Relays log in username 'relay' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;relay-password&amp;gt;novasenha1&amp;lt;/relay-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Admin logs in with the username given below --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-user&amp;gt;admin&amp;lt;/admin-user&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-password&amp;gt;novasenha2&amp;lt;/admin-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mude também o hostname para coincidir com o nome de seu computador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, não é necessário criar uma configuração complexa com nomes de usuário acessados a transmissões específicas. Se for necessário, consulte os comentários no próprio arquivo de configuração, na seção &amp;lt;mount&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salvar o arquivo de configuração, reinicie o servidor icecast com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service icecast2 restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast possui uma interface web, acessível pelo browser em http://localhost:8000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão via Icecast exige softwares específicos. Alguns exemplos são o darkice (em linha de comando, muito leve), darksnow (interface gráfica simples) e idjc (solução mais complexa, com gerenciamento de playlists e outros recursos). Consulte os tutoriais publicados pelo estudiolivre sobre a transmissão via Icecast: [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso Darksnow+Darkice], [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC IDJC]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast também pode ser usado para transmissão de vídeo. Para isso, utilize algum software como o Theorur: http://theorur.sarava.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.5. Outros serviços===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com os softwares citados acima, já temos um pacote de serviços de rede bastante abrangente: web, acesso a acervo multimídia, bate-papo e transmissão ao vivo. Havendo interesse podem ser implementados muitos outros sistemas, como o editor colaborativo de documentos Etherpad, o gerenciador e reprodutor de música MPD, o servidor de telefonia sobre IP Asterisk, etc. O interessante é que esse conjunto de serviços seja adequado às necessidades locais da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==2. A rede local==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como mencionado antes, a internet se estrutura a partir de uma série de protocolos abertos que lhe garantem uma arquitetura distribuída. O mais importante entre eles é o Conjunto de Protocolos da Internet, conhecido como TCP/IP. Ele é composto de duas partes: o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Transmission_Control_Protocol TCP] (Protocolo de Controle de Transmissão)e o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Internet IP] (Protocolo Interredes). O TCP divide em pequenos pacotes de dados a informação a ser transmitida entre computadores, enquanto o IP realiza a identificação, localização e entrega desses dados. Qualquer situação que envolva a conexão de um ou mais computadores a uma rede local ou à internet se baseia na atribuição de endereços IP a cada equipamento envolvido. Quando seu computador está em uma rede ele recebe um endereço IP, uma sequência de quatro séries de números como 192.168.10.108, por exemplo. Esse é o endereço de seu computador na rede, a maneira pela qual os outros computadores podem encontrá-lo. O roteador ou o modem também têm seus próprios endereços IP, e é dessa forma que seu computador vai enviar e receber dados da internet. O mesmo se repete com os IPs em uma rede local: cada computador tem um endereço IP, através do qual os outros computadores podem encontrá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltemos à nossa experiência com um servidor local. Uma vez instalados os serviços em alguma máquina, eles podem ser acessados diretamente pelo IP daquela rede desde qualquer outra máquina. Por exemplo, se o IP da máquina é 192.168.10.10, é esse endereço (http://192.168.10.10) que você vai digitar no navegador de internet em qualquer outra máquina da rede para acessar o servidor LAMP dela. Da mesma forma, é esse IP que você vai usar para se conectar pelo seu cliente de IRC (/server 192.168.10.10) e para verificar pelo navegador se existe alguma transmissão acontecendo pelo Icecast (http://192.168.10.10:8000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.1. DNS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conjunto de protocolos TCP/IP funciona muito bem entre máquinas, porque assegura que a informação seja transferida do computador X para o Y. Mas para humanos ele tende a ser muito complexo. Seria muito trabalhoso se, por exemplo, precisássemos decorar o endereço IP de cada site que costumamos acessar. Inicialmente, quando os servidores conectados em rede eram em relativamente poucos, se resolvia essa situação com o arquivo HOSTS.txt. Era um arquivo de texto simples, contendo um atalho legível para cada um em uma lista de servidores do mundo inteiro. Quando um computador se conectava à internet, ele baixava a versão mais recente do arquivo HOSTS de um servidor predeterminado. Até hoje, grande parte dos sistemas operacionais ainda conta um arquivo HOSTS local. Com a gradual multiplicação dos servidores na internet, entretanto, essa solução se comprovou inviável, porque dependia em demasiado de um único ponto. Para estabelecer uma solução escalável, foi criado o Sistema de Nomes de Domínio ([https://pt.wikipedia.org/wiki/Domain_Name_System DNS]. Ele atribui a cada endereço IP um atalho legível, com base em uma convenção internacional gerenciada pela Corporação de Nomes e Números Atribuídos da Internet (ICANN). A estrutura de nomes de domínio atribui um código para cada país, e subcódigos para tipos de sites. Por exemplo, sites brasileiros podem usar domínios terminados em .br, chilenos terminam em .cl, espanhóis em .es e por aí vai. Da mesma forma, um site comercial pode usar um domínio terminado em .com.br, enquanto um blog pode usar um endereço .blog.br. São definições algo arbitrárias: para garantir sua confiabilidade, o sistema DNS tem uma estrutura hierárquica que precisa ser definida em consenso entre diversos atores institucionais. Ainda assim, usar o sistema DNS é mais fácil do que memorizar cada IP, além de oferecer outras vantagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de uma rede autônoma, a utilização de endereços IP pode funcionar em determinados contextos. Entretanto, se a ideia é envolver pessoas que não tenham necessariamente um perfil técnico, trabalhar com o sistema DNS pode facilitar as coisas. Isso pode ser feito de várias formas. Antes de mais nada, precisamos nos assegurar de que o servidor sempre vai utilizar o mesmo IP. Isso é chamado &amp;quot;IP estático&amp;quot;, em oposição ao &amp;quot;IP dinâmico&amp;quot; (quando o computador pede um endereço IP ao roteador e recebe um endereço aleatório a cada vez que se conecta). O IP estático pode ser configurado manualmente no servidor, ou então pode-se configurar o roteador para sempre atribuir a ele o mesmo endereço IP. É necessário saber de antemão algumas informações da rede local, como faixa de IPs normalmente utilizada, endereço do gateway (o computador ou roteador que faz a conexão com a internet) e máscara de rede. Aqui na nossa rede local, sabemos que o roteador costuma atribuir endereços IP na faixa 192.168.10.*, que o gateway é 192.168.10.1 e a máscara de rede é 255.255.255.0. Vamos definir que o endereço do servidor é 192.168.10.10. Para isso, clicamos no ícone de redes (próximo ao relógio do sistema) e logo em &amp;quot;definições de rede&amp;quot;. Escolha a opção &amp;quot;com fio&amp;quot; (supondo que o servidor está conectado ao roteador por um cabo de rede), &amp;quot;opções&amp;quot; e depois &amp;quot;configurações de IPv4&amp;quot;. Em  &amp;quot;método&amp;quot;, escolha Manual. Em &amp;quot;endereços&amp;quot;, clique em &amp;quot;adicionar&amp;quot; e digite 192.168.10.10 no endereço, 255.255.255.0 em máscara de rede e 192.168.10.1 no gateway. O servidor DNS geralmente é o mesmo do gateway, 192.168.10.1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.1.1. /etc/hosts	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como comentamos acima, mesmo com a adoção do sistema DNS, em geral todo computador ainda tem um arquivo HOSTS. A maneira mais simples de criar atalhos para endereços IP é mexendo na definição de HOSTS nas máquinas da rede local. Isso só funciona em redes pequenas, com poucos computadores fixos. É uma solução adequada para laboratórios de informática em escolas, para telecentros e lan houses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do GNU/Linux, o arquivo fica em /etc/hosts. Vamos dizer que queremos atribuir o atalho &amp;quot;nuboteca&amp;quot; ao computador que utiliza o endereço 192.168.10.10. Para isso, precisamos ir a cada uma das máquinas da rede e editar o arquivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/hosts&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicione a seguinte linha em algum lugar do arquivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 192.168.10.10	nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pronto. Nesse computador, você já deve conseguir acessar o servidor simplesmente usando o atalho &amp;quot;nuboteca&amp;quot;. Para testar, abra o navegador de internet e digite &amp;quot;http://nuboteca&amp;quot; no endereço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.1.2. DNS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em redes mais dinâmicas, às quais diferentes pessoas se conectem com seus computadores, smartphones ou tablets, configurar o arquivo hosts em todos começa a ficar complicado. A solução é recorrer ao DNS. A configuração de DNS costuma ser complexa, mas existe um software chamado DNSmasq que aplica regras locais antes de encaminhar chamadas de DNS para um servidor de nomes propriamente dito. Em outras palavras, ele permite criar uma lista de nomes a endereços de IP específicos dentro de uma rede local. Os nomes podem ser definidos pelo próprio DNSmasq, ou pelo nome particular de cada máquina. Todos os pedidos de endereços que não estejam nessa lista de nomes são encaminhados a um servidor de DNS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não vamos detalhar a configuração do DNSmasq em um servidor local, porque isso envolveria de qualquer forma modificar a configuração do roteador que informa aos computadores que se conectam qual é o servidor DNS indicado pela rede local. Isso pode ser feito, mas optamos por aprofundar as mofidicacoes ao roteador, na próxima seção. Quem preferir trabalhar com o DNSmasq no próprio servidor local pode checar a [http://www.thekelleys.org.uk/dnsmasq/doc.html documentação do próprio software].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.1.3. Roteador&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os roteadores usados corriqueiramente para conectar redes locais à internet têm frequentemente um grande potencial que é limitado artificialmente. Em outras palavras, são equipamentos que permitem fazer muito mais do que seus fabricantes permitem. Para habilitar essas possibilidades, existem sistemas operacionais (também chamados de firmwares) alternativos. Os mais conhecidos são o OpenWRT e o DD-WRT. Aqui vamos trabalhar com o DD-WRT. Não é qualquer roteador que permite a instalação de firmware alternativo, então recomendamos verificar a compatibilidade no site do [http://dd-wrt.com DD-WRT].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os roteadores que utilizamos aqui na Nuvem eram da marca TP-Link, modelo WR743ND. Depois de encontrar na internet e baixar o arquivo de instalação do DD-WRT, tratamos de instalá-lo no roteador. Abrimos o painel de administração (no nosso caso, disponível pelo navegador de internet no endereço http://192.168.1.1), e lá encontramos a opção de atualização de firmware. Escolhemos o arquivo, fizemos o upload e pronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de um ou dois minutos reiniciando, o roteador já criou uma nova rede wifi, aberta. Conectamos por cabo para acessar o novo painel de controle (no mesmo endereço acima). Na guia Setup, modificamos o nome do roteador e seu hostname. Na guia Wireless, definimos as configurações da rede sem fio (no nosso caso, uma rede sem criptografia chamada NuvemNuvem). Na guia Services, habilitamos as opções &amp;quot;DNSMasq&amp;quot;, &amp;quot;Local DNS&amp;quot; e &amp;quot;No DNS Rebind&amp;quot;. Depois de salvar e aplicar as configurações, a rede já estava devidamente configurada. O roteador passou a atribuir o hostname (nome particular de cada computador) como atalho de IP via DNS. Dessa forma, nosso servidor já pode ser acessado dentro da rede simplesmente com o nome &amp;quot;nuboteca&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
—-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TODO:''' Rede verdadeiramente autônoma com Modo AP. Mesh + OSLR. Ressalvas e limitações.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

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		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasLogEfeefe</title>
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				<updated>2012-11-14T21:56:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 05/11/12 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passamos algumas horas hoje brincando com rasppi (não subiu wifi), com o laptop onde fica a nuboteca (que não subiu a rede em modo ap). Tem uma beagleboard também, mas acabei voltando para a casinha onde estamos ficando, e vou testar com o nc10. NC10 é um netbook da samsung comprado em 2009 e usado por quase dois anos. Deu problema no cooler e no teclado, e acabei trocando por outro. Mas ele aparentemente ainda pode dar um bom servidor, com a vantagem de ter uma bateria com duração razoável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abri o NC10 para instalar um dos cartões wifi mini pci que trouxe. Escolhi um atheros, que costuma ser mais bem suportado por várias distros. Por enquanto arranquei também o teclado, que não funciona bem. Estou com um teclado USB da Nuvem, deve dar conta. Voltei para meu computador, abri o unetbootin para criar um disco de boot. Tentei usar um cartão SDHC de 16G, mas o unetbootin não deixou. Deve ter seus motivos (mais tarde percebi que o cartão SD está com problemas). Acabei fazendo um pendrive de 2Gb com a imagem do debian-6.0.6-i386.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subindo o disco de boot. Optei pela instalação padrão. Configurei idioma e teclado. Configuração de rede, não preciso agora. Nome da máquina (uaifai), senha de root (lanovale), meu usuário e senha. Particionamento: assistido, usar o disco inteiro. Partição /home separada. Escrever as mudanças no disco. &lt;br /&gt;
No tasksel, optei por não instalar o ambiente gráfico, e escolhi servidor web, sql, ssh, laptop e utilitários standard de sistema. Grub? Sim. Reiniciando.&lt;br /&gt;
Sistema subiu. Mas testando com a wifi, não deixou setar modo master. Desliguei, tirei esse cartão (um atheros ar5bxb63). Tentei com outro (um mini pci express, ath ar5b95). Também nada. Terceira tentativa (e última à mão), um rtl 8187b. Nada. Beco sem saída?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentando com um zd1211, USB. &amp;quot;Unable to enumerate USB device on port 6&amp;quot;. Procurando na web, parece uam incompatibilidade de velocidade de interface USB. Gambiarra, solução meio capenga, aqui: http://www.geekdevs.com/2010/04/solved-unable-to-enumerate-usb-device-disabling-ehci_hcd/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consegui plugar, reconheceu como wlan3. E nada de modo master. Em último caso, amanhã tiro o pci da alix e instalo no samsung.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, copiando a imagem do debian (i386, DVD) para o cartão de memória. O plano é levar para o samsung, então montar como unidade em loop, copiar os debs do /pool para um diretório local e então montar um repositório, seguindo isso aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://odzangba.wordpress.com/2006/10/13/how-to-build-local-apt-repositories/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu pau na cópia (alguma merda no cartão de memória travou minha máquina, acho).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um chinês buscando coisas parecidas:&lt;br /&gt;
http://old.nabble.com/zd1211B-for-AP-mode-td31868516.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dali, parece que o hostapd resolve o lance. A ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Configurei meu celular como roteador, criando uma rede sem encriptação. Acessei pelo nc10, iwconfig, fácil. Mexi na sources.list (adicionei deb http://ftp.debian.org/debian/ squeeze main). Update, install dnsmasq, hostapd e hostap-utils. Amanhã continuo, na Nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==06/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à Nuvem. Tentei subir a rede uaifai a partir do samsung nc10 usando as configurações do hostapd sacadas da alix. Não deu, reclamou que não podia setar o modo master. Agora vou tirar o wifi da alix e colocar no nc10. Vamos ver se funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hm, não deu. O cartão na alix é pci express, não minipci express como no laptop. Vou testar com a outra atheros (ainda menor, prendi com fita crepe).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não rolou. Depois fiz uma série de tentativas com as diferentes opções de wifi usb que temos disponíveis aqui. A R8188 deixa modo master, mas não é suportada pelo hostapd. A prism não funciona em modo ap. A outra, nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a pensar na atheros. Baixando o madwifi para refazer a interface como ap. A ver. Começar tentando do jeito mais fácil, adicionando contrib e non-free no sources.list. Não encontrou. Adicionando repositório backports. Update. Nada. Seguindo então as instruções do wiki do madwifi-project para compilar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não encontrou o source do madwifi. Baixei o 0.9.4-current. Compilou ok mas não encontrou o device. Tentando agora habilitar o modo ap no ath9k e recompilá-lo:&lt;br /&gt;
http://linuxwireless.org/en/users/Drivers/ath9k#Get_the_latest_ath9k_driver&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compilado ok, mas não reconheceu a placa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==07/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ontem ainda encontrei um patch que dizem resolver para habilitar o madwifi a funcionar com a placa atheros (mini). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://madwifi-project.org/ticket/2391&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É para uma revision específica do source. Subversion -r 4174. Deixei baixando durante a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aplicando o patch: na pasta madwifi, patch -p1 &amp;lt; patch&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# make&lt;br /&gt;
# make install.&lt;br /&gt;
# reboot&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ath0 rodou. Não deixou modo ap. Mandei a linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# wlanconfig ath0 destroy&lt;br /&gt;
# wlanconfig ath create wlandev wifi0 wlanmode ap&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pronto, modo ap funcionando!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brincando com o roteador TP-Link AR743ND. Baixando a versão do openwrt para ele:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://downloads.openwrt.org/snapshots/trunk/ar71xx/openwrt-ar71xx-generic-tl-wr743nd-v1-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Error code: 18005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Upgrade unsuccessfully because the version of the upgraded file was incorrect. Please check the file name.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentar então por tftp.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saí para almoçar com as meninas. Enquanto isso, Vince encontrou uma imagem do dd-wrt para esse roteador e instalou. Ele já cria automaticamente alias de DNS com o hostname das máquinas que pedem DHCP. Depois de substituir o roteador antigo com esse rodando dd-wrt, todas as máquinas já podem acessar a nuboteca (e outras máquinas) pelo hostname de cada uma, sem precisar saber seu IP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhei mais um pouco no samsung nc10, o &amp;quot;uaifai&amp;quot;. Copiei as configurações de rede da alix. As mais importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O script de inicialização da interface de rede (/etc/network/interfaces):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto ath0&lt;br /&gt;
        iface ath0 inet static&lt;br /&gt;
        address 12.34.56.78&lt;br /&gt;
        network 12.34.56.0&lt;br /&gt;
        netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
        broadcast 12.34.56.255&lt;br /&gt;
        wireless-mode Master&lt;br /&gt;
        wireless-essid zasf&lt;br /&gt;
        up /usr/bin/hostapd /etc/hostapd/hostapd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisei só mudar o caminho do hostapd para /usr/sbin/hostapd e o essid para uaifai)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do dnsmasq (/etc/dnsmasq.conf), contendo:&lt;br /&gt;
dhcp-range=12.34.56.80,12.34.56.254,3h&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do hostapd (/etc/hostapd/hostapd.conf), contendo:&lt;br /&gt;
 interface=ath0&lt;br /&gt;
 driver=madwifi&lt;br /&gt;
 ssid=zasf (que mudei para uaifai)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim da tarde, consegui fazer funcionar a rede uaifai com essas configurações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos uma &amp;quot;oficina&amp;quot;. Falei sobre os quatro esquemas que estamos experimentando (alix, roteador dd-wrt + máquina nuboteca, raspberry pi, samsung). Depois fui mostrar algumas possibilidades que já estão funcionando na alix (web com wiki e hotglue, servidor irc, etc.). Enquanto Vince demonstrava o git-annex, terminei de instalar algumas coisas adicionais na nuboteca: ngircd (servidor irc), ushare (servidor upnp/dlna) e icecast. Modifiquei nas configurações o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
USHARE_DIR=/var/www/nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não habilitei o DLNA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E consegui acessar o UPNP pelo aplicativo de DLNA no meu celular ;). Vídeos são sempre complicados, mas as imagens eu consegui acessar tranquilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O icecast me perguntou algumas coisas durante a própria instalação. Mantive as senhas padrão. Depois ainda mexi o nome na config:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/etc/icecast2/icecast.xml&lt;br /&gt;
    &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicionei à home do apache na nuboteca o link para a interface web do icecast:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca:8000/status.xsl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fiz um stream live com o idjc a partir da minha máquina para testar ao vivo com o pessoal. Funcionou ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==08/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Configurei mais algumas coisas na nuboteca: mexi mais com o icecast, instalei o mpd e o ampache (mas ainda não consegui fazer funcionar direito). O plano é subir um hotglue e acho que vou instalar um drupal+openlayers pra galera do silêncio. Copiei para o Desktop da nuboteca os arquivos recebidos pelo form via web e os dumps de sites que eu peguei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Travei na uaifai, por enquanto vamos fazer com outro roteador e deixar a máquina como cliente, daquele jeito…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalando o dd-wrt no outro roteador TP-LinkWR743ND. Liso. Ficou essid VemnuVemnu e IP 192.168.2.1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando à nuboteca. Vince está experimentando com sincronização de instalações do hotglue. Eu vou instalar um drupal para o pessoal da autonomia do silêncio, que quer um site local para trabalhar com mapas. Baixei o drupal7 e os módulos admin e openlayers.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==09/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copiando mais coisas para a Nuboteca: contribuições enviadas pelo form na web, algumas coisas do meu acervo pessoal, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos (ff, vince, isabel, javier, lula) uma reunião sobre a estrutura de organização das pastas do acervo. Isabel propôs outra estrutura de organização, baseada mais no conteúdo do que no formato dos arquivos. Falei sobre as limitações da metáfora de desktop, que supõe que cada arquivo só esteja em uma pasta de cada vez. Falamos sobre alguma maneira menos estruturada de organizar acervos. Por outro lado, pensando em sincronizar redes distribuídas como é o caso da realidade da rede Mocambos, é bom ter uma organização mais estruturada para facilitar as coisas. Sugeri que talvez tenhamos dois caminhos paralelos a trabalhar: um deles é pensar uma solução genérica para sincronização de redes, a outra é encontrar uma solução local para o acervo da Nuvem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo depois nos reunimos com os tutores para dar uma geral. Brazileiro acabara de voltar, então contei um pouco sobre o que fizemos nos últimos dias. Conversamos sobre o que já conseguimos fazer e possibilidades de desenvolvimento na sequência. Fiquei de documentar melhor o que fazer para uma máquina virar uma rede autônoma. Amanhã vou a Ubatuba levar as meninas, vou concentrar nisso e ver algumas referências (sistemas de gestão de documentos, e ver o projeto que ganhou o ars electronica que leslie sugeriu: tools for the next revolution). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando aos testes: o segundo roteador, com a rede VemnuVemnu, está funcionando. O Samsung (que agora não se chama mais uaifai, e sim tecanubo) pegou o IP por dhcp, mas não informou ao roteador seu hostname. Achei que mais eficaz do que entender por quê seria encontrar uma solução. Atribuí um IP fixo ao samsung (192.168.2.10) e vou mexer no dnsmasq do roteador para encaminhar tudo que for &amp;quot;tecanubo&amp;quot; pra lá.&lt;br /&gt;
Segui isso aqui: http://cybernetnews.com/local-internal-dns-ddwrt/. Aparentemente funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudei alguns detalhes na configuração do ngircd, servidor IRC da nuboteca. Só detalhes, em /etc/ngircd.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baixei o código do etherpad-lite (deixei em /media/nuboteca-ext4/ferramentas). Tentei rodar, mas antes preciso instalar algumas coisas. Vai ficar durante a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo apt-get install gzip git-core curl python libssl-dev pkg-config build-essential&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentaçao do etherpad aqui https://github.com/Pita/etherpad-lite/wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aa noite, reuniao geral. Ideias de conexao entre projetos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==12/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltei de Ubatuba. Fiz rodar o etherpad (ver documentação em [[RedesAutonomasServicosWeb]]). Demorou um pouco para baixar as dependências, e o script de inicialização como serviço não rolou. Mas está funcionando. Fiz testes com o asterisk na minha máquina. O servidor parece subir, mas não consegui me acertar com a configuração do sip: não consegui logar um usuário. Parece que rola instalar o asterisk direto no dd-wrt (http://www.dd-wrt.com/wiki/index.php/Asterisk e http://g300nh.blogspot.com.br/2010/06/asterisk-voip-server-on-dd-wrt.html). Vou também experimentar com outras soluções de voip.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==13/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criei um script temporário para rodar o etherpad ($etherpad-lite). Instalando o omeka, para ver se serve de alguma coisa. Instalei também o abiword. Acabei de importar um PDF para dentro do pad, rodou legal. Exportei depois para PDF também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando na minha máquina outras opções de voip. Instalei o kamailio, fork do openser. Mexendo nas configurações. Ele vem com um programinha para gerenciar, kmactl. O kamailio.cfg é confuso, tem um monte de esquemas de DB e coisas assim. Habilitei o uso do mysql no /etc/kamailio/kamctlrc, mas ele não populou o db. Procurando na web (paciência). Tutorial aqui: http://kb.asipto.com/kamailio:skype-like-service-in-less-than-one-hour. Depois de mexer nas configs, rodar o $sudo kamdbctrl create. Depois criei usuários, $sudo kmactl add usuario senha. Consegui logar no pidgin, mas não consegui fazer uma conexão entre usuários. Pelo kamailio.cfg que baixei do link, ele não roda. Vou instalar o rtpproxy antes de sair mexendo. Instalei, rodei e nada. Insisti mais um pouco, mas vou deixar para depois. Encontrei aqui um relato sobre usar o kamailio (para gerenciar registros) junto com o freeswitch: http://nil.uniza.sk/sip/kamailio-33-and-freeswitch-122-interconnection-voicemail-and-conference-services-debian-squeeze-60-64bit-tutorial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a insistir com o Siremis, interface web para gerenciamento do kamailio. As [http://siremis.asipto.com/install/ instruções] estão quase certas, exceto nas modificações necessárias à configuração do apache:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Alias /siremis/ &amp;quot;/var/www/siremis-x.y.z/siremis-web/&amp;quot;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;Directory &amp;quot;/var/www/siremis-x.y.z/siremis-web/&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
        Options Indexes FollowSymLinks MultiViews&lt;br /&gt;
        AllowOverride All&lt;br /&gt;
        Order allow,deny&lt;br /&gt;
        Allow from all&lt;br /&gt;
        RedirectMatch ^/siremis/$ /siremis/bin/&lt;br /&gt;
        &amp;lt;Files ~ &amp;quot;\.inc$&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
            Order allow,deny&lt;br /&gt;
            Deny from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;/Files&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;/Directory&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comigo ficou assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Alias /siremis/ &amp;quot;/var/www/siremis-3.0.3/siremis/&amp;quot;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;Directory &amp;quot;/var/www/siremis-3.0.3/siremis/&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
        Options Indexes FollowSymLinks MultiViews&lt;br /&gt;
        AllowOverride All&lt;br /&gt;
        Order allow,deny&lt;br /&gt;
        Allow from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;Files ~ &amp;quot;\.inc$&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
            Order allow,deny&lt;br /&gt;
            Deny from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;/Files&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;/Directory&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E consegui continuar com a instalação. $make prepare e $make chown, e o resto pelo browser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==14/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentamos o projeto hoje pela manhã: serviços na rede local, organização do acervo, experimentos de sincronização e algumas ideias derivadas. À tarde ficamos algum tempo sem eletricidade. Agora há pouco instalei o supybot na nuboteca, via apt. Configurei usando o supybot-wizard. Chamei o bot de &amp;quot;vapor&amp;quot;, e ativei alguns plugins. Deixei o arquivo de configuração em /opt/supybot/vapor.conf e fiz um script em /usr/local/bin chamando o supybot com essa configuração. Testado, ok. Documentação dos plugins aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://supybot.fr.cr/doc/use/plugins/index.html&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasServicosWeb</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb"/>
				<updated>2012-11-14T21:51:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* IRC */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serviços instalados na nuboteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede NuvemNuvem, servidor &amp;quot;nuboteca&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor LAMP: apache + php5 + mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CMSs, por enquanto: [http://nuboteca/interactivos wiki interactivos], [http://nuboteca/interactivos hotglue silencios]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acervo da Nuvem disponível em http://nuboteca/nuboteca/.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando com Ricardo Brazileiro um protótipo de site com nodejs para listar e buscar nos arquivos do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO: maneiras simples para acessar o conteúdo. Pode ser útil isso: como criar webapps para android (inclui dicas de CSS para plataformas móveis: http://ofps.oreilly.com/titles/9781449383268/index.html )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===uPNP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor uPNP disponibilizando o conteúdo do HD externo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Git-annex. Repositório disponível para clonagem. Seguir as instruções [http://nuboteca/interactivos/index.php/Redes_Aut%C3%B4nomas_%28Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil%29#Copiando.2FClonando_um_repositorio aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===IRC===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor (ngircd) rodando. Clientes para linux, mac e windows disponíveis [http://nuboteca/nuboteca/ferramentas/irc_clientes/ aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ircbot====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um bot de IRC (supybot) chamado &amp;quot;vapor&amp;quot; está configurado para se conectar ao canal #nuvem do servidor IRC local. Para ativá-lo, é só rodar $vapor. Ele já está com alguns plugins ativados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Icecast===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stream de áudio (e vídeo também, em tese).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Documentação adicional do Icecast====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Icecast http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Icecast&amp;amp;highlight=icecast&lt;br /&gt;
IDJC http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&amp;amp;highlight=idjc&lt;br /&gt;
Darksnow e Darkice http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&amp;amp;bl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Etherpad===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Editor de texto colaborativo. Disponível em http://nuboteca:9001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisa ser chamado pelo terminal: $etherpad-lite)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Testes e experimentação===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * MPD + Ampache. MPD instalado, mas não consegui acessar direito nem pelo Ampache (http://nuboteca/ampache/) e nem pelo gmpc.&lt;br /&gt;
 * Omeka, sistema de gerenciamento de acervos. Instalado, mas pareceu engessado demais. Está em http://nuboteca/sites/omeka/.&lt;br /&gt;
 * Servidores de voz sobre IP. Testes com asterisk (pouco ou nada), kaimilo, antigo openser (registro de usuários ok, ligação não). Tentando gerenciar o kaimilo com a GUI para web, Siremis. Nem rodou ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede VemnuVemnu, servidor &amp;quot;tecanubo&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pegou o hostname automaticamente, mas configurei um IP fixo para o servidor (192.168.2.10) e configurei o Dnsmasq do roteador para apontar para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso ao servidor: tecanubo (192.168.2.10), root//lanovale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
Apache, PHP5, Mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
Git-Annex&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma"/>
				<updated>2012-11-14T13:35:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montando uma Rede Autônoma==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A analogia servidor/cliente, frequentemente usada para descrever a comunicação entre computadores, costuma levar a alguns equívocos de interpretação. O mais grave desses equívocos é as pessoas pensarem que seus próprios computadores só servem para acessar informação ou serviços disponíveis &amp;quot;na internet&amp;quot;. A rede vira um não-lugar mistificado, uma espécie de ambiente espectral sem margens definidas onde as coisas acontecem de forma algo mágica. No entanto, toda rede tem uma materialidade: surge de processos que rodam em um ou mais computadores conectados. Esses processos compõem o que podemos chamar serviços de rede. A maioria desses serviços se baseia em uma arquitetura distribuída fundada em protocolos livres e abertos, o que significa que no limite qualquer computador ou dispositivo conectado em rede é um servidor em potencial. Isso também quer dizer que qualquer rede local, mesmo que não esteja conectada à internet, pode hospedar diversos serviços de armazenamento, compartilhamento e circulação de informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este tutorial tem por objetivo demonstrar algumas dessas possibilidades, com especial ênfase na criação de serviços de rede locais com o uso de software livre. Supomos que você tenha uma familiaridade básica com o terminal de linha de comando. Vamos tratar de alguns cenários específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Transformar um computador em servidor local a partir do sistema operacional Ubuntu Linux (ou qualquer outro sistema operacional, com as devidas adaptações).&lt;br /&gt;
* Criar uma rede local autônoma, utilizando um sistema operacional alternativo (dd-wrt) no roteador.&lt;br /&gt;
* Explorar possibilidades de sincronização de arquivos em diferentes redes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==1. Transformando seu computador em um servidor==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São inúmeros os serviços que podem ser implementados em uma rede local. Vamos tratar aqui dos que nos parecem ter um maior potencial para utilização em uma rede autônoma. Partimos do princípio de que você está em um computador rodando Ubuntu Linux. Para fazer essas primeiras configurações, você precisará uma conexão à internet, ou então de acesso a um repositório local. Uma vez que os serviços estejam configurados, a internet não será mais necessária. Também estamos considerando que já existe uma rede local, conectada a um hub ou roteador, para que outras pessoas possam acessar os serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, rode o comando abaixo para atualizar seus repositórios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos também instalar alguns softwares como o Aptitude para facilitar a instalação de outros softwares, o SSH para acessar remotamente o computador via linha de comando e alguns softwares que podem ser úteis para monitorar e diagnosticar a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install aptitude ssh nmap iptraf wavemon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O computador vai baixar, instalar e configurar esses softwares. Você não precisa fazer mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.1. Servidor LAMP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web, ou WWW, é um dos mais versáteis serviços de rede, e justamente por isso foi uma das maiores responsáveis pela popularização da internet. Permite que se disponibilizem arquivos que podem ser acessados por qualquer navegador de internet (como o Firefox, Chrome e outros). A web baseia-se em uma linguagem estruturada chamada HTML. O servidor web mais utilizado no mundo é um software livre e aberto chamado Apache. Sua funcionalidade pode ser expandida de forma virtualmente infinita com softwares adicionais como o interpretador de hipertexto PHP e o servidor de banco de dados MySQL (esse conjunto de softwares é conhecido como LAMP - linux, apache, mysql, php). Vamos começar instalando esses softwares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install apache2 php5 php5-mysql mysql-server&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizada a instalação, você pode verificar se tudo deu certo abrindo o Firefox ou outro browser, clicando na barra de endereços dele e digitando &amp;quot;http://localhost&amp;quot; ou o IP de sua máquina (descubra o IP pelo terminal, digitando &amp;quot;ifconfig&amp;quot;). Normalmente, você será direcionado a uma página dizendo que a instalação deu certo, como &amp;quot;It works&amp;quot; ou algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do servidor LAMP, uma infinidade de serviços podem ser utilizados. Alguns exemplos são diversos sistemas livres de gestão de sites. Entre os mais conhecidos, estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://wordpress.org&lt;br /&gt;
* http://drupal.org&lt;br /&gt;
* http://mediawiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros sistemas interessantes pela versatilidade ou porque usam poucos recursos do servidor são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://wikkawiki.org&lt;br /&gt;
* http://hotglue.org&lt;br /&gt;
* http://pmwiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns desses sistemas necessitam configurações específicas do seu servidor LAMP (bibliotecas adicionais como php5-gd ou módulos como o mod_rewrite). Consulte a documentação dos sistemas a esse respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.2. Servidor uPNP/DLNA===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uPNP e o DLNA são um tipo de serviço web que permite o compartilhamento e a reprodução de arquivos multimídia. Novas gerações de televisores, videogames e outros aparelhos já trazem clientes uPNP instalados. Smartphones também contam com aplicativos específicos para acessar conteúdo via uPNP. Vamos usar o ushare para montar uma espécie de biblioteca multimídia baseada em uPNP no Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install ushare&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São necessárias algumas configurações &amp;quot;manuais&amp;quot;, no arquivo /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo gedit /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No editor, insira um nome para a biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especifique também qual é a interface de rede pela qual o servidor se conecta. O padrão é eth0, a placa de rede física. Aqui na Nuvem, usei a placa wifi wlan0:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é necessário informar onde os arquivos de mídia estão armazenados. No nosso caso, é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_DIR=/home/zasf/zasf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e depois reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service ushare restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.3. Servidor de bate-papo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O IRC foi um dos primeiros formatos de bate-papo via internet a se popularizar. Por usar pouca banda de transferência de dados, funciona muito bem em lugares com conexão lenta ou instável. Os servidores de IRC também costumam exigir pouco processamento e memória, e podem ter suas funcionalidades estendidas com chatbots e outros softwares. Vamos usar o ngircd como servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install ngircd&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele já funciona por padrão, mas é interessante personalizar algumas opções, editando o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/ngircd/ngircd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos mudar o nome da rede, que precisa ter um ponto no meio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Name = nuboteca.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também as informações de Admin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 AdminInfo1 = Nuvem&lt;br /&gt;
 AdminInfo2 = Nuvem.tk&lt;br /&gt;
 AdminEMail = nuvem@nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é interessante uma descrição sobre o servidor IRC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Info = Servidor IRC da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ngircd tem também o MOTD (frase do dia), uma mensagem de boas-vindas aos usuários, que pode ser editada assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ gksudo /etc/ngircd/ngircd.motd &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salva a configuração, reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo service ngircd restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para testar o servidor IRC, instale algum cliente em sua máquina. O irssi, por exemplo, roda em linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install irssi&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Já o Xhat funciona em modo gráfico:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install xchat&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testando: abra o software cliente de IRC. Vamos começar conectando ao servidor IRC. Digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /server localhost&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre em uma sala de teste, digitando simplesmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /join #teste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer outra pessoa em sua rede local já pode entrar no servidor IRC, trocando o endereço do servidor localhost pelo seu número de IP. Existem clientes de IRC para virtualmente todas as plataformas de computação. Além dos já citados para GNU/Linux, há o KVIrc para Mac OS e o próprio Xchat para Windows. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.4. Rádio online===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast é um software de stream multimídia, que pode ser usado para transmissões ao vivo de áudio ou vídeo. Instale o servidor com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install icecast2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do Icecast fica em um arquivo XML. Vamos editá-la:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/icecast/icecast.xml&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom mudar as senhas que vêm por padrão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Sources log in with username 'source' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;source-password&amp;gt;novasenha&amp;lt;/source-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Relays log in username 'relay' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;relay-password&amp;gt;novasenha1&amp;lt;/relay-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Admin logs in with the username given below --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-user&amp;gt;admin&amp;lt;/admin-user&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-password&amp;gt;novasenha2&amp;lt;/admin-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mude também o hostname para coincidir com o nome de seu computador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, não é necessário criar uma configuração complexa com nomes de usuário acessados a transmissões específicas. Se for necessário, consulte os comentários no próprio arquivo de configuração, na seção &amp;lt;mount&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salvar o arquivo de configuração, reinicie o servidor icecast com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service icecast2 restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast possui uma interface web, acessível pelo browser em http://localhost:8000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão via Icecast exige softwares específicos. Alguns exemplos são o darkice (em linha de comando, muito leve), darksnow (interface gráfica simples) e idjc (solução mais complexa, com gerenciamento de playlists e outros recursos). Consulte os tutoriais publicados pelo estudiolivre sobre a transmissão via Icecast: [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso Darksnow+Darkice], [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC IDJC]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast também pode ser usado para transmissão de vídeo. Para isso, utilize algum software como o Theorur: http://theorur.sarava.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.5. Outros serviços===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com os softwares citados acima, já temos um pacote de serviços de rede bastante abrangente: web, acesso a acervo multimídia, bate-papo e transmissão ao vivo. Havendo interesse podem ser implementados muitos outros sistemas, como o editor colaborativo de documentos Etherpad, o gerenciador e reprodutor de música MPD, o servidor de telefonia sobre IP Asterisk, etc. O interessante é que esse conjunto de serviços seja adequado às necessidades locais da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==2. A rede local==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como mencionado antes, a internet se estrutura a partir de uma série de protocolos abertos que lhe garantem uma arquitetura distribuída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez instalados os serviços em alguma máquina da rede local, eles podem ser acessados diretamente pelo IP daquela rede. Por exemplo, se o IP da máquina é 192.168.10.10, é esse endereço (http://192.168.10.10) que você vai digitar no navegador em qualquer outra máquina da rede para acessar o servidor LAMP dela. Da mesma forma, é esse IP que você vai usar para se conectar pelo seu cliente de IRC (/server 192.168.10.10) e para verificar pelo navegador se existe alguma transmissão acontecendo pelo Icecast (http://192.168.10.10:8000). Mas acessar pelo endereço IP de cada máquina pode se tornar uma barreira à utilização cotidiana dessa rede: por padrão, geralmente cada máquina recebe um endereço aleatório a cada vez que se conecta ao roteador local. Para facilitar o acesso, podemos lançar mão do DNS.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma"/>
				<updated>2012-11-14T13:22:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* 1.1. Servidor LAMP */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montando uma Rede Autônoma==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A analogia servidor/cliente, frequentemente usada para descrever a comunicação entre computadores, costuma levar a alguns equívocos de interpretação. O mais grave desses equívocos é as pessoas pensarem que seus próprios computadores só servem para acessar informação ou serviços disponíveis &amp;quot;na internet&amp;quot;. A rede vira um não-lugar mistificado, uma espécie de ambiente espectral sem margens definidas onde as coisas acontecem de forma algo mágica. No entanto, toda rede tem uma materialidade: surge de processos que rodam em um ou mais computadores conectados. Esses processos compõem o que podemos chamar serviços de rede. A maioria desses serviços se baseia em uma arquitetura distribuída fundada em protocolos livres e abertos, o que significa que no limite qualquer computador ou dispositivo conectado em rede é um servidor em potencial. Isso também quer dizer que qualquer rede local, mesmo que não esteja conectada à internet, pode hospedar diversos serviços de armazenamento, compartilhamento e circulação de informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este tutorial tem por objetivo demonstrar algumas dessas possibilidades, com especial ênfase na criação de serviços de rede locais com o uso de software livre. Supomos que você tenha uma familiaridade básica com o terminal de linha de comando. Vamos tratar de alguns cenários específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Transformar um computador em servidor local a partir do sistema operacional Ubuntu Linux (ou qualquer outro sistema operacional, com as devidas adaptações).&lt;br /&gt;
* Criar uma rede local autônoma, utilizando um sistema operacional alternativo (dd-wrt) no roteador.&lt;br /&gt;
* Explorar possibilidades de sincronização de arquivos em diferentes redes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==1. Transformando seu computador em um servidor==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São inúmeros os serviços que podem ser implementados em uma rede local. Vamos tratar aqui dos que nos parecem ter um maior potencial para utilização em uma rede autônoma. Partimos do princípio de que você está em um computador rodando Ubuntu Linux. Para fazer essas primeiras configurações, você precisará uma conexão à internet, ou então de acesso a um repositório local. Uma vez que os serviços estejam configurados, a internet não será mais necessária. Também estamos considerando que já existe uma rede local, conectada a um hub ou roteador, para que outras pessoas possam acessar os serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, rode o comando abaixo para atualizar seus repositórios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos também instalar alguns softwares como o Aptitude para facilitar a instalação de outros softwares, o SSH para acessar remotamente o computador via linha de comando e alguns softwares que podem ser úteis para monitorar e diagnosticar a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install aptitude ssh nmap iptraf wavemon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O computador vai baixar, instalar e configurar esses softwares. Você não precisa fazer mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.1. Servidor LAMP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web, ou WWW, é um dos mais versáteis serviços de rede, e justamente por isso foi uma das maiores responsáveis pela popularização da internet. Permite que se disponibilizem arquivos que podem ser acessados por qualquer navegador de internet (como o Firefox, Chrome e outros). A web baseia-se em uma linguagem estruturada chamada HTML. O servidor web mais utilizado no mundo é um software livre e aberto chamado Apache. Sua funcionalidade pode ser expandida de forma virtualmente infinita com softwares adicionais como o interpretador de hipertexto PHP e o servidor de banco de dados MySQL (esse conjunto de softwares é conhecido como LAMP - linux, apache, mysql, php). Vamos começar instalando esses softwares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install apache2 php5 php5-mysql mysql-server&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizada a instalação, você pode verificar se tudo deu certo abrindo o Firefox ou outro browser, clicando na barra de endereços dele e digitando &amp;quot;http://localhost&amp;quot; ou o IP de sua máquina (descubra o IP pelo terminal, digitando &amp;quot;ifconfig&amp;quot;). Normalmente, você será direcionado a uma página dizendo que a instalação deu certo, como &amp;quot;It works&amp;quot; ou algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do servidor LAMP, uma infinidade de serviços podem ser utilizados. Alguns exemplos são diversos sistemas livres de gestão de sites. Entre os mais conhecidos, estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://wordpress.org&lt;br /&gt;
* http://drupal.org&lt;br /&gt;
* http://mediawiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros sistemas interessantes pela versatilidade ou porque usam poucos recursos do servidor são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://wikkawiki.org&lt;br /&gt;
* http://hotglue.org&lt;br /&gt;
* http://pmwiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns desses sistemas necessitam configurações específicas do seu servidor LAMP (bibliotecas adicionais como php5-gd ou módulos como o mod_rewrite). Consulte a documentação dos sistemas a esse respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.2. Servidor uPNP/DLNA===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uPNP e o DLNA são um tipo de serviço web que permite o compartilhamento e a reprodução de arquivos multimídia. Novas gerações de televisores, videogames e outros aparelhos já trazem clientes uPNP instalados. Smartphones também contam com aplicativos específicos para acessar conteúdo via uPNP. Vamos usar o ushare para montar uma espécie de biblioteca multimídia baseada em uPNP no Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install ushare&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São necessárias algumas configurações &amp;quot;manuais&amp;quot;, no arquivo /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo gedit /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No editor, insira um nome para a biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especifique também qual é a interface de rede pela qual o servidor se conecta. O padrão é eth0, a placa de rede física. Aqui na Nuvem, usei a placa wifi wlan0:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é necessário informar onde os arquivos de mídia estão armazenados. No nosso caso, é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_DIR=/home/zasf/zasf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e depois reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service ushare restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.3. Servidor de bate-papo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O IRC foi um dos primeiros formatos de bate-papo via internet a se popularizar. Por usar pouca banda de transferência de dados, funciona muito bem em lugares com conexão lenta ou instável. Os servidores de IRC também costumam exigir pouco processamento e memória, e podem ter suas funcionalidades estendidas com chatbots e outros softwares. Vamos usar o ngircd como servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install ngircd&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele já funciona por padrão, mas é interessante personalizar algumas opções, editando o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/ngircd/ngircd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos mudar o nome da rede, que precisa ter um ponto no meio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Name = nuboteca.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também as informações de Admin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 AdminInfo1 = Nuvem&lt;br /&gt;
 AdminInfo2 = Nuvem.tk&lt;br /&gt;
 AdminEMail = nuvem@nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é interessante uma descrição sobre o servidor IRC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Info = Servidor IRC da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ngircd tem também o MOTD (frase do dia), uma mensagem de boas-vindas aos usuários, que pode ser editada assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ gksudo /etc/ngircd/ngircd.motd &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salva a configuração, reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo service ngircd restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para testar o servidor IRC, instale algum cliente em sua máquina. O irssi, por exemplo, roda em linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install irssi&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Já o Xhat funciona em modo gráfico:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install xchat&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testando: abra o software cliente de IRC. Vamos começar conectando ao servidor IRC. Digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /server localhost&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre em uma sala de teste, digitando simplesmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /join #teste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer outra pessoa em sua rede local já pode entrar no servidor IRC, trocando o endereço do servidor localhost pelo seu número de IP. Existem clientes de IRC para virtualmente todas as plataformas de computação. Além dos já citados para GNU/Linux, há o KVIrc para Mac OS e o próprio Xchat para Windows. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.4. Rádio online===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast é um software de stream multimídia, que pode ser usado para transmissões ao vivo de áudio ou vídeo. Instale o servidor com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install icecast2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do Icecast fica em um arquivo XML. Vamos editá-la:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/icecast/icecast.xml&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom mudar as senhas que vêm por padrão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Sources log in with username 'source' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;source-password&amp;gt;novasenha&amp;lt;/source-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Relays log in username 'relay' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;relay-password&amp;gt;novasenha1&amp;lt;/relay-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Admin logs in with the username given below --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-user&amp;gt;admin&amp;lt;/admin-user&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-password&amp;gt;novasenha2&amp;lt;/admin-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mude também o hostname para coincidir com o nome de seu computador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, não é necessário criar uma configuração complexa com nomes de usuário acessados a transmissões específicas. Se for necessário, consulte os comentários no próprio arquivo de configuração, na seção &amp;lt;mount&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salvar o arquivo de configuração, reinicie o servidor icecast com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service icecast2 restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast possui uma interface web, acessível pelo browser em http://localhost:8000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão via Icecast exige softwares específicos. Alguns exemplos são o darkice (em linha de comando, muito leve), darksnow (interface gráfica simples) e idjc (solução mais complexa, com gerenciamento de playlists e outros recursos). Consulte os tutoriais publicados pelo estudiolivre sobre a transmissão via Icecast: [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso Darksnow+Darkice], [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC IDJC]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast também pode ser usado para transmissão de vídeo. Para isso, utilize algum software como o Theorur: http://theorur.sarava.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.5. Outros serviços===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com os softwares citados acima, já temos um pacote de serviços de rede bastante abrangente: web, acesso a acervo multimídia, bate-papo e transmissão ao vivo. Havendo interesse podem ser implementados muitos outros sistemas, como o editor colaborativo de documentos Etherpad, o gerenciador e reprodutor de música MPD, o servidor de telefonia sobre IP Asterisk, etc. O interessante é que esse conjunto de serviços seja adequado às necessidades locais da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==2. Configurações no roteador==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)"/>
				<updated>2012-11-14T13:21:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O projeto trata do desenvolvimento protótipos para a criação de redes autônomas, que possibilitem a troca de conteúdos digitais em áreas isoladas ou com pouca conectividade. Está articulado nos eixos hardware, software, acesso e conteúdo. Relaciona-se com projetos correntes dos autores (ZASF e Rede Mocambos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma |Como montar sua rede autônoma]]&lt;br /&gt;
*[[RedesAutonomasServicosWeb |Serviços instalados na Nuboteca]]&lt;br /&gt;
*[[RedesAutonomasLogEfeefe |Log diário do efeefe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo Filosofico/Pedagogico/Metodologico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Día 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1 - Analise da Nuboteca ====&lt;br /&gt;
Primero miramos cómo está actualmente organizada la nuboteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 - Classificação/Indice ====&lt;br /&gt;
Discutimos sobre cuál debía ser el método de clasificación: (por contenido? por formato?). Se planteó la idea de que esto dependía del tipo de usuario que fuera a hacer uso del acervo, si pensábamos en un usuario común que accediera a una biblioteca de contenidos generales o bien a usuarios ligados por unos intereses compartidos (por ejemplo, software libre, arte y tecnología, etc.) que constituyen una comunidad de prácticas e intereses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3 - Comunidade/Publico ====&lt;br /&gt;
Se llegó a la conclusión de que la nuboteca está dirigida a un público genérico, ya que el material relacionado con los proyectos de Interactivos está recogido en el wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4 - Criterios ====&lt;br /&gt;
Decidimos entonces aplicar un criterio más genérico (en base al formato) para la clasificación en el nivel más alto, para ir luego especificando (en base al tema) en los siguientes niveles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5 - Proposta de Estrutura ==== &lt;br /&gt;
Definimos la siguiente estructura de contenidos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Video&lt;br /&gt;
**Peliculas&lt;br /&gt;
***Ficción &lt;br /&gt;
***Documental&lt;br /&gt;
***Infantil&lt;br /&gt;
***Musical&lt;br /&gt;
*Audio&lt;br /&gt;
**Música&lt;br /&gt;
**Entrevistas/Charlas/Presentaciones&lt;br /&gt;
*Texto&lt;br /&gt;
**Tutoriales/Manuales&lt;br /&gt;
**Ensayo&lt;br /&gt;
**Ficción&lt;br /&gt;
*Imágenes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 NOTA: En todas las categorías, se incluye una carpeta de 'Otros' para material que no tenga cabida en las carpetas existentes. Periódicamente esa carpeta se revisa y se decide si crear o no una nueva carpeta en función del contenido que haya.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Duda: ¿Es necesario incluir una carpeta de 'Recursos' donde meter material como software, código, mapas, fuentes, etc.?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El día de hoy nos centramos en cómo sería la interfaz de acceso al repositorio. Para ello primero identificamos algunos conceptos que hay detrás del proyecto y que queremos que la interfaz refleje. Estos son:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Promover el uso de licencias libres y formatos abiertos.&lt;br /&gt;
*Sostenibilidad: proyecto basado en la idea de acceso limitado y recursos finitos.&lt;br /&gt;
*Facilitar el uso colectivo: que el usuario se ponga en el lugar del otro, fomentar buenas prácticas para facilitar el uso comunitario de los recursos (por ejemplo: seguir una metodología a la hora de nombrar los archivos que facilite su búsqueda, incluir el campo 'comentarios' que dé más información sobre el contenido del archivo.&lt;br /&gt;
*Caja de herramientas: que responda a necesidades reales.&lt;br /&gt;
*Que sea una red local identificable por los miembros de la comunidad, por ejemplo, diseñando una 'marca' para los puntos de acceso a la nuboteca que sea reconocible por todos.&lt;br /&gt;
*Que la interfaz sea 'amigable'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TO-DO: &lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de una metodología para nombrar archivos.&lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de cómo hacer la interfaz amigable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta de interface da nuboteca ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:interfacenuboteca.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dias 8 y 9 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Nueva Propuesta ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponemos una nueva forma de organizar el acervo, partiendo de los contenidos existentes. En lugar de ir de la estructura al contenido vamos del contenido a la estructura. ¿Por qué este cambio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Las dinámicas habituales en informática y en diseño de redes están basadas en una lógica del crecimiento ilimitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El modelo nuevo se basa en una '''lógica de intereses''': en lugar de hacerse en previsión de un crecimiento de recursos infinito, la estructura va creciendo desde los intereses -los que ya existen (acervo de nuvem) y los que se vayan generando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Es una estructura más '''abierta''', un dispositivo '''inacabado''' que irá evolucionando en función de cómo evolucione la comunidad que haga uso de ella.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:NuevaEstructura.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Recomendaciones de uso =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Como esta experiencia quiere contribuir a un modelo de cultura sostenible, se puede limitar el volumen de contenido que puede subirse al acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*También quiere mantener un compromiso con la cultura libre, se recomienda/permite enlazar solo material cuya licencia permita su libre circulación, tratar de evitar los materiales con copyright.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fases más avanzadas del proyecto, se podrían implementar funcionalidades extras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Proponer itinerarios temáticos por el acervo, que una persona o grupo de personas propusieran un subconjunto de materiales en relación a una temática determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Automatizar sugerencias: como las carpetas más visitadas o los archivos más descargados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Comparativa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propuestas de organización de carpetas, para el repositorio de nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Prop Pastas.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 1: &lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por tipología, distingue cuatro categorías generales fácilmente identificables.&lt;br /&gt;
***Ventajas: &lt;br /&gt;
****Menor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
***Desventaja: &lt;br /&gt;
****Dos o tres niveles de carpetas antes de llegar al nivel de interés.&lt;br /&gt;
****No permite una búsqueda por temática de interés&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede colocar en la carpeta /OTROS/, que cada subcarpeta por tipo tiene.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo general (por tipología) toda la nueva información que se agrega al repositorio&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****Los nuevos documentos que no encuentrán catalogación, quedan restringuidos a una carpeta /Otros/ que tiene una posición secundaría dentro del árbol del repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 2:&lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por temática, nace desde la observación de los documentos ya existentes&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
**** Acceso directo desde un primer nivel de carpetas a la información&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
**** Mayor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede crear una nueva en la carpeta /CarpetasCompartidas/, y depositar ahí la nueva información.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo específico (por temática) toda la nueva información que se agrega al repositorio.&lt;br /&gt;
****La nueva información incorporada en /CarpetasCompartidas/ es más directamente accesible, y ofrece más protagonismo a esta información.&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****No existe ningún tipo de catalogación de la información entrante, más que la que el propio usuario pueda entregar.&lt;br /&gt;
****Puede diversificarse mucho la cantidad de carpetas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Lógica de crecimiento vs. lógica de intereses:''' el enfoque de estas propuestas tienen dos perspectivas opuestas en su genesis. Mientras la Propuesta 1 se ha pensado desde un contexto general, considerando la gran cantidad de información potencialmente disponible, la segunda se ha pensado desde la información ya existente en el repositorio de nuvem. Como este proyecto se concentra en el desarrollo de una red autónoma, en un contexto local, donde la información potencialmente disponible es menor que en una red global, y está más vinculada a usos comunitarios de la misma, nos hace más sentido usar y evaluar la propuesta 2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Orden vs. diversidad:''' en la propuesta anterior primaba más el ordenamiento, se traza un camino/estructura desde el que crece la red. Contemplaba la diversidad como un caso excepcional/residual (bajo la carpeta de 'Otros'). Ahora la diversidad forma parte de la propia dinámica de crecimiento de la red.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Presentacion ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca/nuboteca/nuvem/projetos/Interactivos2012/RedesAutonomas/metodologia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Instalando o Raspberry-Pi ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar baixar a imagem do site do Raspberry ou uma Debian testing (arquitetura armhf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para gravar a imagem no cartão ligado no device sdb&lt;br /&gt;
 dd bs=4M if=nomedaimagem.img of=/dev/sdb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: &lt;br /&gt;
* http://elinux.org/RPi_Easy_SD_Card_Setup&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== WTF: Instalação da rede interna para o Interactivos ====&lt;br /&gt;
Os access point que o Capo passou, tem uma opção de funcionar ao mesmo tempo como cliente de outro access point e access point mesmo (AP Client Router). Essa funcionalidade deve ser muito cheia de bug porque a rede caía o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os access point são da marca TP-LINK, modelo TL-WR743ND. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Topografia da rede =====&lt;br /&gt;
O que conseguimos montar e que ta razoavelmente estavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                          Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                     Varanda/Mesa             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 {192.168.100.x}&lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________                           &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |         &lt;br /&gt;
  ((3g))        ((wifi))                 ((wifi))              ((wifi))          ((wifi))                                &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               ((wifi))      ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                               |            |&lt;br /&gt;
                                                                  |_________________                            ______|_____ ______|____ __...&lt;br /&gt;
                                                                                    |                          |            |           |&lt;br /&gt;
                                                                                &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                    ((wifi))        |           |&lt;br /&gt;
                                                                                    [ Router - NuvemNuvemNuvem ]         ((wifi))     ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                                                    [      192.168.100.1       ]        [ Laptop ]   [ Rasp-Pi ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já mudamos para outra configuração..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                              Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                                             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 &lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________ _________________________________ _____________                         &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |                                 |             |&lt;br /&gt;
  ((3g))        ((cabo))                 ((cabo))              ((wifi))         ((wifi))                         ((wifi))      ((wifi))       &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               &lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                          &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Criando um repositorio git-annex para a Nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente um repositório git-annex é uma pasta de arquivos que pode&lt;br /&gt;
ser clonada em vários lugares/computadores facilitando manter as copias/clones&lt;br /&gt;
sincronizados e mapeados..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao no linux, vamos fazer algumas operações na linha de comando/terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine abir um terminal e criar uma pasta onde vai ter todos os video&lt;br /&gt;
da Nuvem:&lt;br /&gt;
 mkdir /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou agora transformar essa pasta em um repositorio git-annex:&lt;br /&gt;
 cd /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
 git init .&lt;br /&gt;
 git annex init nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'nuboteca' é o nome do computador da Nuboteca para poder identificar facilmente&lt;br /&gt;
depois no mapa dos clones..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois coloco o meu video na pasta de videos:&lt;br /&gt;
 mkdir videos&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/OrquestraTaina.ogg videos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço pro git-annex tomar conta do video:&lt;br /&gt;
 cd videos/&lt;br /&gt;
 git annex add OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois falo pro git-annex atualizar a situação:&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito isso, nos outros clones (que poderiam ser em servidores em outras&lt;br /&gt;
comunidades/pontos), pode exectuar o mesmo comando&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e se for listar o conteúdo da pasta&lt;br /&gt;
/home/nuvem/nuvem/videos/, vai aparecer o OrquestraTaina.ogg,&lt;br /&gt;
que na real é só um link simbólico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pegar o conteúdo do arquivo OrquestraTaina.ogg precisa pedir assim:&lt;br /&gt;
 git annex get OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso permite sincronizar rapidamente as referencias aos arquivos e&lt;br /&gt;
baixar e enviar seletivamente só o que realmente é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tem outras coisas bacanas.. se quiser saber onde tem mais copias do&lt;br /&gt;
video é só pedir:&lt;br /&gt;
 git annex whereis OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele vai mostrar a lista dos clones do repositório que mantêm copia do&lt;br /&gt;
video..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando/Clonando um repositorio ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez criado nosso repositorio podemos clonar atraves de varios meios por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Localmente&lt;br /&gt;
** pasta - git clone /home/usuario/repositorio  &lt;br /&gt;
** pendrive - git clone /media/pendrive/repositorio&lt;br /&gt;
* Remotamente &lt;br /&gt;
** ssh - git clone ssh://usuario@endereço/home/usuario/repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser entao clonar o repositorio da nuvem na minha maquina via ssh, no terminal:&lt;br /&gt;
 git clone ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai criar uma pasta no lugar onde vc executou o comando com toda a arvore muito rapidamente, mas sem os conteudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendremos una carpeta/pasta con la siguiente estructura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 audio    Ferramentas    imagem    texto    video&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois precisa incializar localmente o repositorio.Esto SOLO se hace la PRIMERA VEZ que te conectas al servidor, para que reconozca tu máquina:&lt;br /&gt;
 cd nuvem&lt;br /&gt;
 git annex init AlgumNomeParaIdentificarOSeuComputador &lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto.. seu repositorio ta ligado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para bajar un archivo del repositorio, entro en la carpeta/pasta donde está el archivo que quiero y lo descargo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cd nuvem/texto/ensaio/NombredelArchivo&lt;br /&gt;
 git annex get NombredelArchivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando un archivo al repositorio de nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el archivo que quiero subir al repositorio en la carpeta/pasta correspondiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/isa.txt /nuvem/text/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lo añado al repositorio. Este paso solo genera el link simbólico.&lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
 cd texto/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
 git annex add isa.txt &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el contenido al repositorio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex copy --to origin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Añado un comentario al archivo que estoy subiendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git commit -m &amp;quot;Algún comentario&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualizo el estado del repositorio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Otros comandos útiles ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muestra un histórico de los cambios realizados en el repositorio con información sobre quién lo hizo, cuándo y el comentario (commit) que añadió.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Te muestra todas las máquinas que tienen una copia del archivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex whereis NombredelArchivo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para más info sobre otros comandos de git annex y sus usos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 man git annex&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tv Multicast ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento de streaming multicast com vlc: &lt;br /&gt;
 cvlc /var/www/nuboteca/nuvem/ultimos_videos/*.ogg --sout '#transcode{vcodec=mp2v,vb=0,scale=0,acodec=mpga,ab=128,channels=2,samplerate=44100}:std{access=udp{ttl=1},mux=ts,dst=239.239.239.239:1234}' --sout-keep&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se tiver uma pasta &amp;quot;ultimos_videos&amp;quot;, por exemplo, para fazer uma televisão local multicast so precisa dar o comando acima...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra visualizar, em qualquer maquina ligada na mesma rede/roteador, por exemplo, com mplayer:&lt;br /&gt;
 mplayer udp://239.239.239.239:1234&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 3 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conteúdos importantes que tem que ser compartilhados/baixados sempre ====&lt;br /&gt;
Quando voce clona um repositorio git-annex, tem rapidamente uma copia de toda a arvore de pastas e arquivos.. mas so os links simbolicos. Se quiser, por exemplo, baixar sempre o conteudo da pasta '''/nuvem/importantes''' pode usar a seguinte configuração para baixar o que contem sempre que clonar/sincronizar. Colocar no arquivo: '''.git/hooks/post-checkout'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 #!/bin/sh&lt;br /&gt;
 # Uses git-annex to get all files in the specified directories&lt;br /&gt;
 # (relative to the top of the repository) on checkout.&lt;br /&gt;
 dirs=importantes&lt;br /&gt;
 top=&amp;quot;$(git rev-parse --show-toplevel)&amp;quot;&lt;br /&gt;
 for dir in &amp;quot;$dirs&amp;quot;; do git annex get $top/$dir&amp;quot;; done&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando os trabalhos, depois de uma manhã na cachoeira e dois dias tentando reinstalar o laptop que hospeda a nuboteca e trocando o firmware do access point.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Firmware DD-WRT ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Agora tem um DD-WRT (tl-wr743nv1) que ja facilita o uso interno da rede graças ao DNS local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vantagem é que o servidor web local, que antes era acessado através do endereço ip http://192.168.10.10, passa a ser acessado pelo endereço http://nuboteca/. O DD-WRT procura o nome de cada máquina na rede local e usa como endereço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O firmware para o esta na repositorio na pasta: [http://nuboteca/nuvem/ferramentas/firmware nuvem/ferramentas/firmware]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site de desenvolvimento do firmware (para procurar o DD-WRT para outros modelos de AP / routers é [http://www.dd-wrt.com/ www.dd-wrt.com/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Reusando e formatando o log do git ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação colocada nas mensagens de commit pode ser um otimo registro do historico do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O git tem um monte de opções, e gera log do jeito que voce mais precisa. Com o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log --pretty=format:&amp;quot;%an publicou %ar %n &amp;gt;&amp;gt; %s &amp;lt;&amp;lt; %n&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma formatação que de alguma forma podemos publicar num site local ou colocar em overlay num canal TV multicast local:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vincenzo Tozzi publicou 24 minutes ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; Contribuições da galera do projeto Autonomia do Silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 15 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; colocando una contribucion del proyecto de autonomias do silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 16 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; ver como funciona el commit &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 nuvem publicou 17 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; git-annex automatic sync &amp;lt;&amp;lt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Usando a raspberry pi como AP ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano aqui é que a Raspi possa ser um provedor de serviços na rede local, completo com wifi e servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse cara [http://sirlagz.net/2012/08/09/how-to-use-the-raspberry-pi-as-a-wireless-access-pointrouter-part-1/ aqui] conseguiu configurar a plaquinha como ap, mas ele usou um dongle wifi sub que não temos - Ralink RT5370. Com ele, poderíamos rodar o hostapd, um programinha que faria a raspi funcionar como um AP. Encomendamos um que esperamos que chegue antes do fim do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra alternativa é usar o dongle que temos no modo ad-hoc. Esse modo é mais comum e também funciona para criar um ponto de rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos o dongle da marca realtek, modelo RTL8188S. O driver usado é o rtl8712. Para descobrir essas informações, desplugue e volte a plugar o dongle, e rode o comando 'dmesg'. As últimas informações fornecidas serão a respeito do seu dongle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que importa realmente é verificar se ele foi reconhecido pelo sistema e que aceita o modo adhoc. Se ele não foi reconhecido, vai aparecer uma mensagem de erro no dmesg. Do contrário, a interface de rede sem fio wlan0 vai aparecer ao executar o comando 'ifconfig'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber se o modo ad-hoc funciona:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo ifdown wlan0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se ela não estiver configurada, vai dar uma mensagem de erro. Não tem importância. Agora execute:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo iwconfig wlan0 mode ad-hoc&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se não der mensagem de erro, é sinal de que o modo ad-hoc funciona. Do contrário pode procurar outro wifi usb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos que alterar as configurações de rede para que seja criada uma rede a partir do dongle. Para isso temos que editar o arquivo interfaces:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo nano /etc/network/interfaces&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adicione as linhas &lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
iface wlan0 inet static&lt;br /&gt;
address 192.168.2.2&lt;br /&gt;
netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
wireless-mode ad-hoc&lt;br /&gt;
wireless-essid raspfi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto wlan0&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que possa funcionar como servidor, a raspi tem que distribuir endereços ips. Isso é feito com um servidor de DHCP - um programa que atribui um ip para cada dispositivo que se conecta. Usamos um programa chamado dnsmasq para isso. Ele está disponível no repositório da distro da placa, portanto foi só rodar &amp;quot;sudo app-get install dnsmasq&amp;quot; que ele instalou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Raspi_ad-hoc_dnsmasqconf|Aqui]] você encontra o arquivo de configuração que usei para o dnsmasq. As modificações importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
domain-needed&lt;br /&gt;
bogus-priv&lt;br /&gt;
interface=wlan0&lt;br /&gt;
bind-interfaces&lt;br /&gt;
expand-hosts&lt;br /&gt;
domain=casinha.local&lt;br /&gt;
dhcp-range=192.168.2.50,192.168.2.150,12h&lt;br /&gt;
dhcp-option=3,192.168.2.2&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em princípio isso deveria ser o suficiente para a rede funcionar. Reinicie a Raspi e procure pela rede &amp;quot;raspi&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém como sempre a prática vem com umas surpresinhas. Não sei se é pela pouca energia que a Raspi consegue fornecer, mas o fato é que o dongle não consegue ser inicializado no momento do boot. Depois que o boot termina, aí ela topa ser inicializada. Então fiz um script que liga a interface e inicia o dnsmasq (que não pode ser iniciado sem a interface) 1 minuto depois do boot. Como saber se a interface foi iniciada? Use o comando 'ifconfig'. Se aparece a interface wlan0 listada, com o endereço 192.168.2.2, tudo certo. Se aparecer sem o endereço, siga as instruções abaixo para fazer o remendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crie um arquivo vazio com o comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /home/pi/start-adhoc.sh&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse vai ser o script que liga tudo. Adicione as seguintes linhas ao arquivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
sleep 60&lt;br /&gt;
ifdown wlan0&lt;br /&gt;
sleep 3&lt;br /&gt;
ifup wlan0&lt;br /&gt;
service dnsmasq start&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora edite o arquivo /etc/rc.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /etc/rc.local&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da linha que diz 'exit 0', adicione a seguinte linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;nohup /home/pi/start-adhoc.sh &amp;amp;&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que vai fazer o script ser executado após o boot. De novo, use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinicie a raspi e procure a rede. Aqui funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 11 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Sincronizando repositorios ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos mais uma rede para instalar na Casinha, com um raspberry-pi e acess point para prover um clone do acervo e do site hotglue que parece nao ter problemas de merge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Endereço/caminho =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para sincronizar dois clone eles precisam se &amp;quot;enxergar&amp;quot;, ou seja, precisa configurar o endereço/caminho de um para o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa dos clones do repositorio '''nuvem''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex map&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:MapaClonesRepositorioGitAnnexNuvem.png|Mapa dos clones]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da minha maquina, '''kalakuta''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Kalakuta &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      ___________________ _&lt;br /&gt;
                                   |            \        |&lt;br /&gt;
                KALAKUTA &amp;quot;VE&amp;quot;      |___copy -&amp;gt;___\_______| Nuboteca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA              get &amp;lt;-   /       |                                  |&lt;br /&gt;
                                                /        | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         |  -- (é o repositorio principal)  |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principio pode deixar essa configuração.. que é a de base quando for clonar o repositorio.&lt;br /&gt;
Tem que lembrar de subir sempre uma copia dos arquivos para o servidor porque ele, sabe da&lt;br /&gt;
existencia da maquina '''kalakuta''' mas não tendo referencia não pode buscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Sicronização entre dois servidores com um pendrive/hd USB =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Nuboteca &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      __________________ _&lt;br /&gt;
                                   |          /          |&lt;br /&gt;
                O PENDRIVE &amp;quot;VE&amp;quot;    |_________/_&amp;lt;-_copy __| pendrive-troca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA                   \ -&amp;gt; get    |                                  |&lt;br /&gt;
                                              \          | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         | origin /home/nuvem/nuvem         |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
                                                                             &lt;br /&gt;
             ___________ _                                                   |&lt;br /&gt;
            |                                                                |&lt;br /&gt;
            | Tecanubo                                                       |   &lt;br /&gt;
            |                      .                                         |&lt;br /&gt;
            | git remote                          |          \               |&lt;br /&gt;
            | origin /media/Troca/nuvem           |__copy -&amp;gt;__\______________|&lt;br /&gt;
            |                                     |   get &amp;lt;-  /            &lt;br /&gt;
            !                                     |          /             O TECANUBO &amp;quot;VE&amp;quot; O PENDRIVE &lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasServicosWeb</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb"/>
				<updated>2012-11-14T13:21:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serviços instalados na nuboteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede NuvemNuvem, servidor &amp;quot;nuboteca&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor LAMP: apache + php5 + mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CMSs, por enquanto: [http://nuboteca/interactivos wiki interactivos], [http://nuboteca/interactivos hotglue silencios]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acervo da Nuvem disponível em http://nuboteca/nuboteca/.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando com Ricardo Brazileiro um protótipo de site com nodejs para listar e buscar nos arquivos do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO: maneiras simples para acessar o conteúdo. Pode ser útil isso: como criar webapps para android (inclui dicas de CSS para plataformas móveis: http://ofps.oreilly.com/titles/9781449383268/index.html )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===uPNP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor uPNP disponibilizando o conteúdo do HD externo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Git-annex. Repositório disponível para clonagem. Seguir as instruções [http://nuboteca/interactivos/index.php/Redes_Aut%C3%B4nomas_%28Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil%29#Copiando.2FClonando_um_repositorio aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===IRC===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor (ngircd) rodando. Clientes para linux, mac e windows disponíveis [http://nuboteca/nuboteca/ferramentas/irc_clientes/ aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Icecast===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stream de áudio (e vídeo também, em tese).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Documentação adicional do Icecast====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Icecast http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Icecast&amp;amp;highlight=icecast&lt;br /&gt;
IDJC http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&amp;amp;highlight=idjc&lt;br /&gt;
Darksnow e Darkice http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&amp;amp;bl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Etherpad===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Editor de texto colaborativo. Disponível em http://nuboteca:9001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisa ser chamado pelo terminal: $etherpad-lite)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Testes e experimentação===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * MPD + Ampache. MPD instalado, mas não consegui acessar direito nem pelo Ampache (http://nuboteca/ampache/) e nem pelo gmpc.&lt;br /&gt;
 * Omeka, sistema de gerenciamento de acervos. Instalado, mas pareceu engessado demais. Está em http://nuboteca/sites/omeka/.&lt;br /&gt;
 * Servidores de voz sobre IP. Testes com asterisk (pouco ou nada), kaimilo, antigo openser (registro de usuários ok, ligação não). Tentando gerenciar o kaimilo com a GUI para web, Siremis. Nem rodou ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede VemnuVemnu, servidor &amp;quot;tecanubo&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pegou o hostname automaticamente, mas configurei um IP fixo para o servidor (192.168.2.10) e configurei o Dnsmasq do roteador para apontar para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso ao servidor: tecanubo (192.168.2.10), root//lanovale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
Apache, PHP5, Mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
Git-Annex&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)"/>
				<updated>2012-11-14T13:20:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O projeto trata do desenvolvimento protótipos para a criação de redes autônomas, que possibilitem a troca de conteúdos digitais em áreas isoladas ou com pouca conectividade. Está articulado nos eixos hardware, software, acesso e conteúdo. Relaciona-se com projetos correntes dos autores (ZASF e Rede Mocambos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[RedesAutonomasLogEfeefe |Log diário de Felipe Fonseca]]&lt;br /&gt;
*[[RedesAutonomasServicosWeb |Serviços instalados na Nuboteca]]&lt;br /&gt;
*[[RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma |Como montar sua rede autônoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo Filosofico/Pedagogico/Metodologico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Día 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1 - Analise da Nuboteca ====&lt;br /&gt;
Primero miramos cómo está actualmente organizada la nuboteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 - Classificação/Indice ====&lt;br /&gt;
Discutimos sobre cuál debía ser el método de clasificación: (por contenido? por formato?). Se planteó la idea de que esto dependía del tipo de usuario que fuera a hacer uso del acervo, si pensábamos en un usuario común que accediera a una biblioteca de contenidos generales o bien a usuarios ligados por unos intereses compartidos (por ejemplo, software libre, arte y tecnología, etc.) que constituyen una comunidad de prácticas e intereses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3 - Comunidade/Publico ====&lt;br /&gt;
Se llegó a la conclusión de que la nuboteca está dirigida a un público genérico, ya que el material relacionado con los proyectos de Interactivos está recogido en el wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4 - Criterios ====&lt;br /&gt;
Decidimos entonces aplicar un criterio más genérico (en base al formato) para la clasificación en el nivel más alto, para ir luego especificando (en base al tema) en los siguientes niveles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5 - Proposta de Estrutura ==== &lt;br /&gt;
Definimos la siguiente estructura de contenidos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Video&lt;br /&gt;
**Peliculas&lt;br /&gt;
***Ficción &lt;br /&gt;
***Documental&lt;br /&gt;
***Infantil&lt;br /&gt;
***Musical&lt;br /&gt;
*Audio&lt;br /&gt;
**Música&lt;br /&gt;
**Entrevistas/Charlas/Presentaciones&lt;br /&gt;
*Texto&lt;br /&gt;
**Tutoriales/Manuales&lt;br /&gt;
**Ensayo&lt;br /&gt;
**Ficción&lt;br /&gt;
*Imágenes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 NOTA: En todas las categorías, se incluye una carpeta de 'Otros' para material que no tenga cabida en las carpetas existentes. Periódicamente esa carpeta se revisa y se decide si crear o no una nueva carpeta en función del contenido que haya.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Duda: ¿Es necesario incluir una carpeta de 'Recursos' donde meter material como software, código, mapas, fuentes, etc.?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El día de hoy nos centramos en cómo sería la interfaz de acceso al repositorio. Para ello primero identificamos algunos conceptos que hay detrás del proyecto y que queremos que la interfaz refleje. Estos son:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Promover el uso de licencias libres y formatos abiertos.&lt;br /&gt;
*Sostenibilidad: proyecto basado en la idea de acceso limitado y recursos finitos.&lt;br /&gt;
*Facilitar el uso colectivo: que el usuario se ponga en el lugar del otro, fomentar buenas prácticas para facilitar el uso comunitario de los recursos (por ejemplo: seguir una metodología a la hora de nombrar los archivos que facilite su búsqueda, incluir el campo 'comentarios' que dé más información sobre el contenido del archivo.&lt;br /&gt;
*Caja de herramientas: que responda a necesidades reales.&lt;br /&gt;
*Que sea una red local identificable por los miembros de la comunidad, por ejemplo, diseñando una 'marca' para los puntos de acceso a la nuboteca que sea reconocible por todos.&lt;br /&gt;
*Que la interfaz sea 'amigable'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TO-DO: &lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de una metodología para nombrar archivos.&lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de cómo hacer la interfaz amigable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta de interface da nuboteca ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:interfacenuboteca.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dias 8 y 9 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Nueva Propuesta ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponemos una nueva forma de organizar el acervo, partiendo de los contenidos existentes. En lugar de ir de la estructura al contenido vamos del contenido a la estructura. ¿Por qué este cambio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Las dinámicas habituales en informática y en diseño de redes están basadas en una lógica del crecimiento ilimitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El modelo nuevo se basa en una '''lógica de intereses''': en lugar de hacerse en previsión de un crecimiento de recursos infinito, la estructura va creciendo desde los intereses -los que ya existen (acervo de nuvem) y los que se vayan generando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Es una estructura más '''abierta''', un dispositivo '''inacabado''' que irá evolucionando en función de cómo evolucione la comunidad que haga uso de ella.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:NuevaEstructura.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Recomendaciones de uso =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Como esta experiencia quiere contribuir a un modelo de cultura sostenible, se puede limitar el volumen de contenido que puede subirse al acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*También quiere mantener un compromiso con la cultura libre, se recomienda/permite enlazar solo material cuya licencia permita su libre circulación, tratar de evitar los materiales con copyright.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fases más avanzadas del proyecto, se podrían implementar funcionalidades extras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Proponer itinerarios temáticos por el acervo, que una persona o grupo de personas propusieran un subconjunto de materiales en relación a una temática determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Automatizar sugerencias: como las carpetas más visitadas o los archivos más descargados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Comparativa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propuestas de organización de carpetas, para el repositorio de nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Prop Pastas.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 1: &lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por tipología, distingue cuatro categorías generales fácilmente identificables.&lt;br /&gt;
***Ventajas: &lt;br /&gt;
****Menor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
***Desventaja: &lt;br /&gt;
****Dos o tres niveles de carpetas antes de llegar al nivel de interés.&lt;br /&gt;
****No permite una búsqueda por temática de interés&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede colocar en la carpeta /OTROS/, que cada subcarpeta por tipo tiene.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo general (por tipología) toda la nueva información que se agrega al repositorio&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****Los nuevos documentos que no encuentrán catalogación, quedan restringuidos a una carpeta /Otros/ que tiene una posición secundaría dentro del árbol del repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 2:&lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por temática, nace desde la observación de los documentos ya existentes&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
**** Acceso directo desde un primer nivel de carpetas a la información&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
**** Mayor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede crear una nueva en la carpeta /CarpetasCompartidas/, y depositar ahí la nueva información.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo específico (por temática) toda la nueva información que se agrega al repositorio.&lt;br /&gt;
****La nueva información incorporada en /CarpetasCompartidas/ es más directamente accesible, y ofrece más protagonismo a esta información.&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****No existe ningún tipo de catalogación de la información entrante, más que la que el propio usuario pueda entregar.&lt;br /&gt;
****Puede diversificarse mucho la cantidad de carpetas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Lógica de crecimiento vs. lógica de intereses:''' el enfoque de estas propuestas tienen dos perspectivas opuestas en su genesis. Mientras la Propuesta 1 se ha pensado desde un contexto general, considerando la gran cantidad de información potencialmente disponible, la segunda se ha pensado desde la información ya existente en el repositorio de nuvem. Como este proyecto se concentra en el desarrollo de una red autónoma, en un contexto local, donde la información potencialmente disponible es menor que en una red global, y está más vinculada a usos comunitarios de la misma, nos hace más sentido usar y evaluar la propuesta 2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Orden vs. diversidad:''' en la propuesta anterior primaba más el ordenamiento, se traza un camino/estructura desde el que crece la red. Contemplaba la diversidad como un caso excepcional/residual (bajo la carpeta de 'Otros'). Ahora la diversidad forma parte de la propia dinámica de crecimiento de la red.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Presentacion ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca/nuboteca/nuvem/projetos/Interactivos2012/RedesAutonomas/metodologia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Instalando o Raspberry-Pi ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar baixar a imagem do site do Raspberry ou uma Debian testing (arquitetura armhf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para gravar a imagem no cartão ligado no device sdb&lt;br /&gt;
 dd bs=4M if=nomedaimagem.img of=/dev/sdb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: &lt;br /&gt;
* http://elinux.org/RPi_Easy_SD_Card_Setup&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== WTF: Instalação da rede interna para o Interactivos ====&lt;br /&gt;
Os access point que o Capo passou, tem uma opção de funcionar ao mesmo tempo como cliente de outro access point e access point mesmo (AP Client Router). Essa funcionalidade deve ser muito cheia de bug porque a rede caía o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os access point são da marca TP-LINK, modelo TL-WR743ND. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Topografia da rede =====&lt;br /&gt;
O que conseguimos montar e que ta razoavelmente estavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                          Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                     Varanda/Mesa             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 {192.168.100.x}&lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________                           &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |         &lt;br /&gt;
  ((3g))        ((wifi))                 ((wifi))              ((wifi))          ((wifi))                                &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               ((wifi))      ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                               |            |&lt;br /&gt;
                                                                  |_________________                            ______|_____ ______|____ __...&lt;br /&gt;
                                                                                    |                          |            |           |&lt;br /&gt;
                                                                                &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                    ((wifi))        |           |&lt;br /&gt;
                                                                                    [ Router - NuvemNuvemNuvem ]         ((wifi))     ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                                                    [      192.168.100.1       ]        [ Laptop ]   [ Rasp-Pi ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já mudamos para outra configuração..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                              Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                                             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 &lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________ _________________________________ _____________                         &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |                                 |             |&lt;br /&gt;
  ((3g))        ((cabo))                 ((cabo))              ((wifi))         ((wifi))                         ((wifi))      ((wifi))       &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               &lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                          &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Criando um repositorio git-annex para a Nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente um repositório git-annex é uma pasta de arquivos que pode&lt;br /&gt;
ser clonada em vários lugares/computadores facilitando manter as copias/clones&lt;br /&gt;
sincronizados e mapeados..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao no linux, vamos fazer algumas operações na linha de comando/terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine abir um terminal e criar uma pasta onde vai ter todos os video&lt;br /&gt;
da Nuvem:&lt;br /&gt;
 mkdir /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou agora transformar essa pasta em um repositorio git-annex:&lt;br /&gt;
 cd /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
 git init .&lt;br /&gt;
 git annex init nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'nuboteca' é o nome do computador da Nuboteca para poder identificar facilmente&lt;br /&gt;
depois no mapa dos clones..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois coloco o meu video na pasta de videos:&lt;br /&gt;
 mkdir videos&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/OrquestraTaina.ogg videos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço pro git-annex tomar conta do video:&lt;br /&gt;
 cd videos/&lt;br /&gt;
 git annex add OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois falo pro git-annex atualizar a situação:&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito isso, nos outros clones (que poderiam ser em servidores em outras&lt;br /&gt;
comunidades/pontos), pode exectuar o mesmo comando&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e se for listar o conteúdo da pasta&lt;br /&gt;
/home/nuvem/nuvem/videos/, vai aparecer o OrquestraTaina.ogg,&lt;br /&gt;
que na real é só um link simbólico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pegar o conteúdo do arquivo OrquestraTaina.ogg precisa pedir assim:&lt;br /&gt;
 git annex get OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso permite sincronizar rapidamente as referencias aos arquivos e&lt;br /&gt;
baixar e enviar seletivamente só o que realmente é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tem outras coisas bacanas.. se quiser saber onde tem mais copias do&lt;br /&gt;
video é só pedir:&lt;br /&gt;
 git annex whereis OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele vai mostrar a lista dos clones do repositório que mantêm copia do&lt;br /&gt;
video..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando/Clonando um repositorio ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez criado nosso repositorio podemos clonar atraves de varios meios por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Localmente&lt;br /&gt;
** pasta - git clone /home/usuario/repositorio  &lt;br /&gt;
** pendrive - git clone /media/pendrive/repositorio&lt;br /&gt;
* Remotamente &lt;br /&gt;
** ssh - git clone ssh://usuario@endereço/home/usuario/repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser entao clonar o repositorio da nuvem na minha maquina via ssh, no terminal:&lt;br /&gt;
 git clone ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai criar uma pasta no lugar onde vc executou o comando com toda a arvore muito rapidamente, mas sem os conteudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendremos una carpeta/pasta con la siguiente estructura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 audio    Ferramentas    imagem    texto    video&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois precisa incializar localmente o repositorio.Esto SOLO se hace la PRIMERA VEZ que te conectas al servidor, para que reconozca tu máquina:&lt;br /&gt;
 cd nuvem&lt;br /&gt;
 git annex init AlgumNomeParaIdentificarOSeuComputador &lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto.. seu repositorio ta ligado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para bajar un archivo del repositorio, entro en la carpeta/pasta donde está el archivo que quiero y lo descargo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cd nuvem/texto/ensaio/NombredelArchivo&lt;br /&gt;
 git annex get NombredelArchivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando un archivo al repositorio de nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el archivo que quiero subir al repositorio en la carpeta/pasta correspondiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/isa.txt /nuvem/text/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lo añado al repositorio. Este paso solo genera el link simbólico.&lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
 cd texto/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
 git annex add isa.txt &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el contenido al repositorio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex copy --to origin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Añado un comentario al archivo que estoy subiendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git commit -m &amp;quot;Algún comentario&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualizo el estado del repositorio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Otros comandos útiles ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muestra un histórico de los cambios realizados en el repositorio con información sobre quién lo hizo, cuándo y el comentario (commit) que añadió.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Te muestra todas las máquinas que tienen una copia del archivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex whereis NombredelArchivo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para más info sobre otros comandos de git annex y sus usos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 man git annex&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tv Multicast ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento de streaming multicast com vlc: &lt;br /&gt;
 cvlc /var/www/nuboteca/nuvem/ultimos_videos/*.ogg --sout '#transcode{vcodec=mp2v,vb=0,scale=0,acodec=mpga,ab=128,channels=2,samplerate=44100}:std{access=udp{ttl=1},mux=ts,dst=239.239.239.239:1234}' --sout-keep&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se tiver uma pasta &amp;quot;ultimos_videos&amp;quot;, por exemplo, para fazer uma televisão local multicast so precisa dar o comando acima...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra visualizar, em qualquer maquina ligada na mesma rede/roteador, por exemplo, com mplayer:&lt;br /&gt;
 mplayer udp://239.239.239.239:1234&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 3 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conteúdos importantes que tem que ser compartilhados/baixados sempre ====&lt;br /&gt;
Quando voce clona um repositorio git-annex, tem rapidamente uma copia de toda a arvore de pastas e arquivos.. mas so os links simbolicos. Se quiser, por exemplo, baixar sempre o conteudo da pasta '''/nuvem/importantes''' pode usar a seguinte configuração para baixar o que contem sempre que clonar/sincronizar. Colocar no arquivo: '''.git/hooks/post-checkout'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 #!/bin/sh&lt;br /&gt;
 # Uses git-annex to get all files in the specified directories&lt;br /&gt;
 # (relative to the top of the repository) on checkout.&lt;br /&gt;
 dirs=importantes&lt;br /&gt;
 top=&amp;quot;$(git rev-parse --show-toplevel)&amp;quot;&lt;br /&gt;
 for dir in &amp;quot;$dirs&amp;quot;; do git annex get $top/$dir&amp;quot;; done&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando os trabalhos, depois de uma manhã na cachoeira e dois dias tentando reinstalar o laptop que hospeda a nuboteca e trocando o firmware do access point.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Firmware DD-WRT ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Agora tem um DD-WRT (tl-wr743nv1) que ja facilita o uso interno da rede graças ao DNS local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vantagem é que o servidor web local, que antes era acessado através do endereço ip http://192.168.10.10, passa a ser acessado pelo endereço http://nuboteca/. O DD-WRT procura o nome de cada máquina na rede local e usa como endereço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O firmware para o esta na repositorio na pasta: [http://nuboteca/nuvem/ferramentas/firmware nuvem/ferramentas/firmware]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site de desenvolvimento do firmware (para procurar o DD-WRT para outros modelos de AP / routers é [http://www.dd-wrt.com/ www.dd-wrt.com/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Reusando e formatando o log do git ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação colocada nas mensagens de commit pode ser um otimo registro do historico do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O git tem um monte de opções, e gera log do jeito que voce mais precisa. Com o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log --pretty=format:&amp;quot;%an publicou %ar %n &amp;gt;&amp;gt; %s &amp;lt;&amp;lt; %n&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma formatação que de alguma forma podemos publicar num site local ou colocar em overlay num canal TV multicast local:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vincenzo Tozzi publicou 24 minutes ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; Contribuições da galera do projeto Autonomia do Silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 15 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; colocando una contribucion del proyecto de autonomias do silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 16 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; ver como funciona el commit &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 nuvem publicou 17 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; git-annex automatic sync &amp;lt;&amp;lt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Usando a raspberry pi como AP ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano aqui é que a Raspi possa ser um provedor de serviços na rede local, completo com wifi e servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse cara [http://sirlagz.net/2012/08/09/how-to-use-the-raspberry-pi-as-a-wireless-access-pointrouter-part-1/ aqui] conseguiu configurar a plaquinha como ap, mas ele usou um dongle wifi sub que não temos - Ralink RT5370. Com ele, poderíamos rodar o hostapd, um programinha que faria a raspi funcionar como um AP. Encomendamos um que esperamos que chegue antes do fim do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra alternativa é usar o dongle que temos no modo ad-hoc. Esse modo é mais comum e também funciona para criar um ponto de rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos o dongle da marca realtek, modelo RTL8188S. O driver usado é o rtl8712. Para descobrir essas informações, desplugue e volte a plugar o dongle, e rode o comando 'dmesg'. As últimas informações fornecidas serão a respeito do seu dongle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que importa realmente é verificar se ele foi reconhecido pelo sistema e que aceita o modo adhoc. Se ele não foi reconhecido, vai aparecer uma mensagem de erro no dmesg. Do contrário, a interface de rede sem fio wlan0 vai aparecer ao executar o comando 'ifconfig'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber se o modo ad-hoc funciona:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo ifdown wlan0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se ela não estiver configurada, vai dar uma mensagem de erro. Não tem importância. Agora execute:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo iwconfig wlan0 mode ad-hoc&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se não der mensagem de erro, é sinal de que o modo ad-hoc funciona. Do contrário pode procurar outro wifi usb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos que alterar as configurações de rede para que seja criada uma rede a partir do dongle. Para isso temos que editar o arquivo interfaces:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo nano /etc/network/interfaces&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adicione as linhas &lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
iface wlan0 inet static&lt;br /&gt;
address 192.168.2.2&lt;br /&gt;
netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
wireless-mode ad-hoc&lt;br /&gt;
wireless-essid raspfi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto wlan0&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que possa funcionar como servidor, a raspi tem que distribuir endereços ips. Isso é feito com um servidor de DHCP - um programa que atribui um ip para cada dispositivo que se conecta. Usamos um programa chamado dnsmasq para isso. Ele está disponível no repositório da distro da placa, portanto foi só rodar &amp;quot;sudo app-get install dnsmasq&amp;quot; que ele instalou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Raspi_ad-hoc_dnsmasqconf|Aqui]] você encontra o arquivo de configuração que usei para o dnsmasq. As modificações importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
domain-needed&lt;br /&gt;
bogus-priv&lt;br /&gt;
interface=wlan0&lt;br /&gt;
bind-interfaces&lt;br /&gt;
expand-hosts&lt;br /&gt;
domain=casinha.local&lt;br /&gt;
dhcp-range=192.168.2.50,192.168.2.150,12h&lt;br /&gt;
dhcp-option=3,192.168.2.2&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em princípio isso deveria ser o suficiente para a rede funcionar. Reinicie a Raspi e procure pela rede &amp;quot;raspi&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém como sempre a prática vem com umas surpresinhas. Não sei se é pela pouca energia que a Raspi consegue fornecer, mas o fato é que o dongle não consegue ser inicializado no momento do boot. Depois que o boot termina, aí ela topa ser inicializada. Então fiz um script que liga a interface e inicia o dnsmasq (que não pode ser iniciado sem a interface) 1 minuto depois do boot. Como saber se a interface foi iniciada? Use o comando 'ifconfig'. Se aparece a interface wlan0 listada, com o endereço 192.168.2.2, tudo certo. Se aparecer sem o endereço, siga as instruções abaixo para fazer o remendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crie um arquivo vazio com o comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /home/pi/start-adhoc.sh&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse vai ser o script que liga tudo. Adicione as seguintes linhas ao arquivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
sleep 60&lt;br /&gt;
ifdown wlan0&lt;br /&gt;
sleep 3&lt;br /&gt;
ifup wlan0&lt;br /&gt;
service dnsmasq start&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora edite o arquivo /etc/rc.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /etc/rc.local&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da linha que diz 'exit 0', adicione a seguinte linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;nohup /home/pi/start-adhoc.sh &amp;amp;&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que vai fazer o script ser executado após o boot. De novo, use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinicie a raspi e procure a rede. Aqui funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 11 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Sincronizando repositorios ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos mais uma rede para instalar na Casinha, com um raspberry-pi e acess point para prover um clone do acervo e do site hotglue que parece nao ter problemas de merge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Endereço/caminho =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para sincronizar dois clone eles precisam se &amp;quot;enxergar&amp;quot;, ou seja, precisa configurar o endereço/caminho de um para o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa dos clones do repositorio '''nuvem''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex map&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:MapaClonesRepositorioGitAnnexNuvem.png|Mapa dos clones]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da minha maquina, '''kalakuta''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Kalakuta &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      ___________________ _&lt;br /&gt;
                                   |            \        |&lt;br /&gt;
                KALAKUTA &amp;quot;VE&amp;quot;      |___copy -&amp;gt;___\_______| Nuboteca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA              get &amp;lt;-   /       |                                  |&lt;br /&gt;
                                                /        | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         |  -- (é o repositorio principal)  |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principio pode deixar essa configuração.. que é a de base quando for clonar o repositorio.&lt;br /&gt;
Tem que lembrar de subir sempre uma copia dos arquivos para o servidor porque ele, sabe da&lt;br /&gt;
existencia da maquina '''kalakuta''' mas não tendo referencia não pode buscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Sicronização entre dois servidores com um pendrive/hd USB =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Nuboteca &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      __________________ _&lt;br /&gt;
                                   |          /          |&lt;br /&gt;
                O PENDRIVE &amp;quot;VE&amp;quot;    |_________/_&amp;lt;-_copy __| pendrive-troca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA                   \ -&amp;gt; get    |                                  |&lt;br /&gt;
                                              \          | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         | origin /home/nuvem/nuvem         |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
                                                                             &lt;br /&gt;
             ___________ _                                                   |&lt;br /&gt;
            |                                                                |&lt;br /&gt;
            | Tecanubo                                                       |   &lt;br /&gt;
            |                      .                                         |&lt;br /&gt;
            | git remote                          |          \               |&lt;br /&gt;
            | origin /media/Troca/nuvem           |__copy -&amp;gt;__\______________|&lt;br /&gt;
            |                                     |   get &amp;lt;-  /            &lt;br /&gt;
            !                                     |          /             O TECANUBO &amp;quot;VE&amp;quot; O PENDRIVE &lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)"/>
				<updated>2012-11-14T13:20:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Resumo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O projeto trata do desenvolvimento protótipos para a criação de redes autônomas, que possibilitem a troca de conteúdos digitais em áreas isoladas ou com pouca conectividade. Está articulado nos eixos hardware, software, acesso e conteúdo. Relaciona-se com projetos correntes dos autores (ZASF e Rede Mocambos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasLogEfeefe |Log diário de Felipe Fonseca]]&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasServicosWeb |Serviços instalados na Nuboteca]]&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma |Como montar sua rede autônoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo Filosofico/Pedagogico/Metodologico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Día 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1 - Analise da Nuboteca ====&lt;br /&gt;
Primero miramos cómo está actualmente organizada la nuboteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 - Classificação/Indice ====&lt;br /&gt;
Discutimos sobre cuál debía ser el método de clasificación: (por contenido? por formato?). Se planteó la idea de que esto dependía del tipo de usuario que fuera a hacer uso del acervo, si pensábamos en un usuario común que accediera a una biblioteca de contenidos generales o bien a usuarios ligados por unos intereses compartidos (por ejemplo, software libre, arte y tecnología, etc.) que constituyen una comunidad de prácticas e intereses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3 - Comunidade/Publico ====&lt;br /&gt;
Se llegó a la conclusión de que la nuboteca está dirigida a un público genérico, ya que el material relacionado con los proyectos de Interactivos está recogido en el wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4 - Criterios ====&lt;br /&gt;
Decidimos entonces aplicar un criterio más genérico (en base al formato) para la clasificación en el nivel más alto, para ir luego especificando (en base al tema) en los siguientes niveles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5 - Proposta de Estrutura ==== &lt;br /&gt;
Definimos la siguiente estructura de contenidos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Video&lt;br /&gt;
**Peliculas&lt;br /&gt;
***Ficción &lt;br /&gt;
***Documental&lt;br /&gt;
***Infantil&lt;br /&gt;
***Musical&lt;br /&gt;
*Audio&lt;br /&gt;
**Música&lt;br /&gt;
**Entrevistas/Charlas/Presentaciones&lt;br /&gt;
*Texto&lt;br /&gt;
**Tutoriales/Manuales&lt;br /&gt;
**Ensayo&lt;br /&gt;
**Ficción&lt;br /&gt;
*Imágenes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 NOTA: En todas las categorías, se incluye una carpeta de 'Otros' para material que no tenga cabida en las carpetas existentes. Periódicamente esa carpeta se revisa y se decide si crear o no una nueva carpeta en función del contenido que haya.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Duda: ¿Es necesario incluir una carpeta de 'Recursos' donde meter material como software, código, mapas, fuentes, etc.?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El día de hoy nos centramos en cómo sería la interfaz de acceso al repositorio. Para ello primero identificamos algunos conceptos que hay detrás del proyecto y que queremos que la interfaz refleje. Estos son:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Promover el uso de licencias libres y formatos abiertos.&lt;br /&gt;
*Sostenibilidad: proyecto basado en la idea de acceso limitado y recursos finitos.&lt;br /&gt;
*Facilitar el uso colectivo: que el usuario se ponga en el lugar del otro, fomentar buenas prácticas para facilitar el uso comunitario de los recursos (por ejemplo: seguir una metodología a la hora de nombrar los archivos que facilite su búsqueda, incluir el campo 'comentarios' que dé más información sobre el contenido del archivo.&lt;br /&gt;
*Caja de herramientas: que responda a necesidades reales.&lt;br /&gt;
*Que sea una red local identificable por los miembros de la comunidad, por ejemplo, diseñando una 'marca' para los puntos de acceso a la nuboteca que sea reconocible por todos.&lt;br /&gt;
*Que la interfaz sea 'amigable'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TO-DO: &lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de una metodología para nombrar archivos.&lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de cómo hacer la interfaz amigable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta de interface da nuboteca ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:interfacenuboteca.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dias 8 y 9 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Nueva Propuesta ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponemos una nueva forma de organizar el acervo, partiendo de los contenidos existentes. En lugar de ir de la estructura al contenido vamos del contenido a la estructura. ¿Por qué este cambio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Las dinámicas habituales en informática y en diseño de redes están basadas en una lógica del crecimiento ilimitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El modelo nuevo se basa en una '''lógica de intereses''': en lugar de hacerse en previsión de un crecimiento de recursos infinito, la estructura va creciendo desde los intereses -los que ya existen (acervo de nuvem) y los que se vayan generando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Es una estructura más '''abierta''', un dispositivo '''inacabado''' que irá evolucionando en función de cómo evolucione la comunidad que haga uso de ella.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:NuevaEstructura.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Recomendaciones de uso =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Como esta experiencia quiere contribuir a un modelo de cultura sostenible, se puede limitar el volumen de contenido que puede subirse al acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*También quiere mantener un compromiso con la cultura libre, se recomienda/permite enlazar solo material cuya licencia permita su libre circulación, tratar de evitar los materiales con copyright.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fases más avanzadas del proyecto, se podrían implementar funcionalidades extras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Proponer itinerarios temáticos por el acervo, que una persona o grupo de personas propusieran un subconjunto de materiales en relación a una temática determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Automatizar sugerencias: como las carpetas más visitadas o los archivos más descargados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Comparativa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propuestas de organización de carpetas, para el repositorio de nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Prop Pastas.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 1: &lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por tipología, distingue cuatro categorías generales fácilmente identificables.&lt;br /&gt;
***Ventajas: &lt;br /&gt;
****Menor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
***Desventaja: &lt;br /&gt;
****Dos o tres niveles de carpetas antes de llegar al nivel de interés.&lt;br /&gt;
****No permite una búsqueda por temática de interés&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede colocar en la carpeta /OTROS/, que cada subcarpeta por tipo tiene.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo general (por tipología) toda la nueva información que se agrega al repositorio&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****Los nuevos documentos que no encuentrán catalogación, quedan restringuidos a una carpeta /Otros/ que tiene una posición secundaría dentro del árbol del repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 2:&lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por temática, nace desde la observación de los documentos ya existentes&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
**** Acceso directo desde un primer nivel de carpetas a la información&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
**** Mayor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede crear una nueva en la carpeta /CarpetasCompartidas/, y depositar ahí la nueva información.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo específico (por temática) toda la nueva información que se agrega al repositorio.&lt;br /&gt;
****La nueva información incorporada en /CarpetasCompartidas/ es más directamente accesible, y ofrece más protagonismo a esta información.&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****No existe ningún tipo de catalogación de la información entrante, más que la que el propio usuario pueda entregar.&lt;br /&gt;
****Puede diversificarse mucho la cantidad de carpetas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Lógica de crecimiento vs. lógica de intereses:''' el enfoque de estas propuestas tienen dos perspectivas opuestas en su genesis. Mientras la Propuesta 1 se ha pensado desde un contexto general, considerando la gran cantidad de información potencialmente disponible, la segunda se ha pensado desde la información ya existente en el repositorio de nuvem. Como este proyecto se concentra en el desarrollo de una red autónoma, en un contexto local, donde la información potencialmente disponible es menor que en una red global, y está más vinculada a usos comunitarios de la misma, nos hace más sentido usar y evaluar la propuesta 2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Orden vs. diversidad:''' en la propuesta anterior primaba más el ordenamiento, se traza un camino/estructura desde el que crece la red. Contemplaba la diversidad como un caso excepcional/residual (bajo la carpeta de 'Otros'). Ahora la diversidad forma parte de la propia dinámica de crecimiento de la red.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Presentacion ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca/nuboteca/nuvem/projetos/Interactivos2012/RedesAutonomas/metodologia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Instalando o Raspberry-Pi ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar baixar a imagem do site do Raspberry ou uma Debian testing (arquitetura armhf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para gravar a imagem no cartão ligado no device sdb&lt;br /&gt;
 dd bs=4M if=nomedaimagem.img of=/dev/sdb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: &lt;br /&gt;
* http://elinux.org/RPi_Easy_SD_Card_Setup&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== WTF: Instalação da rede interna para o Interactivos ====&lt;br /&gt;
Os access point que o Capo passou, tem uma opção de funcionar ao mesmo tempo como cliente de outro access point e access point mesmo (AP Client Router). Essa funcionalidade deve ser muito cheia de bug porque a rede caía o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os access point são da marca TP-LINK, modelo TL-WR743ND. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Topografia da rede =====&lt;br /&gt;
O que conseguimos montar e que ta razoavelmente estavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                          Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                     Varanda/Mesa             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 {192.168.100.x}&lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________                           &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |         &lt;br /&gt;
  ((3g))        ((wifi))                 ((wifi))              ((wifi))          ((wifi))                                &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               ((wifi))      ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                               |            |&lt;br /&gt;
                                                                  |_________________                            ______|_____ ______|____ __...&lt;br /&gt;
                                                                                    |                          |            |           |&lt;br /&gt;
                                                                                &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                    ((wifi))        |           |&lt;br /&gt;
                                                                                    [ Router - NuvemNuvemNuvem ]         ((wifi))     ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                                                    [      192.168.100.1       ]        [ Laptop ]   [ Rasp-Pi ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já mudamos para outra configuração..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                              Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                                             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 &lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________ _________________________________ _____________                         &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |                                 |             |&lt;br /&gt;
  ((3g))        ((cabo))                 ((cabo))              ((wifi))         ((wifi))                         ((wifi))      ((wifi))       &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               &lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                          &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Criando um repositorio git-annex para a Nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente um repositório git-annex é uma pasta de arquivos que pode&lt;br /&gt;
ser clonada em vários lugares/computadores facilitando manter as copias/clones&lt;br /&gt;
sincronizados e mapeados..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao no linux, vamos fazer algumas operações na linha de comando/terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine abir um terminal e criar uma pasta onde vai ter todos os video&lt;br /&gt;
da Nuvem:&lt;br /&gt;
 mkdir /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou agora transformar essa pasta em um repositorio git-annex:&lt;br /&gt;
 cd /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
 git init .&lt;br /&gt;
 git annex init nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'nuboteca' é o nome do computador da Nuboteca para poder identificar facilmente&lt;br /&gt;
depois no mapa dos clones..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois coloco o meu video na pasta de videos:&lt;br /&gt;
 mkdir videos&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/OrquestraTaina.ogg videos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço pro git-annex tomar conta do video:&lt;br /&gt;
 cd videos/&lt;br /&gt;
 git annex add OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois falo pro git-annex atualizar a situação:&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito isso, nos outros clones (que poderiam ser em servidores em outras&lt;br /&gt;
comunidades/pontos), pode exectuar o mesmo comando&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e se for listar o conteúdo da pasta&lt;br /&gt;
/home/nuvem/nuvem/videos/, vai aparecer o OrquestraTaina.ogg,&lt;br /&gt;
que na real é só um link simbólico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pegar o conteúdo do arquivo OrquestraTaina.ogg precisa pedir assim:&lt;br /&gt;
 git annex get OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso permite sincronizar rapidamente as referencias aos arquivos e&lt;br /&gt;
baixar e enviar seletivamente só o que realmente é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tem outras coisas bacanas.. se quiser saber onde tem mais copias do&lt;br /&gt;
video é só pedir:&lt;br /&gt;
 git annex whereis OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele vai mostrar a lista dos clones do repositório que mantêm copia do&lt;br /&gt;
video..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando/Clonando um repositorio ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez criado nosso repositorio podemos clonar atraves de varios meios por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Localmente&lt;br /&gt;
** pasta - git clone /home/usuario/repositorio  &lt;br /&gt;
** pendrive - git clone /media/pendrive/repositorio&lt;br /&gt;
* Remotamente &lt;br /&gt;
** ssh - git clone ssh://usuario@endereço/home/usuario/repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser entao clonar o repositorio da nuvem na minha maquina via ssh, no terminal:&lt;br /&gt;
 git clone ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai criar uma pasta no lugar onde vc executou o comando com toda a arvore muito rapidamente, mas sem os conteudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendremos una carpeta/pasta con la siguiente estructura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 audio    Ferramentas    imagem    texto    video&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois precisa incializar localmente o repositorio.Esto SOLO se hace la PRIMERA VEZ que te conectas al servidor, para que reconozca tu máquina:&lt;br /&gt;
 cd nuvem&lt;br /&gt;
 git annex init AlgumNomeParaIdentificarOSeuComputador &lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto.. seu repositorio ta ligado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para bajar un archivo del repositorio, entro en la carpeta/pasta donde está el archivo que quiero y lo descargo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cd nuvem/texto/ensaio/NombredelArchivo&lt;br /&gt;
 git annex get NombredelArchivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando un archivo al repositorio de nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el archivo que quiero subir al repositorio en la carpeta/pasta correspondiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/isa.txt /nuvem/text/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lo añado al repositorio. Este paso solo genera el link simbólico.&lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
 cd texto/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
 git annex add isa.txt &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el contenido al repositorio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex copy --to origin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Añado un comentario al archivo que estoy subiendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git commit -m &amp;quot;Algún comentario&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualizo el estado del repositorio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Otros comandos útiles ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muestra un histórico de los cambios realizados en el repositorio con información sobre quién lo hizo, cuándo y el comentario (commit) que añadió.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Te muestra todas las máquinas que tienen una copia del archivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex whereis NombredelArchivo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para más info sobre otros comandos de git annex y sus usos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 man git annex&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tv Multicast ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento de streaming multicast com vlc: &lt;br /&gt;
 cvlc /var/www/nuboteca/nuvem/ultimos_videos/*.ogg --sout '#transcode{vcodec=mp2v,vb=0,scale=0,acodec=mpga,ab=128,channels=2,samplerate=44100}:std{access=udp{ttl=1},mux=ts,dst=239.239.239.239:1234}' --sout-keep&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se tiver uma pasta &amp;quot;ultimos_videos&amp;quot;, por exemplo, para fazer uma televisão local multicast so precisa dar o comando acima...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra visualizar, em qualquer maquina ligada na mesma rede/roteador, por exemplo, com mplayer:&lt;br /&gt;
 mplayer udp://239.239.239.239:1234&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 3 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conteúdos importantes que tem que ser compartilhados/baixados sempre ====&lt;br /&gt;
Quando voce clona um repositorio git-annex, tem rapidamente uma copia de toda a arvore de pastas e arquivos.. mas so os links simbolicos. Se quiser, por exemplo, baixar sempre o conteudo da pasta '''/nuvem/importantes''' pode usar a seguinte configuração para baixar o que contem sempre que clonar/sincronizar. Colocar no arquivo: '''.git/hooks/post-checkout'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 #!/bin/sh&lt;br /&gt;
 # Uses git-annex to get all files in the specified directories&lt;br /&gt;
 # (relative to the top of the repository) on checkout.&lt;br /&gt;
 dirs=importantes&lt;br /&gt;
 top=&amp;quot;$(git rev-parse --show-toplevel)&amp;quot;&lt;br /&gt;
 for dir in &amp;quot;$dirs&amp;quot;; do git annex get $top/$dir&amp;quot;; done&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando os trabalhos, depois de uma manhã na cachoeira e dois dias tentando reinstalar o laptop que hospeda a nuboteca e trocando o firmware do access point.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Firmware DD-WRT ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Agora tem um DD-WRT (tl-wr743nv1) que ja facilita o uso interno da rede graças ao DNS local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vantagem é que o servidor web local, que antes era acessado através do endereço ip http://192.168.10.10, passa a ser acessado pelo endereço http://nuboteca/. O DD-WRT procura o nome de cada máquina na rede local e usa como endereço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O firmware para o esta na repositorio na pasta: [http://nuboteca/nuvem/ferramentas/firmware nuvem/ferramentas/firmware]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site de desenvolvimento do firmware (para procurar o DD-WRT para outros modelos de AP / routers é [http://www.dd-wrt.com/ www.dd-wrt.com/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Reusando e formatando o log do git ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação colocada nas mensagens de commit pode ser um otimo registro do historico do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O git tem um monte de opções, e gera log do jeito que voce mais precisa. Com o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log --pretty=format:&amp;quot;%an publicou %ar %n &amp;gt;&amp;gt; %s &amp;lt;&amp;lt; %n&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma formatação que de alguma forma podemos publicar num site local ou colocar em overlay num canal TV multicast local:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vincenzo Tozzi publicou 24 minutes ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; Contribuições da galera do projeto Autonomia do Silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 15 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; colocando una contribucion del proyecto de autonomias do silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 16 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; ver como funciona el commit &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 nuvem publicou 17 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; git-annex automatic sync &amp;lt;&amp;lt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Usando a raspberry pi como AP ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano aqui é que a Raspi possa ser um provedor de serviços na rede local, completo com wifi e servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse cara [http://sirlagz.net/2012/08/09/how-to-use-the-raspberry-pi-as-a-wireless-access-pointrouter-part-1/ aqui] conseguiu configurar a plaquinha como ap, mas ele usou um dongle wifi sub que não temos - Ralink RT5370. Com ele, poderíamos rodar o hostapd, um programinha que faria a raspi funcionar como um AP. Encomendamos um que esperamos que chegue antes do fim do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra alternativa é usar o dongle que temos no modo ad-hoc. Esse modo é mais comum e também funciona para criar um ponto de rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos o dongle da marca realtek, modelo RTL8188S. O driver usado é o rtl8712. Para descobrir essas informações, desplugue e volte a plugar o dongle, e rode o comando 'dmesg'. As últimas informações fornecidas serão a respeito do seu dongle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que importa realmente é verificar se ele foi reconhecido pelo sistema e que aceita o modo adhoc. Se ele não foi reconhecido, vai aparecer uma mensagem de erro no dmesg. Do contrário, a interface de rede sem fio wlan0 vai aparecer ao executar o comando 'ifconfig'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber se o modo ad-hoc funciona:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo ifdown wlan0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se ela não estiver configurada, vai dar uma mensagem de erro. Não tem importância. Agora execute:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo iwconfig wlan0 mode ad-hoc&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se não der mensagem de erro, é sinal de que o modo ad-hoc funciona. Do contrário pode procurar outro wifi usb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos que alterar as configurações de rede para que seja criada uma rede a partir do dongle. Para isso temos que editar o arquivo interfaces:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo nano /etc/network/interfaces&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adicione as linhas &lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
iface wlan0 inet static&lt;br /&gt;
address 192.168.2.2&lt;br /&gt;
netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
wireless-mode ad-hoc&lt;br /&gt;
wireless-essid raspfi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto wlan0&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que possa funcionar como servidor, a raspi tem que distribuir endereços ips. Isso é feito com um servidor de DHCP - um programa que atribui um ip para cada dispositivo que se conecta. Usamos um programa chamado dnsmasq para isso. Ele está disponível no repositório da distro da placa, portanto foi só rodar &amp;quot;sudo app-get install dnsmasq&amp;quot; que ele instalou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Raspi_ad-hoc_dnsmasqconf|Aqui]] você encontra o arquivo de configuração que usei para o dnsmasq. As modificações importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
domain-needed&lt;br /&gt;
bogus-priv&lt;br /&gt;
interface=wlan0&lt;br /&gt;
bind-interfaces&lt;br /&gt;
expand-hosts&lt;br /&gt;
domain=casinha.local&lt;br /&gt;
dhcp-range=192.168.2.50,192.168.2.150,12h&lt;br /&gt;
dhcp-option=3,192.168.2.2&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em princípio isso deveria ser o suficiente para a rede funcionar. Reinicie a Raspi e procure pela rede &amp;quot;raspi&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém como sempre a prática vem com umas surpresinhas. Não sei se é pela pouca energia que a Raspi consegue fornecer, mas o fato é que o dongle não consegue ser inicializado no momento do boot. Depois que o boot termina, aí ela topa ser inicializada. Então fiz um script que liga a interface e inicia o dnsmasq (que não pode ser iniciado sem a interface) 1 minuto depois do boot. Como saber se a interface foi iniciada? Use o comando 'ifconfig'. Se aparece a interface wlan0 listada, com o endereço 192.168.2.2, tudo certo. Se aparecer sem o endereço, siga as instruções abaixo para fazer o remendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crie um arquivo vazio com o comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /home/pi/start-adhoc.sh&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse vai ser o script que liga tudo. Adicione as seguintes linhas ao arquivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
sleep 60&lt;br /&gt;
ifdown wlan0&lt;br /&gt;
sleep 3&lt;br /&gt;
ifup wlan0&lt;br /&gt;
service dnsmasq start&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora edite o arquivo /etc/rc.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /etc/rc.local&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da linha que diz 'exit 0', adicione a seguinte linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;nohup /home/pi/start-adhoc.sh &amp;amp;&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que vai fazer o script ser executado após o boot. De novo, use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinicie a raspi e procure a rede. Aqui funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 11 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Sincronizando repositorios ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos mais uma rede para instalar na Casinha, com um raspberry-pi e acess point para prover um clone do acervo e do site hotglue que parece nao ter problemas de merge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Endereço/caminho =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para sincronizar dois clone eles precisam se &amp;quot;enxergar&amp;quot;, ou seja, precisa configurar o endereço/caminho de um para o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa dos clones do repositorio '''nuvem''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex map&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:MapaClonesRepositorioGitAnnexNuvem.png|Mapa dos clones]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da minha maquina, '''kalakuta''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Kalakuta &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      ___________________ _&lt;br /&gt;
                                   |            \        |&lt;br /&gt;
                KALAKUTA &amp;quot;VE&amp;quot;      |___copy -&amp;gt;___\_______| Nuboteca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA              get &amp;lt;-   /       |                                  |&lt;br /&gt;
                                                /        | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         |  -- (é o repositorio principal)  |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principio pode deixar essa configuração.. que é a de base quando for clonar o repositorio.&lt;br /&gt;
Tem que lembrar de subir sempre uma copia dos arquivos para o servidor porque ele, sabe da&lt;br /&gt;
existencia da maquina '''kalakuta''' mas não tendo referencia não pode buscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Sicronização entre dois servidores com um pendrive/hd USB =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Nuboteca &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      __________________ _&lt;br /&gt;
                                   |          /          |&lt;br /&gt;
                O PENDRIVE &amp;quot;VE&amp;quot;    |_________/_&amp;lt;-_copy __| pendrive-troca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA                   \ -&amp;gt; get    |                                  |&lt;br /&gt;
                                              \          | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         | origin /home/nuvem/nuvem         |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
                                                                             &lt;br /&gt;
             ___________ _                                                   |&lt;br /&gt;
            |                                                                |&lt;br /&gt;
            | Tecanubo                                                       |   &lt;br /&gt;
            |                      .                                         |&lt;br /&gt;
            | git remote                          |          \               |&lt;br /&gt;
            | origin /media/Troca/nuvem           |__copy -&amp;gt;__\______________|&lt;br /&gt;
            |                                     |   get &amp;lt;-  /            &lt;br /&gt;
            !                                     |          /             O TECANUBO &amp;quot;VE&amp;quot; O PENDRIVE &lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)"/>
				<updated>2012-11-14T13:13:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Resumo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O projeto trata do desenvolvimento protótipos para a criação de redes autônomas, que possibilitem a troca de conteúdos digitais em áreas isoladas ou com pouca conectividade. Está articulado nos eixos hardware, software, acesso e conteúdo. Relaciona-se com projetos correntes dos autores (ZASF e Rede Mocambos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasLogEfeefe Log diário de Felipe Fonseca]]&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasServicosWeb Serviços instalados na Nuboteca]]&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma Como montar sua rede autônoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo Filosofico/Pedagogico/Metodologico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Día 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1 - Analise da Nuboteca ====&lt;br /&gt;
Primero miramos cómo está actualmente organizada la nuboteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 - Classificação/Indice ====&lt;br /&gt;
Discutimos sobre cuál debía ser el método de clasificación: (por contenido? por formato?). Se planteó la idea de que esto dependía del tipo de usuario que fuera a hacer uso del acervo, si pensábamos en un usuario común que accediera a una biblioteca de contenidos generales o bien a usuarios ligados por unos intereses compartidos (por ejemplo, software libre, arte y tecnología, etc.) que constituyen una comunidad de prácticas e intereses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3 - Comunidade/Publico ====&lt;br /&gt;
Se llegó a la conclusión de que la nuboteca está dirigida a un público genérico, ya que el material relacionado con los proyectos de Interactivos está recogido en el wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4 - Criterios ====&lt;br /&gt;
Decidimos entonces aplicar un criterio más genérico (en base al formato) para la clasificación en el nivel más alto, para ir luego especificando (en base al tema) en los siguientes niveles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5 - Proposta de Estrutura ==== &lt;br /&gt;
Definimos la siguiente estructura de contenidos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Video&lt;br /&gt;
**Peliculas&lt;br /&gt;
***Ficción &lt;br /&gt;
***Documental&lt;br /&gt;
***Infantil&lt;br /&gt;
***Musical&lt;br /&gt;
*Audio&lt;br /&gt;
**Música&lt;br /&gt;
**Entrevistas/Charlas/Presentaciones&lt;br /&gt;
*Texto&lt;br /&gt;
**Tutoriales/Manuales&lt;br /&gt;
**Ensayo&lt;br /&gt;
**Ficción&lt;br /&gt;
*Imágenes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 NOTA: En todas las categorías, se incluye una carpeta de 'Otros' para material que no tenga cabida en las carpetas existentes. Periódicamente esa carpeta se revisa y se decide si crear o no una nueva carpeta en función del contenido que haya.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Duda: ¿Es necesario incluir una carpeta de 'Recursos' donde meter material como software, código, mapas, fuentes, etc.?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El día de hoy nos centramos en cómo sería la interfaz de acceso al repositorio. Para ello primero identificamos algunos conceptos que hay detrás del proyecto y que queremos que la interfaz refleje. Estos son:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Promover el uso de licencias libres y formatos abiertos.&lt;br /&gt;
*Sostenibilidad: proyecto basado en la idea de acceso limitado y recursos finitos.&lt;br /&gt;
*Facilitar el uso colectivo: que el usuario se ponga en el lugar del otro, fomentar buenas prácticas para facilitar el uso comunitario de los recursos (por ejemplo: seguir una metodología a la hora de nombrar los archivos que facilite su búsqueda, incluir el campo 'comentarios' que dé más información sobre el contenido del archivo.&lt;br /&gt;
*Caja de herramientas: que responda a necesidades reales.&lt;br /&gt;
*Que sea una red local identificable por los miembros de la comunidad, por ejemplo, diseñando una 'marca' para los puntos de acceso a la nuboteca que sea reconocible por todos.&lt;br /&gt;
*Que la interfaz sea 'amigable'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TO-DO: &lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de una metodología para nombrar archivos.&lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de cómo hacer la interfaz amigable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta de interface da nuboteca ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:interfacenuboteca.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dias 8 y 9 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Nueva Propuesta ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponemos una nueva forma de organizar el acervo, partiendo de los contenidos existentes. En lugar de ir de la estructura al contenido vamos del contenido a la estructura. ¿Por qué este cambio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Las dinámicas habituales en informática y en diseño de redes están basadas en una lógica del crecimiento ilimitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El modelo nuevo se basa en una '''lógica de intereses''': en lugar de hacerse en previsión de un crecimiento de recursos infinito, la estructura va creciendo desde los intereses -los que ya existen (acervo de nuvem) y los que se vayan generando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Es una estructura más '''abierta''', un dispositivo '''inacabado''' que irá evolucionando en función de cómo evolucione la comunidad que haga uso de ella.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:NuevaEstructura.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Recomendaciones de uso =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Como esta experiencia quiere contribuir a un modelo de cultura sostenible, se puede limitar el volumen de contenido que puede subirse al acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*También quiere mantener un compromiso con la cultura libre, se recomienda/permite enlazar solo material cuya licencia permita su libre circulación, tratar de evitar los materiales con copyright.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fases más avanzadas del proyecto, se podrían implementar funcionalidades extras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Proponer itinerarios temáticos por el acervo, que una persona o grupo de personas propusieran un subconjunto de materiales en relación a una temática determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Automatizar sugerencias: como las carpetas más visitadas o los archivos más descargados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Comparativa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propuestas de organización de carpetas, para el repositorio de nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Prop Pastas.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 1: &lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por tipología, distingue cuatro categorías generales fácilmente identificables.&lt;br /&gt;
***Ventajas: &lt;br /&gt;
****Menor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
***Desventaja: &lt;br /&gt;
****Dos o tres niveles de carpetas antes de llegar al nivel de interés.&lt;br /&gt;
****No permite una búsqueda por temática de interés&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede colocar en la carpeta /OTROS/, que cada subcarpeta por tipo tiene.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo general (por tipología) toda la nueva información que se agrega al repositorio&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****Los nuevos documentos que no encuentrán catalogación, quedan restringuidos a una carpeta /Otros/ que tiene una posición secundaría dentro del árbol del repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 2:&lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por temática, nace desde la observación de los documentos ya existentes&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
**** Acceso directo desde un primer nivel de carpetas a la información&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
**** Mayor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede crear una nueva en la carpeta /CarpetasCompartidas/, y depositar ahí la nueva información.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo específico (por temática) toda la nueva información que se agrega al repositorio.&lt;br /&gt;
****La nueva información incorporada en /CarpetasCompartidas/ es más directamente accesible, y ofrece más protagonismo a esta información.&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****No existe ningún tipo de catalogación de la información entrante, más que la que el propio usuario pueda entregar.&lt;br /&gt;
****Puede diversificarse mucho la cantidad de carpetas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Lógica de crecimiento vs. lógica de intereses:''' el enfoque de estas propuestas tienen dos perspectivas opuestas en su genesis. Mientras la Propuesta 1 se ha pensado desde un contexto general, considerando la gran cantidad de información potencialmente disponible, la segunda se ha pensado desde la información ya existente en el repositorio de nuvem. Como este proyecto se concentra en el desarrollo de una red autónoma, en un contexto local, donde la información potencialmente disponible es menor que en una red global, y está más vinculada a usos comunitarios de la misma, nos hace más sentido usar y evaluar la propuesta 2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Orden vs. diversidad:''' en la propuesta anterior primaba más el ordenamiento, se traza un camino/estructura desde el que crece la red. Contemplaba la diversidad como un caso excepcional/residual (bajo la carpeta de 'Otros'). Ahora la diversidad forma parte de la propia dinámica de crecimiento de la red.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Presentacion ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca/nuboteca/nuvem/projetos/Interactivos2012/RedesAutonomas/metodologia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Instalando o Raspberry-Pi ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar baixar a imagem do site do Raspberry ou uma Debian testing (arquitetura armhf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para gravar a imagem no cartão ligado no device sdb&lt;br /&gt;
 dd bs=4M if=nomedaimagem.img of=/dev/sdb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: &lt;br /&gt;
* http://elinux.org/RPi_Easy_SD_Card_Setup&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== WTF: Instalação da rede interna para o Interactivos ====&lt;br /&gt;
Os access point que o Capo passou, tem uma opção de funcionar ao mesmo tempo como cliente de outro access point e access point mesmo (AP Client Router). Essa funcionalidade deve ser muito cheia de bug porque a rede caía o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os access point são da marca TP-LINK, modelo TL-WR743ND. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Topografia da rede =====&lt;br /&gt;
O que conseguimos montar e que ta razoavelmente estavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                          Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                     Varanda/Mesa             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 {192.168.100.x}&lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________                           &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |         &lt;br /&gt;
  ((3g))        ((wifi))                 ((wifi))              ((wifi))          ((wifi))                                &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               ((wifi))      ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                               |            |&lt;br /&gt;
                                                                  |_________________                            ______|_____ ______|____ __...&lt;br /&gt;
                                                                                    |                          |            |           |&lt;br /&gt;
                                                                                &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                    ((wifi))        |           |&lt;br /&gt;
                                                                                    [ Router - NuvemNuvemNuvem ]         ((wifi))     ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                                                    [      192.168.100.1       ]        [ Laptop ]   [ Rasp-Pi ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já mudamos para outra configuração..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                              Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                                             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 &lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________ _________________________________ _____________                         &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |                                 |             |&lt;br /&gt;
  ((3g))        ((cabo))                 ((cabo))              ((wifi))         ((wifi))                         ((wifi))      ((wifi))       &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               &lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                          &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Criando um repositorio git-annex para a Nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente um repositório git-annex é uma pasta de arquivos que pode&lt;br /&gt;
ser clonada em vários lugares/computadores facilitando manter as copias/clones&lt;br /&gt;
sincronizados e mapeados..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao no linux, vamos fazer algumas operações na linha de comando/terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine abir um terminal e criar uma pasta onde vai ter todos os video&lt;br /&gt;
da Nuvem:&lt;br /&gt;
 mkdir /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou agora transformar essa pasta em um repositorio git-annex:&lt;br /&gt;
 cd /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
 git init .&lt;br /&gt;
 git annex init nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'nuboteca' é o nome do computador da Nuboteca para poder identificar facilmente&lt;br /&gt;
depois no mapa dos clones..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois coloco o meu video na pasta de videos:&lt;br /&gt;
 mkdir videos&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/OrquestraTaina.ogg videos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço pro git-annex tomar conta do video:&lt;br /&gt;
 cd videos/&lt;br /&gt;
 git annex add OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois falo pro git-annex atualizar a situação:&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito isso, nos outros clones (que poderiam ser em servidores em outras&lt;br /&gt;
comunidades/pontos), pode exectuar o mesmo comando&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e se for listar o conteúdo da pasta&lt;br /&gt;
/home/nuvem/nuvem/videos/, vai aparecer o OrquestraTaina.ogg,&lt;br /&gt;
que na real é só um link simbólico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pegar o conteúdo do arquivo OrquestraTaina.ogg precisa pedir assim:&lt;br /&gt;
 git annex get OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso permite sincronizar rapidamente as referencias aos arquivos e&lt;br /&gt;
baixar e enviar seletivamente só o que realmente é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tem outras coisas bacanas.. se quiser saber onde tem mais copias do&lt;br /&gt;
video é só pedir:&lt;br /&gt;
 git annex whereis OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele vai mostrar a lista dos clones do repositório que mantêm copia do&lt;br /&gt;
video..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando/Clonando um repositorio ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez criado nosso repositorio podemos clonar atraves de varios meios por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Localmente&lt;br /&gt;
** pasta - git clone /home/usuario/repositorio  &lt;br /&gt;
** pendrive - git clone /media/pendrive/repositorio&lt;br /&gt;
* Remotamente &lt;br /&gt;
** ssh - git clone ssh://usuario@endereço/home/usuario/repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser entao clonar o repositorio da nuvem na minha maquina via ssh, no terminal:&lt;br /&gt;
 git clone ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai criar uma pasta no lugar onde vc executou o comando com toda a arvore muito rapidamente, mas sem os conteudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendremos una carpeta/pasta con la siguiente estructura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 audio    Ferramentas    imagem    texto    video&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois precisa incializar localmente o repositorio.Esto SOLO se hace la PRIMERA VEZ que te conectas al servidor, para que reconozca tu máquina:&lt;br /&gt;
 cd nuvem&lt;br /&gt;
 git annex init AlgumNomeParaIdentificarOSeuComputador &lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto.. seu repositorio ta ligado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para bajar un archivo del repositorio, entro en la carpeta/pasta donde está el archivo que quiero y lo descargo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cd nuvem/texto/ensaio/NombredelArchivo&lt;br /&gt;
 git annex get NombredelArchivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando un archivo al repositorio de nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el archivo que quiero subir al repositorio en la carpeta/pasta correspondiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/isa.txt /nuvem/text/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lo añado al repositorio. Este paso solo genera el link simbólico.&lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
 cd texto/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
 git annex add isa.txt &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el contenido al repositorio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex copy --to origin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Añado un comentario al archivo que estoy subiendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git commit -m &amp;quot;Algún comentario&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualizo el estado del repositorio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Otros comandos útiles ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muestra un histórico de los cambios realizados en el repositorio con información sobre quién lo hizo, cuándo y el comentario (commit) que añadió.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Te muestra todas las máquinas que tienen una copia del archivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex whereis NombredelArchivo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para más info sobre otros comandos de git annex y sus usos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 man git annex&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tv Multicast ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento de streaming multicast com vlc: &lt;br /&gt;
 cvlc /var/www/nuboteca/nuvem/ultimos_videos/*.ogg --sout '#transcode{vcodec=mp2v,vb=0,scale=0,acodec=mpga,ab=128,channels=2,samplerate=44100}:std{access=udp{ttl=1},mux=ts,dst=239.239.239.239:1234}' --sout-keep&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se tiver uma pasta &amp;quot;ultimos_videos&amp;quot;, por exemplo, para fazer uma televisão local multicast so precisa dar o comando acima...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra visualizar, em qualquer maquina ligada na mesma rede/roteador, por exemplo, com mplayer:&lt;br /&gt;
 mplayer udp://239.239.239.239:1234&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 3 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conteúdos importantes que tem que ser compartilhados/baixados sempre ====&lt;br /&gt;
Quando voce clona um repositorio git-annex, tem rapidamente uma copia de toda a arvore de pastas e arquivos.. mas so os links simbolicos. Se quiser, por exemplo, baixar sempre o conteudo da pasta '''/nuvem/importantes''' pode usar a seguinte configuração para baixar o que contem sempre que clonar/sincronizar. Colocar no arquivo: '''.git/hooks/post-checkout'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 #!/bin/sh&lt;br /&gt;
 # Uses git-annex to get all files in the specified directories&lt;br /&gt;
 # (relative to the top of the repository) on checkout.&lt;br /&gt;
 dirs=importantes&lt;br /&gt;
 top=&amp;quot;$(git rev-parse --show-toplevel)&amp;quot;&lt;br /&gt;
 for dir in &amp;quot;$dirs&amp;quot;; do git annex get $top/$dir&amp;quot;; done&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando os trabalhos, depois de uma manhã na cachoeira e dois dias tentando reinstalar o laptop que hospeda a nuboteca e trocando o firmware do access point.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Firmware DD-WRT ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Agora tem um DD-WRT (tl-wr743nv1) que ja facilita o uso interno da rede graças ao DNS local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vantagem é que o servidor web local, que antes era acessado através do endereço ip http://192.168.10.10, passa a ser acessado pelo endereço http://nuboteca/. O DD-WRT procura o nome de cada máquina na rede local e usa como endereço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O firmware para o esta na repositorio na pasta: [http://nuboteca/nuvem/ferramentas/firmware nuvem/ferramentas/firmware]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site de desenvolvimento do firmware (para procurar o DD-WRT para outros modelos de AP / routers é [http://www.dd-wrt.com/ www.dd-wrt.com/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Reusando e formatando o log do git ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação colocada nas mensagens de commit pode ser um otimo registro do historico do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O git tem um monte de opções, e gera log do jeito que voce mais precisa. Com o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log --pretty=format:&amp;quot;%an publicou %ar %n &amp;gt;&amp;gt; %s &amp;lt;&amp;lt; %n&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma formatação que de alguma forma podemos publicar num site local ou colocar em overlay num canal TV multicast local:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vincenzo Tozzi publicou 24 minutes ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; Contribuições da galera do projeto Autonomia do Silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 15 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; colocando una contribucion del proyecto de autonomias do silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 16 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; ver como funciona el commit &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 nuvem publicou 17 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; git-annex automatic sync &amp;lt;&amp;lt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Usando a raspberry pi como AP ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano aqui é que a Raspi possa ser um provedor de serviços na rede local, completo com wifi e servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse cara [http://sirlagz.net/2012/08/09/how-to-use-the-raspberry-pi-as-a-wireless-access-pointrouter-part-1/ aqui] conseguiu configurar a plaquinha como ap, mas ele usou um dongle wifi sub que não temos - Ralink RT5370. Com ele, poderíamos rodar o hostapd, um programinha que faria a raspi funcionar como um AP. Encomendamos um que esperamos que chegue antes do fim do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra alternativa é usar o dongle que temos no modo ad-hoc. Esse modo é mais comum e também funciona para criar um ponto de rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos o dongle da marca realtek, modelo RTL8188S. O driver usado é o rtl8712. Para descobrir essas informações, desplugue e volte a plugar o dongle, e rode o comando 'dmesg'. As últimas informações fornecidas serão a respeito do seu dongle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que importa realmente é verificar se ele foi reconhecido pelo sistema e que aceita o modo adhoc. Se ele não foi reconhecido, vai aparecer uma mensagem de erro no dmesg. Do contrário, a interface de rede sem fio wlan0 vai aparecer ao executar o comando 'ifconfig'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber se o modo ad-hoc funciona:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo ifdown wlan0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se ela não estiver configurada, vai dar uma mensagem de erro. Não tem importância. Agora execute:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo iwconfig wlan0 mode ad-hoc&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se não der mensagem de erro, é sinal de que o modo ad-hoc funciona. Do contrário pode procurar outro wifi usb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos que alterar as configurações de rede para que seja criada uma rede a partir do dongle. Para isso temos que editar o arquivo interfaces:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo nano /etc/network/interfaces&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adicione as linhas &lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
iface wlan0 inet static&lt;br /&gt;
address 192.168.2.2&lt;br /&gt;
netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
wireless-mode ad-hoc&lt;br /&gt;
wireless-essid raspfi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto wlan0&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que possa funcionar como servidor, a raspi tem que distribuir endereços ips. Isso é feito com um servidor de DHCP - um programa que atribui um ip para cada dispositivo que se conecta. Usamos um programa chamado dnsmasq para isso. Ele está disponível no repositório da distro da placa, portanto foi só rodar &amp;quot;sudo app-get install dnsmasq&amp;quot; que ele instalou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Raspi_ad-hoc_dnsmasqconf|Aqui]] você encontra o arquivo de configuração que usei para o dnsmasq. As modificações importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
domain-needed&lt;br /&gt;
bogus-priv&lt;br /&gt;
interface=wlan0&lt;br /&gt;
bind-interfaces&lt;br /&gt;
expand-hosts&lt;br /&gt;
domain=casinha.local&lt;br /&gt;
dhcp-range=192.168.2.50,192.168.2.150,12h&lt;br /&gt;
dhcp-option=3,192.168.2.2&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em princípio isso deveria ser o suficiente para a rede funcionar. Reinicie a Raspi e procure pela rede &amp;quot;raspi&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém como sempre a prática vem com umas surpresinhas. Não sei se é pela pouca energia que a Raspi consegue fornecer, mas o fato é que o dongle não consegue ser inicializado no momento do boot. Depois que o boot termina, aí ela topa ser inicializada. Então fiz um script que liga a interface e inicia o dnsmasq (que não pode ser iniciado sem a interface) 1 minuto depois do boot. Como saber se a interface foi iniciada? Use o comando 'ifconfig'. Se aparece a interface wlan0 listada, com o endereço 192.168.2.2, tudo certo. Se aparecer sem o endereço, siga as instruções abaixo para fazer o remendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crie um arquivo vazio com o comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /home/pi/start-adhoc.sh&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse vai ser o script que liga tudo. Adicione as seguintes linhas ao arquivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
sleep 60&lt;br /&gt;
ifdown wlan0&lt;br /&gt;
sleep 3&lt;br /&gt;
ifup wlan0&lt;br /&gt;
service dnsmasq start&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora edite o arquivo /etc/rc.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /etc/rc.local&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da linha que diz 'exit 0', adicione a seguinte linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;nohup /home/pi/start-adhoc.sh &amp;amp;&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que vai fazer o script ser executado após o boot. De novo, use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinicie a raspi e procure a rede. Aqui funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 11 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Sincronizando repositorios ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos mais uma rede para instalar na Casinha, com um raspberry-pi e acess point para prover um clone do acervo e do site hotglue que parece nao ter problemas de merge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Endereço/caminho =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para sincronizar dois clone eles precisam se &amp;quot;enxergar&amp;quot;, ou seja, precisa configurar o endereço/caminho de um para o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa dos clones do repositorio '''nuvem''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex map&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:MapaClonesRepositorioGitAnnexNuvem.png|Mapa dos clones]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da minha maquina, '''kalakuta''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Kalakuta &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      ___________________ _&lt;br /&gt;
                                   |            \        |&lt;br /&gt;
                KALAKUTA &amp;quot;VE&amp;quot;      |___copy -&amp;gt;___\_______| Nuboteca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA              get &amp;lt;-   /       |                                  |&lt;br /&gt;
                                                /        | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         |  -- (é o repositorio principal)  |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principio pode deixar essa configuração.. que é a de base quando for clonar o repositorio.&lt;br /&gt;
Tem que lembrar de subir sempre uma copia dos arquivos para o servidor porque ele, sabe da&lt;br /&gt;
existencia da maquina '''kalakuta''' mas não tendo referencia não pode buscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Sicronização entre dois servidores com um pendrive/hd USB =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Nuboteca &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      __________________ _&lt;br /&gt;
                                   |          /          |&lt;br /&gt;
                O PENDRIVE &amp;quot;VE&amp;quot;    |_________/_&amp;lt;-_copy __| pendrive-troca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA                   \ -&amp;gt; get    |                                  |&lt;br /&gt;
                                              \          | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         | origin /home/nuvem/nuvem         |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
                                                                             &lt;br /&gt;
             ___________ _                                                   |&lt;br /&gt;
            |                                                                |&lt;br /&gt;
            | Tecanubo                                                       |   &lt;br /&gt;
            |                      .                                         |&lt;br /&gt;
            | git remote                          |          \               |&lt;br /&gt;
            | origin /media/Troca/nuvem           |__copy -&amp;gt;__\______________|&lt;br /&gt;
            |                                     |   get &amp;lt;-  /            &lt;br /&gt;
            !                                     |          /             O TECANUBO &amp;quot;VE&amp;quot; O PENDRIVE &lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma"/>
				<updated>2012-11-14T01:24:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montando uma Rede Autônoma==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A analogia servidor/cliente, frequentemente usada para descrever a comunicação entre computadores, costuma levar a alguns equívocos de interpretação. O mais grave desses equívocos é as pessoas pensarem que seus próprios computadores só servem para acessar informação ou serviços disponíveis &amp;quot;na internet&amp;quot;. A rede vira um não-lugar mistificado, uma espécie de ambiente espectral sem margens definidas onde as coisas acontecem de forma algo mágica. No entanto, toda rede tem uma materialidade: surge de processos que rodam em um ou mais computadores conectados. Esses processos compõem o que podemos chamar serviços de rede. A maioria desses serviços se baseia em uma arquitetura distribuída fundada em protocolos livres e abertos, o que significa que no limite qualquer computador ou dispositivo conectado em rede é um servidor em potencial. Isso também quer dizer que qualquer rede local, mesmo que não esteja conectada à internet, pode hospedar diversos serviços de armazenamento, compartilhamento e circulação de informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este tutorial tem por objetivo demonstrar algumas dessas possibilidades, com especial ênfase na criação de serviços de rede locais com o uso de software livre. Supomos que você tenha uma familiaridade básica com o terminal de linha de comando. Vamos tratar de alguns cenários específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Transformar um computador em servidor local a partir do sistema operacional Ubuntu Linux (ou qualquer outro sistema operacional, com as devidas adaptações).&lt;br /&gt;
* Criar uma rede local autônoma, utilizando um sistema operacional alternativo (dd-wrt) no roteador.&lt;br /&gt;
* Explorar possibilidades de sincronização de arquivos em diferentes redes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==1. Transformando seu computador em um servidor==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São inúmeros os serviços que podem ser implementados em uma rede local. Vamos tratar aqui dos que nos parecem ter um maior potencial para utilização em uma rede autônoma. Partimos do princípio de que você está em um computador rodando Ubuntu Linux. Para fazer essas primeiras configurações, você precisará uma conexão à internet, ou então de acesso a um repositório local. Uma vez que os serviços estejam configurados, a internet não será mais necessária. Também estamos considerando que já existe uma rede local, conectada a um hub ou roteador, para que outras pessoas possam acessar os serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, rode o comando abaixo para atualizar seus repositórios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos também instalar alguns softwares como o Aptitude para facilitar a instalação de outros softwares, o SSH para acessar remotamente o computador via linha de comando e alguns softwares que podem ser úteis para monitorar e diagnosticar a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install aptitude ssh nmap iptraf wavemon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O computador vai baixar, instalar e configurar esses softwares. Você não precisa fazer mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.1. Servidor LAMP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web, ou WWW, é um dos mais versáteis serviços de rede, e justamente por isso foi uma das maiores responsáveis pela popularização da internet. Permite que se disponibilizem arquivos que podem ser acessados por qualquer navegador de internet (como o Firefox, Chrome e outros). A web baseia-se em uma linguagem estruturada chamada HTML. O servidor web mais utilizado no mundo é um software livre e aberto chamado Apache. Sua funcionalidade pode ser expandida de forma virtualmente infinita com softwares adicionais como o interpretador de hipertexto PHP e o servidor de banco de dados MySQL (esse conjunto de softwares é conhecido como LAMP - linux, apache, mysql, php). Vamos começar instalando esses softwares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install apache2 php5 php5-mysql mysql-server&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizada a instalação, você pode verificar se tudo deu certo abrindo o Firefox ou outro browser, clicando na barra de endereços dele e digitando &amp;quot;http://localhost&amp;quot; ou o IP de sua máquina (descubra o IP pelo terminal, digitando &amp;quot;ifconfig&amp;quot;). Normalmente, você será direcionado a uma página dizendo que a instalação deu certo, como &amp;quot;It works&amp;quot; ou algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do servidor LAMP, uma infinidade de serviços podem ser utilizados. Alguns exemplos são diversos sistemas livres de gestão de sites. Entre os mais conhecidos, estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * http://wordpress.org&lt;br /&gt;
 * http://drupal.org&lt;br /&gt;
 * http://mediawiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros sistemas interessantes pela versatilidade ou porque usam poucos recursos do servidor são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * http://wikkawiki.org&lt;br /&gt;
 * http://hotglue.org&lt;br /&gt;
 * http://pmwiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns desses sistemas necessitam configurações específicas do seu servidor LAMP (bibliotecas adicionais como php5-gd ou módulos como o mod_rewrite). Consulte a documentação dos sistemas a esse respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.2. Servidor uPNP/DLNA===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uPNP e o DLNA são um tipo de serviço web que permite o compartilhamento e a reprodução de arquivos multimídia. Novas gerações de televisores, videogames e outros aparelhos já trazem clientes uPNP instalados. Smartphones também contam com aplicativos específicos para acessar conteúdo via uPNP. Vamos usar o ushare para montar uma espécie de biblioteca multimídia baseada em uPNP no Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install ushare&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São necessárias algumas configurações &amp;quot;manuais&amp;quot;, no arquivo /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo gedit /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No editor, insira um nome para a biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especifique também qual é a interface de rede pela qual o servidor se conecta. O padrão é eth0, a placa de rede física. Aqui na Nuvem, usei a placa wifi wlan0:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é necessário informar onde os arquivos de mídia estão armazenados. No nosso caso, é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 USHARE_DIR=/home/zasf/zasf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e depois reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service ushare restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.3. Servidor de bate-papo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O IRC foi um dos primeiros formatos de bate-papo via internet a se popularizar. Por usar pouca banda de transferência de dados, funciona muito bem em lugares com conexão lenta ou instável. Os servidores de IRC também costumam exigir pouco processamento e memória, e podem ter suas funcionalidades estendidas com chatbots e outros softwares. Vamos usar o ngircd como servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install ngircd&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele já funciona por padrão, mas é interessante personalizar algumas opções, editando o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/ngircd/ngircd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos mudar o nome da rede, que precisa ter um ponto no meio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Name = nuboteca.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também as informações de Admin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 AdminInfo1 = Nuvem&lt;br /&gt;
 AdminInfo2 = Nuvem.tk&lt;br /&gt;
 AdminEMail = nuvem@nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é interessante uma descrição sobre o servidor IRC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Info = Servidor IRC da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ngircd tem também o MOTD (frase do dia), uma mensagem de boas-vindas aos usuários, que pode ser editada assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ gksudo /etc/ngircd/ngircd.motd &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salva a configuração, reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo service ngircd restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para testar o servidor IRC, instale algum cliente em sua máquina. O irssi, por exemplo, roda em linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $ sudo aptitude install irssi&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Já o Xhat funciona em modo gráfico:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install xchat&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testando: abra o software cliente de IRC. Vamos começar conectando ao servidor IRC. Digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /server localhost&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre em uma sala de teste, digitando simplesmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 /join #teste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer outra pessoa em sua rede local já pode entrar no servidor IRC, trocando o endereço do servidor localhost pelo seu número de IP. Existem clientes de IRC para virtualmente todas as plataformas de computação. Além dos já citados para GNU/Linux, há o KVIrc para Mac OS e o próprio Xchat para Windows. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.4. Rádio online===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast é um software de stream multimídia, que pode ser usado para transmissões ao vivo de áudio ou vídeo. Instale o servidor com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo aptitude install icecast2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do Icecast fica em um arquivo XML. Vamos editá-la:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $gksudo gedit /etc/icecast/icecast.xml&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom mudar as senhas que vêm por padrão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Sources log in with username 'source' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;source-password&amp;gt;novasenha&amp;lt;/source-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Relays log in username 'relay' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;relay-password&amp;gt;novasenha1&amp;lt;/relay-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;!-- Admin logs in with the username given below --&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-user&amp;gt;admin&amp;lt;/admin-user&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &amp;lt;admin-password&amp;gt;novasenha2&amp;lt;/admin-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mude também o hostname para coincidir com o nome de seu computador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, não é necessário criar uma configuração complexa com nomes de usuário acessados a transmissões específicas. Se for necessário, consulte os comentários no próprio arquivo de configuração, na seção &amp;lt;mount&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salvar o arquivo de configuração, reinicie o servidor icecast com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo service icecast2 restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast possui uma interface web, acessível pelo browser em http://localhost:8000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão via Icecast exige softwares específicos. Alguns exemplos são o darkice (em linha de comando, muito leve), darksnow (interface gráfica simples) e idjc (solução mais complexa, com gerenciamento de playlists e outros recursos). Consulte os tutoriais publicados pelo estudiolivre sobre a transmissão via Icecast: [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso Darksnow+Darkice], [http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC IDJC]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast também pode ser usado para transmissão de vídeo. Para isso, utilize algum software como o Theorur: http://theorur.sarava.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1.5. Outros serviços===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com os softwares citados acima, já temos um pacote de serviços de rede bastante abrangente: web, acesso a acervo multimídia, bate-papo e transmissão ao vivo. Havendo interesse podem ser implementados muitos outros sistemas, como o editor colaborativo de documentos Etherpad, o gerenciador e reprodutor de música MPD, o servidor de telefonia sobre IP Asterisk, etc. O interessante é que esse conjunto de serviços seja adequado às necessidades locais da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==2. Configurações no roteador==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma"/>
				<updated>2012-11-14T01:19:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: Criou página com 'Página principal &amp;gt; Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)  Montando uma Rede Autônoma  A analogia servidor/cliente, frequentemente usada para desc...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montando uma Rede Autônoma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A analogia servidor/cliente, frequentemente usada para descrever a comunicação entre computadores, costuma levar a alguns equívocos de interpretação. O mais grave desses equívocos é as pessoas pensarem que seus próprios computadores só servem para acessar informação ou serviços disponíveis &amp;quot;na internet&amp;quot;. A rede vira um não-lugar mistificado, uma espécie de ambiente espectral sem margens definidas onde as coisas acontecem de forma algo mágica. No entanto, toda rede tem uma materialidade: surge de processos que rodam em um ou mais computadores conectados. Esses processos compõem o que podemos chamar serviços de rede. A maioria desses serviços se baseia em uma arquitetura distribuída fundada em protocolos livres e abertos, o que significa que no limite qualquer computador ou dispositivo conectado em rede é um servidor em potencial. Isso também quer dizer que qualquer rede local, mesmo que não esteja conectada à internet, pode hospedar diversos serviços de armazenamento, compartilhamento e circulação de informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este tutorial tem por objetivo demonstrar algumas dessas possibilidades, com especial ênfase na criação de serviços de rede locais com o uso de software livre. Supomos que você tenha uma familiaridade básica com o terminal de linha de comando. Vamos tratar de alguns cenários específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Transformar um computador em servidor local a partir do sistema operacional Ubuntu Linux (ou qualquer outro sistema operacional, com as devidas adaptações).&lt;br /&gt;
* Criar uma rede local autônoma, utilizando um sistema operacional alternativo (dd-wrt) no roteador.&lt;br /&gt;
* Explorar possibilidades de sincronização de arquivos em diferentes redes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Transformando seu computador em um servidor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São inúmeros os serviços que podem ser implementados em uma rede local. Vamos tratar aqui dos que nos parecem ter um maior potencial para utilização em uma rede autônoma. Partimos do princípio de que você está em um computador rodando Ubuntu Linux. Para fazer essas primeiras configurações, você precisará uma conexão à internet, ou então de acesso a um repositório local. Uma vez que os serviços estejam configurados, a internet não será mais necessária. Também estamos considerando que já existe uma rede local, conectada a um hub ou roteador, para que outras pessoas possam acessar os serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, rode o comando abaixo para atualizar seus repositórios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos também instalar alguns softwares como o Aptitude para facilitar a instalação de outros softwares, o SSH para acessar remotamente o computador via linha de comando e alguns softwares que podem ser úteis para monitorar e diagnosticar a rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo aptitude install aptitude ssh nmap iptraf wavemon&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O computador vai baixar, instalar e configurar esses softwares. Você não precisa fazer mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.1. Servidor LAMP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A web, ou WWW, é um dos mais versáteis serviços de rede, e justamente por isso foi uma das maiores responsáveis pela popularização da internet. Permite que se disponibilizem arquivos que podem ser acessados por qualquer navegador de internet (como o Firefox, Chrome e outros). A web baseia-se em uma linguagem estruturada chamada HTML. O servidor web mais utilizado no mundo é um software livre e aberto chamado Apache. Sua funcionalidade pode ser expandida de forma virtualmente infinita com softwares adicionais como o interpretador de hipertexto PHP e o servidor de banco de dados MySQL (esse conjunto de softwares é conhecido como LAMP - linux, apache, mysql, php). Vamos começar instalando esses softwares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo aptitude install apache2 php5 php5-mysql mysql-server&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizada a instalação, você pode verificar se tudo deu certo abrindo o Firefox ou outro browser, clicando na barra de endereços dele e digitando &amp;quot;http://localhost&amp;quot; ou o IP de sua máquina (descubra o IP pelo terminal, digitando &amp;quot;ifconfig&amp;quot;). Normalmente, você será direcionado a uma página dizendo que a instalação deu certo, como &amp;quot;It works&amp;quot; ou algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do servidor LAMP, uma infinidade de serviços podem ser utilizados. Alguns exemplos são diversos sistemas livres de gestão de sites. Entre os mais conhecidos, estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://wordpress.org&lt;br /&gt;
http://drupal.org&lt;br /&gt;
    http://mediawiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros sistemas interessantes pela versatilidade ou porque usam poucos recursos do servidor são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://wikkawiki.org&lt;br /&gt;
http://hotglue.org&lt;br /&gt;
http://pmwiki.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns desses sistemas necessitam configurações específicas do seu servidor LAMP (bibliotecas adicionais como php5-gd ou módulos como o mod_rewrite). Consulte a documentação dos sistemas a esse respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.2. Servidor uPNP/DLNA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uPNP e o DLNA são um tipo de serviço web que permite o compartilhamento e a reprodução de arquivos multimídia. Novas gerações de televisores, videogames e outros aparelhos já trazem clientes uPNP instalados. Smartphones também contam com aplicativos específicos para acessar conteúdo via uPNP. Vamos usar o ushare para montar uma espécie de biblioteca multimídia baseada em uPNP no Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo aptitude install ushare&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São necessárias algumas configurações &amp;quot;manuais&amp;quot;, no arquivo /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo gedit /etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No editor, insira um nome para a biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especifique também qual é a interface de rede pela qual o servidor se conecta. O padrão é eth0, a placa de rede física. Aqui na Nuvem, usei a placa wifi wlan0:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é necessário informar onde os arquivos de mídia estão armazenados. No nosso caso, é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USHARE_DIR=/home/zasf/zasf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e depois reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$sudo service ushare restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.3. Servidor de bate-papo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O IRC foi um dos primeiros formatos de bate-papo via internet a se popularizar. Por usar pouca banda de transferência de dados, funciona muito bem em lugares com conexão lenta ou instável. Os servidores de IRC também costumam exigir pouco processamento e memória, e podem ter suas funcionalidades estendidas com chatbots e outros softwares. Vamos usar o ngircd como servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$sudo aptitude install ngircd&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele já funciona por padrão, mas é interessante personalizar algumas opções, editando o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$gksudo gedit /etc/ngircd/ngircd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos mudar o nome da rede, que precisa ter um ponto no meio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Name = nuboteca.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também as informações de Admin:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    AdminInfo1 = Nuvem&lt;br /&gt;
    AdminInfo2 = Nuvem.tk&lt;br /&gt;
    AdminEMail = nuvem@nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Também interessante uma descrição sobre o servidor IRC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Info = Servidor IRC da Nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Salve o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    O ngircd tem também o MOTD (frase do dia), uma mensagem de boas-vindas aos usuários, que pode ser editada assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    $gksudo /etc/ngircd/ngircd.motd &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Depois de salva a configuração, reinicie o servidor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	$ sudo service ngircd restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Para testar o servidor IRC, instale algum cliente em sua máquina. O irssi, por exemplo, roda em linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	$sudo aptitude install irssi&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
    Já o xchat funciona em modo gráfico:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	$sudo aptitude install xchat&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    Testando: abra o software cliente de IRC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar conectando ao servidor IRC. Digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	/server localhost&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar em uma sala de teste. Digite simplesmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	/join #teste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer outra pessoa em sua rede local pode entrar no servidor IRC, trocando o endereço do servidor localhost pelo seu número de IP. Existem clientes de IRC para virtualmente todas as plataformas de computação. Além dos já citados para GNU/Linux, há o KVIrc para Mac OS e o próprio Xchat para Windows. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    1.4. Rádio online&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast é um software de stream multimídia, que pode ser usado para transmissões ao vivo de áudio ou vídeo. Instale o servidor com:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	$sudo aptitude install icecast2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do Icecast fica em um arquivo XML. Vamos editá-la:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	$gksudo gedit /etc/icecast/icecast.xml&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom mudar as senhas que vêm por padrão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	&amp;lt;!-- Sources log in with username 'source' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&amp;lt;source-password&amp;gt;novasenha&amp;lt;/source-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
        &amp;lt;!-- Relays log in username 'relay' --&amp;gt;&lt;br /&gt;
        &amp;lt;relay-password&amp;gt;novasenha1&amp;lt;/relay-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
        &amp;lt;!-- Admin logs in with the username given below --&amp;gt;&lt;br /&gt;
        &amp;lt;admin-user&amp;gt;admin&amp;lt;/admin-user&amp;gt;&lt;br /&gt;
        &amp;lt;admin-password&amp;gt;novasenha2&amp;lt;/admin-password&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mude também o hostname:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	&amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, não é necessário criar uma configuração complexa com nomes de usuário acessados a transmissões específicas. Se for necessário, consulte os comentários no próprio arquivo de configuração, na seção &amp;lt;mount&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de salvar o arquivo de configuração, reinicie o servidor icecast com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	$sudo service icecast2 restart&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast possui uma interface web, acessível pelo browser em http://localhost:8000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transmissão via Icecast exige softwares específicos. Alguns exemplos são o darkice (em linha de comando, muito leve), darksnow (interface gráfica simples) e idjc (solução mais complexa, com gerenciamento de playlists e outros recursos). Consulte os tutoriais publicados pelo estudiolivre sobre a transmissão via Icecast:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Icecast também pode ser usado para transmissão de vídeo. Para isso, utilize algum software como o Theorur: http://theorur.sarava.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.5. Outros serviços&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com os softwares citados acima, já temos um pacote de serviços de rede bastante abrangente: web, acesso a acervo multimídia, bate-papo e transmissão ao vivo. Havendo interesse podem ser implementados muitos outros sistemas, como o editor colaborativo de documentos Etherpad, o gerenciador e reprodutor de música MPD, o servidor de telefonia sobre IP Asterisk, etc. O interessante é que esse conjunto de serviços seja adequado às necessidades locais da rede.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Redes_Aut%C3%B4nomas_(Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil)"/>
				<updated>2012-11-14T01:18:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Resumo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O projeto trata do desenvolvimento protótipos para a criação de redes autônomas, que possibilitem a troca de conteúdos digitais em áreas isoladas ou com pouca conectividade. Está articulado nos eixos hardware, software, acesso e conteúdo. Relaciona-se com projetos correntes dos autores (ZASF e Rede Mocambos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasLogEfeefe]]&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasServicosWeb]]&lt;br /&gt;
 * [[RedesAutonomasMontandoRedeAutonoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo Filosofico/Pedagogico/Metodologico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Día 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1 - Analise da Nuboteca ====&lt;br /&gt;
Primero miramos cómo está actualmente organizada la nuboteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 - Classificação/Indice ====&lt;br /&gt;
Discutimos sobre cuál debía ser el método de clasificación: (por contenido? por formato?). Se planteó la idea de que esto dependía del tipo de usuario que fuera a hacer uso del acervo, si pensábamos en un usuario común que accediera a una biblioteca de contenidos generales o bien a usuarios ligados por unos intereses compartidos (por ejemplo, software libre, arte y tecnología, etc.) que constituyen una comunidad de prácticas e intereses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3 - Comunidade/Publico ====&lt;br /&gt;
Se llegó a la conclusión de que la nuboteca está dirigida a un público genérico, ya que el material relacionado con los proyectos de Interactivos está recogido en el wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4 - Criterios ====&lt;br /&gt;
Decidimos entonces aplicar un criterio más genérico (en base al formato) para la clasificación en el nivel más alto, para ir luego especificando (en base al tema) en los siguientes niveles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5 - Proposta de Estrutura ==== &lt;br /&gt;
Definimos la siguiente estructura de contenidos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Video&lt;br /&gt;
**Peliculas&lt;br /&gt;
***Ficción &lt;br /&gt;
***Documental&lt;br /&gt;
***Infantil&lt;br /&gt;
***Musical&lt;br /&gt;
*Audio&lt;br /&gt;
**Música&lt;br /&gt;
**Entrevistas/Charlas/Presentaciones&lt;br /&gt;
*Texto&lt;br /&gt;
**Tutoriales/Manuales&lt;br /&gt;
**Ensayo&lt;br /&gt;
**Ficción&lt;br /&gt;
*Imágenes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 NOTA: En todas las categorías, se incluye una carpeta de 'Otros' para material que no tenga cabida en las carpetas existentes. Periódicamente esa carpeta se revisa y se decide si crear o no una nueva carpeta en función del contenido que haya.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Duda: ¿Es necesario incluir una carpeta de 'Recursos' donde meter material como software, código, mapas, fuentes, etc.?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El día de hoy nos centramos en cómo sería la interfaz de acceso al repositorio. Para ello primero identificamos algunos conceptos que hay detrás del proyecto y que queremos que la interfaz refleje. Estos son:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Promover el uso de licencias libres y formatos abiertos.&lt;br /&gt;
*Sostenibilidad: proyecto basado en la idea de acceso limitado y recursos finitos.&lt;br /&gt;
*Facilitar el uso colectivo: que el usuario se ponga en el lugar del otro, fomentar buenas prácticas para facilitar el uso comunitario de los recursos (por ejemplo: seguir una metodología a la hora de nombrar los archivos que facilite su búsqueda, incluir el campo 'comentarios' que dé más información sobre el contenido del archivo.&lt;br /&gt;
*Caja de herramientas: que responda a necesidades reales.&lt;br /&gt;
*Que sea una red local identificable por los miembros de la comunidad, por ejemplo, diseñando una 'marca' para los puntos de acceso a la nuboteca que sea reconocible por todos.&lt;br /&gt;
*Que la interfaz sea 'amigable'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TO-DO: &lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de una metodología para nombrar archivos.&lt;br /&gt;
 Hacer una propuesta de cómo hacer la interfaz amigable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Proposta de interface da nuboteca ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:interfacenuboteca.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dias 8 y 9 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Nueva Propuesta ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponemos una nueva forma de organizar el acervo, partiendo de los contenidos existentes. En lugar de ir de la estructura al contenido vamos del contenido a la estructura. ¿Por qué este cambio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Las dinámicas habituales en informática y en diseño de redes están basadas en una lógica del crecimiento ilimitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El modelo nuevo se basa en una '''lógica de intereses''': en lugar de hacerse en previsión de un crecimiento de recursos infinito, la estructura va creciendo desde los intereses -los que ya existen (acervo de nuvem) y los que se vayan generando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Es una estructura más '''abierta''', un dispositivo '''inacabado''' que irá evolucionando en función de cómo evolucione la comunidad que haga uso de ella.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:NuevaEstructura.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Recomendaciones de uso =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Como esta experiencia quiere contribuir a un modelo de cultura sostenible, se puede limitar el volumen de contenido que puede subirse al acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*También quiere mantener un compromiso con la cultura libre, se recomienda/permite enlazar solo material cuya licencia permita su libre circulación, tratar de evitar los materiales con copyright.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fases más avanzadas del proyecto, se podrían implementar funcionalidades extras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Proponer itinerarios temáticos por el acervo, que una persona o grupo de personas propusieran un subconjunto de materiales en relación a una temática determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Automatizar sugerencias: como las carpetas más visitadas o los archivos más descargados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Comparativa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propuestas de organización de carpetas, para el repositorio de nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Prop Pastas.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 1: &lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por tipología, distingue cuatro categorías generales fácilmente identificables.&lt;br /&gt;
***Ventajas: &lt;br /&gt;
****Menor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
***Desventaja: &lt;br /&gt;
****Dos o tres niveles de carpetas antes de llegar al nivel de interés.&lt;br /&gt;
****No permite una búsqueda por temática de interés&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede colocar en la carpeta /OTROS/, que cada subcarpeta por tipo tiene.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo general (por tipología) toda la nueva información que se agrega al repositorio&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****Los nuevos documentos que no encuentrán catalogación, quedan restringuidos a una carpeta /Otros/ que tiene una posición secundaría dentro del árbol del repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*PROPUESTA 2:&lt;br /&gt;
**'''Criterio de orden:''' Por temática, nace desde la observación de los documentos ya existentes&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
**** Acceso directo desde un primer nivel de carpetas a la información&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
**** Mayor cantidad de carpetas en lista&lt;br /&gt;
**'''Añadir archivo:''' La incorporación de nuevos archivos se realiza directamente dentro de cada carpeta existente. Si no existe una que represente el contenido del nuevo archivo se puede crear una nueva en la carpeta /CarpetasCompartidas/, y depositar ahí la nueva información.&lt;br /&gt;
***Ventajas:&lt;br /&gt;
****Permite ordenar de modo específico (por temática) toda la nueva información que se agrega al repositorio.&lt;br /&gt;
****La nueva información incorporada en /CarpetasCompartidas/ es más directamente accesible, y ofrece más protagonismo a esta información.&lt;br /&gt;
***Desventajas:&lt;br /&gt;
****No existe ningún tipo de catalogación de la información entrante, más que la que el propio usuario pueda entregar.&lt;br /&gt;
****Puede diversificarse mucho la cantidad de carpetas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Lógica de crecimiento vs. lógica de intereses:''' el enfoque de estas propuestas tienen dos perspectivas opuestas en su genesis. Mientras la Propuesta 1 se ha pensado desde un contexto general, considerando la gran cantidad de información potencialmente disponible, la segunda se ha pensado desde la información ya existente en el repositorio de nuvem. Como este proyecto se concentra en el desarrollo de una red autónoma, en un contexto local, donde la información potencialmente disponible es menor que en una red global, y está más vinculada a usos comunitarios de la misma, nos hace más sentido usar y evaluar la propuesta 2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Orden vs. diversidad:''' en la propuesta anterior primaba más el ordenamiento, se traza un camino/estructura desde el que crece la red. Contemplaba la diversidad como un caso excepcional/residual (bajo la carpeta de 'Otros'). Ahora la diversidad forma parte de la propia dinámica de crecimiento de la red.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Presentacion ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca/nuboteca/nuvem/projetos/Interactivos2012/RedesAutonomas/metodologia.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 1 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Instalando o Raspberry-Pi ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar baixar a imagem do site do Raspberry ou uma Debian testing (arquitetura armhf)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para gravar a imagem no cartão ligado no device sdb&lt;br /&gt;
 dd bs=4M if=nomedaimagem.img of=/dev/sdb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link: &lt;br /&gt;
* http://elinux.org/RPi_Easy_SD_Card_Setup&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== WTF: Instalação da rede interna para o Interactivos ====&lt;br /&gt;
Os access point que o Capo passou, tem uma opção de funcionar ao mesmo tempo como cliente de outro access point e access point mesmo (AP Client Router). Essa funcionalidade deve ser muito cheia de bug porque a rede caía o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os access point são da marca TP-LINK, modelo TL-WR743ND. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Topografia da rede =====&lt;br /&gt;
O que conseguimos montar e que ta razoavelmente estavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                          Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                     Varanda/Mesa             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 {192.168.100.x}&lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________                           &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |         &lt;br /&gt;
  ((3g))        ((wifi))                 ((wifi))              ((wifi))          ((wifi))                                &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               ((wifi))      ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                               |            |&lt;br /&gt;
                                                                  |_________________                            ______|_____ ______|____ __...&lt;br /&gt;
                                                                                    |                          |            |           |&lt;br /&gt;
                                                                                &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                    ((wifi))        |           |&lt;br /&gt;
                                                                                    [ Router - NuvemNuvemNuvem ]         ((wifi))     ((wifi))&lt;br /&gt;
                                                                                    [      192.168.100.1       ]        [ Laptop ]   [ Rasp-Pi ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já mudamos para outra configuração..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portal na entrada                      Varanda em                              Salao da Casa     &lt;br /&gt;
da casa                                baixo do telhado                                                             Espalhados ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{Internet}                 {192.168.1.x}                             {192.168.10.x}                                 &lt;br /&gt;
    |                _______________________                       ________________ _________________________________ _____________                         &lt;br /&gt;
    |               |                       |                     |                |                                 |             |&lt;br /&gt;
  ((3g))        ((cabo))                 ((cabo))              ((wifi))         ((wifi))                         ((wifi))      ((wifi))       &lt;br /&gt;
    [ Router - Nuvem ]                      [ Router - NuvemNuvem ]         [ Servidor - Nuboteca ]              [ Laptop ]    [ Laptop ]&lt;br /&gt;
    [  192.168.1.1   ]                      [     192.168.10.1    ]         [    192.168.10.10    ]               &lt;br /&gt;
                                                               &amp;lt;&amp;lt;cabo&amp;gt;&amp;gt;                                          &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 2 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Criando um repositorio git-annex para a Nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente um repositório git-annex é uma pasta de arquivos que pode&lt;br /&gt;
ser clonada em vários lugares/computadores facilitando manter as copias/clones&lt;br /&gt;
sincronizados e mapeados..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao no linux, vamos fazer algumas operações na linha de comando/terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine abir um terminal e criar uma pasta onde vai ter todos os video&lt;br /&gt;
da Nuvem:&lt;br /&gt;
 mkdir /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou agora transformar essa pasta em um repositorio git-annex:&lt;br /&gt;
 cd /home/nuvem/nuvem/&lt;br /&gt;
 git init .&lt;br /&gt;
 git annex init nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'nuboteca' é o nome do computador da Nuboteca para poder identificar facilmente&lt;br /&gt;
depois no mapa dos clones..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois coloco o meu video na pasta de videos:&lt;br /&gt;
 mkdir videos&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/OrquestraTaina.ogg videos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço pro git-annex tomar conta do video:&lt;br /&gt;
 cd videos/&lt;br /&gt;
 git annex add OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois falo pro git-annex atualizar a situação:&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito isso, nos outros clones (que poderiam ser em servidores em outras&lt;br /&gt;
comunidades/pontos), pode exectuar o mesmo comando&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e se for listar o conteúdo da pasta&lt;br /&gt;
/home/nuvem/nuvem/videos/, vai aparecer o OrquestraTaina.ogg,&lt;br /&gt;
que na real é só um link simbólico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pegar o conteúdo do arquivo OrquestraTaina.ogg precisa pedir assim:&lt;br /&gt;
 git annex get OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso permite sincronizar rapidamente as referencias aos arquivos e&lt;br /&gt;
baixar e enviar seletivamente só o que realmente é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tem outras coisas bacanas.. se quiser saber onde tem mais copias do&lt;br /&gt;
video é só pedir:&lt;br /&gt;
 git annex whereis OrquestraTaina.ogg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele vai mostrar a lista dos clones do repositório que mantêm copia do&lt;br /&gt;
video..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando/Clonando um repositorio ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez criado nosso repositorio podemos clonar atraves de varios meios por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Localmente&lt;br /&gt;
** pasta - git clone /home/usuario/repositorio  &lt;br /&gt;
** pendrive - git clone /media/pendrive/repositorio&lt;br /&gt;
* Remotamente &lt;br /&gt;
** ssh - git clone ssh://usuario@endereço/home/usuario/repositorio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser entao clonar o repositorio da nuvem na minha maquina via ssh, no terminal:&lt;br /&gt;
 git clone ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai criar uma pasta no lugar onde vc executou o comando com toda a arvore muito rapidamente, mas sem os conteudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendremos una carpeta/pasta con la siguiente estructura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 nuvem/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 audio    Ferramentas    imagem    texto    video&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois precisa incializar localmente o repositorio.Esto SOLO se hace la PRIMERA VEZ que te conectas al servidor, para que reconozca tu máquina:&lt;br /&gt;
 cd nuvem&lt;br /&gt;
 git annex init AlgumNomeParaIdentificarOSeuComputador &lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto.. seu repositorio ta ligado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para bajar un archivo del repositorio, entro en la carpeta/pasta donde está el archivo que quiero y lo descargo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cd nuvem/texto/ensaio/NombredelArchivo&lt;br /&gt;
 git annex get NombredelArchivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Copiando un archivo al repositorio de nuvem ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el archivo que quiero subir al repositorio en la carpeta/pasta correspondiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 cp /algum/lugar/isa.txt /nuvem/text/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lo añado al repositorio. Este paso solo genera el link simbólico.&lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
 cd texto/tutoriais_manuais &lt;br /&gt;
 git annex add isa.txt &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copio el contenido al repositorio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex copy --to origin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Añado un comentario al archivo que estoy subiendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git commit -m &amp;quot;Algún comentario&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualizo el estado del repositorio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex sync&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Otros comandos útiles ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muestra un histórico de los cambios realizados en el repositorio con información sobre quién lo hizo, cuándo y el comentario (commit) que añadió.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Te muestra todas las máquinas que tienen una copia del archivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex whereis NombredelArchivo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para más info sobre otros comandos de git annex y sus usos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 man git annex&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tv Multicast ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento de streaming multicast com vlc: &lt;br /&gt;
 cvlc /var/www/nuboteca/nuvem/ultimos_videos/*.ogg --sout '#transcode{vcodec=mp2v,vb=0,scale=0,acodec=mpga,ab=128,channels=2,samplerate=44100}:std{access=udp{ttl=1},mux=ts,dst=239.239.239.239:1234}' --sout-keep&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se tiver uma pasta &amp;quot;ultimos_videos&amp;quot;, por exemplo, para fazer uma televisão local multicast so precisa dar o comando acima...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra visualizar, em qualquer maquina ligada na mesma rede/roteador, por exemplo, com mplayer:&lt;br /&gt;
 mplayer udp://239.239.239.239:1234&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 3 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conteúdos importantes que tem que ser compartilhados/baixados sempre ====&lt;br /&gt;
Quando voce clona um repositorio git-annex, tem rapidamente uma copia de toda a arvore de pastas e arquivos.. mas so os links simbolicos. Se quiser, por exemplo, baixar sempre o conteudo da pasta '''/nuvem/importantes''' pode usar a seguinte configuração para baixar o que contem sempre que clonar/sincronizar. Colocar no arquivo: '''.git/hooks/post-checkout'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 #!/bin/sh&lt;br /&gt;
 # Uses git-annex to get all files in the specified directories&lt;br /&gt;
 # (relative to the top of the repository) on checkout.&lt;br /&gt;
 dirs=importantes&lt;br /&gt;
 top=&amp;quot;$(git rev-parse --show-toplevel)&amp;quot;&lt;br /&gt;
 for dir in &amp;quot;$dirs&amp;quot;; do git annex get $top/$dir&amp;quot;; done&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 6 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retomando os trabalhos, depois de uma manhã na cachoeira e dois dias tentando reinstalar o laptop que hospeda a nuboteca e trocando o firmware do access point.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Firmware DD-WRT ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Agora tem um DD-WRT (tl-wr743nv1) que ja facilita o uso interno da rede graças ao DNS local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vantagem é que o servidor web local, que antes era acessado através do endereço ip http://192.168.10.10, passa a ser acessado pelo endereço http://nuboteca/. O DD-WRT procura o nome de cada máquina na rede local e usa como endereço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O firmware para o esta na repositorio na pasta: [http://nuboteca/nuvem/ferramentas/firmware nuvem/ferramentas/firmware]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site de desenvolvimento do firmware (para procurar o DD-WRT para outros modelos de AP / routers é [http://www.dd-wrt.com/ www.dd-wrt.com/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Reusando e formatando o log do git ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação colocada nas mensagens de commit pode ser um otimo registro do historico do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O git tem um monte de opções, e gera log do jeito que voce mais precisa. Com o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git log --pretty=format:&amp;quot;%an publicou %ar %n &amp;gt;&amp;gt; %s &amp;lt;&amp;lt; %n&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma formatação que de alguma forma podemos publicar num site local ou colocar em overlay num canal TV multicast local:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Vincenzo Tozzi publicou 24 minutes ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; Contribuições da galera do projeto Autonomia do Silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 15 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; colocando una contribucion del proyecto de autonomias do silencio &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Isabel Lafuente publicou 16 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; ver como funciona el commit &amp;lt;&amp;lt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 nuvem publicou 17 hours ago &lt;br /&gt;
  &amp;gt;&amp;gt; git-annex automatic sync &amp;lt;&amp;lt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Usando a raspberry pi como AP ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano aqui é que a Raspi possa ser um provedor de serviços na rede local, completo com wifi e servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse cara [http://sirlagz.net/2012/08/09/how-to-use-the-raspberry-pi-as-a-wireless-access-pointrouter-part-1/ aqui] conseguiu configurar a plaquinha como ap, mas ele usou um dongle wifi sub que não temos - Ralink RT5370. Com ele, poderíamos rodar o hostapd, um programinha que faria a raspi funcionar como um AP. Encomendamos um que esperamos que chegue antes do fim do encontro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra alternativa é usar o dongle que temos no modo ad-hoc. Esse modo é mais comum e também funciona para criar um ponto de rede. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos o dongle da marca realtek, modelo RTL8188S. O driver usado é o rtl8712. Para descobrir essas informações, desplugue e volte a plugar o dongle, e rode o comando 'dmesg'. As últimas informações fornecidas serão a respeito do seu dongle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que importa realmente é verificar se ele foi reconhecido pelo sistema e que aceita o modo adhoc. Se ele não foi reconhecido, vai aparecer uma mensagem de erro no dmesg. Do contrário, a interface de rede sem fio wlan0 vai aparecer ao executar o comando 'ifconfig'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber se o modo ad-hoc funciona:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo ifdown wlan0&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se ela não estiver configurada, vai dar uma mensagem de erro. Não tem importância. Agora execute:&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo iwconfig wlan0 mode ad-hoc&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se não der mensagem de erro, é sinal de que o modo ad-hoc funciona. Do contrário pode procurar outro wifi usb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos que alterar as configurações de rede para que seja criada uma rede a partir do dongle. Para isso temos que editar o arquivo interfaces:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo nano /etc/network/interfaces&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adicione as linhas &lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
iface wlan0 inet static&lt;br /&gt;
address 192.168.2.2&lt;br /&gt;
netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
wireless-mode ad-hoc&lt;br /&gt;
wireless-essid raspfi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto wlan0&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que possa funcionar como servidor, a raspi tem que distribuir endereços ips. Isso é feito com um servidor de DHCP - um programa que atribui um ip para cada dispositivo que se conecta. Usamos um programa chamado dnsmasq para isso. Ele está disponível no repositório da distro da placa, portanto foi só rodar &amp;quot;sudo app-get install dnsmasq&amp;quot; que ele instalou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Raspi_ad-hoc_dnsmasqconf|Aqui]] você encontra o arquivo de configuração que usei para o dnsmasq. As modificações importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
domain-needed&lt;br /&gt;
bogus-priv&lt;br /&gt;
interface=wlan0&lt;br /&gt;
bind-interfaces&lt;br /&gt;
expand-hosts&lt;br /&gt;
domain=casinha.local&lt;br /&gt;
dhcp-range=192.168.2.50,192.168.2.150,12h&lt;br /&gt;
dhcp-option=3,192.168.2.2&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em princípio isso deveria ser o suficiente para a rede funcionar. Reinicie a Raspi e procure pela rede &amp;quot;raspi&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém como sempre a prática vem com umas surpresinhas. Não sei se é pela pouca energia que a Raspi consegue fornecer, mas o fato é que o dongle não consegue ser inicializado no momento do boot. Depois que o boot termina, aí ela topa ser inicializada. Então fiz um script que liga a interface e inicia o dnsmasq (que não pode ser iniciado sem a interface) 1 minuto depois do boot. Como saber se a interface foi iniciada? Use o comando 'ifconfig'. Se aparece a interface wlan0 listada, com o endereço 192.168.2.2, tudo certo. Se aparecer sem o endereço, siga as instruções abaixo para fazer o remendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crie um arquivo vazio com o comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /home/pi/start-adhoc.sh&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse vai ser o script que liga tudo. Adicione as seguintes linhas ao arquivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
sleep 60&lt;br /&gt;
ifdown wlan0&lt;br /&gt;
sleep 3&lt;br /&gt;
ifup wlan0&lt;br /&gt;
service dnsmasq start&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora edite o arquivo /etc/rc.local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;sudo pico /etc/rc.local&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da linha que diz 'exit 0', adicione a seguinte linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;nohup /home/pi/start-adhoc.sh &amp;amp;&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que vai fazer o script ser executado após o boot. De novo, use Ctrl-X para fechar e confirme a mudança no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinicie a raspi e procure a rede. Aqui funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dia 11 ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Sincronizando repositorios ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos mais uma rede para instalar na Casinha, com um raspberry-pi e acess point para prover um clone do acervo e do site hotglue que parece nao ter problemas de merge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Endereço/caminho =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para sincronizar dois clone eles precisam se &amp;quot;enxergar&amp;quot;, ou seja, precisa configurar o endereço/caminho de um para o outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa dos clones do repositorio '''nuvem''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 git annex map&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:MapaClonesRepositorioGitAnnexNuvem.png|Mapa dos clones]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da minha maquina, '''kalakuta''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Kalakuta &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      ___________________ _&lt;br /&gt;
                                   |            \        |&lt;br /&gt;
                KALAKUTA &amp;quot;VE&amp;quot;      |___copy -&amp;gt;___\_______| Nuboteca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA              get &amp;lt;-   /       |                                  |&lt;br /&gt;
                                                /        | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         |  -- (é o repositorio principal)  |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principio pode deixar essa configuração.. que é a de base quando for clonar o repositorio.&lt;br /&gt;
Tem que lembrar de subir sempre uma copia dos arquivos para o servidor porque ele, sabe da&lt;br /&gt;
existencia da maquina '''kalakuta''' mas não tendo referencia não pode buscar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Sicronização entre dois servidores com um pendrive/hd USB =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
  ___________ _&lt;br /&gt;
 |          &lt;br /&gt;
 | Nuboteca &lt;br /&gt;
 |                                                .&lt;br /&gt;
 | git remote                                     |&lt;br /&gt;
 | origin ssh://nuvem@nuboteca/home/nuvem/nuvem   |&lt;br /&gt;
 |                                                |&lt;br /&gt;
 !                                                |&lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
                            &lt;br /&gt;
                                   |                      __________________ _&lt;br /&gt;
                                   |          /          |&lt;br /&gt;
                O PENDRIVE &amp;quot;VE&amp;quot;    |_________/_&amp;lt;-_copy __| pendrive-troca                         .&lt;br /&gt;
                A NUBOTECA                   \ -&amp;gt; get    |                                  |&lt;br /&gt;
                                              \          | git remote                       |&lt;br /&gt;
                                                         | origin /home/nuvem/nuvem         |&lt;br /&gt;
                                                         !                                  |&lt;br /&gt;
                                                                                  __________|&lt;br /&gt;
                                                                             &lt;br /&gt;
             ___________ _                                                   |&lt;br /&gt;
            |                                                                |&lt;br /&gt;
            | Tecanubo                                                       |   &lt;br /&gt;
            |                      .                                         |&lt;br /&gt;
            | git remote                          |          \               |&lt;br /&gt;
            | origin /media/Troca/nuvem           |__copy -&amp;gt;__\______________|&lt;br /&gt;
            |                                     |   get &amp;lt;-  /            &lt;br /&gt;
            !                                     |          /             O TECANUBO &amp;quot;VE&amp;quot; O PENDRIVE &lt;br /&gt;
                               ___________________|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasLogEfeefe</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasLogEfeefe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasLogEfeefe"/>
				<updated>2012-11-13T21:11:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 05/11/12 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passamos algumas horas hoje brincando com rasppi (não subiu wifi), com o laptop onde fica a nuboteca (que não subiu a rede em modo ap). Tem uma beagleboard também, mas acabei voltando para a casinha onde estamos ficando, e vou testar com o nc10. NC10 é um netbook da samsung comprado em 2009 e usado por quase dois anos. Deu problema no cooler e no teclado, e acabei trocando por outro. Mas ele aparentemente ainda pode dar um bom servidor, com a vantagem de ter uma bateria com duração razoável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abri o NC10 para instalar um dos cartões wifi mini pci que trouxe. Escolhi um atheros, que costuma ser mais bem suportado por várias distros. Por enquanto arranquei também o teclado, que não funciona bem. Estou com um teclado USB da Nuvem, deve dar conta. Voltei para meu computador, abri o unetbootin para criar um disco de boot. Tentei usar um cartão SDHC de 16G, mas o unetbootin não deixou. Deve ter seus motivos (mais tarde percebi que o cartão SD está com problemas). Acabei fazendo um pendrive de 2Gb com a imagem do debian-6.0.6-i386.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subindo o disco de boot. Optei pela instalação padrão. Configurei idioma e teclado. Configuração de rede, não preciso agora. Nome da máquina (uaifai), senha de root (lanovale), meu usuário e senha. Particionamento: assistido, usar o disco inteiro. Partição /home separada. Escrever as mudanças no disco. &lt;br /&gt;
No tasksel, optei por não instalar o ambiente gráfico, e escolhi servidor web, sql, ssh, laptop e utilitários standard de sistema. Grub? Sim. Reiniciando.&lt;br /&gt;
Sistema subiu. Mas testando com a wifi, não deixou setar modo master. Desliguei, tirei esse cartão (um atheros ar5bxb63). Tentei com outro (um mini pci express, ath ar5b95). Também nada. Terceira tentativa (e última à mão), um rtl 8187b. Nada. Beco sem saída?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentando com um zd1211, USB. &amp;quot;Unable to enumerate USB device on port 6&amp;quot;. Procurando na web, parece uam incompatibilidade de velocidade de interface USB. Gambiarra, solução meio capenga, aqui: http://www.geekdevs.com/2010/04/solved-unable-to-enumerate-usb-device-disabling-ehci_hcd/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consegui plugar, reconheceu como wlan3. E nada de modo master. Em último caso, amanhã tiro o pci da alix e instalo no samsung.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, copiando a imagem do debian (i386, DVD) para o cartão de memória. O plano é levar para o samsung, então montar como unidade em loop, copiar os debs do /pool para um diretório local e então montar um repositório, seguindo isso aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://odzangba.wordpress.com/2006/10/13/how-to-build-local-apt-repositories/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu pau na cópia (alguma merda no cartão de memória travou minha máquina, acho).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um chinês buscando coisas parecidas:&lt;br /&gt;
http://old.nabble.com/zd1211B-for-AP-mode-td31868516.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dali, parece que o hostapd resolve o lance. A ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Configurei meu celular como roteador, criando uma rede sem encriptação. Acessei pelo nc10, iwconfig, fácil. Mexi na sources.list (adicionei deb http://ftp.debian.org/debian/ squeeze main). Update, install dnsmasq, hostapd e hostap-utils. Amanhã continuo, na Nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==06/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à Nuvem. Tentei subir a rede uaifai a partir do samsung nc10 usando as configurações do hostapd sacadas da alix. Não deu, reclamou que não podia setar o modo master. Agora vou tirar o wifi da alix e colocar no nc10. Vamos ver se funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hm, não deu. O cartão na alix é pci express, não minipci express como no laptop. Vou testar com a outra atheros (ainda menor, prendi com fita crepe).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não rolou. Depois fiz uma série de tentativas com as diferentes opções de wifi usb que temos disponíveis aqui. A R8188 deixa modo master, mas não é suportada pelo hostapd. A prism não funciona em modo ap. A outra, nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a pensar na atheros. Baixando o madwifi para refazer a interface como ap. A ver. Começar tentando do jeito mais fácil, adicionando contrib e non-free no sources.list. Não encontrou. Adicionando repositório backports. Update. Nada. Seguindo então as instruções do wiki do madwifi-project para compilar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não encontrou o source do madwifi. Baixei o 0.9.4-current. Compilou ok mas não encontrou o device. Tentando agora habilitar o modo ap no ath9k e recompilá-lo:&lt;br /&gt;
http://linuxwireless.org/en/users/Drivers/ath9k#Get_the_latest_ath9k_driver&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compilado ok, mas não reconheceu a placa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==07/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ontem ainda encontrei um patch que dizem resolver para habilitar o madwifi a funcionar com a placa atheros (mini). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://madwifi-project.org/ticket/2391&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É para uma revision específica do source. Subversion -r 4174. Deixei baixando durante a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aplicando o patch: na pasta madwifi, patch -p1 &amp;lt; patch&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# make&lt;br /&gt;
# make install.&lt;br /&gt;
# reboot&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ath0 rodou. Não deixou modo ap. Mandei a linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# wlanconfig ath0 destroy&lt;br /&gt;
# wlanconfig ath create wlandev wifi0 wlanmode ap&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pronto, modo ap funcionando!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brincando com o roteador TP-Link AR743ND. Baixando a versão do openwrt para ele:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://downloads.openwrt.org/snapshots/trunk/ar71xx/openwrt-ar71xx-generic-tl-wr743nd-v1-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Error code: 18005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Upgrade unsuccessfully because the version of the upgraded file was incorrect. Please check the file name.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentar então por tftp.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saí para almoçar com as meninas. Enquanto isso, Vince encontrou uma imagem do dd-wrt para esse roteador e instalou. Ele já cria automaticamente alias de DNS com o hostname das máquinas que pedem DHCP. Depois de substituir o roteador antigo com esse rodando dd-wrt, todas as máquinas já podem acessar a nuboteca (e outras máquinas) pelo hostname de cada uma, sem precisar saber seu IP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhei mais um pouco no samsung nc10, o &amp;quot;uaifai&amp;quot;. Copiei as configurações de rede da alix. As mais importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O script de inicialização da interface de rede (/etc/network/interfaces):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto ath0&lt;br /&gt;
        iface ath0 inet static&lt;br /&gt;
        address 12.34.56.78&lt;br /&gt;
        network 12.34.56.0&lt;br /&gt;
        netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
        broadcast 12.34.56.255&lt;br /&gt;
        wireless-mode Master&lt;br /&gt;
        wireless-essid zasf&lt;br /&gt;
        up /usr/bin/hostapd /etc/hostapd/hostapd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisei só mudar o caminho do hostapd para /usr/sbin/hostapd e o essid para uaifai)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do dnsmasq (/etc/dnsmasq.conf), contendo:&lt;br /&gt;
dhcp-range=12.34.56.80,12.34.56.254,3h&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do hostapd (/etc/hostapd/hostapd.conf), contendo:&lt;br /&gt;
 interface=ath0&lt;br /&gt;
 driver=madwifi&lt;br /&gt;
 ssid=zasf (que mudei para uaifai)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim da tarde, consegui fazer funcionar a rede uaifai com essas configurações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos uma &amp;quot;oficina&amp;quot;. Falei sobre os quatro esquemas que estamos experimentando (alix, roteador dd-wrt + máquina nuboteca, raspberry pi, samsung). Depois fui mostrar algumas possibilidades que já estão funcionando na alix (web com wiki e hotglue, servidor irc, etc.). Enquanto Vince demonstrava o git-annex, terminei de instalar algumas coisas adicionais na nuboteca: ngircd (servidor irc), ushare (servidor upnp/dlna) e icecast. Modifiquei nas configurações o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
USHARE_DIR=/var/www/nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não habilitei o DLNA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E consegui acessar o UPNP pelo aplicativo de DLNA no meu celular ;). Vídeos são sempre complicados, mas as imagens eu consegui acessar tranquilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O icecast me perguntou algumas coisas durante a própria instalação. Mantive as senhas padrão. Depois ainda mexi o nome na config:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/etc/icecast2/icecast.xml&lt;br /&gt;
    &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicionei à home do apache na nuboteca o link para a interface web do icecast:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca:8000/status.xsl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fiz um stream live com o idjc a partir da minha máquina para testar ao vivo com o pessoal. Funcionou ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==08/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Configurei mais algumas coisas na nuboteca: mexi mais com o icecast, instalei o mpd e o ampache (mas ainda não consegui fazer funcionar direito). O plano é subir um hotglue e acho que vou instalar um drupal+openlayers pra galera do silêncio. Copiei para o Desktop da nuboteca os arquivos recebidos pelo form via web e os dumps de sites que eu peguei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Travei na uaifai, por enquanto vamos fazer com outro roteador e deixar a máquina como cliente, daquele jeito…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalando o dd-wrt no outro roteador TP-LinkWR743ND. Liso. Ficou essid VemnuVemnu e IP 192.168.2.1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando à nuboteca. Vince está experimentando com sincronização de instalações do hotglue. Eu vou instalar um drupal para o pessoal da autonomia do silêncio, que quer um site local para trabalhar com mapas. Baixei o drupal7 e os módulos admin e openlayers.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==09/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copiando mais coisas para a Nuboteca: contribuições enviadas pelo form na web, algumas coisas do meu acervo pessoal, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos (ff, vince, isabel, javier, lula) uma reunião sobre a estrutura de organização das pastas do acervo. Isabel propôs outra estrutura de organização, baseada mais no conteúdo do que no formato dos arquivos. Falei sobre as limitações da metáfora de desktop, que supõe que cada arquivo só esteja em uma pasta de cada vez. Falamos sobre alguma maneira menos estruturada de organizar acervos. Por outro lado, pensando em sincronizar redes distribuídas como é o caso da realidade da rede Mocambos, é bom ter uma organização mais estruturada para facilitar as coisas. Sugeri que talvez tenhamos dois caminhos paralelos a trabalhar: um deles é pensar uma solução genérica para sincronização de redes, a outra é encontrar uma solução local para o acervo da Nuvem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo depois nos reunimos com os tutores para dar uma geral. Brazileiro acabara de voltar, então contei um pouco sobre o que fizemos nos últimos dias. Conversamos sobre o que já conseguimos fazer e possibilidades de desenvolvimento na sequência. Fiquei de documentar melhor o que fazer para uma máquina virar uma rede autônoma. Amanhã vou a Ubatuba levar as meninas, vou concentrar nisso e ver algumas referências (sistemas de gestão de documentos, e ver o projeto que ganhou o ars electronica que leslie sugeriu: tools for the next revolution). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando aos testes: o segundo roteador, com a rede VemnuVemnu, está funcionando. O Samsung (que agora não se chama mais uaifai, e sim tecanubo) pegou o IP por dhcp, mas não informou ao roteador seu hostname. Achei que mais eficaz do que entender por quê seria encontrar uma solução. Atribuí um IP fixo ao samsung (192.168.2.10) e vou mexer no dnsmasq do roteador para encaminhar tudo que for &amp;quot;tecanubo&amp;quot; pra lá.&lt;br /&gt;
Segui isso aqui: http://cybernetnews.com/local-internal-dns-ddwrt/. Aparentemente funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudei alguns detalhes na configuração do ngircd, servidor IRC da nuboteca. Só detalhes, em /etc/ngircd.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baixei o código do etherpad-lite (deixei em /media/nuboteca-ext4/ferramentas). Tentei rodar, mas antes preciso instalar algumas coisas. Vai ficar durante a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo apt-get install gzip git-core curl python libssl-dev pkg-config build-essential&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentaçao do etherpad aqui https://github.com/Pita/etherpad-lite/wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aa noite, reuniao geral. Ideias de conexao entre projetos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==12/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltei de Ubatuba. Fiz rodar o etherpad (ver documentação em [[RedesAutonomasServicosWeb]]). Demorou um pouco para baixar as dependências, e o script de inicialização como serviço não rolou. Mas está funcionando. Fiz testes com o asterisk na minha máquina. O servidor parece subir, mas não consegui me acertar com a configuração do sip: não consegui logar um usuário. Parece que rola instalar o asterisk direto no dd-wrt (http://www.dd-wrt.com/wiki/index.php/Asterisk e http://g300nh.blogspot.com.br/2010/06/asterisk-voip-server-on-dd-wrt.html). Vou também experimentar com outras soluções de voip.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==13/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criei um script temporário para rodar o etherpad ($etherpad-lite). Instalando o omeka, para ver se serve de alguma coisa. Instalei também o abiword. Acabei de importar um PDF para dentro do pad, rodou legal. Exportei depois para PDF também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando na minha máquina outras opções de voip. Instalei o kamailio, fork do openser. Mexendo nas configurações. Ele vem com um programinha para gerenciar, kmactl. O kamailio.cfg é confuso, tem um monte de esquemas de DB e coisas assim. Habilitei o uso do mysql no /etc/kamailio/kamctlrc, mas ele não populou o db. Procurando na web (paciência). Tutorial aqui: http://kb.asipto.com/kamailio:skype-like-service-in-less-than-one-hour. Depois de mexer nas configs, rodar o $sudo kamdbctrl create. Depois criei usuários, $sudo kmactl add usuario senha. Consegui logar no pidgin, mas não consegui fazer uma conexão entre usuários. Pelo kamailio.cfg que baixei do link, ele não roda. Vou instalar o rtpproxy antes de sair mexendo. Instalei, rodei e nada. Insisti mais um pouco, mas vou deixar para depois. Encontrei aqui um relato sobre usar o kamailio (para gerenciar registros) junto com o freeswitch: http://nil.uniza.sk/sip/kamailio-33-and-freeswitch-122-interconnection-voicemail-and-conference-services-debian-squeeze-60-64bit-tutorial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a insistir com o Siremis, interface web para gerenciamento do kamailio. As [http://siremis.asipto.com/install/ instruções] estão quase certas, exceto nas modificações necessárias à configuração do apache:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Alias /siremis/ &amp;quot;/var/www/siremis-x.y.z/siremis-web/&amp;quot;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;Directory &amp;quot;/var/www/siremis-x.y.z/siremis-web/&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
        Options Indexes FollowSymLinks MultiViews&lt;br /&gt;
        AllowOverride All&lt;br /&gt;
        Order allow,deny&lt;br /&gt;
        Allow from all&lt;br /&gt;
        RedirectMatch ^/siremis/$ /siremis/bin/&lt;br /&gt;
        &amp;lt;Files ~ &amp;quot;\.inc$&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
            Order allow,deny&lt;br /&gt;
            Deny from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;/Files&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;/Directory&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comigo ficou assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Alias /siremis/ &amp;quot;/var/www/siremis-3.0.3/siremis/&amp;quot;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;Directory &amp;quot;/var/www/siremis-3.0.3/siremis/&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
        Options Indexes FollowSymLinks MultiViews&lt;br /&gt;
        AllowOverride All&lt;br /&gt;
        Order allow,deny&lt;br /&gt;
        Allow from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;Files ~ &amp;quot;\.inc$&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
            Order allow,deny&lt;br /&gt;
            Deny from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;/Files&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;/Directory&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E consegui continuar com a instalação. $make prepare e $make chown, e o resto pelo browser.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasLogEfeefe</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasLogEfeefe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasLogEfeefe"/>
				<updated>2012-11-13T21:00:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Página principal]] &amp;gt; [[Redes Autônomas (Felipe Fonseca e Vincenzo Tozzi-Brasil)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 05/11/12 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passamos algumas horas hoje brincando com rasppi (não subiu wifi), com o laptop onde fica a nuboteca (que não subiu a rede em modo ap). Tem uma beagleboard também, mas acabei voltando para a casinha onde estamos ficando, e vou testar com o nc10. NC10 é um netbook da samsung comprado em 2009 e usado por quase dois anos. Deu problema no cooler e no teclado, e acabei trocando por outro. Mas ele aparentemente ainda pode dar um bom servidor, com a vantagem de ter uma bateria com duração razoável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abri o NC10 para instalar um dos cartões wifi mini pci que trouxe. Escolhi um atheros, que costuma ser mais bem suportado por várias distros. Por enquanto arranquei também o teclado, que não funciona bem. Estou com um teclado USB da Nuvem, deve dar conta. Voltei para meu computador, abri o unetbootin para criar um disco de boot. Tentei usar um cartão SDHC de 16G, mas o unetbootin não deixou. Deve ter seus motivos (mais tarde percebi que o cartão SD está com problemas). Acabei fazendo um pendrive de 2Gb com a imagem do debian-6.0.6-i386.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subindo o disco de boot. Optei pela instalação padrão. Configurei idioma e teclado. Configuração de rede, não preciso agora. Nome da máquina (uaifai), senha de root (lanovale), meu usuário e senha. Particionamento: assistido, usar o disco inteiro. Partição /home separada. Escrever as mudanças no disco. &lt;br /&gt;
No tasksel, optei por não instalar o ambiente gráfico, e escolhi servidor web, sql, ssh, laptop e utilitários standard de sistema. Grub? Sim. Reiniciando.&lt;br /&gt;
Sistema subiu. Mas testando com a wifi, não deixou setar modo master. Desliguei, tirei esse cartão (um atheros ar5bxb63). Tentei com outro (um mini pci express, ath ar5b95). Também nada. Terceira tentativa (e última à mão), um rtl 8187b. Nada. Beco sem saída?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentando com um zd1211, USB. &amp;quot;Unable to enumerate USB device on port 6&amp;quot;. Procurando na web, parece uam incompatibilidade de velocidade de interface USB. Gambiarra, solução meio capenga, aqui: http://www.geekdevs.com/2010/04/solved-unable-to-enumerate-usb-device-disabling-ehci_hcd/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consegui plugar, reconheceu como wlan3. E nada de modo master. Em último caso, amanhã tiro o pci da alix e instalo no samsung.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, copiando a imagem do debian (i386, DVD) para o cartão de memória. O plano é levar para o samsung, então montar como unidade em loop, copiar os debs do /pool para um diretório local e então montar um repositório, seguindo isso aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://odzangba.wordpress.com/2006/10/13/how-to-build-local-apt-repositories/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu pau na cópia (alguma merda no cartão de memória travou minha máquina, acho).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei um chinês buscando coisas parecidas:&lt;br /&gt;
http://old.nabble.com/zd1211B-for-AP-mode-td31868516.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dali, parece que o hostapd resolve o lance. A ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Configurei meu celular como roteador, criando uma rede sem encriptação. Acessei pelo nc10, iwconfig, fácil. Mexi na sources.list (adicionei deb http://ftp.debian.org/debian/ squeeze main). Update, install dnsmasq, hostapd e hostap-utils. Amanhã continuo, na Nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==06/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à Nuvem. Tentei subir a rede uaifai a partir do samsung nc10 usando as configurações do hostapd sacadas da alix. Não deu, reclamou que não podia setar o modo master. Agora vou tirar o wifi da alix e colocar no nc10. Vamos ver se funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hm, não deu. O cartão na alix é pci express, não minipci express como no laptop. Vou testar com a outra atheros (ainda menor, prendi com fita crepe).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não rolou. Depois fiz uma série de tentativas com as diferentes opções de wifi usb que temos disponíveis aqui. A R8188 deixa modo master, mas não é suportada pelo hostapd. A prism não funciona em modo ap. A outra, nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a pensar na atheros. Baixando o madwifi para refazer a interface como ap. A ver. Começar tentando do jeito mais fácil, adicionando contrib e non-free no sources.list. Não encontrou. Adicionando repositório backports. Update. Nada. Seguindo então as instruções do wiki do madwifi-project para compilar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não encontrou o source do madwifi. Baixei o 0.9.4-current. Compilou ok mas não encontrou o device. Tentando agora habilitar o modo ap no ath9k e recompilá-lo:&lt;br /&gt;
http://linuxwireless.org/en/users/Drivers/ath9k#Get_the_latest_ath9k_driver&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compilado ok, mas não reconheceu a placa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==07/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ontem ainda encontrei um patch que dizem resolver para habilitar o madwifi a funcionar com a placa atheros (mini). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://madwifi-project.org/ticket/2391&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É para uma revision específica do source. Subversion -r 4174. Deixei baixando durante a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aplicando o patch: na pasta madwifi, patch -p1 &amp;lt; patch&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# make&lt;br /&gt;
# make install.&lt;br /&gt;
# reboot&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ath0 rodou. Não deixou modo ap. Mandei a linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# wlanconfig ath0 destroy&lt;br /&gt;
# wlanconfig ath create wlandev wifi0 wlanmode ap&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pronto, modo ap funcionando!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brincando com o roteador TP-Link AR743ND. Baixando a versão do openwrt para ele:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://downloads.openwrt.org/snapshots/trunk/ar71xx/openwrt-ar71xx-generic-tl-wr743nd-v1-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Error code: 18005&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Upgrade unsuccessfully because the version of the upgraded file was incorrect. Please check the file name.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentar então por tftp.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saí para almoçar com as meninas. Enquanto isso, Vince encontrou uma imagem do dd-wrt para esse roteador e instalou. Ele já cria automaticamente alias de DNS com o hostname das máquinas que pedem DHCP. Depois de substituir o roteador antigo com esse rodando dd-wrt, todas as máquinas já podem acessar a nuboteca (e outras máquinas) pelo hostname de cada uma, sem precisar saber seu IP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhei mais um pouco no samsung nc10, o &amp;quot;uaifai&amp;quot;. Copiei as configurações de rede da alix. As mais importantes são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O script de inicialização da interface de rede (/etc/network/interfaces):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
auto ath0&lt;br /&gt;
        iface ath0 inet static&lt;br /&gt;
        address 12.34.56.78&lt;br /&gt;
        network 12.34.56.0&lt;br /&gt;
        netmask 255.255.255.0&lt;br /&gt;
        broadcast 12.34.56.255&lt;br /&gt;
        wireless-mode Master&lt;br /&gt;
        wireless-essid zasf&lt;br /&gt;
        up /usr/bin/hostapd /etc/hostapd/hostapd.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisei só mudar o caminho do hostapd para /usr/sbin/hostapd e o essid para uaifai)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do dnsmasq (/etc/dnsmasq.conf), contendo:&lt;br /&gt;
dhcp-range=12.34.56.80,12.34.56.254,3h&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A configuração do hostapd (/etc/hostapd/hostapd.conf), contendo:&lt;br /&gt;
 interface=ath0&lt;br /&gt;
 driver=madwifi&lt;br /&gt;
 ssid=zasf (que mudei para uaifai)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim da tarde, consegui fazer funcionar a rede uaifai com essas configurações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos uma &amp;quot;oficina&amp;quot;. Falei sobre os quatro esquemas que estamos experimentando (alix, roteador dd-wrt + máquina nuboteca, raspberry pi, samsung). Depois fui mostrar algumas possibilidades que já estão funcionando na alix (web com wiki e hotglue, servidor irc, etc.). Enquanto Vince demonstrava o git-annex, terminei de instalar algumas coisas adicionais na nuboteca: ngircd (servidor irc), ushare (servidor upnp/dlna) e icecast. Modifiquei nas configurações o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/etc/ushare.conf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USHARE_NAME=nuboteca&lt;br /&gt;
USHARE_IFACE=wlan0&lt;br /&gt;
USHARE_DIR=/var/www/nuboteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não habilitei o DLNA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E consegui acessar o UPNP pelo aplicativo de DLNA no meu celular ;). Vídeos são sempre complicados, mas as imagens eu consegui acessar tranquilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O icecast me perguntou algumas coisas durante a própria instalação. Mantive as senhas padrão. Depois ainda mexi o nome na config:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/etc/icecast2/icecast.xml&lt;br /&gt;
    &amp;lt;hostname&amp;gt;nuboteca&amp;lt;/hostname&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicionei à home do apache na nuboteca o link para a interface web do icecast:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://nuboteca:8000/status.xsl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fiz um stream live com o idjc a partir da minha máquina para testar ao vivo com o pessoal. Funcionou ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==08/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Configurei mais algumas coisas na nuboteca: mexi mais com o icecast, instalei o mpd e o ampache (mas ainda não consegui fazer funcionar direito). O plano é subir um hotglue e acho que vou instalar um drupal+openlayers pra galera do silêncio. Copiei para o Desktop da nuboteca os arquivos recebidos pelo form via web e os dumps de sites que eu peguei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Travei na uaifai, por enquanto vamos fazer com outro roteador e deixar a máquina como cliente, daquele jeito…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalando o dd-wrt no outro roteador TP-LinkWR743ND. Liso. Ficou essid VemnuVemnu e IP 192.168.2.1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando à nuboteca. Vince está experimentando com sincronização de instalações do hotglue. Eu vou instalar um drupal para o pessoal da autonomia do silêncio, que quer um site local para trabalhar com mapas. Baixei o drupal7 e os módulos admin e openlayers.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==09/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copiando mais coisas para a Nuboteca: contribuições enviadas pelo form na web, algumas coisas do meu acervo pessoal, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos (ff, vince, isabel, javier, lula) uma reunião sobre a estrutura de organização das pastas do acervo. Isabel propôs outra estrutura de organização, baseada mais no conteúdo do que no formato dos arquivos. Falei sobre as limitações da metáfora de desktop, que supõe que cada arquivo só esteja em uma pasta de cada vez. Falamos sobre alguma maneira menos estruturada de organizar acervos. Por outro lado, pensando em sincronizar redes distribuídas como é o caso da realidade da rede Mocambos, é bom ter uma organização mais estruturada para facilitar as coisas. Sugeri que talvez tenhamos dois caminhos paralelos a trabalhar: um deles é pensar uma solução genérica para sincronização de redes, a outra é encontrar uma solução local para o acervo da Nuvem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo depois nos reunimos com os tutores para dar uma geral. Brazileiro acabara de voltar, então contei um pouco sobre o que fizemos nos últimos dias. Conversamos sobre o que já conseguimos fazer e possibilidades de desenvolvimento na sequência. Fiquei de documentar melhor o que fazer para uma máquina virar uma rede autônoma. Amanhã vou a Ubatuba levar as meninas, vou concentrar nisso e ver algumas referências (sistemas de gestão de documentos, e ver o projeto que ganhou o ars electronica que leslie sugeriu: tools for the next revolution). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando aos testes: o segundo roteador, com a rede VemnuVemnu, está funcionando. O Samsung (que agora não se chama mais uaifai, e sim tecanubo) pegou o IP por dhcp, mas não informou ao roteador seu hostname. Achei que mais eficaz do que entender por quê seria encontrar uma solução. Atribuí um IP fixo ao samsung (192.168.2.10) e vou mexer no dnsmasq do roteador para encaminhar tudo que for &amp;quot;tecanubo&amp;quot; pra lá.&lt;br /&gt;
Segui isso aqui: http://cybernetnews.com/local-internal-dns-ddwrt/. Aparentemente funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudei alguns detalhes na configuração do ngircd, servidor IRC da nuboteca. Só detalhes, em /etc/ngircd.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baixei o código do etherpad-lite (deixei em /media/nuboteca-ext4/ferramentas). Tentei rodar, mas antes preciso instalar algumas coisas. Vai ficar durante a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 $sudo apt-get install gzip git-core curl python libssl-dev pkg-config build-essential&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentaçao do etherpad aqui https://github.com/Pita/etherpad-lite/wiki&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aa noite, reuniao geral. Ideias de conexao entre projetos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==12/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltei de Ubatuba. Fiz rodar o etherpad (ver documentação em [[RedesAutonomasServicosWeb]]). Demorou um pouco para baixar as dependências, e o script de inicialização como serviço não rolou. Mas está funcionando. Fiz testes com o asterisk na minha máquina. O servidor parece subir, mas não consegui me acertar com a configuração do sip: não consegui logar um usuário. Parece que rola instalar o asterisk direto no dd-wrt (http://www.dd-wrt.com/wiki/index.php/Asterisk e http://g300nh.blogspot.com.br/2010/06/asterisk-voip-server-on-dd-wrt.html). Vou também experimentar com outras soluções de voip.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==13/11/12==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criei um script temporário para rodar o etherpad ($etherpad-lite). Instalando o omeka, para ver se serve de alguma coisa. Instalei também o abiword. Acabei de importar um PDF para dentro do pad, rodou legal. Exportei depois para PDF também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando na minha máquina outras opções de voip. Instalei o kamailio, fork do openser. Mexendo nas configurações. Ele vem com um programinha para gerenciar, kmactl. O kamailio.cfg é confuso, tem um monte de esquemas de DB e coisas assim. Habilitei o uso do mysql no /etc/kamailio/kamctlrc, mas ele não populou o db. Procurando na web (paciência). Tutorial aqui: http://kb.asipto.com/kamailio:skype-like-service-in-less-than-one-hour. Depois de mexer nas configs, rodar o $sudo kamdbctrl create. Depois criei usuários, $sudo kmactl add usuario senha. Consegui logar no pidgin, mas não consegui fazer uma conexão entre usuários. Pelo kamailio.cfg que baixei do link, ele não roda. Vou instalar o rtpproxy antes de sair mexendo. Instalei, rodei e nada. Insisti mais um pouco, mas vou deixar para depois. Encontrei aqui um relato sobre usar o kamailio (para gerenciar registros) junto com o freeswitch: http://nil.uniza.sk/sip/kamailio-33-and-freeswitch-122-interconnection-voicemail-and-conference-services-debian-squeeze-60-64bit-tutorial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a insistir com o Siremis, interface web para gerenciamento do kamailio. As [http://siremis.asipto.com/install/ instruções] estão quase certas, exceto nas modificações necessárias à configuração do apache:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Alias /siremis/ &amp;quot;/var/www/siremis-x.y.z/siremis-web/&amp;quot;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;Directory &amp;quot;/var/www/siremis-x.y.z/siremis-web/&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
        Options Indexes FollowSymLinks MultiViews&lt;br /&gt;
        AllowOverride All&lt;br /&gt;
        Order allow,deny&lt;br /&gt;
        Allow from all&lt;br /&gt;
        RedirectMatch ^/siremis/$ /siremis/bin/&lt;br /&gt;
        &amp;lt;Files ~ &amp;quot;\.inc$&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
            Order allow,deny&lt;br /&gt;
            Deny from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;/Files&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;/Directory&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comigo ficou assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Alias /siremis/ &amp;quot;/var/www/siremis-3.0.3/siremis/&amp;quot;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;Directory &amp;quot;/var/www/siremis-3.0.3/siremis/&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
        Options Indexes FollowSymLinks MultiViews&lt;br /&gt;
        AllowOverride All&lt;br /&gt;
        Order allow,deny&lt;br /&gt;
        Allow from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;Files ~ &amp;quot;\.inc$&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
            Order allow,deny&lt;br /&gt;
            Deny from all&lt;br /&gt;
        &amp;lt;/Files&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;/Directory&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E consegui continuar com a instalação.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasServicosWeb</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb"/>
				<updated>2012-11-13T19:48:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Testes e experimentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Serviços instalados na nuboteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede NuvemNuvem, servidor &amp;quot;nuboteca&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor LAMP: apache + php5 + mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CMSs, por enquanto: [http://nuboteca/interactivos wiki interactivos], [http://nuboteca/interactivos hotglue silencios]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acervo da Nuvem disponível em http://nuboteca/nuboteca/.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando com Ricardo Brazileiro um protótipo de site com nodejs para listar e buscar nos arquivos do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO: maneiras simples para acessar o conteúdo. Pode ser útil isso: como criar webapps para android (inclui dicas de CSS para plataformas móveis: http://ofps.oreilly.com/titles/9781449383268/index.html )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===uPNP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor uPNP disponibilizando o conteúdo do HD externo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Git-annex. Repositório disponível para clonagem. Seguir as instruções [http://nuboteca/interactivos/index.php/Redes_Aut%C3%B4nomas_%28Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil%29#Copiando.2FClonando_um_repositorio aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===IRC===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor (ngircd) rodando. Clientes para linux, mac e windows disponíveis [http://nuboteca/nuboteca/ferramentas/irc_clientes/ aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Icecast===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stream de áudio (e vídeo também, em tese).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Documentação adicional do Icecast====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Icecast http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Icecast&amp;amp;highlight=icecast&lt;br /&gt;
IDJC http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&amp;amp;highlight=idjc&lt;br /&gt;
Darksnow e Darkice http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&amp;amp;bl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Etherpad===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Editor de texto colaborativo. Disponível em http://nuboteca:9001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisa ser chamado pelo terminal: $etherpad-lite)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Testes e experimentação===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 * MPD + Ampache. MPD instalado, mas não consegui acessar direito nem pelo Ampache (http://nuboteca/ampache/) e nem pelo gmpc.&lt;br /&gt;
 * Omeka, sistema de gerenciamento de acervos. Instalado, mas pareceu engessado demais. Está em http://nuboteca/sites/omeka/.&lt;br /&gt;
 * Servidores de voz sobre IP. Testes com asterisk (pouco ou nada), kaimilo, antigo openser (registro de usuários ok, ligação não). Tentando gerenciar o kaimilo com a GUI para web, Siremis. Nem rodou ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede VemnuVemnu, servidor &amp;quot;tecanubo&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pegou o hostname automaticamente, mas configurei um IP fixo para o servidor (192.168.2.10) e configurei o Dnsmasq do roteador para apontar para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso ao servidor: tecanubo (192.168.2.10), root//lanovale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
Apache, PHP5, Mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
Git-Annex&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasServicosWeb</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb"/>
				<updated>2012-11-13T19:47:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Testes e experimentação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Serviços instalados na nuboteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede NuvemNuvem, servidor &amp;quot;nuboteca&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor LAMP: apache + php5 + mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CMSs, por enquanto: [http://nuboteca/interactivos wiki interactivos], [http://nuboteca/interactivos hotglue silencios]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acervo da Nuvem disponível em http://nuboteca/nuboteca/.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando com Ricardo Brazileiro um protótipo de site com nodejs para listar e buscar nos arquivos do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO: maneiras simples para acessar o conteúdo. Pode ser útil isso: como criar webapps para android (inclui dicas de CSS para plataformas móveis: http://ofps.oreilly.com/titles/9781449383268/index.html )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===uPNP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor uPNP disponibilizando o conteúdo do HD externo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Git-annex. Repositório disponível para clonagem. Seguir as instruções [http://nuboteca/interactivos/index.php/Redes_Aut%C3%B4nomas_%28Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil%29#Copiando.2FClonando_um_repositorio aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===IRC===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor (ngircd) rodando. Clientes para linux, mac e windows disponíveis [http://nuboteca/nuboteca/ferramentas/irc_clientes/ aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Icecast===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stream de áudio (e vídeo também, em tese).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Documentação adicional do Icecast====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Icecast http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Icecast&amp;amp;highlight=icecast&lt;br /&gt;
IDJC http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&amp;amp;highlight=idjc&lt;br /&gt;
Darksnow e Darkice http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&amp;amp;bl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Etherpad===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Editor de texto colaborativo. Disponível em http://nuboteca:9001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisa ser chamado pelo terminal: $etherpad-lite)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Testes e experimentação===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-* MPD + Ampache. MPD instalado, mas não consegui acessar direito nem pelo Ampache (http://nuboteca/ampache/) e nem pelo gmpc.&lt;br /&gt;
-* Omeka, sistema de gerenciamento de acervos. Instalado, mas pareceu engessado demais. Está em http://nuboteca/sites/omeka/.&lt;br /&gt;
-* Servidores de voz sobre IP. Testes com asterisk (pouco ou nada), kaimilo, antigo openser (registro de usuários ok, ligação não). Tentando gerenciar o kaimilo com a GUI para web, Siremis. Nem rodou ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede VemnuVemnu, servidor &amp;quot;tecanubo&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pegou o hostname automaticamente, mas configurei um IP fixo para o servidor (192.168.2.10) e configurei o Dnsmasq do roteador para apontar para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso ao servidor: tecanubo (192.168.2.10), root//lanovale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
Apache, PHP5, Mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
Git-Annex&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasServicosWeb</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb"/>
				<updated>2012-11-13T19:46:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Serviços instalados na nuboteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede NuvemNuvem, servidor &amp;quot;nuboteca&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor LAMP: apache + php5 + mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CMSs, por enquanto: [http://nuboteca/interactivos wiki interactivos], [http://nuboteca/interactivos hotglue silencios]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acervo da Nuvem disponível em http://nuboteca/nuboteca/.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando com Ricardo Brazileiro um protótipo de site com nodejs para listar e buscar nos arquivos do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO: maneiras simples para acessar o conteúdo. Pode ser útil isso: como criar webapps para android (inclui dicas de CSS para plataformas móveis: http://ofps.oreilly.com/titles/9781449383268/index.html )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===uPNP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor uPNP disponibilizando o conteúdo do HD externo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Git-annex. Repositório disponível para clonagem. Seguir as instruções [http://nuboteca/interactivos/index.php/Redes_Aut%C3%B4nomas_%28Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil%29#Copiando.2FClonando_um_repositorio aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===IRC===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor (ngircd) rodando. Clientes para linux, mac e windows disponíveis [http://nuboteca/nuboteca/ferramentas/irc_clientes/ aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Icecast===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stream de áudio (e vídeo também, em tese).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Documentação adicional do Icecast====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Icecast http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Icecast&amp;amp;highlight=icecast&lt;br /&gt;
IDJC http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&amp;amp;highlight=idjc&lt;br /&gt;
Darksnow e Darkice http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&amp;amp;bl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Etherpad===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Editor de texto colaborativo. Disponível em http://nuboteca:9001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisa ser chamado pelo terminal: $etherpad-lite)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Testes e experimentação===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-* MPD + Ampache. MPD instalado, mas não consegui acessar direito nem pelo Ampache (http://nuboteca/ampache/) e nem pelo gmpc.&lt;br /&gt;
-* Omeka, sistema de gerenciamento de acervos. Instalado, mas pareceu engessado demais. Está em http://nuboteca/sites/omeka/.&lt;br /&gt;
-* Servidores de voz sobre IP. Testes com asterisk (pouco ou nada), kaimilo (registro de usuários ok, ligação não).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede VemnuVemnu, servidor &amp;quot;tecanubo&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pegou o hostname automaticamente, mas configurei um IP fixo para o servidor (192.168.2.10) e configurei o Dnsmasq do roteador para apontar para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso ao servidor: tecanubo (192.168.2.10), root//lanovale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
Apache, PHP5, Mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
Git-Annex&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/RedesAutonomasServicosWeb</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/RedesAutonomasServicosWeb"/>
				<updated>2012-11-13T19:25:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Serviços instalados na nuboteca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede NuvemNuvem, servidor &amp;quot;nuboteca&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor LAMP: apache + php5 + mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CMSs, por enquanto: [http://nuboteca/interactivos wiki interactivos], [http://nuboteca/interactivos hotglue silencios]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acervo da Nuvem disponível em http://nuboteca/nuboteca/.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudando com Ricardo Brazileiro um protótipo de site com nodejs para listar e buscar nos arquivos do acervo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO: maneiras simples para acessar o conteúdo. Pode ser útil isso: como criar webapps para android (inclui dicas de CSS para plataformas móveis: http://ofps.oreilly.com/titles/9781449383268/index.html )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===uPNP===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor uPNP disponibilizando o conteúdo do HD externo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Git-annex. Repositório disponível para clonagem. Seguir as instruções [http://nuboteca/interactivos/index.php/Redes_Aut%C3%B4nomas_%28Felipe_Fonseca_e_Vincenzo_Tozzi-Brasil%29#Copiando.2FClonando_um_repositorio aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===IRC===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servidor (ngircd) rodando. Clientes para linux, mac e windows disponíveis [http://nuboteca/nuboteca/ferramentas/irc_clientes/ aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Icecast===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stream de áudio (e vídeo também, em tese).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Documentação adicional do Icecast====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Icecast http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Icecast&amp;amp;highlight=icecast&lt;br /&gt;
IDJC http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=IDJC&amp;amp;highlight=idjc&lt;br /&gt;
Darksnow e Darkice http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Darksnow+e+Darkice%3A+Tutorial+de+uso&amp;amp;bl&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Etherpad===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Editor de texto colaborativo. Disponível em http://nuboteca:9001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(precisa ser chamado pelo terminal: $etherpad-lite)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rede VemnuVemnu, servidor &amp;quot;tecanubo&amp;quot;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pegou o hostname automaticamente, mas configurei um IP fixo para o servidor (192.168.2.10) e configurei o Dnsmasq do roteador para apontar para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso ao servidor: tecanubo (192.168.2.10), root//lanovale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Web===&lt;br /&gt;
Apache, PHP5, Mysql&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sync===&lt;br /&gt;
Git-Annex&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T03:03:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Copia do formulário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Titulo do projeto ===&lt;br /&gt;
:Baobáxia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Breve descrição (máx. 2000 palavras) ===&lt;br /&gt;
:O projeto Baobáxia trata da concepção, desenvolvimento e implementação de uma arquitetura distribuída, voltada para a integração de redes locais mesmo em localidades nas quais a conexão à internet seja instável, lenta ou intermitente. Parte-se da experiência acumulada pela Rede Mocambos, que trabalha com a integração de duzentas comunidades em todas as regiões do país através da apropriação de tecnologias, para identificar pontos críticos em que a precariedade do acesso à internet se torna um impeditivo para a efetiva comunicação entre essas comunidades. O projeto parte do pressuposto de que não basta usar tecnologias de informação já existentes - precisamos moldar o próprio desenvolvimento dessas tecnologias para que atendam às demandas da sociedade. E adota como princípio básico e metodologia de trabalho os fundamentos o software livre - tanto na gestão das equipes de trabalho quanto nas soluções tecnológicas que utilizará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em oito (8) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular, de acordo com os Objetivos do projeto: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidades Quilombola da Cordilheira do Espinhaço - Associação Projeto Presente, Santana do Riacho/MG&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Orçamento resumido === &lt;br /&gt;
Orçamento total do projeto de todas as fontes em USD&lt;br /&gt;
:34267 USD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montante total solicitado a FRIDA na moeda local&lt;br /&gt;
:30816 Reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montante total solicitado a FRIDA em USD&lt;br /&gt;
:15000 USD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Discriminação do orçamento principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Equipamento ==== &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Servidor local || 8 || 3000 Reais || 24000 Reais || 11682 USD &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Servidor (configuração para alta disponibilidade) || 1 || 6000 Reais || 6000 Reais || 2920 USD &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Pessoal ====&lt;br /&gt;
Salários da equipe do projeto caso trabalhem 50% do tempo ou mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Analista de sistema || 7 || 1800 Reais || 12600 Reais || 6133 USD &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Serviços profissionais ====&lt;br /&gt;
Equipe de projeto que trabalha menos de 50% do tempo: consultores, suporte técnico, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria em LDAP || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria git/git-annex || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria Django || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria Greenstone || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria para patrimoniamento || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Despesas de pesquisa ====&lt;br /&gt;
Oficinas de capacitação para os beneficiários do projeto, materiais, publicações, viagens locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Deslocamento e hospedagem || 16 || 600 Reais || 9600 Reais || 4673 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Viagens internacionais ====&lt;br /&gt;
Gastos relacionados com as viagens internacionais como hospedagem, passagens aéreas, solicitações de vistos, diárias, etc. Participação em conferências, apresentações, trabalhos de campo Participation in conferences, presentation, field trips&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Capacitação ====&lt;br /&gt;
Oficinas de capacitação para beneficiários do projeto, materiais, publicações, viagens locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Material impresso || 1 || 5000 Reais || 5000 Reais || 2433 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Serviços de apoio ====&lt;br /&gt;
Hospedagem de sites, transcrições, traduções, logística, facilitação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Serviços de hospedagem (Servidor virtual) || 2 || 1600 Reais || 3200 Reais || 1557 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Contribuição adicional comprometida por outras fontes ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Doador !! Montante e moeda da doação !! Duração do projeto !! Data de início&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE  || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE  || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA  || 3000 Reais|| 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidades Quilombola da Cordilheira do Espinhaço - Associação Projeto Presente, Santana do Riacho/MG || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Unicamp || 10000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Contribuição da organização que apresenta a proposta ===&lt;br /&gt;
Montante em moeda local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:8600 Reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valor estimado descrição dos bens /serviços&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Servidor Local, 3000 Reais&lt;br /&gt;
:Infraestrutura logística e de administração, 5600 Reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2,3 || 01/08/2012 || 20/08/2012 || Formalização da especificação dos requisitos || Sistematização da estrutura de dados dos usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 20/08/2012 || 05/08/2012 || Desenho da arvore das informações (DIT) do LDAP || Sistematização da estrutura de dados dos usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 20/08/2012 || 05/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 15/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 15/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 15/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 15/11/2012 || Desenvolvimento/customização de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 30/09/2012 || 4/10/2012 || &amp;quot;Sprint&amp;quot; para desenho da arquitetura e desenvolvimento inicial || Arquitetura validada e geração do código de base.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 30/09/2012 || 15/11/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 15/11/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || 15/11/2012 || 30/11/2012 || Instalação e estruturação do servidor e dos catalogos para patrimoniamento em plataforma Greenstone || Sistema para catálogos patrimoniados Greenstone.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3|| 21/10/2012 || 28/10/2012 || Desenvolvimento do script para sincronização de dados entre o acervo descentralizado e o catalogo Greenstone || Arquitetura validada e geração do código de base.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 18/11/2012 || 25/11/2012 || Pajelança Quilombólica com foco na nova infraestrutura de rede descentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega do protótipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 25/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 10/01/2013 || 13/01/2013 || &amp;quot;Sprint&amp;quot; para resolução de problemas e implementação de melhorias prioritárias || Arquitetura validada e geração do código de base.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2,3 || 14/01/2013 || 27/01/2013 || Publicação e divulgação do sistema e da documentação || Sistema e documentação disponibilizado para humanidade.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Realização de pelo menos dois ''sprints'' de desenvolvimento&lt;br /&gt;
# Processo de desenvolvimento tecnológico distribuído&lt;br /&gt;
# Pacote de software e documentação, disponibilizado em repositório Git e em página da internet exclusiva para esse fim (no wiki Mocambos)&lt;br /&gt;
# Avaliação e balizamento a partir da implementação da solução tecnológica em sete comunidades-piloto&lt;br /&gt;
# Página na internet com espelho do catálogo central e acesso ao catálogo patrimoniado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
# Relatório de cada ''sprint'' com número de participantes, memória, decisões tomadas e avanços alcançados&lt;br /&gt;
# Relatórios trimestrais do estado corrente e aproximação do plano de desenvolvimento, elaborado a partir da documentação processual&lt;br /&gt;
# Disponibilização de software e documentação&lt;br /&gt;
# Número de participantes do processo de implementação, relatório de cada implementação&lt;br /&gt;
# Disponibilização de página e catálogo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o GESAC e com o programa Telecentros.BR sendo responsável pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia duzentas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Responsável Técnico: &lt;br /&gt;
==== Vincenzo Tozzi ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduado em Ciência da Computação na Universidade de Florença na Itália. Coordena o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experiências profissionais:&lt;br /&gt;
* Analista de sistema na Diretoria de Tecnologia da Presidência da Republica.&lt;br /&gt;
* Coordenador da Equipe de Apoio Tecnológico do programa GESAC do Ministério das Comunicações.&lt;br /&gt;
* Integrante do GT de Migração para Software Livre do Governo Federal. &lt;br /&gt;
* Consultor para diferentes projetos de inovação e uso das TICs em Itália, Moçambique e Sudão do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na equipe:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Felipe Fonseca ====&lt;br /&gt;
Mestrando em Divulgação Científica no Labjor/UNICAMP, pesquisando Laboratórios em Rede.&lt;br /&gt;
Co-fundador da rede MetaReciclagem e dos projetos Ubalab, LixoEletrônico.org e outros. Integrante do conselho editorial da revista A Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Tel Amiel ====&lt;br /&gt;
Completou doutorado em Tecnologia Educacional na &lt;br /&gt;
University of Georgia (2006) e pós doutorado na &lt;br /&gt;
FE/UNICAMP (LANTEC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É co-coordenador de projetos de intercâmbio bi-nacionais &lt;br /&gt;
focados em tecnologia, educação e cultura (CAPES/FIPSE) &lt;br /&gt;
e colaborador da Catedra UNESCO de Multilinguismo e &lt;br /&gt;
Produção de Conteúdo no Mundo Digital (UNICAMP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como foco de pesquisa a fluência tecnológica (FAPESP) &lt;br /&gt;
e sua relação com o ciclo de produção de recursos &lt;br /&gt;
educacionais abertos (REA) e a educação aberta (EA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Claudia Wanderley ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadora na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Autora e coordenadora do projeto &amp;quot; Cátedra Unesco Multilinguismo e produção de conteúdo em português no Mundo Digital&amp;quot;, (Multimundi), que propõe articular 11 países de língua portuguesa no espaço digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Joey Hess ====&lt;br /&gt;
Desenvolvedor Debian e autor do software git-annex.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-15T01:49:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Equipe Técnica */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em oito (8) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular, de acordo com os Objetivos do projeto: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidades Quilombola da Cordilheira do Espinhaço - Associação Projeto Presente, Santana do Riacho/MG&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Orçamento resumido === &lt;br /&gt;
Orçamento total do projeto de todas as fontes em USD&lt;br /&gt;
:34267 USD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montante total solicitado a FRIDA na moeda local&lt;br /&gt;
:30816 Reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montante total solicitado a FRIDA em USD&lt;br /&gt;
:15000 USD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Discriminação do orçamento principal ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Equipamento ==== &lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Servidor local || 8 || 3000 Reais || 24000 Reais || 11682 USD &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Servidor (configuração para alta disponibilidade) || 1 || 6000 Reais || 6000 Reais || 2920 USD &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Pessoal ====&lt;br /&gt;
Salários da equipe do projeto caso trabalhem 50% do tempo ou mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Analista de sistema || 7 || 1800 Reais || 12600 Reais || 6133 USD &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Serviços profissionais ====&lt;br /&gt;
Equipe de projeto que trabalha menos de 50% do tempo: consultores, suporte técnico, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria em LDAP || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria git/git-annex || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria Django || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria Greenstone || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Consultoria para patrimoniamento || 1 || 2000 Reais || 2000 Reais || 974 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Despesas de pesquisa ====&lt;br /&gt;
Oficinas de capacitação para os beneficiários do projeto, materiais, publicações, viagens locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Deslocamento e hospedagem || 16 || 600 Reais || 9600 Reais || 4673 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Viagens internacionais ====&lt;br /&gt;
Gastos relacionados com as viagens internacionais como hospedagem, passagens aéreas, solicitações de vistos, diárias, etc. Participação em conferências, apresentações, trabalhos de campo Participation in conferences, presentation, field trips&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Capacitação ====&lt;br /&gt;
Oficinas de capacitação para beneficiários do projeto, materiais, publicações, viagens locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Material impresso || 1 || 5000 Reais || 5000 Reais || 2433 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Serviços de apoio ====&lt;br /&gt;
Hospedagem de sites, transcrições, traduções, logística, facilitação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Descrição !! Qtd !! Custo unitário !! Montante em moeda local !! Montante em USD&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Serviços de hospedagem (Servidor virtual) || 2 || 1600 Reais || 3200 Reais || 1557 USD&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Contribuição adicional comprometida por outras fontes ===&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Doador !! Montante e moeda da doação !! Duração do projeto !! Data de início&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE  || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE  || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA  || 3000 Reais|| 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Comunidades Quilombola da Cordilheira do Espinhaço - Associação Projeto Presente, Santana do Riacho/MG || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS || 3000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Unicamp || 10000 Reais || 12 meses || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Contribuição da organização que apresenta a proposta ===&lt;br /&gt;
Montante em moeda local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:8600 Reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valor estimado descrição dos bens /serviços&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Servidor Local, 3000 Reais&lt;br /&gt;
:Infraestrutura logística e de administração, 5600 Reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2,3 || 01/08/2012 || 20/08/2012 || Formalização da especificação dos requisitos || Sistematização da estrutura de dados dos usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 20/08/2012 || 05/08/2012 || Desenho da arvore das informações (DIT) do LDAP || Sistematização da estrutura de dados dos usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 20/08/2012 || 05/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 15/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 15/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 15/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 15/11/2012 || Desenvolvimento/customização de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 30/09/2012 || 4/10/2012 || &amp;quot;Sprint&amp;quot; para desenho da arquitetura e desenvolvimento inicial || Arquitetura validada e geração do código de base.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 30/09/2012 || 15/11/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 15/11/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || 15/11/2012 || 30/11/2012 || Instalação e estruturação do servidor e dos catalogos para patrimoniamento em plataforma Greenstone || Sistema para catálogos patrimoniados Greenstone.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3|| 21/10/2012 || 28/10/2012 || Desenvolvimento do script para sincronização de dados entre o acervo descentralizado e o catalogo Greenstone || Arquitetura validada e geração do código de base.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 18/11/2012 || 25/11/2012 || Pajelança Quilombólica com foco na nova infraestrutura de rede descentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega do protótipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 25/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 10/01/2013 || 13/01/2013 || &amp;quot;Sprint&amp;quot; para resolução de problemas e implementação de melhorias prioritárias || Arquitetura validada e geração do código de base.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2,3 || 14/01/2013 || 27/01/2013 || Publicação e divulgação do sistema e da documentação || Sistema e documentação disponibilizado para humanidade.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Realização de pelo menos dois ''sprints'' de desenvolvimento&lt;br /&gt;
# Processo de desenvolvimento tecnológico distribuído&lt;br /&gt;
# Pacote de software e documentação, disponibilizado em repositório Git e em página da internet exclusiva para esse fim (no wiki Mocambos)&lt;br /&gt;
# Avaliação e balizamento a partir da implementação da solução tecnológica em sete comunidades-piloto&lt;br /&gt;
# Página na internet com espelho do catálogo central e acesso ao catálogo patrimoniado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
# Relatório de cada ''sprint'' com número de participantes, memória, decisões tomadas e avanços alcançados&lt;br /&gt;
# Relatórios trimestrais do estado corrente e aproximação do plano de desenvolvimento, elaborado a partir da documentação processual&lt;br /&gt;
# Disponibilização de software e documentação&lt;br /&gt;
# Número de participantes do processo de implementação, relatório de cada implementação&lt;br /&gt;
# Disponibilização de página e catálogo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o GESAC e com o programa Telecentros.BR sendo responsável pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia duzentas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Responsável Técnico: Vince. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na equipe:&lt;br /&gt;
'''Felipe Fonseca'''&lt;br /&gt;
Mestrando em Divulgação Científica no Labjor/Unicamp, pesquisando Laboratórios em Rede.&lt;br /&gt;
Co-fundador da rede MetaReciclagem e dos projetos Ubalab, LixoEletrônico.org e outros. Integrante do conselho editorial da revista A Rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tel Amiel'''&lt;br /&gt;
Completou doutorado em Tecnologia Educacional na &lt;br /&gt;
University of Georgia (2006) e pós doutorado na &lt;br /&gt;
FE/UNICAMP (LANTEC). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É co-coordenador de projetos de intercâmbio bi-nacionais &lt;br /&gt;
focados em tecnologia, educação e cultura (CAPES/FIPSE) &lt;br /&gt;
e colaborador da Catedra UNESCO de Multilinguismo e &lt;br /&gt;
Produção de Conteúdo no Mundo Digital (UNICAMP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como foco de pesquisa a fluência tecnológica (FAPESP) &lt;br /&gt;
e sua relação com o ciclo de produção de recursos &lt;br /&gt;
educacionais abertos (REA) e a educação aberta (EA).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:57:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Equipe Técnica */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular, de acordo com os Objetivos do projeto: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Realização de pelo menos dois ''sprints'' de desenvolvimento&lt;br /&gt;
# Processo de desenvolvimento tecnológico distribuído&lt;br /&gt;
# Pacote de software e documentação, disponibilizado em repositório Git e em página da internet exclusiva para esse fim (no wiki Mocambos)&lt;br /&gt;
# Avaliação e balizamento a partir da implementação da solução tecnológica em sete comunidades-piloto&lt;br /&gt;
# Página na internet com espelho do catálogo central e acesso ao catálogo patrimoniado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
# Relatório de cada ''sprint'' com número de participantes, memória, decisões tomadas e avanços alcançados&lt;br /&gt;
# Relatórios trimestrais do estado corrente e aproximação do plano de desenvolvimento, elaborado a partir da documentação processual&lt;br /&gt;
# Disponibilização de software e documentação&lt;br /&gt;
# Número de participantes do processo de implementação, relatório de cada implementação&lt;br /&gt;
# Disponibilização de página e catálogo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Responsável Técnico: Vince. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na equipe:&lt;br /&gt;
* Felipe Fonseca, mestrando, criador da rede MetaReciclagem, do projeto Ubalab e outros.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:56:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Indicadores de Resultados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular, de acordo com os Objetivos do projeto: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Realização de pelo menos dois ''sprints'' de desenvolvimento&lt;br /&gt;
# Processo de desenvolvimento tecnológico distribuído&lt;br /&gt;
# Pacote de software e documentação, disponibilizado em repositório Git e em página da internet exclusiva para esse fim (no wiki Mocambos)&lt;br /&gt;
# Avaliação e balizamento a partir da implementação da solução tecnológica em sete comunidades-piloto&lt;br /&gt;
# Página na internet com espelho do catálogo central e acesso ao catálogo patrimoniado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
# Relatório de cada ''sprint'' com número de participantes, memória, decisões tomadas e avanços alcançados&lt;br /&gt;
# Relatórios trimestrais do estado corrente e aproximação do plano de desenvolvimento, elaborado a partir da documentação processual&lt;br /&gt;
# Disponibilização de software e documentação&lt;br /&gt;
# Número de participantes do processo de implementação, relatório de cada implementação&lt;br /&gt;
# Disponibilização de página e catálogo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:50:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Resultados Esperados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular, de acordo com os Objetivos do projeto: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Realização de pelo menos dois ''sprints'' de desenvolvimento&lt;br /&gt;
# Processo de desenvolvimento tecnológico distribuído&lt;br /&gt;
# Pacote de software e documentação, disponibilizado em repositório Git e em página da internet exclusiva para esse fim (no wiki Mocambos)&lt;br /&gt;
# Avaliação e balizamento a partir da implementação da solução tecnológica em sete comunidades-piloto&lt;br /&gt;
# Página na internet com espelho do catálogo central e acesso ao catálogo patrimoniado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:45:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Monitoramento do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular, de acordo com os Objetivos do projeto: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:44:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Sustentabilidade do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular: &lt;br /&gt;
:* Recorte 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Recorte 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Recorte 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é uma iniciativa em andamento, articulada dentre diversas organizações em diferentes localidades. Seus Núcleos de trabalho têm diferentes estratégias de sustentabilidade, já em implementação. O presente pedido de apoio tem por objetivo criar as condições para investir no desenvolvimento de um tipo de solução tecnológica que a pressão das demandas cotidianas sempre tende a adiar: alternativas tecnológicas escaláveis, autônomas e que façam frente à instabilidade estrutural do acesso à internet por comunidades periféricas. Não estamos tratando de inventar alternativas tecnológicas que criem mais dependência. Muito pelo contrário: a busca aqui é pela autonomia tecnológica, criando tecnologias que se sustentarão no próprio uso pelas diferentes comunidades.&lt;br /&gt;
:Em termos práticos, o Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo provê de maneira autônoma a gestão local, garantindo acesso público aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem máquinas para acesso (10 computadores), conexão internet por satélite e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotora da Rede Mocambos, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residências de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombólicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo descentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catálogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:35:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Monitoramento do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pela metodologia de desenvolvimento adotada e suas ferramentas de comunicação. Em particular: &lt;br /&gt;
:* Recorte 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantém todas as mudanças efetuadas no código e seus autores;&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantém todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições;&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP.&lt;br /&gt;
:* Recorte 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo têm registro de log completo por serem armazenados em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Recorte 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catálogo Greenstone;&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:33:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Entregables del proyecto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* 1. um conjunto integrado de software, em licenças livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada. Em detalhes:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo;&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos;&lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e réplica;&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado;&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo descentralizado em catálogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone;&lt;br /&gt;
:* 2. um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidades;&lt;br /&gt;
:* 3. um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo descentralizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo descentralizado e o catálogo abrigarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:29:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Tecnologias a serem utilizadas neste projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas como: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede;&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualização dos conteúdos;&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e descentralizada;&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, backup e agendamento das operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio;&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização;&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e espelhamento dos dados;&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimídia dos acervos;&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades;&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos;&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:28:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Metodologia do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
:Em pelo menos dois momentos serão realizados ''sprints'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:27:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Metodologia do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD (Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital da Rede Mocambos), em sinergia com os demais Núcleos (de Produção de Conteúdos e de Formação Continuada). À equipe fixa de desenvolvedores se somará a participação de colaboradores, especialistas em diferentes áreas. Sob a coordenação do NPDD,, o desenvolvimento se dará de forma distribuída, utilizando-se ferramentas colaborativas via internet como git, wiki e irc. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação contínua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
Em pelo menos dois momentos serão realizados''sprint'' de desenvolvimento - encontros imersivos de trabalho, com duração de três dias. O primeiro se dará no início do desenvolvimento, focado em explorar demandas de design, arquitetura e programação, para então orientar os esforços posteriores, que se darão de forma distribuída. O segundo ''sprint'', realizado alguns meses depois do efetivo início do desenvolvimento, terá por objetivo avaliar os caminhos tomados pela equipe, aprofundar as estratégias de desenvolvimento que funcionaram e corrigir o que for necessário. Se possível, ainda haverá um ''sprint'' ao fim do processo para aparar arestas de código e documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:16:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Inovação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando uma conexão importante entre o desenvolvimento tecnológico e as demandas da sociedade. Isso em si já é profundamente inovador, em contraste com a maneira como as tecnologias são geralmente desenvolvidas - de cima para baixo e focadas na exploração de propriedade intelectual com objetivo meramente financeiro. E além da inovação estrutural, o projeto também se concentra em inovação tecnológica propriamente dita: o desenvolvimento de soluções técnicas para demandas presentes em boa parte do país e do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T04:12:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Copia do formulário */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída, totalmente baseada em tecnologias livres e abertas, para integrar ''redes autônomas federadas eventualmente conectadas''. O projeto se baseia na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando a ligação entre a inovação tecnológica e as demandas da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma arquitetura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos, que se configure como uma base sólida para a otimização do uso da infraestrutura disponível, oferecendo simultaneamente serviços locais e acesso à internet;&lt;br /&gt;
:*Criar um acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais, descentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta;&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catálogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas comunidades (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o público na internet com licenças abertas. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e à UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos está disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T03:57:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Antecedentes e justificativa do projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante da estratégia tecnológica da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída que integre redes autônomas federadas, eventualmente conectadas. O projeto está baseado na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando a ligação entre a inovação tecnológica e as demandas da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma infraestrutura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos que seja uma base solida para um real aproveitamento e desenvolvimento das novas ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:*Criar uma acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais decentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta.&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catalogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o publico com licenças abertas na Internet. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e a UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos é disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T03:31:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Innovação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante de amplo projeto da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída que integre redes autônomas federadas, eventualmente conectadas. O projeto está baseado na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ao longo da última década, experiências como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos disseminaram o uso crítico das tecnologias digitais, introduzindo o uso das TICs a segmentos antes excluídos da sociedade. O projeto propõe avançar essa construção, interligando experiências que de certa forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a demanda por infraestruturas de rede inteligentes que potencializem o âmbito local, abrigando sua riqueza criativa e peculiar, além de superar limites técnicos como a lentidão e instabilidade da conexão à internet em diferentes localidades. Fazendo uso de tecnologias abertas e livres, investindo em um esforço de integração delas e de desenvolvimento do que elas ainda não resolvem, estamos proporcionando a ligação entre a inovação tecnológica e as demandas da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma infraestrutura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos que seja uma base solida para um real aproveitamento e desenvolvimento das novas ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:*Criar uma acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais decentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta.&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catalogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o publico com licenças abertas na Internet. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e a UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos é disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
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				<updated>2012-06-14T03:18:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Motivação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante de amplo projeto da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída que integre redes autônomas federadas, eventualmente conectadas. O projeto está baseado na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O grupo heterogêneo que propõe o presente projeto acredita que, em vez de as pessoas adaptarem-se a um suposto uso dominante das tecnologias, são as tecnologias que devem se adaptar ao que as pessoas necessitam. Entendemos que um aspecto fundamental das tecnologias livres é precisamente sua maleabilidade e adaptabilidade a diferentes contextos. Na última década, o Brasil ganhou relevância internacional no que se refere ao uso de software livre, mas ainda temos um imenso potencial inexplorado no efetivo desenvolvimento de soluções tecnológicas livres que reflitam e articulem as condições reais de infraestrutura nas comunidades do Brasil. Frequentemente, as pessoas que desenvolvem políticas públicas de inclusão digital estão limitadas a uma bolha de infraestrutura de primeiro mundo - acostumadas que estão a sempre ter cobertura da operadora de telefonia móvel, ou então uma dúzia de redes sem fio por perto. Em sentido inverso, a Rede Mocambos vem se desenvolvendo no em diálogo entre realidades nas quais o acesso à rede é frequentemente instável. Assim, o que nos leva a buscar soluções para redes eventualmente conectadas é a conjunção entre a experiência direta das pontas e a certeza de que a inovação baseada em tecnologias livres é possível, sustentável e pode servir de exemplo para tantas outras redes do Brasil e do mundo que enfrentam problemas de comunicação semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(Era):''' Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Innovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Ao longo de quase dez anos, experiencias como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos, disseminaram o uso critico das tecnologias digitais e conseguiram formar segmentos antes excluídos da sociedade no uso das TICs. O projeto propõe dar um passo em frente para interligar essas experiencias que de alguma forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a necessidades de criar uma infraestrutura de rede local inteligente que abrigue a riqueza criativa e peculiar dessas realidades e que supere limites técnicos quais a escassez de banda normalmente disponível. Consideramos esse passo fundamental para participar ativamente no desenvolvimento tecnológico e para um real aproveitamento desses conhecimentos. Até hoje não houve tentativas significativas para o desenvolvimento de tecnologias infraestruturais que reflitam as necessidades desses segmentos da sociedade civil. Criar uma infraestrutura de rede logico/física que abrigue e conecte de maneira eficaz as comunidades interligadas a Rede Mocambos tem um forte potencial inovador não somente para a Rede mas também para os diferentes projetos da sociedade civil que surgiram em todo o Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma infraestrutura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos que seja uma base solida para um real aproveitamento e desenvolvimento das novas ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:*Criar uma acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais decentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta.&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catalogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o publico com licenças abertas na Internet. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e a UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos é disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-14T02:29:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: /* Antecedentes e justificativa do projeto */  - alguns ajustes - efeefe&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte integrante de amplo projeto da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas, além de grupos de ativistas e pesquisadores que usam a internet como meio de engajamento e articulação. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, em suas múltiplas dimensões; a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando a valorização da tradição como instrumento de inserção para fazer um mundo contemporâneo com mais espaço para a diversidade; a crítica prática e concreta à sociedade consumista e individualista, criando alternativas sustentáveis; além da onipresente condição de precariedade de infraestruturas de comunicação. Muitas das comunidades envolvidas estão em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações, geralmente orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos frequentemente se vê à frente de péssimas condições de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de maneira intermitente. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída que integre redes autônomas federadas, eventualmente conectadas. O projeto está baseado na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade, mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo ''espelhos'' locais de conteúdo e software, adaptando a construção tecnológica às demandas e condições locais. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos, nos âmbitos tecnológico, conceitual e de experiência de uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:'''(ERA)''' O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Innovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Ao longo de quase dez anos, experiencias como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos, disseminaram o uso critico das tecnologias digitais e conseguiram formar segmentos antes excluídos da sociedade no uso das TICs. O projeto propõe dar um passo em frente para interligar essas experiencias que de alguma forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a necessidades de criar uma infraestrutura de rede local inteligente que abrigue a riqueza criativa e peculiar dessas realidades e que supere limites técnicos quais a escassez de banda normalmente disponível. Consideramos esse passo fundamental para participar ativamente no desenvolvimento tecnológico e para um real aproveitamento desses conhecimentos. Até hoje não houve tentativas significativas para o desenvolvimento de tecnologias infraestruturais que reflitam as necessidades desses segmentos da sociedade civil. Criar uma infraestrutura de rede logico/física que abrigue e conecte de maneira eficaz as comunidades interligadas a Rede Mocambos tem um forte potencial inovador não somente para a Rede mas também para os diferentes projetos da sociedade civil que surgiram em todo o Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma infraestrutura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos que seja uma base solida para um real aproveitamento e desenvolvimento das novas ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:*Criar uma acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais decentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta.&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catalogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o publico com licenças abertas na Internet. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e a UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos é disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr /&amp;gt;&lt;br /&gt;
=== CAMPOS QUE DEVE TER NA OUTRA TELA ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Objetivo !! Data de inicio !! Data de fim !! Atividade !! Suposto/Resultado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de um servidor LDAP primário (producer) || Sistema para autenticar usuários da Rede Mocambos na Internet&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Desenvolvimento de script para automação da instalação de servidores LDAP secundários (consumer) || Sistema para autenticar usuários localmente nas comunidades da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre Django e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado para aplicações web na internet e locais com o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 01/09/2012 || 30/09/2012 || Teste e documentação da autenticação entre XMPP e LDAP.  || Sistema de autenticação integrado entre aplicações locais e o sistema de login da Rede Mocambos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1 || 30/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento de solução para gerir as contas do LDAP. || Sistema para gerenciar as contas dos usuários da Rede Mocambos&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os objetos textuais e audiovisuais do acervo. || Sistema para publicação de conteúdos textuais e audiovisuais no acervo decentralizado.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 2 || 01/09/2012 || 21/10/2012 || Desenvolvimento da aplicação Django para modelar os repositórios git-annex || Sistema para armazenamento, difusão e sincronização dos conteúdos.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 21/10/2012 || 28/10/2012 || Pajelança Quilombolica com foco na nova infraestrutura de rede decentralizada durante o IV Encontro Nacional da Rede Mocambos. || Capacitação e troca de experiencias sobre o sistema desenvolvido. Entrega de prototipo para os primeiros NFCs.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 1,2 || 28/10/2012 || 31/12/2012 || Acompanhamento e assistência aos NFCs. Revolver eventuais erros do sistemas. || Avaliação e melhoramento do sistema. &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Objetivo 3 || Exemplo || Exemplo || Exemplo || Exemplo&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas, São Paulo, possui ampla experiência acumulada ao longo de mais de vinte anos de divulgação e preservação da cultura de matriz africana, recebendo a Ordem ao Merito Cultural em 2006. A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Atualmente a Casa tem dois acordos assinados com os Governo Federal, com o programa Telecentros.BR responsavel pela Rede Mocambos da proposta 325 que beneficia XXX comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012</id>
		<title>NPDD/Baobáxia/Frida 2012</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.mocambos.net/index.php/NPDD/Baob%C3%A1xia/Frida_2012"/>
				<updated>2012-06-12T03:50:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;FelipeFonseca: efeefe mexendo nos antecedentes e justificativa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Subsídios FRIDA 2012=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa FRIDA oferece apoio financeiro a projetos sob a modalidade de “small grants”. Isso significa que cada projeto poderá contar com recursos limitados para complementar o financiamento de outras fontes; de caráter não reembolsável (não se deve devolver nem se deve pagar interesses por eles); sua contribuição é realizada mediante chamados competitivos, a partir de convocações públicas abertas; a seleção dos projetos surge de um processo da avaliação em que são escolhidas as melhor avaliadas; e sua gestão e flexível, não implicando grandes mecanismos burocráticos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O montante designado para esses projetos não poderá ser superior a US$ 15.000 e deverão ser executados no prazo máximo de 12 meses.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As propostas deverão:&lt;br /&gt;
* Provir de organizações sem fins lucrativos legalmente constituídas, sejam do âmbito público ou privado;&lt;br /&gt;
* Ser apresentadas por organizações cuja sede e atividade principal estejam em países da América Latina ou do Caribe.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas selecionadas deverão tratar de alguma das seguintes questões:&lt;br /&gt;
* Esforços por melhorar, ampliar e promover o desenvolvimento de padrões para a Internet. &lt;br /&gt;
* Conseqüências políticas, econômicas e sociais das leis antipirataria. &lt;br /&gt;
* Implementação de estratégias para o desenvolvimento de uma estrutura da Internet, capacidades humanas e habilidades confiáveis e eficientes.&lt;br /&gt;
* Aceleração do acesso e benefícios sociais da Internet nas comunidades vulneráveis e pouco atendidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Prazos e etapas do processo de Postulação==&lt;br /&gt;
O prazo para apresentação das propostas finaliza no dia 15 de junho de 2012 às 20:00h.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após a data final para postulações, as mesmas seguem um processo de análise exaustivo que inclui a revisão dos aspectos formais (pertinência da informação em relação com os objetivos do FRIDA) e uma análise científica, onde é considerada a qualidade da pesquisa proposta, seus antecedentes, originalidade, etc. Os projetos que apresentem informação faltante ou que não estiverem no marco das bases do chamado não serão considerados no processo da avaliação técnica. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aquelas propostas selecionadas serão notificadas a partir de 17 de agosto de 2012, devendo assinar um contrato que estabelecerá as condições de relacionamento entre o FRIDA e as organizações responsáveis pela execução do projeto, assim como aspectos relativos ao acompanhamento técnico e financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proposta: Informações imprescindíveis==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e Justificação ===&lt;br /&gt;
A proposta deve definir claramente o problema que dá origem ao projeto e sua relevância. Lembre-se que o mesmo deverá ser solucionado durante a execução do projeto. Indique também os antecedentes mais relevantes à pesquisa que se propõe. Fundamente brevemente por que o programa FRIDA deveria apoiar a execução de sua proposta, assinale, especialmente, seu caráter inovador e os impactos esperados como conseqüência da execução do projeto na região, na comunidade, e nas organizações envolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivo Geral e Específicos===&lt;br /&gt;
Defina claramente o propósito do objetivo geral do projeto (que atende ao problema principal diagnosticado) e os objetivos específicos que atendem aspetos parciais do problema, os que em conjunto vão permitir dar cumprimento ao objetivo principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Descreva claramente os grupos que serão beneficiados direta e indiretamente pelos  resultados alcançados pelo projeto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Estratégia e Metodologia de Pesquisa===&lt;br /&gt;
A proposta deve descrever o conjunto de ações necessárias a serem realizadas, bem como as metodologias escolhidas para alcançar o objetivo proposto. Fundamente sua eleição e compare com outras possíveis alternativas.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Cronograma de Atividades===&lt;br /&gt;
Descreva clara e cronologicamente as atividades relevantes para cada objetivo, indicando as datas de início e término previstas e os supostos relevantes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Resultados Esperados===&lt;br /&gt;
Indique os produtos concretos que serão gerados pelo projeto, tanto intermediários quanto finais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Indicadores de Resultados===&lt;br /&gt;
Deverá existir ao menos um indicador verificável por cada resultado esperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Supostos relevantes===&lt;br /&gt;
Inclua os supostos relevantes que possam condicionar o sucesso do projeto e os riscos considerados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organização Proponente===&lt;br /&gt;
Detalhe as informações relevantes da organização que apresenta o projeto e que será a responsável por sua execução: nomes da pessoa responsável, dados para contato e os antecedentes da mesma para conduzir com sucesso um projeto como o proposto. Lembre-se que a Organização proponente será legalmente responsável pela gestão do projeto e dos fundos aportados pelo FRIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Equipe Técnica===&lt;br /&gt;
Indique os nomes, formação acadêmica e experiência relevante daqueles que tenham participação na execução do Projeto, principalmente da pessoa que será o Responsável Técnico - Administrativo da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Seguimento e Avaliação===&lt;br /&gt;
O processo normal de informação do avance dos projetos, inclui não apenas os relatórios de conteúdo técnico mas também de conteúdo administrativo e financeiro. Adicionalmente, é possível que sejam solicitados relatórios complementários ou que sejam realizadas pesquisas e/ ou entrevistas telefônicas com o objetivo de melhorar a visão sob a execução dos projetos e do Fundo em sua totalidade.&lt;br /&gt;
Cada projeto financiado pelo FRIDA contará para seu seguimento com um especialista nas temáticas atendidas, quem periodicamente vão analisar as informações fornecidas e avaliar os relatórios técnicos de avanço. Se for necessário, também poderão realizar visitas na sede do projeto para discutir e analisar os aspectos críticos do estado de avance do mesmo.&lt;br /&gt;
Assim mesmo, os relatórios finais permitirão determinar a correta designação dos recursos de acordo com os objetivos apresentados assim como verificar a validez da ferramenta usada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Copia do formulário ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Antecedentes e justificativa do projeto ===&lt;br /&gt;
Indique sucintamente qual vai ser o problema que vai tratar a sua proposta. Se for necessário, inclua referências a mídia local ou outras publicações que descrevam o problema a ser tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O presente projeto é parte da estratégia mais ampla da Rede Mocambos, que busca fortalecer a comunicação através da apropriação de tecnologias de informação entre duzentas comunidades distribuídas pelo Brasil. São quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. Ainda que respeitando a singularidade e a auto-determinação de cada um desses contextos, se podem encontrar entre elas muitos pontos em comum: a questão do território, a resistência à homogenização das expressões culturais, buscando valorizar a tradição como instrumento de inserção em um mundo contemporâneo que dê espaço para a diversidade, a crítica prática à sociedade consumista e individualista, e a onipresente condição de precariedade de infraestrutura de comunicação. Muitas delas são comunidades em localidades periféricas ou afastadas, que usualmente atraem pouco ou nenhum interesse de empresas de telecomunicações orientadas somente pelo lucro. Mesmo com o apoio de programas públicos de inclusão digital como o GESAC e o Telecentros.BR, a Rede Mocambos enfrenta com frequência condições difíceis de conectividade para desenvolver suas ações. São pontos onde o acesso à internet é extremamente lento, ou só está disponível de vez em quando. Entendemos que é necessário pleitear melhores condições de conexão para todas essas comunidades, mas também sabemos que não existe solução instantânea. É nesse sentido que surge a ideia de uma arquitetura distribuída que integre redes autônomas federadas, eventualmente conectadas. O projeto está baseado na criação de serviços locais de rede que permitam trabalhar a comunicação em cada localidade mesmo quando a internet não estiver disponível - armazenando dados para posterior sincronização, oferecendo mirrors locais de conteúdo e software, atendendo a realidade local de maneira apropriada. A proposta é baseada em pesquisas independentes realizadas por parceiros da rede Mocambos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto propõe a criação de uma arquitetura de rede distribuída para a Rede Mocambos - projeto para o fortalecimento da comunicação entre comunidades quilombolas. A Rede Mocambos que teve origem na periferia de Campinas/SP, na Casa de Cultura Tainã, atualmente interliga, por meio de parcerias com os programas públicos federais GESAC e Telecentros.BR, cerca de duzentas realidades entre quilombos rurais e urbanos, aldeias indígenas, terreiros, associações e comunidades ciganas. As peculiaridades culturais, sociais e geográficas dessas realidades, e as limitações técnicas impostas pela escassez de banda e instabilidade da conexão satelitar apontam a necessidade de uma arquitetura de rede distribuída otimizada para a estruturação de serviços locais que reflitam e atendam a realidade local e que sejam resilientes a indisponibilidade da conexão Internet. A proposta é baseada na monografia &amp;quot;Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos&amp;quot;, disponível aqui (em italiano): http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/view&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Motivação===&lt;br /&gt;
Qual é a motivação por trás dessa ideia? Por que você e a sua equipe querem trabalhar nesse projeto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Criar uma infraestrutura tecnológica para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória das comunidade quilombolas. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo normalmente criado em outros contextos e para outras necessidades. Dentro dessa linha de pensamento consideramos o uso e o desenvolvimento de Software Livre, e da infraestrutura de rede necessária, fundamental para o compartilhamento entre nós, e o mundo através da Internet, e para uma inclusão social e digital auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Innovação===&lt;br /&gt;
Como e por que é inovador esse projeto? Se tiver conhecimento de outros projetos, em que ele difere do seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Casa de Cultura Tainã, núcleo fundador da Rede Mocambos, é referencia nacional para inclusão social e digital sendo um dos primeiros pontos do GESAC e inspiradora do programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. Ao longo de quase dez anos, experiencias como os Pontos de Cultura, a rede Metareciclagem, o movimento do Software Livre e a Rede Mocambos, disseminaram o uso critico das tecnologias digitais e conseguiram formar segmentos antes excluídos da sociedade no uso das TICs. O projeto propõe dar um passo em frente para interligar essas experiencias que de alguma forma ficaram isoladas. Muitas dessas realidades compartilham a necessidades de criar uma infraestrutura de rede local inteligente que abrigue a riqueza criativa e peculiar dessas realidades e que supere limites técnicos quais a escassez de banda normalmente disponível. Consideramos esse passo fundamental para participar ativamente no desenvolvimento tecnológico e para um real aproveitamento desses conhecimentos. Até hoje não houve tentativas significativas para o desenvolvimento de tecnologias infraestruturais que reflitam as necessidades desses segmentos da sociedade civil. Criar uma infraestrutura de rede logico/física que abrigue e conecte de maneira eficaz as comunidades interligadas a Rede Mocambos tem um forte potencial inovador não somente para a Rede mas também para os diferentes projetos da sociedade civil que surgiram em todo o Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Objetivos do projeto===&lt;br /&gt;
Indique os principais objetivos do projeto (máx. 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Desenvolver uma infraestrutura de rede distribuída moldada nas necessidades peculiares das comunidades da Rede Mocambos que seja uma base solida para um real aproveitamento e desenvolvimento das novas ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:*Criar uma acervo digital de conteúdos textuais e audiovisuais decentralizado e sincronizado entre servidores locais nas comunidades baseado na infraestrutura de rede proposta.&lt;br /&gt;
:*Interligar o acervo digital a um catalogo que respeite os padrões do IPHAN e da UNESCO, para o patrimoniamento desses conteúdos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Beneficiários===&lt;br /&gt;
Identifique os segmentos da população que serão beneficiados diretamente pelo projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Comunidades quilombolas interligadas a Rede Mocambos, atualmente cerca de duzentas (200) em dezoito (18) estados brasileiros. O projeto será implementado inicialmente em seis (6) comunidades quilombolas mais estruturadas, chamados Núcleos de Formação Continuada com apoio de pesquisadores da Unicamp. O material produzido será disponibilizado para o publico com licenças abertas na Internet. As propostas de patrimoniamento e tombamento serão encaminhadas ao IPHAN e a UNESCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Uma mapa das comunidades que participam da Rede Mocambos é disponível no endereço (usuário e senha: livre): http://mapa.mocambos.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Metodologia do projeto===&lt;br /&gt;
EDITANDO ISSO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resuma como serão atingidos os objetivos do projeto. Se for o caso, forneça informação sobre como serão tratados os aspectos sociais como gênero, etnia, conhecimento tradicional, cultura, etc. dentro da metodologia proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A Rede Mocambos é organizada em núcleos:&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Digital, NPDD. O Núcleo envolve pessoas com conhecimento técnicos de varias comunidade e realidades da Rede. O NPDD é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das ferramentas digitais da Rede, cuidando atualmente dos portais (www.mocambos.net, acs.taina.net.br, mapa.mocambos.net, galeria.mocambos.net), das contas email (@mocambos.net e @mocambos.org) e de criar documentação de base sobre as ferramentas digitais.&lt;br /&gt;
:* Núcleo de Produção de Conteúdos, NPC. O Núcleo envolve pessoas com experiencia em pedagogia de varias comunidade e realidades da Rede. O NPC é responsável pela sistematização do material textual e audiovisual produzido nas comunidades e demais conteúdos abertos de interesse da Rede. &lt;br /&gt;
:* Núcleos de Formação Continuada, NFCs. Os NFCs são comunidades/entidades da Rede Mocambos mais estruturadas que assumiram o papel de multiplicadores regionais, através de praticas locais e de encontros chamados &amp;quot;Pajelanças Quilombolicas&amp;quot; (metodologia reconhecida como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto será conduzido pelo NPDD em sinergia com os demais Núcleos. O desenvolvimento se dará de forma continuada através da Internet aproveitando das ferramentas colaborativa como, git, wiki e irc. De forma presencial através de &amp;quot;sprint&amp;quot;, encontros de desenvolvimento intensivo de três dias. A metodologia de desenvolvimento seguirá o modelo &amp;quot;Agile&amp;quot; que prevê o lançamento frequente de código funcionante para avaliação continua por parte dos usuários finais, permitindo a correção e a melhoria ao longo do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tecnologias a serem utilizadas neste projeto===&lt;br /&gt;
Identifique quais tecnologias de informação serão o foco principal do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A arquitetura de rede proposta faz uso e interliga diferentes tecnologias livres consolidadas quais: &lt;br /&gt;
:* OpenLDAP, para gerenciar a autenticação dos serviços e manter um sistema de conta única na Rede&lt;br /&gt;
:* Django e Python, para o desenvolvimento de aplicações web, como os portais locais das comunidades, para a publicação e visualição dos conteúdos&lt;br /&gt;
:* Git e git-annex, para manter os acervos e abrigar os arquivos de maneira estruturada, sincronizada e decentralizada&lt;br /&gt;
:* Bash e cron, para rotinas de automatização, para backup e agendamento das operações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um primeiro protótipo da arquitetura e do sistema de acervo e portais locais sincronizados está disponível em: https://github.com/RedeMocambos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Demais tecnologias envolvidas:&lt;br /&gt;
:* Wifi e OLSR/MESH, para infraestrutura de rede local sem fio&lt;br /&gt;
:* Virtualbox e Xen, para virtualização&lt;br /&gt;
:* LVM e RAID1, para gestão dos volumes dos discos e para espelhamento dos dados&lt;br /&gt;
:* DLNA e UPnP, para streaming local dos conteúdos multimédias dos acervos&lt;br /&gt;
:* XMPP e VOIP, para oferecer um sistema local de mensagens instantâneas e comunicação nas comunidades&lt;br /&gt;
:* Blender, para criar interfaces de navegação tridimensional dos acervos&lt;br /&gt;
:* Wiki, para documentação colaborativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Entregables del proyecto===&lt;br /&gt;
Indique as entregas que produzirá o projeto e a forma em que serão feitas e difundidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O projeto produzirá:&lt;br /&gt;
:* um conjunto integrado de programas, em licencias livres, para a criação de &amp;quot;redes federadas eventualmente conectadas&amp;quot;, com documentação técnica em português e manuais de instalação guiada, em detalhe:&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para publicar e gerenciar arquivos no acervo&lt;br /&gt;
:** uma aplicação Django para gerenciar repositórios git-annex integrada com a aplicação que gerencia os arquivos &lt;br /&gt;
:** script para facilitar a instalação de servidores ldap como master e replica&lt;br /&gt;
:** script para backup automatizado&lt;br /&gt;
:** script/programa para publicar os conteúdos do acervo decentralizado em catalogos patrimoniais baseados na plataforma Greenstone&lt;br /&gt;
:* um acervo decentralizado (inicialmente entre 7 NFCs) de conteúdos textuais e audiovisuais produzidos pelas comunidade &lt;br /&gt;
:* um catalogo patrimoniado através do IPHAN e da UNESCO, em plataforma Greenstone, dos conteúdos, de interesse geral, publicados no acervo decentralizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código e a documentação serão integralmente disponibilizados na Internet sob licenças abertas. O acervo decentralizado e o catalogo abriguarão conteúdos em licença aberta e serão replicáveis através dos protocolos abertos git, git-annex e OAI-PMH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Monitoramento do projeto===&lt;br /&gt;
Especifique os processos de monitoramento e/ ou avaliação a serem usados, e os recursos disponíveis em sua organização para apoiar essa tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O acompanhamento dos andamentos dos objetivos do projeto é facilitado pelas ferramentas usada e a metodologia adotada, em particular: &lt;br /&gt;
:* Objetivo 1:&lt;br /&gt;
:** registro de log do git, que mantem todas as mudanças efetuadas no código e os autores&lt;br /&gt;
:** documentação colaborativa em wiki, que mantem todas as versões com possibilidades de reverter as mudanças, comparar entre uma versão e outra, e identificar os autores das contribuições&lt;br /&gt;
:** numero e estatística de uso dos usuários cadastrados no LDAP&lt;br /&gt;
:* Objetivo 2:&lt;br /&gt;
:** os conteúdos adicionados ao acervo tem registro de log completo por serem armazenando em repositórios git-annex (data, autor, comunidade/lugar)&lt;br /&gt;
:* Objetivo 3:&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos transferidos do acervo distribuído ao catalogo Greenstone&lt;br /&gt;
:** numero de conteúdos patrimoniados pelo IPHAN e pela UNESCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sustentabilidade do projeto===&lt;br /&gt;
Si propone desarrollar un sistema que existirá después de financiar el proyecto, especifique cómo se sustentará la continuidad del mismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O Projeto conta com a participação direta dos NFCs, onde serão instalados os primeiros servidores locais. Cada Núcleo prove autonomamente a gestão local, garantindo acesso publico aos espaços e aos recursos como o telecentro. Todos os telecentros da Rede Mocambos, através da parceria com os programas Telecentros.BR e GESAC, garantem maquinas para acesso (10 computadores), conexão internet satelitar e uma bolsa para monitor. A Casa de Cultura Tainã, promotor dessa proposta, disponibiliza a infraestrutura logística da Casa e os recursos necessários para residencias de desenvolvimento e os encontros presenciais, como as Pajelanças Quilombolicas, para troca de conhecimentos e formação. A Casa de Cultura Tainã sustenta as ações da Rede Mocambos, desde que lançou este projeto em 2001, através da busca de parceiros institucionais públicos e privados, além de contar com colaboradores nacionais e internacionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em detalhe contribuirão a manutenção e sustentabilidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:*Objetivo 1 e 2 - A rede de servidores locais e o acervo decentralizado serão mantidos com apoio do NFCs:&lt;br /&gt;
:** Casa de Cultura Tainã, Campinas/SP&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas, Salgueiro/PE&lt;br /&gt;
:** Comunidade Quilombola de Marudá, Alcântara/MA&lt;br /&gt;
:** Terreiro Ponto de Cultura Coco de Umbigada, Olinda/PE&lt;br /&gt;
:** Casa do Boneco/Quilombo d'Oiti, Itacaré/BA&lt;br /&gt;
:** Quilombo da Fazenda, Ubatuba/SP&lt;br /&gt;
:** Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode, Porto Alegre/RS&lt;br /&gt;
:*Objetivo 3 - O catalogo patrimoniado será mantido com apoio da Unicamp, parceira da Rede Mocambos, por meio:&lt;br /&gt;
:** Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN)&lt;br /&gt;
:** Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)&lt;br /&gt;
:** Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Documentos de apoio ===&lt;br /&gt;
Max 3 anexos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* Redes federadas eventualmente conectadas. Arquitetura e protótipo para a Rede Mocambos. http://www.mocambos.org/textos/Tesi_1.0.pdf/at_download/file&lt;br /&gt;
:* Esquema dos servidores. http://acs.taina.net.br/w/images/3/31/EsquemaServer_RedeMocambos.jpg&lt;br /&gt;
:* Diagrama de sequencia. http://acs.taina.net.br/w/images/f/fc/DiagramaDeSequencia_CriacaoObjetoMMedia.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Links ===&lt;br /&gt;
Max 3 links&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* http://www.mocambos.net&lt;br /&gt;
:* http://acs.taina.net.br&lt;br /&gt;
:* http://mapa.mocambos.net&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>FelipeFonseca</name></author>	</entry>

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